Dica da semana – RIYAD – Delivery é ótima pedida

A Dica da semana do RIYAD é o Riyad Delivery (Cambuí e Galeria Shopping).

Ligue e receba as delícias da Riyad em sua casa ou escritório! Consulte os horários e a disponibilidade de entrega para sua região.

Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

Hoje, já são mais de duas mil entregas por mês, através dos contatos Delivery Cambuí – Tel. 3254-3458 e, agora, Delivery Galeria – Tel. 3207-1995.

O endereço da Unidade Cambuí é na Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). A Unidade Galeria, fica no Shopping de mesmo nome, também em Campinas.

O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço Eventos. Confira!

DSV confirma aquisição da UTi

negócio fechadoA empresa de logística dinamarquesa DSV, que já havia manifestado interesse em adquirir o grupo de logística UTi Worldwide, com sede nos EUA, no final de 2014, agora conclui a ação a um preço de cerca de US $ 1,35 bilhão.

A expectativa da DSV é de que o processo, após aprovação dos acionistas da UTi, seja concluído no primeiro trimestre de 2016.

Segundo também apurou com exclusividade o Portal GPA LogNews, no Brasil, o processo está para ser concluído e em breve o negócio será finalizado, pois faltam as aprovações apenas dos Conselhos Monetários de Defesa. A “marca” UTi seguirá ainda com a mesma bandeira.

A DSV procura expansão no mercado de carga aérea e marítima dos Estados Unidos e, segundo especialistas, a aquisição “tem um bom jogo geográfico para a DSV”. As companhias combinadas terão realmente uma presença geográfica mais equilibrada, com aproximadamente 61% da receita na Europa, Oriente Médio e Norte da África, 17% nas Américas, 16% na Ásia (APAC) e 6% na África

Se finalizar o processo de compra entre DSV e UTi, a DSV vai – além de seu próprio negócio com uma receita de USD 7,6 bilhões – assumir uma operadora logística com uma receita de USD 4,4 bilhões. A UTi alcançou esta receita no ano fiscal 2013/2014.

As duas empresas haviam combinado vendas de cerca US $ 13 bilhões em 2014 e terão juntas 44.000 funcionários em 84 países, 848 escritórios e 339 instalações de logística. A DSV disse que espera a margem de lucro da UTi para melhorar de modo que, em “longo prazo”, a nova empresa combinada irá fornecer as mesmas margens que a empresa dinamarquesa.

Fonte: Site DSV

ANTAQ anunciará 04 arrendamentos de áreas portuárias ainda em outubro

Anúncio inédito é feito no CIESP Campinas. Duas áreas para celulose serão em Santos (SP).

mario povia antaqO diretor geral da ANTAQ, Mario Povia, anunciou nesta quinta-feira, 15/10, em Campinas (SP), que lançará o primeiro edital de arrendamento de áreas portuárias. Serão 04 em outubro. Ao todo serão 50 áreas no Brasil.

Dos 04 arrendamentos iniciais, dois estão no Porto de Santos e serão destinadas à celulose. Os contratos serão de 25 anos e prorrogáveis por mais 25 anos.

O anúncio, citado como inédito pelo Diretor da ANTAQ, foi feito durante um encontro com empresários e executivos de comércio exterior e logística no CIESP Campinas. ”A riqueza desse encontro não está nesta apresentação, e sim, no diálogo a ser criado a partir desse encontro”, destacou Povia. “Precisamos reduzir o chamado custo Brasil”, finalizou o diretor da ANTAQ.

Thomson Reuters reúne no próximo dia 20/10 alguns dos mais importantes líderes, reguladores e decisores do mercado fiscal, tributário e de comércio exterior

barros finalO economista Luiz Carlos Mendonça de Barros; o Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil, Marcio Felicori Tonelli; Daniel Godinho, Secretario de Comercio Exterior do MDIC e o Embaixador Rubens Barbosa, presidente do COSCEX da FIESP são presenças confirmadas como keynote speakers da 4ª edição do Synergy Brasil

Nomes de grande expressão no segmento econômico, fiscal, tributário e de gestão do comércio exterior se reunirão no próximo dia 20 de outubro em São Paulo para participar do Synergy Brasil 2015 – evento multisetorial considerado referência mundial para discussões no segmento, que já acontece há quase dez anos em diferentes países (incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Austrália), que terá sua quarta edição brasileira realizada em São Paulo, no Grand Hyatt Hotel.

A cerimônia de abertura, às 9h, ficará por conta de Joe Harpaz, Diretor Global do segmento corporativo da unidade de negócios de Tax & Accounting da Thomson Reuters. Ele apresentará análises específicas sobre a aplicação da tecnologia para respaldar os atuais desafios tributários do País, e sobre o novo papel que deve ser desempenhado pelos gestores e líderes do segmento para fomentar decisões mais estratégicas capazes de impactar em melhores resultados de negócios.

