Montadora de veículos investiu R$ 3 bilhões na produção de novos carros na região de São Paulo e Goiás

A montadora reuniu investimentos bilionários com o objetivo de estruturar seus empreendimentos no Brasil e aumentar a produção dos veículos Chery e Hyundai em São Paulo e Goiás

Nos últimos 15 anos a montadora de veículos Caoa juntou investimentos bilionários, da ordem de US$ 3 bilhões, para estruturar seus empreendimentos na indústria automobilística, que são, atualmente, a fabricação de veículos das marcas Chery e Hyundai, com fábricas em Anápolis, Goiás, e Jacareí, São Paulo, que vai passar a ser um centro de produção de veículos importados que possuem foco em veículos elétricos e híbridos.

Quem explica essas informações é o presidente da Caoa, Mauro Correia, que recebeu Automotive Business na sede da empresa Montadora em São Paulo e comentou como o doutor Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o CAOA, construiu seu legado, que teve início com a aquisição de uma concessionária da Ford. O diretor da montadora disse ainda sobre a reestruturação que a Caoa promoverá na fábrica de produção de carros de Jacareí, São Paulo, que vai ficar com as portas fechadas por três anos após a demissão de aproximadamente 400 trabalhadores.

A promessa da montadora Caoa é de modernizar a unidade de produção para que ela chegue aos padrões da produção de Goiás. A importação de veículos chineses da marca Exeed ainda não está no foco da Caoa, em contrapartida do que chegou a ser noticiado recentemente.

Falta de componentes no mercado externo não afetou a produção de veículos da Caoa em São Paulo e Goiás

Mauro Correia afirmou que a falta de componentes eletrônicos no mercado internacional não chegou a afetar de forma significativa a produção de veículos no Brasil, em São Paulo e Goiás, que atualmente está concentrada em Anápolis, onde são montados, ao lado da linha Chery, os modelos Hyundai IX35 e New Tucson, como também os caminhões leves HR e HD 80, com motores da FPT já preparados para atender as normas Euro 6.

São importados da China, de forma completa, os veículos Chery Arrizo 6 Pro e o iCar, o carro elétrico mais em conta do Brasil. Quanto à Subaru, os veículos chegam prontos do Japão e passam por uma produção para a comercialização dos veículos a partir de um porto seco, em área alfandegada na região de Anápolis, Goiás.

A montadora Caoa planeja ainda continuar com a estratégia de divulgação intensiva dos seus produtos via mídia eletrônica e impressa e possui planos grandiosos para continuar a se destacar nos rankings de satisfação dos seus consumidores, os quais tem estado no topo.

Após demissão, montadora Caoa promete reabrir fábrica de Jacareí, São Paulo

A montadora Caoa iniciou o processo de eletrificação de seus veículos no mercado brasileiro e atualmente utiliza apenas a unidade de produção de Anápolis, Goiás, para produção de seus veículos.

Por isso, a montadora Caoa prometeu que irá ativar novamente a produção de seus carros híbridos na unidade de produção de Jacareí, no interior de São Paulo, onde a fabricação de veículos, como o Tiggo 3x e o Arrizo 6, foi cessada.

Mauro Correia, presidente da CAOA, em entrevista para o site Automotive Business, prometeu que a produção de veículos vai ser retomada no Vale do Paraíba, porém isso só vai ocorrer após a modernização da unidade para eletrificação.

De acordo com Correia, a fábrica de Anápolis foi reestruturada entre os anos de 2017 e 2018 para eletrificação, mas, o negócio Caoa surgiu e a empresa resolveu investir na produção dos eletrificados da marca em Goiás.

O presidente da CAOA afirmou ainda que depois da modernização, uma nova linha de veículos híbridos vai chegar ao mercado brasileiro, porém, no momento não fala sobre os futuros carros da Caoa.

