Após leilão, CCR comemora a marca de “maior operadora de aeroportos do Brasil”
Em leilão realizado na última semana na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), foram concedidos 22 aeroportos em 12 estados, arrecadando-se R$ 3,3 bilhões em outorgas. A concorrência foi feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em três blocos: Norte, Sul e Central.
Agora a CCR Aeroportos, que já era sócia do Consórcio no BH Airport, recebe neste leilão mais 15 aeroportos. Para comemorar, segundo apurou o Portal LogNews a empresa enviou a um grupo de colaboradores uma taça e uma garrafa de vinho para um brinde previsto para o dia 14 de abril, pelo trabalho que a transformou, segundo ainda a empresa em mensagem no seu mimo, “na maior operadora de aeroportos do Brasil” (foto).
Já a Infraero – que chegou a administrar 67 aeroportos no Brasil – segue hoje sob seu guarda-chuva com cerca de 15 aeroportos, sendo os principais, Belém, Congonhas e Santos Dumont.
A Companhia de Participações em Concessões, parte do grupo CCR, arrematou o bloco Sul, por R$ 2,1 bilhões, e o lote Central, por R$ 754 milhões. Os lances representam, respectivamente, ágio de 1.534% e 9.156% em relação aos lances mínimos. A Vinci Airports ficou com o bloco Norte, pagando R$ 420 milhões, um ágio de 777% sobre o preço mínimo estipulado.
Os blocos – Estão no bloco Norte os aeroportos de Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista (RR). O lance mínimo havia sido estipulado em 47,9 milhões.
No bloco Sul foram concedidos os terminais de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS). O valor mínimo para esse lote era de R$ 130,2 bilhões.
O bloco Central é composto pelos aeroportos de Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palmas (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA). O lance mínimo era de R$ 8,1 milhões.
O Ministério da Infraestrutura espera que os terminais, por onde circulam cerca de 24 milhões de passageiros por ano, recebam aproximadamente R$ 6,1 bilhões em investimentos. Devem, segundo o ministério, ser investidos R$ 2,85 bilhões no bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Central e R$ 1,4 bilhão no Norte. Os contratos de concessão têm validade de 30 anos.



As balinhas de gelatina em formato de urso são o principal símbolo da fabricante alemã de doces Haribo. Mas a empresa, que completou 100 anos em 2020, possui um portfólio de mais de mil produtos em todo o mundo. Atuando com fábrica própria no Brasil desde 2016, a Haribo já exporta parte do que é produzido aqui para os Estados Unidos. A unidade foi construída com capacidade para ir muito além – a expectativa é abastecer todos os países da América do Sul.
A Azul disponibilizou aviões de passageiros para atender demanda de carga internacional. Os voos para a Bélgica estão partindo de Viracopos nas terças e domingos, decolando às 05h da manhã para chegar em Bruxelas às 22h locais. A aeronave volta para o Brasil decolando às 21h locais do dia seguinte, porém com destino a Guarulhos, onde pousa às 05h da manhã do outro dia, informou o Portal Aeroin.
A Santos Port Authority (SPA), estatal que administra o Porto de Santos, encerrou 2020 com o melhor resultado financeiro de sua história ao registrar lucro líquido de R$ 202,5 milhões – alta de 132% sobre 2019, quando fechou com lucro de R$ 87,3 milhões. Também houve aumento na receita líquida, que cresceu 15%, (R$ 1,1 bilhão), impulsionada pelo desempenho do agronegócio nacional, o que proporcionou novo recorde histórico de movimentação de cargas, avançando 9,4% em relação ao ano anterior e alcançando 146,6 milhões de toneladas.
Com R$ 6,2 bilhões de faturamento em 2020, a Hypera Pharma saltou duas posições no ranking da indústria farmacêutica brasileira ao ultrapassar Eurofarma e Sanofi. Agora, o alvo é a EMS. Para chegar à liderança em três anos, a companhia aposta no investimento de R$ 350 milhões em medicamentos inovadores e inicia uma nova fase do programa de conexão com startups.