Após visita à China, “Lothus Cargo” acredita na logística do agronegócio para crescer em 2024
País asiático cresce 13% nas exportações brasileiras de 2023. Segmento já representa 20% dos negócios da empresa de Campinas, no interior de SP.
O Brasil encerrou o ano de 2023 com US$ 166 bilhões em exportação de produtos do agronegócio. Este valor simboliza um aumento de mais de 3% em transações no comparativo com dados de 2022. O principal comprador do país foi a China, seguida da União Europeia e dos Estados Unidos. O parceiro asiático exportou aproximadamente US$ 51bi do setor brasileiro, com foco em soja e milho. Com esses números, a contribuição chinesa nas exportações ficou acima de 13% em 2023. Em dados do CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – CEPEA Esalq/USP), o Agronegócio se aproxima de 30% de participação no PIB Brasileiro, em números considerando os PIBs dos seus segmentos de insumos, agropecuária, agroindústria e agrosserviços.
Na esteira desse crescimento e atenta a esses dados significativos, a Lothus Cargo – empresa brasileira especializada em logística e comércio exterior, com sede em Campinas (SP) – cresceu 10% somente em negócios do Agro no ano de 2023. Para Dina Santos, diretora executiva da Lothus Cargo, não é só isso. “Os números são representativos, mas nós olhamos além. Acreditamos que é o setor que ainda pode expandir e será o campo da economia que irá desenvolver o Brasil no futuro”, avalia Dina.
Visita à China – Representada pelas executivas da empresa, Mariana Mauricio e Fabrícia Ribeiro (FOTO), a Lothus Cargo marcou presença em uma viagem de negócios à China no final de 2023. Elas ficaram impressionadas com os avanços tecnológicos e o potencial de crescimento comercial entre Brasil e China no setor de agronegócios.
A empresa aposta em seus diferenciais logísticos para progresso neste segmento. O caminho é a expertise da empresa para serviços de “ex-tarifário”, recuperação de impostos, remoção da carga para terminais com melhores custos, benefícios de ICMS e o regime aduaneiro especial de Drawback, são alguns exemplos. “Sem contar nosso time de especialistas no assunto, que trabalha na solução operacional adequada de importação, exportação ou de transporte para cada cliente”, completa Leandro Soriano, diretor comercial.
Hoje o segmento do Agronegócio representa 20% nos negócios da Lothus Cargo. A empresa trabalha na importação não só de máquinas, equipamentos, irrigação, insumos, além, naturalmente, de comodities. As operações são quase que na totalidade via setor marítimo. “O Brasil está em papel de destaque para continuar a liderar o mundo na produção de alimentos e matérias-primas agrícola. A industrialização do agro é o caminho para o crescimento do País”, finaliza Dina Santos.



Agora é oficial. O mês de dezembro de 2023, no Porto de Santos, registrou a movimentação, recorde para o mês, de 15,6 milhões de toneladas de cargas, crescimento de 29,1% em relação a dezembro de 2022. Com o resultado, o total desde janeiro foi de 173,3 milhões, confirmando o recorde anual previsto e projetado anteriormente.
A ArcelorMittal Gonvarri Brasil anunciou um investimento da ordem de R$ 100 milhões em sua planta de Hortolândia, no interior de SP.
O comércio internacional em Ribeirão Preto atingiu total acumulado de US$ 642,72 milhões e saldo positivo de US$ 78,53 milhões no ano passado, de acordo com dados levantados pela Secretaria Municipal de Inovação e Desenvolvimento.
Em um documento “Nota à Sociedade”, divulgado pela Receita Federal do Brasil – agora pela Delegacia do Sindifisco em Guarulhos, Campinas e Jundiaí, na última sexta-feira, comunicou que, entre os dias 22 e 26 de janeiro, não haverá desembaraço de cargas, tanto na importação como na exportação, incluindo o despacho decisório, na Alfândega de VIRACOPOS e de GUARULHOS. Segundo ainda o Sindifisco local, esta medida foi tomada em reunião que aconteceu na própria unidade, em 17/1, e é motivada pela inação do governo em relação à regulamentação da remuneração por produtividade da categoria, pleito que os Auditores-Fiscais reivindicam desde 2017. A ação se junta à decisão tomada pela categoria no Porto de Santos, paralisando, portanto, os 3 principais centros cargueiros do Brasil, todos localizados no Estado de São Paulo.