Ellece Logística quer ampliar negócios com conceito “gestão 360º ”

White truck

A ELLECE Logística, Operador Logístico especializado em movimentação, armazenagem e distribuição de produtos acabados, se prepara para entrar 2019 se consolidando como um dos maiores operadores logísticos do país que oferece muito mais que serviços de armazenagem, mas soluções integradas ao mercado. A empresa, que participa pelo terceiro ano consecutivo da Intermodal South América, traz para a feira toda sua expertise ao longo de décadas no Grupo Pandurata.

“Nossa expectativa para a Intermodal 2019 é recepcionar e estreitar ainda mais nosso relacionamento comercial com clientes, fornecedores e parceiros, apresentar nossos serviços para o mercado e, principalmente, prospectar novos negócios”, afirma Eduardo Ferreira, gerente comercial da ELLECE.

E a empresa não para de inovar e investir em novas soluções no segmento logístico para proporcionar melhor integração dos seus serviços e atender todas as necessidades dos seus clientes. O executivo ressalta que a ELLECE é um operador diferenciado com know-how para atendimento do canal do médio/grande varejo, atacadistas, key accounts e distribuidores em todo território nacional.

Ainda de acordo com Ferreira, o maior diferencial da ELLECE, além do serviço de armazenagem, é a gama de soluções oferecidas para agregar valores ao seu cliente, conhecida como gestão 360º, conceito que assegura maior maximização dos resultados.

“Temos plena capacidade de administrar e executar todas as operações e rotinas pós-produto acabado produzido ou comercializado pelas indústrias, além da transferência entre fábricas e armazéns, movimentações e armazenagem de produtos, montagem de kits promocionais (display ou shirink) e etiquetagem de produtos para nacionalização ou para exportação, distribuição dos produtos com customer  service dedicado para monitoramento das entregas, inteligência de gestão de estoque ativo, mão de obra especializada, além da habilidade e experiência para se adequar e atender altos picos sazonais”, comenta.

Para tornar-se referência nesse mercado, a ELLECE Logística conta com cinco unidades, sendo a matriz e uma nova filial em Guarulhos, SP, aumentando a sua capacidade no serviço de armazenagem de 40 mil posições porta-pallets em mais 14 mil posições, totalizando 54 mil porta-pallets; e a inauguração, em 2018, das unidades em Extrema, MG, Maceió, AL e Curitiba, PR. “Com a abertura das novas instalações podemos prospectar um volume de negócios 25% maior para 2019 em relação a 2018”, finaliza Ferreira.

 

Terminal Alfandegado Agesbec anuncia novo CEO

Executivo assume com a missão de expandir os negócios da empresa e de desenvolver novos mercados 

A Armazéns Gerais e Entrepostos de São Bernardo (Agesbec), está com novo comando desde janeiro de 2019. O novo CEO da empresa é Jefferson Satyro, com mais de 20 anos de experiência em operações alfandegadas, logística e comércio exterior, com passagens pelo Grupo Ecorodovias, Elog, Ecoporto Santos.

O executivo chega para somar forças ao Grupo Drago, proprietário da Agesbec. Para o CEO esse novo desafio é uma grande oportunidade de levar a Agesbec e outras empresas do Grupo a ampliarem sua atuação em comércio exterior e logística. “A Agesbec é um dos maiores Armazéns Alfandegados do Estado de São Paulo, com localização estratégica em São Bernardo do Campo e enorme potencial para trazer maior economia, eficiência e produtividade aos clientes, além de agilidade nas suas operações de importação e exportação” destaca Satyro, que assume com a missão de expandir os negócios da empresa e desenvolver novos mercados.

Desde 2016 a Agesbec está localizada em área estratégica com acesso direto ao Sistema Anchieta Imigrantes e Rodoanel Mario Covas, conta com 60 mil m² de área, dos quais 20 mil m² estão distribuídos em três galpões e novas câmaras frias, com licenças para produtos farmacêuticos e químicos. Com essa nova estrutura, a empresa planeja acelerar seu crescimento expandindo sua carteira de clientes nos segmentos Industrial, Químico e Farmacêutico.

