Grupo Martins inicia transporte para a Argentina de olho na América Latina

O Grupo Martins passou a atuar no transporte rodoviário de carga para a Argentina. A empresa já começou a oferecer a sua frota de caminhões aos clientes que exportam para o país sul-americano, e o setor comercial, por outro lado, prospecta interessados em trazer cargas de lá para o Brasil.

Quase 60% de toda a carga transportada entra as nações da América do Sul é feita pelo modal rodoviário. A Martins viu nessa demanda um nicho para expandir os seus negócios. “Nós entendemos que era uma boa oportunidade para entrar com força nesse segmento, uma vez que já temos alguns clientes nessa área e existe demanda”, explica Lourival Martins presidente e fundador do Grupo Martins

Com mais de 25 anos de atuação no comércio exterior, o Grupo Martins acumula conhecimento das regras aduaneiras vigentes no Mercosul, o que o habilita a prestar um serviço de excelência nessa área.

Até o final de 2020, essa operação será estendida para outros países do Mercosul, como Paraguai, Uruguai e Chile. A Martins sempre esteve credenciada para prestar esse serviço, mas, com a queda da demanda no mercado interno, em decorrência da pandemia do Covid- 19, resolveu trabalhar nesse segmento em definitivo.

Porto Seco de São José dos Pinhais recebe a melhor nota no semestre, em avaliação da Receia Federal

Quatro meses depois de completar um ano de funcionamento no novo endereço, o Porto Seco operado pela Multilog em São José dos Pinhais (PR) já supera as expectativas. A unidade recebeu a melhor nota na avaliação semestral de recinto alfandegado, que teve como foco a análise da Infraestrutura, Segurança e Prestação de Serviço da Unidade. “Apesar de toda a situação da pandemia, o Porto Seco conseguiu alcançar um dos melhores índices de satisfação dos últimos anos. Isso é resultado de um trabalho focado em inovação e eficiência”, citou o Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil (RFB) e chefe do Serviço de Despacho Aduaneiro (SEDAD), Sérgio Schuarça.

Na busca constante por otimizar processos e garantir segurança plena dos trâmites, a Multilog mantém foco em novas estratégias. Nos últimos meses, implantou diversas medidas que garantiram agilidade nos processos aduaneiros, como a vistoria remota, visando contribuir para o abastecimento do mercado, mesmo diante do cenário desafiador. “Nos antecipamos à implantação de algumas estratégias que já vinham sendo estudadas para contribuir com o desenvolvimento do setor. Acreditamos que esta busca por diferenciação e excelência se refletiu nos resultados que tivemos no Porto Seco de São José dos Pinhais”, acrescenta Juliane Wolff, Gerente de Relações Institucionais da Multilog.

Live Musical arrecadará fundos ao pequeno Adrian, em Campinas (SP)

No próximo dia 02 de outubro acontece a LIVE SOLIDÁRIA com o Grupo “Nosso Samba”. A ideia é ajudar o Adrian Samuel Martins da Silva, de 08 anos. O menino tem paralisia cerebral e tetraplegia e é atendido pela equipe da Casa da Criança Paralítica de Campinas. O objetivo é a compra de um equipamento que lhe auxiliará para andar.

 

Ajuda de fato – “Registro aqui meu testemunho que esta ação é séria. Conheço o Adrian e se trata de uma iniciativa do bem. Por isso mesmo, estamos trazendo esta notícia para o Portal LogNews para que todos possam ajudar”, afirma o diretor da GPA+, Nilo Peralta.

As Cotas de patrocínio variam de R$ 350,00 até 1.200,00, mas qualquer valor será bem-vindo.

Informações para auxílio: Thalita Garcia – (19) 99323-3840 ou Eder Lopes – (19) 99580-1743.

Distribuição global de vacina contra coronavírus pode exigir 8 mil aviões de carga, diz Iata

Planejar demanda 

A distribuição global de vacina contra o coronavírus pode demandar 8 mil aviões de carga, alertou a Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata). Para isso, é necessário “planejamento cuidadoso” e imediato dos governos com a logística aérea de seus países para que problemas graves sejam evitados quando a substância estiver pronta.

De acordo com o órgão, essa será a ” missão do século para indústria global de carga aérea”, uma vez que as vacinas vão exigir sistemas de distribuição eficientes, sensíveis ao tempo e à temperatura, recursos de monitoramento para garantir sua integridade e profissionais qualificados para transportá-las.