Fonte: https://clickpetroleoegas.com.br

Principais candidatos à Presidência da República recebem “Plano Nacional de Facilitação de Comércio Exterior e Logística Internacional”

SINDASP produziu e inicia entrega do documento referente a propostas a serem implementadas no próximo Governo Federal

As mais variadas organizações internacionais, como Banco Mundial e Organização Mundial do Comércio (OMC), publicaram – e continuam publicando – estudos que correlacionam o desenvolvimento econômico de um País ou de uma Região à corrente de comércio exterior, seja de mercadorias ou de serviços. Destaca-se que estudos internacionais também indicam forte correlação entre o comércio internacional, a inovação e o crescimento econômico sustentável a longo prazo.

Em vista do cenário de aumento de competitividade internacional, da necessidade da continuidade de importantes projetos para a comunidade brasileira de comércio exterior e logística, além de mais inovações a serem implementadas, o SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – desenvolveu o Plano Nacional de Facilitação de Comércio Exterior e Logística Internacional, que apresenta algumas macro propostas a serem realizadas durante o período 2023-2026.

O Brasil apresenta um enorme potencial de integração às cadeias globais de valor. No ano de 2021, segundo dados do Banco Mundial, a corrente de comércio representou apenas 39% do Produto Interno Bruto. Em termos de comparação: a média da América Latina e Caribe foi de 52%; a média dos membros da OCDE(Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) foi de 52%; a média da União Europeia foi de 93%; e a média mundial foi de 52%.

Essa baixa participação, PIB versus comércio exterior, é refletida no Ranking de maiores exportadores e importadores da OMC: segundo dados de 2021, no fluxo de exportação, o Brasil ocupa a tímida 25ª posição; na importação, é o 27º maior importador mundial. O País não atinge a representação de 1.5% de todas as transações internacionais, apesar do peso do agronegócio brasileiro no cenário mundial.

O Governo Federal vem buscando a modernização nos últimos dez anos, desde a implementação do megaprojeto Portal Único, o início da internalização da Convenção de Quioto Revisada à implementação de legislações que buscam melhorar o ambiente de negócios. Entretanto, os concorrentes internacionais também têm realizado o “dever de casa” e avançado nas modernizações internas.

Entrega aos Presidenciáveis – “Como representantes da categoria dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo, não poderíamos deixar de nos manifestar e contribuir com propostas que poderão auxiliar decisões estratégicas para o futuro de nosso País”, defendeu Elson Isayama, Presidente do SINDASP, ao iniciar a entrega do documento à primeira presidenciável, em função da agenda, Simone Tebet.

O documento contendo este Plano Nacional, dividido em 9 (nove) diretrizes, será entregue pelos Presidente e Vice-Presidente do SINDASP, em mãos, aos Candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT), Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT).

Em parceria com o SDAERGS – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado do Rio Grande do Sul – na pessoa de seu vice-presidente Fábio Ciocca, a referida proposta também foi entregue para Hamilton Mourão (Republicanos) candidato ao Senado pelo Estado do Rio Grande do Sul.

Maior aproximação e foco nas transformações do comércio exterior brasileiro marcam posse de uma nova Feaduaneiros

Um encontro solene marcou a condução do Empresário PernambucanoJosé Carlos RAPOSO Barbosa, à Presidência da Feaduaneiros – Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros. A cerimônia de posse para a nova diretoria ocorreu, nesta quarta-feira, 03 de agosto de 2022, no Brasil 21, no Salão Juca Chaves, em Brasília (DF).

Entre os objetivos da nova equipe, a busca da inserção da categoria na agenda de discussões internacionais de processos nas aduanas e avanços sociais na maior valorização destes profissionais autônomos. “Além disso, assumimos o compromisso com práticas facilitadoras a um processo aduaneiro ainda mais moderno, ágil, seguro, eficaz e previsível”, afirmou Raposo, novo Presidente da Feaduaneiros.