Riogaleão recebe certificação OEA e anuncia troca de sistemas para 2019

O RIOgaleão Cargo acaba de se tornar um Operador Econômico Autorizado (OEA) na modalidade segurança, certificação concedida pela Receita Federal do Brasil (RFB). Com essa conquista, o terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim passa a ser o único entre aeroportos brasileiros a contar com o reconhecimento e reforça sua importância como elo da cadeia logística, legitimando o baixo grau de risco em suas operações de comércio exterior, em termos de segurança. Além disso, o RIOgaleão Cargo passa a ser um parceiro estratégico da Receita Federal do Brasil, proporcionando maior previsibilidade no fluxo do mercado internacional e consequente impulsão em investimentos na economia brasileira.

Para se tornar um Operador Econômico Autorizado, o RIOgaleão começou a trabalhar nos requisitos e diretrizes da RFB desde 2016. Nos últimos meses, intensificou seus trabalhos de implementações de novos controles e adequações de processos e infraestrutura, a fim de se preparar para a auditoria de validação, que ocorreu em outubro de 2018. A conquista, além de grande representatividade em níveis de segurança, também reforçou o compromisso do RIOgaleão Cargo com conformidade e integridade operacional, pilares já implementados e aprimorados desde a obtenção dos certificados CEIV Pharma e ISO 9001:2015.

Uma empresa certificada com o OEA Segurança tem padrões diferenciados de compliance e deve aprimorar seus controles aduaneiros de forma continuada, por meio de uma gestão de riscos. – Para o RIOgaleão, a conquista da certificação, além de contribuir para a uniformização dos processos aduaneiros, ainda nos tornou referência para o mercado como operador seguro. Um dos exemplos é o reconhecimento por obter as melhores práticas em detecção e prevenção de infrações –, afirma Patrick Fehring, diretor de Aerobusiness do RIOgaleão.

A certificação OEA não é obrigatória, mas se tornou representativa no mercado. Considera-se, hoje, mais segura a cadeia quando todos os envolvidos no processo possuem o OEA. Podem requerer a certificação: Importador; Exportador; Transportador; Agente de Carga; Depositário de mercadoria sob controle aduaneiro; Operador Portuário ou Aeroportuário; e Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação (Redex). Dos mais de 160 ativos reconhecidos pela OEA, somente sete englobam recintos alfandegados de zona primária (levando o RIOgaleão em conta e sendo este o único aeroporto). Para os clientes do RIOgaleão, um dos principais benefícios de operar em ambiente com a certificação OEA é obter a linearidade de seus processos logísticos evitando quebras na segurança de sua cadeia, o que facilita o comercio internacional em diversos aspectos e garante confiança com os demais intervenientes.

 

TECAPLUS será substituído – Em 2109, o RIOgaleão adotará novo sistema de gerenciamento e armazenagem de cargas: o SAP, em substituição ao TECAPLUS, que existe desde os tempos da antiga gestora, a Infraero. Na primeira fase do projeto o sistema será implantado no Terminal de Exportação e na segunda fase as mudanças e implementações também ocorrerão no Terminal de Importação.

 

Receita Federal implementa soluções propostas pelo SINDASP na DU-E

A Receita Federal deu ampla divulgação nesta semana ao que chamou de “novas funcionalidades e melhorias em outras já existentes nos módulos de exportação do Portal Siscomex”. Entre essas novidades, cinco delas foram soluções propostas pelos SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – para ajustes nos novos processos de Exportação. “O SINDASP vem sendo um dos principais parceiros da Receita Federal desde o início da implantação da DU-E. Para se ter uma ideia, multiplicamos mais de 50 cursos em todo o Brasil, levando aos Despachantes Aduaneiros e ao mercado o novo processo de exportação”, recorda Regina Terezin, diretora do SINDASP.

