Dica da semana – RIYAD – Delivery é ótima pedida

A Dica da semana do RIYAD é o Riyad Delivery.

Ligue e receba as delícias da Riyad em sua casa ou escritório! Consulte os horários e a disponibilidade de entrega para sua região.

Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

Hoje, já são mais de duas mil entregas por mês, através dos contatos Delivery Cambuí – Tel. 3254-3458 e, agora, Delivery Galeria – Tel. 3207-1995.

O endereço da Unidade Cambuí é na Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP).

A Unidade Galeria, fica no Shopping de mesmo nome, também em Campinas.
O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço Eventos. Confira!

Regras para admissão e exportação temporárias são aperfeiçoadas

dolarA Receita Federal aprovou nova legislação para disciplinar a aplicação dos regimes aduaneiros especiais de admissão e de exportação temporárias. Trata-se da IN nº 1.600, publicada no Diário Oficial da União de 15/12/15, que detalha os procedimentos para os regimes de admissão temporária com suspensão total do pagamento de tributos, de admissão temporária para utilização econômica, de admissão temporária para aperfeiçoamento ativo, de exportação temporária e de exportação temporária para aperfeiçoamento passivo.

Segundo nota divulgada pela Receita Federal, o objetivo foi tratar separadamente cada um dos cinco regimes, da concessão à extinção. Já os procedimentos relacionados aos bens trazidos ou levados por viajantes, sujeitos à admissão ou à exportação temporária, conforme o caso, foram consolidados em outro normativo, a IN RFB nº 1.602/15.

De acordo com a consultora da área de exportação da Aduaneiras, Leide Rocha Alves, no que diz respeito às operações de exportação temporária a IN apenas promoveu a reestruturação do texto legal, com poucos ajustes nos procedimentos. Como exemplo, cita a introdução da apresentação do dossiê digital de atendimento, previsto na IN RFB nº 1.412/13, que estabeleceu as disposições sobre a transmissão e a entrega de documentos digitais.

Entre as mudanças mencionadas pela especialista está a referência ao regime de exportação temporária para aperfeiçoamento passivo, que permite a saída, do País, por tempo determinado, de bem nacional ou nacionalizado, para ser submetido a operação de transformação, elaboração, beneficiamento ou montagem, no exterior, e a posterior importação, sob a forma do produto resultante, com pagamento dos tributos sobre o valor agregado.

Para a consultora, a norma não foi clara ao tratar a apresentação dos tributos devidos na extinção da aplicação do regime de exportação temporária para aperfeiçoamento passivo. Pelo artigo 117 da IN, a extinção pode ocorrer pela importação dos produtos resultantes de processo de industrialização ou pela reimportação de produtos submetidos ao regime para conserto, reparo ou restauração – nesse caso com despacho processado com base em DSI registrada no Siscomex – ou pela exportação definitiva dos bens submetidos ao regime. No caso do uso da DSI, a norma informa que deverá constar no campo informações complementares o demonstrativo do cálculo dos tributos incidentes sobre material eventualmente empregado na operação de conserto, reparo ou restauração, informação que difere do tratamento até então aplicado.

Sobre a questão dos bens de viajantes, Leide questiona a definição de que bens, nacionais ou nacionalizados, levados ao exterior por viajantes residentes no País, portados como bagagem acompanhada em valor superior a US$ 2.000,00 poderão ser submetidos ao regime de exportação temporária, mediante registro de declaração aduaneira. Para ela, a exigência não ficou clara e parece retornar a antigo procedimento, quando havia exigência da DST – Declaração de Saída Temporária de Bens.

A questão da mudança de beneficiário também foi detalhada, permitindo eliminar algumas dúvidas recorrentes entre os usuários do regime. Outra melhoria mencionada pelo consultor foi a permissão para o uso da DSI-Formulário como meio de simplificar e agilizar a habilitação ao regime em situações urgentes.

