“Relicitação” de Viracopos ocorre em 90 dias, mas ABV garante manter patamar de qualidade dos serviços durante o processo

O governo federal está acelerando o processo de desestatização, informou, nesta quarta-feira (10) a secretária especial do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) do Ministério da Economia, Martha Seillier.

A chamada “relicitação” inclui o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.

Segundo a concessionária Brasil Viracopos, responsável pelo aeroporto, pelo menos 90 dias ainda devem ser transcorridos até que o processo seja iniciado de forma efetiva.

Conheça as etapas:

  • Viracopos deverá deixar o processo de recuperação judicial, o que será automático, uma vez que o plano já foi aprovado.
  • Definição sobre quem pagará as indenizações à concessionária pelos investimentos feitos no aeroporto desde o início da privatização, em 2012.
  • Assinatura do termo aditivo com o governo federal para a devolução da concessão.
  • Governo federal abre o edital para receber as propostas do novo concessionário.

O processo ficará travado se alguma das etapas for descumprida ou contestada. O novo plano de recuperação judicial aprovado pelos credores de Viracopos também apresenta soluções para o pagamento de dívidas que a concessionária tenha com os credores.

A concessionária afirma que vai manter a qualidade na prestação dos serviços públicos durante a relicitação.

O processo ficará travado se alguma das etapas for descumprida ou contestada. O novo plano de recuperação judicial aprovado pelos credores de Viracopos também apresenta soluções para o pagamento de dívidas que a concessionária tenha com os credores.
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, já afirmou que o leilão do Aeroporto de Viracopos será feito de forma individual e não dentro de um bloco do programa de concessões de aeroportos do governo. A entrada dos projetos no PPI indica que as propostas são prioridades da União.

A concessionária afirma que vai manter a qualidade na prestação dos serviços públicos durante a relicitação.

Com informações G1

American Airlines inicia operação de “cargueiro puro” no Brasil, a partir de Guarulhos

No início desta semana, a American Airlines iniciou suas operações exclusivas de carga para o Brasil, operando seu primeiro voo do Aeroporto Internacional de Miami (MIA) para o Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU), em São Paulo. Esse serviço de carga torna-se o segundo da aérea na América Latina, após as operações na Argentina, que ocorreram entre abril e maio. A partir deste mês, a companhia aérea também começará o serviço exclusivo de carga entre Santiago, no Chile, e Miami.

Anteriormente a empresa se utilizava dos porões dos aviões de transporte de passageiros para transportar carga aérea. Com a queda dos voos de passageiros em função da pandemia, isso mudou. “O setor de carga aérea desempenha um papel crítico na conexão do mundo em tempos de crise”, afirmou a diretora regional de Vendas de Carga da American para a América Latina e o Caribe, Lorena Sandoval. “Nossa nova operação de carga entre São Paulo e Miami oferece maior capacidade de transporte de produtos vitais entre os países, incluindo produtos farmacêuticos, o que ajuda a manter a economia mundial em movimento”, completou.

As operações de carga da American no Brasil serão realizadas quatro vezes por semana até 3 de julho, com um Boeing 777-300, oferecendo mais de 54 mil quilos de capacidade de carga em cada direção. Os voos partindo de Miami transportarão correspondências, eletrônicos e produtos farmacêuticos, enquanto que o transporte a partir de Guarulhos será de produtos perecíveis, como mamão e peixe fresco.

Em março, a companhia aérea começou a operar seus primeiros voos de carga desde 1984. Além da nova operação da American no Brasil e no Chile, a American opera voos de carga para Amsterdã, Pequim, Frankfurt, Hong Kong, Londres, Madri, Paris, Roma, Xangai, Sydney, Tóquio, Seul e Zurique.

 

Fonte: Mídias Sociais Linkedin

TECA Porto Alegre recebe aporte de R$ 50 milhões para dobrar terminal de carga

Uma boa notícia em meio à pandemia do novo Coronavírus, que tem impactado o setor aéreo em todo o mundo: Porto Alegre vai ganhar um novo Terminal de Cargas Internacional (TECA). A construção, iniciada pela A.Yoshii no início de junho, terá investimento de R$ 50 milhões entre fundação, infraestrutura, superestrutura, cobertura, instalações hidrossanitárias, elétricas e complementares.

Para a ampliação do novo Terminal de Cargas Internacional em Porto Alegre, a Fraport Brasil, subsidiária da Fraport AG Frankfurt Airport Services Worldwide, uma das principais administradoras de aeroportos, prevê uma área de 10.615 m² – quase o dobro da atual em funcionamento – com amplo espaço que possibilita maior verticalização de produtos e ganhos de capacidade de armazenamento e processamento de cargas.