“O tamanho potencial da entrega é enorme. O simples fornecimento de uma única dose para 7,8 bilhões de pessoas ocuparia 8.000 aviões de carga modelo 747 [da Boeing]”, informou a associação.

Vacina Sputnik V – A Rússia fala em acordo de 50 milhões de doses com estado brasileiro. “Pedimos que os governos assumam a liderança na facilitação da cooperação em toda a cadeia de logística para que as instalações, os arranjos de segurança e os processos de fronteira estejam prontos para essa tarefa gigantesca e complexa que se aproxima ”, disse Alexandre de Juniac, presidente da entidade.

Por serem valiosas em termos financeiros, as vacinas também vão exigir planejamento antecipado de segurança contra roubo e adulteração, destacou a Iata.

“No planejamento de seus programas de vacinas, especialmente no mundo em desenvolvimento, os governos devem levar muito cuidado em consideração a capacidade limitada de carga aérea disponível no momento. Se as fronteiras permanecerem fechadas, as viagens reduzidas, as frotas suspensas e os funcionários dispensados, a capacidade de entregar vacinas que salvam vidas ficará muito comprometida ”, afirmou de Juniac.

Diversas vacinas estão atualmente em testes clínicos em estágio final, mas apenas a Rússia aprovou sua própria vacina para uso até agora. Nesta semana, testes da vacina de Oxford foram suspensos temporariamente após reação adversa em um paciente do Reino Unido.

Com informações G1

Infraero se reinventa e apresenta ao mercado produtos de soluções logísticas e novos negócios

Novo momento prevê superar o atraso na venda de 49% de sua participação nos grandes aeroportos brasileiros, que ficou para 2021

A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) segue se reinventando, após passar à iniciativa privada seus principais aeroportos cargueiros.

Entretanto uma dessas unidades retornou as suas mãos. A empresa voltou a fazer a gestão do Terminal de Logística de Cargas do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE). Desde o dia 1º de setembro, as atividades de armazenagem e movimentação de cargas do complexo logístico voltaram para a estatal.

 O Terminal de Cargas do Aeroporto de Petrolina tem mais de 3 mil m² de área edificada e conta com seis câmaras de armazenamento, três antecâmaras de resfriamento e dois túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender ao setor de exportação, capaz de receber aeronaves com o 747-8F e que tem o escoamento de frutas do Vale do Rio São Francisco como maior expoente na região. 

Contrate a Infraero – A Infraero está entre as três maiores operadoras aeroportuárias do mundo; conta com serviços que atendem a padrões internacionais de segurança, conforto e qualidade e, desde 1973, contribui para enriquecer a experiência dos clientes que utilizam os seus aeroportos. 

A empresa agora está oferecendo esta expertise ao mercado.

Além da gestão e operação de alguns Terminais de Logística de Carga, a Infraero vem se reinventando e atuando em consultoria, serviços e diagnóstico logísticos com o objetivo de proporcionar melhores soluções aos mais diversos segmentos e regiões do Brasil. Governos estaduais, municipais e distrital, além de entidades representativas da indústria e comércio, são algumas das entidades que vem buscando realizar parcerias com a estatal na busca de maior eficiência logística para suas empresas e afiliadas. 

A Infraero também oferece consultorias, serviços de engenharia, meio ambiente, planejamento aeroportuário, manutenção aeroportuária, tecnologia da informação, gestão e operação de aeroportos.; além de contar com treinamentos com o objetivo de capacitar as equipes dos terminais aeroportuários do país, tais como formação e aperfeiçoamento de bombeiros de aeródromos, gestão aeroportuária, fiscalização de pátio, entre outros. 

Somente em 2019 a Infraero alcançou a marca de 146 novos negócios concretizados, distribuídos entre 49 aeroportos do país. Entre esses terminais estão os de Divinópolis (MG), Parnaíba (PI), além do Aeródromo Brasília (DF), e mais recentemente o Aeroporto de Guarujá (SP), onde a Infraero é responsável pela gestão aeroportuária.

Venda de 49% dos grandes só em 2021 – A pandemia atrapalhou os planos do governo de oferecer ao mercado as participações acionárias de 49% ainda detidas pela Infraero nos aeroportos privatizados em 2012 e em 2013. A venda tem sido anunciada desde a gestão Michel Temer, quando a estatal deixou de entrar como minoritária nas concessões, e foi prometida por auxiliares do presidente Jair Bolsonaro para 2020. Agora, na melhor das hipóteses, ficará para a segunda metade de 2021.