Única entidade representativa desta categoria, responsável pela gestão de 96% dos processos de comércio exterior, a Feaduaneiros é reconhecida pelos órgãos governamentais brasileiros, entidades privadas e é membro da ASAPRA, órgão internacional que congrega as entidades representativas dos Despachantes Aduaneiros de todos os países das Américas, além de Espanha e Portugal. Neste fórum, a Entidade quer não só levar suas experiências para outros países, mas também trazer práticas inovadores para o mercado brasileiro.

Entre os avanços sociais, de imediato, a Feaduaneiros – com o apoio da CNC, as Federações estaduais e dos demais Sindicatos em seus respectivos estados – está negociando o acesso dos Despachantes Aduaneiros às estruturas de lazer e saúde dos SESCs e na educação continua por meio dos SENACs.

Prestígio de Autoridades – Autoridades participaram do evento, entre elas, Jose de Assis Ferraz Neto, Subsecretário-Geral da Receita Federal do Brasil; Jackson Aluir Corbari, Subsecretário de Administração Aduaneira; Mirela Batista, Coordenadora-Geral de Administração; Aduaneira Fábio Florêncio Fernandes, Coordenador-Geral do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional; Leonardo Diniz Lahud, Secretário Adjunto da CAMEX; e Tiago Barbosa, Coordenador-Geral de Projetos Estratégicos e Gerente do Programa Portal Único da SECEX – Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia. Estes foram alguns dos importantes nomes que prestigiaram a solenidade festiva na noite do último dia 03/08, na capital federal.

A nova equipe será responsável pela Federação no período de 23 de junho de 2022 a 22 de junho de 2026. A composição da nova Diretoria segue abaixo:

 

Presidente
José Carlos Raposo Barbosa (PE)
  Vice-Presidente
Welington de Jesus Victoriano (ES)
1º Secretário
Elson Ferreira lsayama (SP)
  2º Secretário
Célia Regina Gomes (RJ)
1º Tesoureiro
Carlos Alberto de Melo (SP)
  2º Tesoureiro
Marcelo Clark Alves  (RS)
Suplentes    
1º Creso Correa de Amorim Filho (BA)
2º André Roberto Freire Dias da Silva (PA)
3º Marco Antônio F. Almaraz (PR)
4º Edwandro de Menezes Batista (AM)
  5º Durinel Bolivar Simas (PE)
6º Marcelo Antônio Belisário (MG)
Conselho Fiscal    
Efetivos
1º Valdir Aparecido dos Santos (SP)
2º Flávio Demétrio da Silva (PR)
3º Marcelo Barbosa Peixoto  (AM)
  Suplentes
1º Fábio Freitas Ciocca (RS)
2º Leonardo Vianna Gomes (SP)
3º Tiago Scota Moreira (ES)
Delegados Representantes junto à CNC
Efetivos
1º José Carlos Raposo Barbosa (PE)
Welington de Jesus Victoriano (ES)
  Suplentes
1º Elson Ferreira Isayama (SP)
2º Otávio Gomes Rodrigues (RJ)
Delegados Representantes junto ao Conselho Nacional do SESC
Efetivo
José Carlos Santana (MG)
  Suplente
Roosewelt Veloso Repezza (GO/DF)

Setores têxtil e calçadista se destacam em 70% das exportações aéreas da Asia Shipping

Embora o mercado da exportação aérea tenha vivenciado algumas quedas com a volta da oferta em outros modais, a Asia Shipping, multinacional brasileira integradora de cargas, registrou um aumento de 6% nas suas operações no primeiro semestre de 2022, se comparado com o mesmo período do ano passado.

A empresa tem uma perspectiva de crescimento de 15% até o final do ano. Para concretizar essa projeção, a empresa aposta em suas principais rotas que têm como destinos Colômbia, Equador e Chile. Juntos, esses países representam 70% das rotas na exportação aérea. Dentre as cargas mais movimentadas, destacam-se produtos voltados para a indústria têxtil e de calçados.

