Transformações projetam o ano de 2026 da aviação brasileira
O Portal Aduana LogNews, buscou informações com o Chief Commercial Officer (CCO) da BFB Airlines (FOTO) Francisco Ungaretti, sobre as projeção para a aviação brasileira em 2026 e o que está impactando na competitividade do mercado aéreo.
No ano que se inicia, o setor da aviação avança em meio a transformações estruturais que moldam diretamente sua dinâmica operacional e comercial.
A consolidação da Reforma Tributária impacta desde a formação de custos aeroportuários e combustíveis até a competitividade das companhias aéreas no mercado internacional.
Paralelamente, a evolução do ambiente regulatório sistemático refere-se:
==> incluindo normas de segurança;
==> padronização de tecnologias e regras para operações internacionais e
==> exige maior capacidade de adaptação por parte de operadores, empresas e autoridades aeroportuárias.
As exigências ambientais:
==> tornam-se ainda mais relevantes, com pressões para redução de emissões;
==> uso de combustíveis sustentáveis (SAF);
==> implementação de práticas mais eficientes de gestão de frota e infraestrutura.
Além disso, os ajustes nas rotas e cadeias logísticas globais, impulsionados por mudanças geopolíticas e pela reorganização do transporte de cargas, reforçam a necessidade de um planejamento robusto.
Nesse cenário, o uso de análise de dados, inteligência artificial e modelos avançados de previsão se torna essencial para decisões estratégicas que vão desde a alocação de aeronaves e otimização de rotas até investimentos em infraestrutura aeroportuária e integração modal.
No comentário do CCO Chieff Commercial Officer, Francisco Carlos Ungarett, “a aviação entra em 2026 ‘sempre’ com a urgência de se ‘adaptar’, ‘inovar’ e ‘atuar’ de maneira altamente estratégica para garantir eficiência, sustentabilidade nacional e global, fatores de alavancagem na gestão com foco em competitividade”
Com informações LinkedIn Francisco Ungaretti