Assis também destaca que a IN inovou ao permitir a entrada de veículos terrestres e embarcações de esporte e recreio, inclusive motos aquáticas, destinados ao uso particular de viajante não residente, transportados ao amparo de conhecimento de carga. Pela regra anterior, somente podiam entrar no País veículos conduzidos pelo próprio condutor, passando pela fronteira.

Apesar das melhorias, o consultor questiona a ausência da citação da fatura comercial entre os documentos considerados para a análise do regime. Pela redação, subentende-se que o contrato celebrado entre o importador e a pessoa estrangeira poderia conter a informação de valor.

A nova IN também dispensa de tradução juramentada e de registro em cartório os documentos em língua estrangeira apresentados para instrução do requerimento de concessão ou prorrogação dos regimes.

Setor “Kids” busca exportações

Investe SP ajuda a exportar brincadeiras paulistas, trazendo compradores de loja de departamentos japonesa para conhecer produtos infantis 

São muitos os artigos e conceitos que São Paulo exporta para o mundo. E em tempos de recessão global, um setor que continua se desenvolvendo é o da economia criativa, que engloba cultura, design e novas tecnologias.

Para fomentar o desenvolvimento por meio da internacionalização desses e outros produtos e serviços paulistas, a Investe São Paulo iniciou esta semana, no dia 11 de janeiro, a segunda frente do SP Export: o Projeto Comprador, que consiste em roadshows com compradores internacionais.

O primeiro deles está sendo realizado com a grande rede de lojas de departamentos japonesa Isetan, e visa levar para o outro lado do globo artigos infantis como roupas, brinquedos, acessórios e até instrumentos musicais. A ação complementa o trabalho realizado pela facilitadora Suriana e a Apex-Brasil, agência de promoção de Investimentos e Exportação do Governo Federal. Paralelamente, um outro grupo de executivos fez visitas a estabelecimentos alimentícios.

“Somos hoje grandes exportadores de produtos agropecuários e minérios. Mas sabemos a importância de internacionalizar ativos intangíveis que tenham alto valor agregado, como design, arte e conceitos culturais”, explica o presidente da Investe SP, Juan Quirós. A agência de promoção de investimentos é ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, que tem um setor dedicado exclusivamente ao desenvolvimento da economia criativa e realizou diagnóstico deste importante mercado.

A Isetan realiza em sua sede, todos os anos, um evento onde são disponibilizados produtos de diversas marcas e setores do Brasil para o público japonês. Um dos objetivos da visita esse ano era alinhar com alguns produtores brasileiro a importação dos principais itens, normalmente intermediada pela Suriana.

“Nós gostamos de mostrar para as nossas crianças brinquedos que tragam a cultura do Brasil, que é um país tão distante, para sua própria realidade”, disse a chefe da divisão de produtos infantis da rede, Ryoko Noguchi, durante visita à Bromélia Filmes, estúdio produtor da Galinha Pintadinha. Em suas visitas a empresas de produtos infantis ela foi acompanhada por Hiroaki Haga, de uma importadora brasileira.

Além de personagens brasileiros famosos como a Galinha Pintadinha, o Peixonauta e a Turma da Mônica, a delegação japonesa conheceu também empresas pequenas. São negócios que ainda não exportam e podem receber apoio da Investe São Paulo em seu processo de internacionalização, como a Casa das Pipas e a CAS Brinquedos.

Confira a lista completa das empresas visitadas pelos executivos japoneses:
• Maurício de Souza Produções
• Tok Stok
• COM Desenho
• Mormai
• Grow
• Di Giorgio
• Casa das Pipas
• Bromélia Filmes
• Fishonauta
• Havaianas
• Choque Cultural
• COM Desenho

Segundo Quirós, o acompanhamento da comitiva da Isetan foi muito importante também porque serve como benchmark para as próximas. “O SP Export também compreende estudos e a construção de estratégias para maximizar as oportunidades de mercado para as empresas de São Paulo. Nossa equipe vai atuar sempre como facilitadora, articulando informações estratégicas e guiando o empresário por dentro das ferramentas de auxílio oferecidas tanto por órgãos governamentais de todas as estâncias quanto por entidades de classe no Brasil”, explicou.

