Hyster-Yale anuncia mudanças na área de distribuição das empilhadeiras com a TRIMAK e TRADIMAC

A Hyster-Yale Brasil Empilhadeiras Ltda., fabricante de empilhadeiras YALE®, comunica que o distribuidor TRIMAK Engenharia e Comércio Ltda., para focar os esforços no mercado de locação, optou por encerrar a distribuição dos equipamentos e peças da marca YALE®.

A YALE® reconhece a qualidade do trabalho realizado pela TRIMAK, o que favoreceu a longevidade da parceria. Certos de que a mudança será construtiva para todos, a YALE® informa que a TRADIMAQ, que já é forte parceiro da marca, passará a atender os estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, com venda e locação de equipamentos, peças e serviços de pós-venda.

Fundada em 1988, a TRADIMAQ surgiu com o foco no atendimento das demandas de movimentação de cargas na indústria. Atualmente, dos quatro negócios da empresa, três envolvem empilhadeiras.

O momento coincide com a estratégia da YALE® de estreitar o relacionamento com a rede de distribuidores para que eles estejam mais alinhados à visão de futuro da companhia.

“O início do ano favorece o movimento de mudanças. Acreditamos que esse momento é favorável para criarmos as bases necessárias ao nosso novo ciclo de crescimento”, avalia o Diretor Geral da Hyster-Yale Brasil Empilhadeiras Ltda., Matheus Thaumaturgo.

A YALE® está empenhada nessa transição, oferecendo suporte integral para a TRADIMAQ, distribuidor autorizado da marca desde 2002 e que atua no Distrito Federal, Goiás e em Minas Gerais.

 

Mall na região de Viracopos é inaugurado com Galpões para Logística e Módulos para Indústria Leve e Tecnologia

A região do Aeroporto Internacional de Viracopos inaugurou nesta semana um Mall com 20 lojas. O empreendimento é parte de investimentos estimados em R$ 1 bilhão que vêm ocorrendo desde 2016 no Parque Corporativo Bresco Viracopos, uma área de 1 milhão de metros quadrados entre o aeroporto e o Distrito Industrial de Campinas, onde estão instaladas as empresas John Deere, Azul Linhas Aéreas, FCA — Fiat Chrysler Automóveis, Embraer Savis, UPS, Gollog e Benteler Automobiles e o Hotel Ramada. Do total previsto, R$ 800 milhões já foram viabilizados.

O Bresco Mall está instalado em um terreno de 9,1 mil metros quadrados. O espaço tem 20 lojas de aproximadamente 60m², 120 vagas de estacionamento e conta com restaurantes, academia, escola de idiomas e diversos outros serviços como salão de beleza, cafeteria, área de eventos no rooftop (terraço no alto do edifício) e drogaria.

As franquias que já estão com contratos fechados até o momento são: Academia Elite, Cel.Lep, Croasonho, Montana, Milanetto, Jin Jin, Mr. Fit e Sterna Café.

“As qualidades técnicas do imóvel, a demanda interna das empresas já instaladas no local, além da localização privilegiada são os grandes atrativos aos usuários”, afirma Maurício Geoffroy, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Bresco.

O Mall contempla um espaço para receber um moderno restaurante e um rooftop, com área de eventos e vista privilegiada para a pista do aeroporto.

Segundo o executivo, o objetivo é trazer um mix variado de lojas para o local, como restaurantes, farmácia, academia, escola de inglês e serviços variados.

O Parque Corporativo é formado por prédios de escritórios, centros de treinamentos, galpões para logística, módulos para indústria leve e tecnologia, trilha ecológica para a prática de exercícios e o Hotel Ramada.

A empresa atua com quatro modelos: o Built to suit (desenvolvimento e construção sob medida de acordo com as demandas de seus clientes, através de contrato de locação de longo prazo), Sale-leaseback (aquisição da propriedade do cliente e concomitante locação de longo prazo), e Aquisição, de propriedades em geral e Desenvolvimento especulativo (aquisição de terrenos e edifícios estrategicamente localizados para a implantação de projetos seguindo padrões de mercado, visando a flexibilidade de uso para os ocupantes).

Na área, há ainda dois outros empreendimentos para locação, o Flex Viracopos e o G1 Viracopos. O primeiro é formado por dois galpões com flexibilidade de ocupação e módulos a partir de 700 metros quadrados — estão no Flex as empresas UPS, Gollog, Savis e Bradar, Fiat Chrysler Automobiles e Benteler Automotive.

Já o G1 Viracopos é um galpão concebido no modelo cross-dockin, que visa atender a demandas logísticas, com módulos a partir de 4 mil metros quadrados.