A DU-E é um documento eletrônico que contém informações de natureza aduaneira, administrativa, comercial, financeira, tributária, fiscal e logística, que caracterizam a operação de exportação dos bens por ela amparados e definem o enquadramento dessa operação. Estudos recentes da FIESP indicam agilidade de até 50% em processos de exportação.

Confira abaixo as sugestões do SINDASP recebidas e implementadas pela Receita Federal:

  • A possibilidade de salvar rascunho da DU-E;
  • Serviço JSON para consulta no estoque pré-ACD com base em NF-e, retornando o local e a quantidade de mercadoria em estoque, por item;
  • Melhoria na consulta pós-ACD de DU-E cujo embarque antecipado tenha sido autorizado;
  • A retificação da manifestação dos dados de embarque (novos manuais aduaneiros já disponíveis);
  • A possibilidade de consolidação de uma ou mais DU-Es com base em apenas um conhecimento de carga;

“Os Despachantes Aduaneiros estão na ponta da linha das operações e conseguem medir esse “termômetro” das funcionalidades dos sistemas. Estamos prontos para dar continuidade a essa parceria, agora com a proximidade da implementação da DU-IMP, ratificando a força da atuação do SINDASP no comércio exterior brasileiro”, finaliza Marcos Farneze, presidente do SINDASP.

Movimentação de cargas cresce 6,5% no Aeroporto Afonso Pena

O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Curitiba/São José dos Pinhais – Afonso Pena (PR) registrou, no ano passado, crescimento de 6,5% na movimentação de volumes em comparação a 2017. Foram processadas 20,5 mil toneladas, contra 19,1 mil toneladas registradas no ano anterior.

O destaque ficou por conta do setor de importação, que contabilizou 10,57 mil toneladas de volumes, sendo que os principais itens movimentados foram equipamentos eletrônicos e de informática, além de artigos dos segmentos químico, farmacêutico (healthcare) e automobilístico. Já no setor de exportação, foram movimentadas 9,94 mil toneladas, sendo que os principais produtos foram do segmento automotivo e bens de consumo.

O superintendente do Aeroporto Afonso Pena, Antonio Pallu, explica que o Teca paranaense movimenta uma grande variedade de volumes, atendendo a diversos setores da indústria e fomentando o desenvolvimento do estado, da região e do país. “O complexo logístico da capital paranaense é fundamental para o desenvolvimento da região. Em termos de números, o Teca do Afonso Pena apresentou, em 2018, a segunda maior tonelagem total de cargas movimentadas pelos aeroportos administrados pela Infraero, atrás apenas do Teca do Aeroporto de Manaus, que teve movimentação de 28,3 mil toneladas ao longo do ano”, afirmou.

Entre os equipamentos disponíveis para a movimentação de cargas no Afonso Pena, há empilhadeiras a combustão e elétricas, transpaleteiras elétricas e manuais, niveladoras de docas, plataformas elevatórias, racks fixos, porta-paletes, trator, carreta de reboque tipo dolly, carreta de reboque tipo prancha, carreta de reboque tipo bagagem, balanças diversas, cofre, guincho para trator, equipamentos de raios-x, varredeira e termohidrômetros.

 

Gestão privada – O Terminal de Logística de Carga do Aeroporto Afonso Pena passou a ser administrado, desde julho de 2017, pela PAC LOG. A empresa é responsável pela gestão comercial, operacional e administrativa do complexo.

A transferência das operações, por meio de licitação, faz parte do posicionamento estratégico da Infraero, que prevê, entre outros produtos e serviços para o mercado de soluções logísticas, a exploração comercial de complexos logísticos situados nos aeroportos que administra. A concessão dos terminais de carga dos aeroportos permite unir a experiência da Infraero à celeridade e flexibilidade da gestão privada, trazendo mais opções e tecnologia aos clientes e usuários destes serviços. Dessa forma, a Infraero busca oferecer sua expertise na cadeia logística de comércio exterior e permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no setor e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.