Para Eduardo Rosa, responsável pelo Desenvolvimento de Negócios Exportação Aérea da Asia Shipping, as boas negociações são responsáveis pelo aumento nas operações. “Mesmo o mercado mostrando queda neste primeiro semestre, registramos um incremento positivo neste período. Como agenciador de cargas e atuando em diversos modais, tentamos realizar o melhor negócio para nosso cliente”, comenta.

Mesmo com boas expectativas, a multinacional enfrenta alguns percalços, como o aumento no preço do combustível. No transporte porta a porta, por exemplo, as negociações demandam mais tempo e os preços sofrem alguns reajustes. Nesse tipo de serviço, a Asia Shipping busca o produto na fábrica do exportador, leva até o aeroporto, faz o desembaraço da carga – no embarque, desembarque — e leva o produto até a fábrica do importador. Para realizar o transporte da fábrica até o aeroporto e na perna final, do aeroporto até a fábrica, são utilizados veículos rodoviários, o que impacta diretamente os custos da operação.

Caterpillar injeta R$ 600 mi em linha de produção e máquinas chegam para 120 países

A Caterpillar Brasil apresentou essa semana à imprensa o resultado dos investimentos em sua nova linha de montagem de motoniveladoras em operação. De acordo com o presidente da unidade de Piracicaba, Odair Renosto, foram necessários R$ 600 milhões para se construir a maior e mais moderna fábrica do equipamento no mundo, considerado um dos símbolos da produção nacional. Todo o projeto deve ser concluído em 2023.

Além do prefeito Luciano Almeida, fizeram parte da mesa diretiva do evento o vice-presidente mundial da divisão de motoniveladoras da CAT, Frédéric Istas.

“Começamos a produzir motoniveladoras no país na década de 1960, desde então, já foram fabricadas mais de 80 mil unidades para atender as mais diferentes necessidades globais”, disse Renosto.

“De lá para cá muitas coisas mudaram e a CAT seguiu sempre na linha de frente da inovação. Esses investimentos iniciados em 2018 vão permitir a criação de equipamentos de nova geração, com novas tecnologias e processos”.

A planta da unidade será 50% maior que a anterior e com a mais alta tecnologia robótica. A CAT está também com um novo logotipo para evitar falsificações. No fundo da palavra CAT há uma espécie de colmeia onde estão criptografadas informações para impedir o trabalho de infratores.

“Na linha de montagem podemos ver máquinas diversas, de modelos diferentes, umas com volantes e outras com join stick, há máquinas, inclusive, com tanta tecnologia e que exigem combustíveis especiais, para atender países específicos, tanto é que teriam dificuldades para circular no Brasil”, observou o assessor de comunicação Renato Sanchez, durante a visita da linha de produção.

Sobre o mercado da CAT, Renosto contou que o setor privado é o maior consumidor das motoniveladoras, representando 98% do consumo, focado predominantemente em infraestrutura e mineração, sendo os EUA o maior mercado demandante. Boa parte dos componentes de todas as máquinas também é de produção brasileira. “Contamos com um conteúdo nacional correspondente a pouco mais de 50% dos componentes, o que torna nossa balança comercial superavitária”, observou.

120 países – Parte dos motores, por exemplo, é produzida em Curitiba, outra parcela é comprada dos EUA e China. As máquinas abastecem cerca de 120 países do mundo. Renosto destacou o fato de a CAT ter sua própria fonte geradora de energia, a partir de usina fotovoltaica. “Temos uma usina própria e ela compõe nossa estratégia que segue os parâmetros mundiais de produção limpa e de sustentabilidade, para a preservação ambiental”, concluiu.

Luciano Almeida disse que todos os recursos do setor privado para investimentos em Piracicaba são bem-vindos. “Este é mais um investimento que compõe os R$ 4,1 bilhões que estão sendo investidos pelo setor industrial na cidade, para geração de empregos qualificados, anunciados recentemente em nosso mandato. Destaco também que a planta da CAT de Piracicaba é um exemplo para o mundo”.