Com informações Grupo RAC

Preocupado com o Coronavírus? Conheça os principais Produtos Exportados do Brasil para China

A China é o principal parceiro comercial do Brasil. Em 2019, 28,1% das Exportações Brasileiras foram destinadas para a China. Mas você sabe quais produtos a China compra do Brasil? Neste artigo veremos quais são os Principais Produtos Exportados do Brasil para China.

Confira a Lista dos 10 Produtos que o Brasil exporta para China:

 

 

 

Produtos Exportados China Valor FOB US$
Soja 20,5 Bilhões
Óleos brutos de petróleo 15,4 Bilhões
Minérios de ferro e seus concentrados 13,1 Bilhões
Celulose 3,3 Bilhões
Carne bovina 2,68 Bilhões
Carne de frango 1,23 Bilhão
Ferro-ligas 1,1 Bilhão
Algodão em Bruto 816,33 Milhões
Carne de suíno congelada, fresca ou refrigerada 611,77 Milhões
10º Minérios de cobre e seus concentrado 443,13 Milhões

 Fonte: Comexstat no período de Janeiro a Dezembro de 2019. 

 

Exportações Brasileiras para a China – Em 2019 o Brasil Exportou para a China o valor total de US$ 62,87 Bilhões. A Soja foi o produto mais exportado pelo Brasil no último ano, conforme você pode conferir em nosso texto sobre as Exportações Brasileiras. E justamente a Soja foi o produto que o Brasil mais vendeu para os Chineses.

Em 2019, a Balança Comercial Brasileira com a China fechou com superavit do valor de US$ 27.601,25 Milhões. Ou seja, neste período Exportamos mais do que Importamos da China.

Para ilustrar confira a balança comercial do Brasil com a China em 2019:

 

Fonte:  FazComex

Lançamos hoje o “Logcast, o podcast do Portal LogNews”. Na próxima semana, o tema será o Incoterms® 2020, em debate com o especialista Samir Keedi. Clique e escute!

Coronavírus já afeta prazos nas importações e exportações para a China

Gigantes aéreas como British Airways, American e Lufthansa suspendem voos para China. TCEX trabalha para se antecipar ao novo momento.

Mais de 20 empresas aéreas cancelaram seus voos para a China por conta do coronavírus. Todas tomaram a decisão após forte queda na procura pelas viagens para a o Pais e disseram que os passageiros serão informados dos cancelamentos e poderão remanejar suas viagens. Na esteira dessa decisão, as cargas aéreas sofrem impactos também. Muitos operadores e agentes de carga utilizam o porão de bagagem dessas aeronaves para o transporte de carga. Isso, sem contar os reflexos sobre as interferências nas rotas de aviões “cargueiros puros”.

A British informou que os cancelamentos estão em vigor até 31 de janeiro, enquanto a empresa avalia a situação. A alemã Lufthansa disse em comunicado que vai suspender os voos da Swiss e da Austrian Airlines – que pertencem ao grupo – de e para a China até 9 de fevereiro. A companhia também deixará de aceitar reservas para a China continental até o final de próximo mês. No entanto, manterá a voar para Hong Kong.

A TCEX – operador logístico internacional com Sede em Campinas(SP) – realiza um completo monitoramento da nova situação. “Nossos esforços neste momento visam minimizar os impactos sobre nossos clientes que operam com o mercado asiático. Acompanharemos a situação e buscaremos em conjunto alternativas possíveis nesse momento”, assegurou Elson Isayama, diretor da TCEX Logística.

Confira abaixo as principais empresas aéreas e seus respectivos status:

BRITISH AIRWAYS

Suspendeu os voos para a China continental até 31 de janeiro, quando avaliará a situação (ainda não divulgada até o fechamento dessa matéria).

AMERICAN

As viagens ficam suspensas do dia 9 de fevereiro até 27 de março. A aérea, entretanto, vai seguir operando voos de Los Angeles para Hong Kong.

UNITED

A americana, com sede em Chicago, disse que suspendeu 24 voos  para Pequim, Hong Kong e Xangai entre 1º e 8 de fevereiro, devido a uma queda significativa na demanda.

LUFTHANSA

A aérea alemã suspendeu voos da Swiss e da Austrian Airlines de e para a China até 9 de fevereiro. A companhia aérea continua a voar para Hong Kong, mas vai parar de aceitar reservas para voos para a China continental até o final de próximo mês.

AIR CANADA

Cancelou alguns voos para a China com o objetivo de coordenar melhor a capacidade com a demanda esperada.

A única empresa brasileira que oferece voos para o país em parceria com grupos internacionais, a Latam diz estar no momento monitorando os desdobramentos.