Kimberly-Clark fecha fábrica na Argentina e operações podem ser absorvidas pelo Brasil, após aquisição pela Suzano
No início de junho, a Suzano anunciou a compra da Kimberly-Clark por sua subsidiária, a Suzano International Holding. A companhia desembolsou US$ 1,73 bilhão (R$ 9,6 bilhões) para formar a joint venture. As informações foram reveladas primeiramente pelo Estadão Conteúdo.
Com o negócio, a companhia assume 51% do capital social da nova sociedade, que foi constituída na Holanda. O controle de ativos referentes aos negócios de produtos de papéis para higiene pessoal ficará para a joint venture. Segundo determinado nas negociações, a Suzano terá a opção de compra dos 49% da sociedade detidos pela Kimberly-Clark, mas só daqui a três anos.
A empresa pagará em dinheiro e à vista, mas só no fechamento da operação, que pode ser concluída apenas em 2026. O acordo está condicionado à aprovação de autoridades regulatórias e à conclusão da reorganização societária da Kimberly-Clark.
Fechamento na Argentina – A Fabricante anunciou agora o fechamento de sua unidade fabril em Pilar, na Argentina. Com o encerramento das operações, 250 colaboradores foram desligados. Segundo a reportagem da Pharmabiz, os funcionários foram comunicados de suas demissões de maneira polêmica.
O portal afirma que foi comunicado à equipe que a produção seria parada para manutenção. Só que, durante essa pausa, profissionais começaram a receber telegramas comunicando sobre as demissões.
A unidade de Pilar era responsável pela fabricação de produtos de higiene íntima feminina e também de lenços umedecidos.
Como a nova sociedade Kimberly-Clark / Suzano controlará ativos de produtos de papéis para higiene, a tendência é que essa demanda possa ser atendida pela operação brasileira da empresa, feita em parceria com a Suzano.
Com informações: Panorama Farmaceutico e Phamabiz



