Crescimento de comprimidos revestidos na América Latina e no Brasil leva indústria a investir R$ 60 milhões

A Ashland celebrou a inauguração da sua planta em Cabreúva (SP) nesta sexta-feira, dia 4. A unidade acabou de passar por um processo de expansão, resultado de um investimento na casa dos US$ 10 milhões (cerca de R$ 59,3 milhões).

O aporte teve como objetivo acompanhar o crescimento da demanda por comprimidos revestidos. Segundo dados da companhia, entre 2019 e 2023, o consumo desses produtos na América latina cresceu uma média de 4,3% ao ano, sendo que o avanço no Brasil é ainda maior, 5,7% a.a.

Os fundos também foram utilizados para modernizar os equipamentos empregados na linha de antimicrobianos em aplicações de cuidados pessoais, em São Paulo (SP). “Os investimentos que fizemos em Cabreúva e São Paulo estão apoiando a globalização de nossa expertise no segmento, comemora o presidente e CEO, Guillermo Novo.

Expansão da Ashland começou ainda em 2023 – Além da expansão física, celebrada no começo deste mês de abril, a Ashland já havia iniciado esse movimento em 2023, quando introduziu sete novas tecnologias de plataformas. “Essas soluções trouxeram inovações sustentáveis ‘novas para o mundo’, oferecendo opções para clientes e consumidores”, afirma.

“A Ashland introduziu várias inovações patenteadas derivadas das plataformas de óleos vegetais transformados e super umectantes, com tecnologias de plataforma adicionais ainda neste ano”, completa o executivo.

Fonte: https://panoramafarmaceutico.com.br

 

DAH Solar fecha 2024 com 1,46 milhão de módulos solares comercializados no Brasil

Após fechar 2024 com um recorde de 1,46 milhão de módulos solares comercializados no Brasil, totalizando 1,3 GW em vendas, a DAH Solar deseja manter seu ritmo de crescimento no país e expandir a sua presença na América Latina. Sob a gestão da filial brasileira, a meta para 2025 é aumentar o faturamento latino-americano em 15%, sendo 80% desse crescimento proveniente do Brasil.

De acordo com Felipe Santos, diretor regional para Brasil e Latam, o mercado brasileiro é resiliente. Mesmo com a tarifação sobre energia excedente para novas instalações a partir de 2021, entre 2019 e 2024 a unidade brasileira registrou um crescimento expressivo de 780% no volume de módulos comercializados, atingindo mais de 6 milhões de equipamentos, o que representa 3,46 GW de potência. “Para 2025, nossa meta é alcançar 4 GW, com a venda estimada de cerca de 1 milhão de equipamentos adicionais ao longo do ano”, afirma.

Apesar dos desafios do setor, como o aumento do imposto de importação para 25%, a alta da taxa de juros e a elevação nos preços dos módulos, Santos destaca que a demanda por energia solar segue forte. “Os consumidores percebem cada vez mais as vantagens econômicas e a segurança energética proporcionadas pelo investimento”, afirma.

Para ampliar sua presença na América Latina, a DAH Solar aposta em nichos ainda pouco explorados e no fortalecimento de soluções tecnológicas diferenciadas. Entre os destaques estão a Solar Unit, um kit completo que inclui módulos solares e microinversor desenvolvidos também pela empresa, e o Full-Screen, um painel solar sem borda frontal que oferece melhor desempenho e praticidade. Ambas as soluções contam com tecnologia patenteada pela empresa.

O Brasil é o maior mercado da DAH Solar fora da China, respondendo por 30% do faturamento global da companhia. Para fortalecer sua atuação, a empresa oficializou sua filial em Campinas (SP), o que possibilita maior proximidade com clientes e melhor suporte técnico. A sede brasileira conta com uma equipe multidisciplinar, showroom, e, em 2025, será ampliada com um laboratório de testes e novas contratações para atender os demais mercados latino-americanos.

Embora a proximidade geográfica e as similaridades culturais favoreçam a expansão, a DAH Solar pretende adotar uma estratégia personalizada para cada país, respeitando as particularidades locais. A empresa planeja aumentar sua presença na Colômbia, Chile, México e em países da América Central, consolidando sua posição como referência em energia solar na região.

Fonte: https://ipesi.com.br

ZF atinge 700 mil eixos produzidos para atender mercados do Brasil e da Argentina

• Marco ocorre no mesmo ano em que a empresa comemora 40 anos de produção nacional dos eixos destinados aos setores agrícola e de construção

• ZF é única fornecedora da região América Latina a manter estrutura completa para clientes do setor agrícola, que inclui Centro de Competência global para desenvolvimento de eixos e produção local

• Estrutura se completa com espaço físico de testes que simula cenários desafiadores, levando em consideração condições reais enfrentadas no campo

A ZF, empresa global de tecnologia que fornece produtos e sistemas de mobilidade avançada para o setor automotivo e industrial, alcançou a produção de 700 mil eixos em sua unidade de Sorocaba – SP (FOTO), no ano em que celebra quatro décadas da nacionalização desses componentes para os setores agrícola e de construção no Brasil. Esse marco reflete a sólida estrutura da empresa no País, consolidada como um centro global de inovação e desenvolvimento de soluções em eixos. A unidade, que dispõe de um espaço físico de testes dedicado à validação de performance, atende a mercados internacionais e tornou-se Centro de Competência global de desenvolvimento do Grupo ZF em 2018.

