PIB paulista cresce 3% em 2024 puxado pela indústria

Dados levantados pelo Governo de São Paulo, por meio da Fundação Seade, mostram que o Produto Interno Bruno (PIB) do estado cresceu 3% no acumulado de 2024, de janeiro a abril, em relação ao mesmo período do ano anterior. Todos os setores apresentaram variação positiva, com destaque para a indústria (3,5%), seguida por serviços (2,4%) e agropecuária (1,7%).

Segundo a Fundação Seade, o bom desempenho da indústria está relacionado ao aumento de contratação de empregos formais no setor. Em 2024, de janeiro a abril, houve aumento de 70% de empregos com carteira assinada em São Paulo em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 72 duas mil novas vagas criadas em 2024 na área industrial, contra 42 mil em 2023.

“O Estado de São Paulo segue crescendo na direção cerca e gerando emprego. A alta de 3% do PIB estadual no primeiro quadrimestre do ano reforça nosso compromisso com o desenvolvimento da economia local. Vamos seguir trabalhando para fazer São Paulo ainda forte, com mais recursos e investimentos”, destacou o governador Tarcísio de Freitas.

Em abril de 2024, em relação a igual mês do ano anterior, o PIB paulista avançou 6,1%. Destaques para os setores: indústria (9,6%), serviços (4,3%) e agropecuária (4,0%). Já na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores, o PIB paulista avançou 1,2% – agropecuária (1,6%); serviços (1,3%); e indústria (0,8%).

Na avaliação mensal, o PIB aumentou 0,8% em abril de 2024 em comparação ao mês anterior (março/24), já descontados os efeitos sazonais. O avanço foi puxado principalmente pela indústria (0,8%), seguido pela agropecuária (0,6%), e pelo setor de serviços (0,6%).

Portal LogNews trará “Raio X” sobre o Comércio Exterior e a Logística nos 250 anos de Campinas. Participe!

O ano de 2024 representa um marco importante para a cidade de Campinas, no interior de SP. No próximo dia 14 de julho, a cidade comemora seus 250 anos. Fundada em 14 de julho de 1774, a cidade que já foi a terra do açúcar e do café, conta atualmente com uma economia bastante diversificada.

Logística e Comércio Exterior – Hoje, com vocação para ciência e tecnologia, possui uma infraestrutura logística invejável com escoamento de mercadorias em importantes rodovias e o Aeroporto de Viracopos. O comércio exterior é forte na importação de bens manufaturados e exportação de produtos de alto valor agregado.

Neste cenário, o Portal LogNews trará matérias especiais com um verdadeiro Raio X da cidade sobre as operações de comércio exterior e logística. Tudo isso, em uma edição ESPECIAL que circulará no dia 12/07, sexta-feira.

Anúncios comemorativos alusivos à data poderão ser comercializados através de contato com o PORTAL, no e-mail mkt@gpamais.com.br.

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Falta 1 mês para os “250 anos de Campinas”. Portal LogNews fará Edição Especial com Raio X do Comércio Exterior e da Logística. Participe!

O ano de 2024 representa um marco importante para a cidade de Campinas, no interior de SP. No próximo dia 14 de julho, a cidade comemora seus 250 anos. Fundada em 14 de julho de 1774, a cidade que já foi a terra do açúcar e do café, conta atualmente com uma economia bastante diversificada.

Logística e Comércio Exterior – Hoje, com vocação para ciência e tecnologia, possui uma infraestrutura logística invejável com escoamento de mercadorias em importantes rodovias e o Aeroporto de Viracopos. O comércio exterior é forte na importação de bens manufaturados e exportação de produtos de alto valor agregado.

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Na iminência de greve da ANVISA, Entidade representante dos Despachantes Aduaneiros defende fluidez do comércio exterior

O SINDASP – Entidade representante dos Despachantes Aduaneiros em São Paulo – permanece atento ao estado de mobilização dos servidores das 11 Agências Reguladoras Federais (ANA, Anac, Anatel, Ancine, Aneel, ANM, ANP, ANS, Antaq, ANTT, Anvisa), que seguem em um momento crítico, enfrentando desafios sem precedentes que ameaçam não apenas a integridade das operações, mas a segurança e o bem-estar do cidadão.

Em especial, a atenção se volta com um dos Órgãos Federais de vital importância ao comércio exterior brasileiro: a Anvisa. O SINDASP tem recebido relatos do setor regulado sobre um aumento nos prazos médios de análise das Licenças de Importação, frequentemente ultrapassando 10 dias. Além disso, há um aumento significativo no número de exigências para a apresentação de manifestos de presença de carga. Também recebemos relatos de processos parametrizados na cor verde no LPCO, mas sem o correspondente deferimento nas Licenças de Importação (L.I.s), o que tem demandado dos despachantes a abertura de chamados para solicitar o deferimento.

Na semana passada o Presidente do SINDASP, Elson Isayama, esteve ao lado da Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros (Feaduaneiros) para receber representantes do Sinagências (Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação) que visitaram a entidade com o objetivo de reforçar o pleito do sindicato junto aos agentes de comércio exterior – categoria que atua juntamente com os servidores das agências nos portos, aeroportos e fronteiras do Brasil.

Além de Isayama, participaram da interlocução o presidente da Feaduaneiros, José Carlos Raposo Barbosa, o advogado Fernando Neves, e o delegado representante Otávio Gomes Rodrigues. Durante a reunião, o Sinagências apresentou aos representantes da federação e aos agentes do comércio exterior a operação Valoriza Regulação, que ocorre em decorrência dos gargalos e da precariedade enfrentados pelas agências reguladoras.

