GWM planeja iniciar exportações para América Latina em 2025
A GWM já faz planos para iniciar as exportações para a América Latina em 2025.
A informação foi revelada por James Yang, CEO para a América Latina da empresa chinesa, durante o Veículo Elétrico Latino-Americano, evento que aconteceu no início de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).
Vale ressaltar que, por enquanto, a fabricante sequer iniciou a produção de veículos em Iracemápolis (SP) – algo que deve ocorrer em 1º de maio de 2024.
“Considerando os processos de homologação e testes, o prazo deve ser este”, afirmou Yang, que disse que todos os veículos fabricados por aqui poderão ser exportados. Países como Argentina, Colômbia e Uruguai despontam como favoritos para receberem as primeiras unidades.
Perguntado sobre os resultados no mercado brasileiro, o executivo disse que os números estão dentro das expectativas da empresa. “Os clientes aceitaram muito bem o nosso SUV (Haval H6) e estão demandando por novas soluções de motorização. Nossa expectativa é de que a procura siga aquecida até o final do ano”. Yang disse que a GWM ainda não faz uma projeção de vendas até o fim do ano por estar adequando o volume de importação e vendas ao mercado brasileiro.



Em julho deste ano, foram comercializados 7,5 mil veículos elétricos no Brasil. Mas a fábrica que a BYD pretende instalar na Bahia terá capacidade inicial de 12,5 mil veículos/mês, ou seja quase o dobro da demanda do país. Então a BYD vai vender para quem? O jornalista Ulisses Cavalcante, da Revista Autoesporte, esteve em Shenzhen, na China, visitando as fábricas da BYD e descobriu os planos da empresa. Em vez de levar carros diretamente da China para as Américas, a BYD pretende fazer do Brasil um pólo exportador para toda a América Latina.
Após realizar investimentos no primeiro semestre de 2023 em segurança da frota e em novas tecnologias – estas últimas direcionadas para atingir 100% de processos digitais e on line até o final de 2023 – a Transportadora Rodo Import quer nova fatia de mercado. A empresa busca ampliar as operações de carga geral em todo o Brasil, como explica Alexandre Luiz, diretor da empresa (FOTO). “Os esforços do primeiro semestre foram consolidados em veículos especiais de última geração, em baús blindados antifurto, além de ajustes de sistemas. Agora, queremos ampliar o transporte de carga geral para todo o Brasil”, prevê Alexandre Luiz.
O Aeroporto Internacional de Viracopos historicamente possui uma vocação cargueira. Hoje, o aeroporto de Campinas é o maior em importação do país, movimentando cerca de 40% de toda a carga que chega ao Brasil pelo modal aéreo. Em 2022 processou 357 mil toneladas de carga. Esses números expressivos envolvem não só uma gigante cadeia logística para as operações, mas também despertou uma iniciativa social para formar futuros profissionais para este segmento.
Mais três anúncios de adesão recentes, que movimentaram o Almoço Gourmet Comex: as adesões da Libraport, da Tristar e da Helmann Worldwide Logistics. O tradicional Clube de Networking ocorrerá no dia 20/10, em Campinas, no interior de SP.