O número de 700 mil eixos produzidos evidencia a crescente velocidade de produção da ZF. Em 2017, a empresa anunciou a fabricação de 500 mil eixos ao longo de 32 anos; nos últimos oito anos, foram produzidos mais 200 mil, representando um aumento de cerca de 60% na taxa de produção em relação ao período anterior. Esse avanço reflete não apenas o crescimento da demanda nos setores agrícola e de construção, mas também em eficiência operacional.

De acordo com Juliano Alquati, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da ZF América do Sul, “a ZF é a única fornecedora de eixos agrícolas no País a trabalhar com uma robusta e completa infraestrutura local, que envolve desde o desenvolvimento das soluções de forma personalizada, estrutura de produção até o ciclo final que ocorre no espaço físico de testes dos equipamentos”. Hoje, a ZF é líder de mercado no segmento para este tipo de tecnologia.

A marca alcançada abrange todos os eixos produzidos na unidade, tanto para aplicação agrícola, das famílias TSA e APL, como para construção, das famílias MTB e MSB.  São eixos dianteiros para tratores e máquinas agrícolas com potências de 75 a 240 HP, até eixos dianteiros e traseiros para retroescavadeiras. A produção local atende os mercados brasileiro e argentino.

 Fonte: https://eaemaq.com.br

Adeptos do esporte: vem aí o BEACH COMEX

Profissionais de Comércio Exterior e Logística terão torneio e networking em maio. Veja como participar.

O esporte unirá o mercado de comércio exterior e logística no dia 17 de maio no interior de São Paulo, para um torneio de Beach Tênis, com muito networking.

A proposta da GPA+ Comunicação é seguir a linha do Tradicional Gourmet Comex, agora com a prática do esporte, como explica o idealizador do Projeto, Nilo Peralta. “Alguns parceiros jogam já o Beach Tênis e se interessaram pela novidade. Isso nos motivou a criar esse novo encontro e a receptividade está sendo fantástica”, resumiu Peralta, que também pratica o esporte.

Os atrativos serão diversos:

ARBITRAGEM
INSCRIÇÕES COM SORTEIO DE DUPLAS
MEDALHAS VENCEDORES EM PÓDIUM COM BACKDROP
CAMISETAS DO TORNEIO
CONFRATERNIZAÇÃO COM CHOPP
E ainda uma PROGRAMAÇÃO PARALELA: CLÍNICA PARA INICIANTES OU JOVENS ACIMA DE 10 ANOS.

As possibilidades de adesão são em três modalidades: Patrocínio de Empresas, Adesões individuais em inscrições. Assim como no Gourmet Comex, Embarcadores (importadores e exportadores) e Órgão Federais Intervenientes serão convidados para participarem.

Logo após o anúncio neste início de semana, as primeiras empresas patrocinadoras já confirmaram presença: Dra, Carol Paschoalotte – Odontologia & Estética e EMASFI Group.

O evento será em 17 de maio, no circuito mais charmoso do Beach Tênis: o AREIA GASTROBAR, em Vinhedo (SP).

Fale com a GPA+ Comunicação e Marketing: mkt@gpamais.com.br ou (19) 99299-1987.

 

Região de Campinas atraiu 32% dos investimentos industriais de SP

Os investimentos industriais no Estado de São Paulo no período 2022 a 2024 totalizaram R$ 82,7 bilhões. Desse total, a região de Campinas atraiu a maior parte com R$ 26,7 bilhões, ou seja, praticamente um terço do montante.

As informações são da Piesp – Pesquisa de Investimentos Anunciados no Estado de São Paulo (Piesp), realizada pela Fundação Seade, agência de estatísticas ligada ao governo do Estado.

Assim como no caso do total dos investimentos no Estado nesse período, o setor automotivo foi o responsável pela maior fatia dos aportes na Região Administrativa de Campinas (RA Campinas), formada por 90 municípios.

Dentro da RA de Campinas, destacam-se no período analisado os investimentos de R$ 10 bilhões da Great Wall Motors (GWM), em Iracemápolis (SP); os R$ 5,5 bilhões da Hyundai, em Piracicaba (SP); e os R$ 4,2 bilhões da Honda, em Itirapina (SP).

A região atraiu ainda outros investimentos, superiores a R$ 1 bilhão para construção, ampliação e/ou modernização de fábricas em outros setores de atuação, como é o caso da planta da Nestlé que produz café solúvel, moído e em cápsulas em Araras (SP), e da Klabin, com a unidade de papelão ondulado para embalagens em Piracicaba (SP).

A pesquisadora Margarida Kalemkarian, da Fundação Seade, destaca que características da região de Campinas, como infraestrutura, logística e vastos centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D), estão entre os principais atrativos da região.

Segundo a pesquisadora, merecem destaque também os investimentos também de R$ 200 milhões anunciados pela Pirelli, em Campinas, em busca de novos materiais e pneus mais sustentáveis, bem como da John Deere, fabricante de máquinas pesadas, que investiu R$ 180 milhões para instalar o Centro de Desenvolvimento de Tecnologia com foco na agricultura tropical em Indaiatuba.

“Os investimentos da indústria na região quadruplicaram. No triênio anterior, foram pouco mais de R$ 6 bilhões. Agora, foram R$ 26 bilhões, e lidera no estado de São Paulo”, diz a pesquisadora. Em segundo lugar entre as RAs do Estado aparece Sorocaba, com R$ 14,8 bilhões. Já a RA Metropolitana de São Paulo, região que inclui a Capital e o ABC, ficou na 4ª posição, com R$ 6,7 bilhões.

Obs: Investimentos com abrangência inter-regional (sem especificação de valor para cada região) totalizaram R$ 21,2 bi.

 

Fonte: https://www.usinagem-brasil.com.br