Em complemento, foi enfatizado pelo Sinagências o déficit de profissionais que as autarquias estão enfrentando e as consequências desse cenário, como as situações alarmantes nos portos, aeroportos e fronteiras do Brasil. Exemplos disso são o porto de Santos – o maior da América Latina – e os aeroportos de Guarulhos e Viracopos – os maiores em termos de cargas recebidas – que carecem de profissionais para fiscalizar o que entra e sai do país. Também foi destacada a sobrecarga de demanda que os poucos profissionais na linha de frente precisam resolver.

Nesta terça-feira(11/06), o Sinagências sinalizou que caso as negociações não evoluam, uma greve pode ser deflagrada no âmbito de toda a Regulação Federal.

Atento aos desafios do mercado, os representantes dos Despachantes Aduaneiros defendem a fluidez do comércio exterior brasileiro e o seu bom andamento, com geração de políticas que garantam o bom funcionamento desse segmento, que é um importantíssimo vetor de desenvolvimento econômico. Portanto, qualquer paralisação prejudica, e muito, a atividade econômica brasileira, como apontado em documentos anteriores apresentados pelo SINDASP em situações semelhantes. A Entidade apoia sempre o bom diálogo entre as partes para que o Brasil não tenha prejuízos maiores dos que já enfrenta com as questões externas.

Superávit do Agronegócio Paulista impulsiona Balança Comercial do Estado. Confira produtos.

No acumulado de janeiro a maio de 2024, as exportações do agronegócio paulista aumentaram 12,8%, alcançando US$11,76 bilhões, enquanto as importações cresceram 7,3%, totalizando US$2,34 bilhões. Este cenário resultou em um superávit na balança comercial do agronegócio paulista, atingindo US$9,42 bilhões, aumento de 14,2% em relação ao mesmo período de 2023.

O levantamento realizado pelo coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Carlos Nabil Ghobril, e os pesquisadores José Alberto Ângelo e Marli Dias Mascarenhas Oliveira, do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, aponta que a participação das exportações do agronegócio paulista no total do estado foi de 42,5%, enquanto a participação das importações setoriais foi de 7,8%.

Porém, ao se analisar os resultados obtidos no mês de maio de 2024 em comparação com maio de 2023, observa-se que os valores das exportações do agronegócio paulista recuaram 10,2%. A queda no mês de maio deve-se principalmente à diminuição das exportações de soja em grão (-58% em valor e -51% em volume) e açúcar (-15% em valor e -12% em volume). Por outro lado, houve aumentos significativos nos valores das exportações de suco de laranja (25%) e café verde (79%). Essa combinação de variações resultou em um recuo de 13,5% no superávit da balança comercial do agronegócio em maio de 2024 em relação ao mesmo mês do ano anterior. Ainda assim, no acumulado de janeiro a maio de 2024, o saldo da balança comercial do agronegócio paulista permanece positivo (+14,2%).

Apesar desses desafios, o setor agropecuário paulista conseguiu manter um saldo positivo, e teve ainda importante papel na mitigação do déficit comercial do estado já que ao englobar todos os setores da economia paulista as exportações totalizaram US$27,66 bilhões, representando 19,9% do total nacional, enquanto as importações alcançaram US$29,97 bilhões, correspondendo a 29,1% do total nacional. Esses números resultaram em um déficit comercial de US$2,31 bilhões para o estado.

Comparativamente ao mesmo período de 2023, as exportações de todos os setores da economia paulista registraram um leve aumento de 0,2%, enquanto as importações diminuíram 0,8%. Essa dinâmica resultou em uma redução do déficit comercial em 11,8% no saldo da balança comercial paulista nos cinco primeiros meses do ano de 2024.

“O agro de São Paulo mais uma vez mostra sua força, impulsionado pelos setores sucroalcooleiro e cafeeiro. A cana e o café são a força motriz dos campos paulistas e a expertise dessas duas cadeias produtivas tem contribuído fortemente para a economia agrícola do Estado. Estamos apostando em políticas públicas assertivas para que os números sejam ainda melhores nos próximos meses”, afirma Guilherme Piai, secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

Principais Grupos de Produtos Exportados pelo Agronegócio Paulista – De acordo com informações do período de janeiro a maio de 2024, os principais grupos nas exportações do agronegócio paulista foram:

  1. Grupo Sucroalcooleiro: participação de 37,1% totalizando US$4,37 bilhões, onde o açúcar representou expressivos 90,4% e o álcool etílico (biocombustível), 9,6%.
  2. Produtos Florestais: 10,8% de participação com um total de US$1,28 bilhão, sendo 52,5% de celulose e 41,1% de papel.
  3. Complexo Soja: 10,7% de participação, registrando um total de US$1,257 bilhão, com a soja em grão representando 82,7% de participação e o farelo de soja, 13,5%.
  4. Carnes: 10,7% de participação alcançando um valor de US$1,256 bilhão, com as carnes bovina e de frango representando respectivamente 83,4% e 14,5% desse total.
  5. Sucos: 8,3% de participação, alcançando o valor de US$971,10 milhões, tendo o suco de laranja corresponde a 97,6% do grupo.
  6. Café: 4,5% de participação, registrando US$526,60 milhões, com participação de 74,0% do café verde e 22,4% do café solúvel.

Esses seis grupos representaram conjuntamente 82,1% das vendas externas setoriais paulistas, evidenciando a relevância e diversificação do agronegócio paulista no mercado nacional e internacional.

Além disso, na comparação com o mesmo período de 2023, observaram-se importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos do agronegócio paulista. Sobressaem-se aumentos significativos nos grupos complexo sucroalcooleiro (+55,5%), do café (+27,6%), dos sucos (+14,3%), florestais (+12,8%) e de carnes (3,8%); e queda no grupo complexo soja (-43,1%). Essas variações refletem as oscilações tanto de preços como de volumes exportados, indicando a dinâmica do mercado internacional.