Receita do polo industrial de Manaus cai 9,7% entre janeiro e novembro

O Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou receita acumulada de R$ 72,7 bilhões entre janeiro e novembro de 2015. O valor é 9,7% inferior ao obtido no mesmo período de 2014 (R$ 80,5 bilhões). Em dólares, os US$ 22,3 bilhões alcançados até o penúltimo mês do ano passado representaram um encolhimento de 35,3% na comparação com os US$ 34,5 bilhões registrados um ano antes. Entre novembro de 2014 e igual mês de 2015, a cotação do dólar teve uma valorização de 48,19%, passando de R$ 2,54 para R$ 3,77. Com a divisa mais valorizada, as exportações apresentaram alta de 23,13% no acumulado de 11 meses de 2015, chegando a R$ 1,92 bilhão. Em termos de empregados, a Superintendência da Zona Franca (Suframa) registrou 92.681 pessoas em novembro. No acumul do ano, a média mensal ficou em 106.086. Em nota, a superintendente da Suframa, Rebecca Garcia, afirma que os resultados indicam a dependência das vendas internas das empresas instaladas no polo. “Isso decorre do fato de que o PIM nasceu para abastecer o mercado interno brasileiro, então, se o padrão das famílias brasileiras cai, automaticamente a indústria do PIM cai mais ou menos na mesma proporção.” Rebecca destaca que medidas já estão sendo adotadas para ampliar mercados e melhorar a competitividade dos produtos fabricados no polo, como a criação do Grupo Técnico Permanente, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Com receita de R$ 21,7 bilhões (US$ 6,6 bilhões), o segmento eletroeletrônico continua o carro-chefe do PIM (30% das vendas). Em seguida, estão os segmentos de duas rodas, com 16,7% de participação, e o de bens de informática, com 15,8%.

Fonte: Valor Econômico

Exportações somam US$ 2,922 bilhões na primeira semana de janeiro

As exportações brasileiras, na primeira semana de janeiro de 2016, com cinco dias úteis, somaram US$ 2,922 bilhões e as importações, US$ 3,072 bilhões, o que resultou num déficit comercial de US$ 150 milhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

No período, as exportações apresentaram média diária de US$ 584,4 milhões, valor 10,4% menor que a média verificada em todo o mês de janeiro de 2015 (US$ 652,6 milhões). Nessa comparação, observaram-se retração nas vendas externas de produtos das três categorias: manufaturados (-16,7%) – principalmente autopeças, açúcar refinado, motores para automóveis, óleos combustíveis, aviões e pneus –, básicos (-8,7%) – devido a trigo em grãos, café em grãos, minério de ferro, petróleo em bruto, carne de frango e carne bovina – e semimanufaturados (-1,8%) – especialmente por ferro fundido, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, catodos de cobre, couros e peles, semimanufaturados de ferro e aço e açúcar em bruto.

Em relação a dezembro do ano passado, quando o desempenho médio diário das exportações chegou a US$ 762,9 milhões, a retração foi de 23,4%, causada pela queda nas vendas de manufaturados (-42,1%) e de básicos (-13,5%). Por outro lado, as vendas de semimanufaturados, nessa comparação, apresentaram crescimento de 3%.

Do lado das importações, também na comparação pela média diária, verificou-se uma retração de 23,5%, de US$ 614,4 milhões na primeira semana de janeiro de 2016 contra US$ 803,5 milhões em janeiro de 2015. Nesse comparativo, houve queda, principalmente, nas compras de combustíveis e lubrificantes (-85,8%), siderúrgicos (-50,9%), automóveis e partes (-42%), equipamentos eletroeletrônicos (-35,7%), produtos de borracha (-31,2%) e produtos plásticos (-26,2%).

Frente a dezembro do ano passado, em que a média diária das importações foi de US$ 479,2 milhões, houve crescimento de 28,2%, causado pelas aquisições externas de químicos orgânicos e inorgânicos (+71,7%), equipamentos mecânicos (+57,%), produtos plásticos (+49,9%) e equipamentos eletroeletrônicos (+47,7%).