Campinas é a cidade mais inteligente e conectada do Brasil
Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, é considerada a mais inteligente e conectada do Brasil em 2019, segundo a quinta edição do Ranking Connected Smart Cities, divulgado nesta terça-feira (17).
O ranking é elaborado pela consultoria Urban Systems em parceria com a empresa de organização de eventos Sator. Esta é a primeira vez que esse estudo, antecipado com exclusividade por EXAME, elege uma cidade não capital como referência em desenvolvimento. Em 2015, a liderança ficou com o Rio de Janeiro, seguido nos dois anos seguintes por São Paulo e, em 2018, por Curitiba.
Na edição deste ano, Campinas se destacou nas áreas de economia, tecnologia e inovação (1º lugar), empreendedorismo (2º), governança (3º) e mobilidade (4º).
“Campinas fomenta o desenvolvimento tecnológico, tem estrutura e suporte para esse tipo de empresa, e também é um hub de educação, que permite desenvolver capital humano e também pensar soluções e estratégias para a cidade”, diz Willian Rigon, diretor de marketing da Urban Systems.
Segundo destaca o levantamento, Campinas é referência em polo universitário, com a Unicamp e a Pontifícia Universidade Católica, polo tecnológico, polo de inovação e região industrial com forte apelo logístico e de distribuição.
Na cidade, quase um quarto de todos os empregos formais são ocupados por profissionais com ensino superior, 5,2% dos empregos formais estão no setor de Tecnologia da Informação e 94,5% dos empregos na cidade estão no setor privado.
Já em mobilidade, o aeroporto de Viracopos foi destaque não apenas pelo seu movimento de passageiros, mas também pelo potencial logístico, diz o relatório do Ranking Connected Smart Cities.
Para compor o indicador final, o estudo leva em consideração 70 indicadores, que têm relação com mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia.
Na edição deste ano, o ranking incorporou seis indicadores novos baseados na Norma Técnica ISO 37, que são o uso de veículos de baixa emissão de poluentes, dois critérios relativos à força de trabalho — percentual da força ocupada em setores de tecnologia e comunicação e percentual da força ocupada nos setores de educação e pesquisa —, número de computadores e laptops em escolas públicas, percentual de resíduos plásticos recuperados na cidade e percentual da população que vive em regiões de baixa e media densidade.
Há uma pontuação de peso 1 para 69 variáveis e peso 0,5 para a escolaridade do prefeito. Dessa forma, a pontuação máxima deste ano é de 69,5. Campinas, a cidade primeira colocada, registrou 38,977 pontos.
Em seguida, aparecem São Paulo, Curitiba, Brasília e São Caetano. Das 100 cidades mais inteligente e conectadas deste ano, 67 estão no sudeste — 47 só no estado de São Paulo.
Para o ranking final, é feito um mapeamento em todas as cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes (666 municípios). Há avaliação de cidades entre 50 mil a 100 mil habitantes, de 100 a 500 mil e acima de 500 mil.
Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility, afirma que a proposta do ranking “não é criar competição entre as cidades, mas possibilitar que as boas iniciativas sejam compartilhadas”.



A Hyundai investiu US$ 200 milhões no desenvolvimento da nova geração da família HB20, que chega este mês às concessionárias brasileiras com faixa ampliada de versões e preços para brigar em todas as segmentações do mercado de hatches e sedãs compactos. Ao mesmo tempo, com outro aporte de R$ 125 milhões anunciado em março deste ano aumentou a capacidade de produção da fábrica de Piracicaba (SP) de 180 mil para 210 mil unidades/ano, sendo cerca de 150 mil para o HB20 e o restante para o SUV Creta.
Na última quinta-feira, dia 12/09, a Anvisa realizou treinamento em importação de medicamentos e produtos biológicos em sua Sede, em Brasília (DF).
O mercado de caminhões continua em ritmo de recuperação e apresentou números positivos no emplacamento.
Segundo levantamento feito a partir do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC), em 2018, tínhamos 1.828 milhão de veículos de cargas em território nacional, em matéria publicada no site Brasil Caminhoneiros mostra que neste montante a idade média dos caminhões está em 12 anos. Quanto mais usado os caminhões, mais aumenta os custos em manutenção. Porém o Pneu independe de idade, basta rodar para estar gastando, assim como diesel, por isso é considerado entre segundo e terceiro maior custo para os caminhoneiros.