Além dos 237 empregos diretos já existentes no Porto Alegre Airport, o projeto gerará uma média de 150 novos empregos diretos e indiretos. “Planejamos, para o pico desta obra de 12 meses, gerar quase 200 empregos, priorizando fornecedores e mão de obra local. Desta forma, cumprimos um de nossos propósitos de gerar oportunidades localmente, tomando os devidos cuidados e disponibilizando as condições de higiene e segurança necessárias a todos neste momento de pandemia.” – Leonardo Yoshii, presidente do grupo.

“O novo TECA Internacional não faz parte das obrigações do nosso contrato de concessão com a Agência Nacional de Aviação Civil, mas exercerá papel fundamental para alavancar a logística no Rio Grande do Sul, o que certamente acreditamos, apesar do cenário atual gerado pela Covid-19.” – Andreea Pal, presidente da Fraport Brasil – Porto Alegre

Com tecnologia 100% brasileira, Softrack comemora incremento das exportações

Líder nacional em Telemetria para Empilhadeiras aposta nas vendas externas e expande mercado na América Latina

O Ministro da Economia Paulo Guedes deu uma declaração recentemente exaltando as exportações. Segundo ele, o choque externo não está tendo grandes consequências por enquanto. “O que era uma maldição, virou uma benção nesse momento”, afirmou Guedes na oportunidade, destacando o crescimento do comércio com a China em 25%.

Quem também enaltece as exportações como estratégia para os seus negócios é a empresa campineira Softrack – líder no Brasil em telemetria para empilhadeiras e equipamentos de movimentação. Todavia, é o Mercosul o destino dos produtos da empresa. “Somente em maio, exportamos tecnologia para o Peru e para o Chile. Foram mais de 50 equipamentos com software de telemetria. Antes disso, já tínhamos cerca de 90 equipamentos no Equador, Peru, Colômbia e Argentina”, comemora Ricardo Raschiatore, diretor da Softrack.

A solução da Softrack é composta por sistemas Web e equipamentos eletrônicos instalados diretamente nas máquinas, em sua maioria empilhadeiras. A gestão de frotas tem como objetivo melhorar a eficácia no uso desses maquinários. Os ganhos são sentidos em diversos pontos da operação. São relatórios, gráficos e informações estratégicas para apoiar decisões que viabilizem o aumento na segurança da operação, maior produtividade e consequente redução de custo.

 

Crescimento em 2020 – Com tecnologia brasileira, a Softrack avalia que os patamares em que se encontram o valor do dólar podem contribuir com a estratégia de crescimento da empresa em 2020, mesmo diante das dificuldades causadas pela pandemia em curso. “Temos que valorizar o que é produzido no Brasil. Nossa empresa e nossa tecnologia são 100% nacionais. Nesse período sem precedentes, o uso da telemetria será fundamental para redução de custos logísticos nas plantas industriais e nos galpões logísticos” avalia Raschiatore.

A política adotada pela empresa prevê não realizar cortes em seu quadro funcional e ainda projeta crescimento de 22% em 2020, com vendas internas e externas.

Justiça derruba liminar que prorrogava contrato da Marimex no Porto de Santos

A Justiça Federal derrubou a liminar que garantia a prorrogação do contrato de arrendamento da Marimex no Porto de Santos.

A concessão da empresa, que opera um terminal retroportuário em Santos, havia chegado ao fim no início de maio. A companhia vinha tentando uma renovação por mais 20 anos do contrato, mas não tinha o apoio da autoridade portuária nem do governo federal, que pretende construir no local uma pera ferroviária.

Diante da negativa do governo, a empresa recorreu à Justiça. Na primeira instância, o pedido foi negado, mas, na segunda, obteve uma decisão temporária que prorrogava o contrato.

No entanto, essa medida foi revertida pelo desembargador federal Daniel Paes Ribeiro. O magistrado estava de férias e havia sido substituído no caso pelo desembargador que dera a decisão a favor da Marimex.

A companhia reclama que o processo que levou à decisão de não renovar o contrato não foi transparente, o que a Santos Port Authority nega. O grupo alega também que não há estudos técnicos que comprovem que a construção da pera ferroviária é mais vantajosa do que a renovação do contrato do terminal.

No entanto, na nova decisão, o desembargador afirma que “a administração não está obrigada à renovação de um contrato de concessão de uso de área, por se tratar de ato discricionário” e que não cabe ao Judiciário intervir, por não haver indício de ilegalidade no caso.

Fonte SOPESP