Na sequência, o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros falará sobre como navegar no atual cenário de instabilidade econômica a fim de driblar os desafios e permanecer em rota de crescimento. As novas exigências tributárias que entram em vigor no Brasil também estará em pauta na plenária principal.

Após o almoço, a agenda contemplará sessões paralelas sobre alguns dos temas mais desafiadores que impactam o cenário atual:

  • Painel sobre Bloco K: Pontos de Atenção sob a Ótica da Auditoria e Fiscalização
  • ECF: Cases de Sucesso, Lições Práticas e Desafios Pós-entrega
  • Case de Sucesso Autozone: Automação Global de Operações Tributárias
  • ReInf: Principais Novidades e Impactos para as Empresas
  • eSocial na Prática: – Projeto Alcoa: a Importância dos Processos e Desafios da Implementação
  • ISS Questões Polêmicas Atuais: Bitributação, Beneficiamento e Sociedades Uniprofissionais
  • A Importância de uma Visão Integrada no Atendimento à Legislação Fiscal
  • Governança Fiscal no Cenário do SPED
  • Novas Obrigações Fiscais: Como Avaliar Oportunidades e Otimizar o Investimento em TI
  • RECOF & RECOF SPED e OEA: Novas perspectivas para as empresas
  • FTAs: Abertura e Mudanças nos Acordos de Comércio Internacional

No painel especial sobre tendências e oportunidades no mercado de Comercio Exterior – “Um olhar comparativo sobre o Brasil e outras economias em crescimento”, com início marcado para as 16h, serão compartilhados em primiera mão os resultados de uma pesquisa inédita realizada pela Thomson Reuters em parceria com a KPMG sobre o tema. O painel será composto por Daniel Godinho, Secretário de Comércio Exterior do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior); Taneli Ruda, presidente mundial da área de negócios de Comércio Exterior da Thomson Reuters; Embaixador Rubens Barbosa, presidente do COSCEX (Conselho de Comércio Exterior da FIESP); Renata Amaral, representante do Comitê de Comércio Exterior da Amcham; Júlio Chamarelli de Cepêda, sócio de International Tax Services da KPMG; e por Menotti Franceschini, diretor geral de Comércio Exterior da Thomson Reuters no Brasil, como moderador.

Montadoras instaladas na Região de Campinas não sabem o que é crise no setor

Enquanto a maior parte das montadoras instaladas no Brasil sofre com a com forte retração de vendas e pro­dução em queda (42% em setembro), as japonesas Honda e Toyota, instaladas na região de Campinas, tra­fegam em alta velocidade. As duas montadoras, instala­das em Sumaré e Indaiatuba, respectivamente, produ­zem a todo vapor para dar conta dos pedidos. As duas fabricantes trabalham com hora extra para atender a demanda do mercado.

Honda e Toyota trabalham com um nicho de mercado de veículos com valores intermediários, diferentemente das concorrentes, concentradas em carros mais popu­lares.

Chapas de carro – Na esteira desse desenvolvimento, a Zinkpower investiu R$ 60 milhões e inaugurou uma fábrica de galvanização a fogo em Artur Nogueira, na Região de Campinas (SP). A Planta é primeira da empresa no Brasil e a a Zinkpower, líder mundial em galvanização a fogo pertencente ao grupo austríaco Kopf, inaugurou com investimentos de 15 milhões de euros (aproximadamente R$ 60 milhões) e a contratação de cerca de 60 funcionários.

A galvanização a fogo é um processo industrial em que o aço é mergulhado no zinco em alta temperatura, criando uma camada protetora contra ferrugem e corrosão. Além do foco na mecanização da colheita de cana, o gerente geral da empresa no Brasil, Martin Feldenheimer, explicou também que hoje em dia, no País, muitas empresas acabam optando por pintar os metais em vez de galvanizar, por ser uma solução mais simples e barata. Porém, a proteção tem um tempo menor de duração. “Hoje, as chapas utilizadas na produção de carros são galvanizadas a fogo, por isso não enferrujam”, disse o gerente-geral da Zinkpower.

“É uma questão praticamente cultural. Enquanto na Europa consome-se de 15 a 20 quilos de zinco per capta, no Brasil o número não chega a 3 quilos. Isso mostra que existe um mercado imenso a ser explorado. Estamos fazendo um trabalho intensivo de divulgação do serviço e conscientização dos clientes, desmistificando o processo de galvanização a zinco. Quem conhece e faz uma vez, acaba fazendo sempre”, disse o executivo.

Com informações: Comunicação Estratégica Campinas