Azul Cargo amplia operação internacional com nova rota direta entre Campinas e Lima

A Azul Cargo Express vai ampliar sua malha internacional no segundo semestre deste ano com o lançamento de uma nova rota direta entre Campinas (SP) e Lima, no Peru. A operação será realizada uma vez por semana com os Airbus A321 cargueiros (FOTO), reforçando a estratégia de crescimento da unidade logística da Azul na América do Sul e abrindo novas oportunidades para o transporte de cargas entre o Brasil e a região andina.

O novo voo amplia a presença internacional da Azul Cargo, que já opera rotas regulares com seus cargueiros para Buenos Aires, na Argentina, e Santiago, no Chile, mercados que vêm ganhando relevância dentro da estratégia de expansão da companhia. Apenas na rota entre Campinas e Santiago, fortalecida neste ano com duas frequências semanais, foram movimentadas mais de 105 toneladas em 2025, com destaque para o transporte de salmão, frutas, leite em pó farmacêutico e outros itens sensíveis.

O anúncio acontece em um momento simbólico para a unidade, que acaba de completar um ano de operações com os dois Airbus A321P2F, aeronaves que transformaram a capacidade da Azul Cargo em rotas domésticas e internacionais.

Desde o início das operações, em fevereiro de 2025, os cargueiros já transportaram mais de 26,9 mil cargas, conectando mercados estratégicos dentro e fora do Brasil.

Com até 50% mais volume e 39% mais capacidade de peso em relação à frota anterior, os A321 cargueiros têm permitido ganhos relevantes em eficiência, alcance e flexibilidade operacional, além de capacidade para pousar em aeroportos de diferentes portes e infraestruturas.

“A entrada de Lima na nossa malha cargueira representa mais um passo consistente na expansão internacional da Azul Cargo na América do Sul. É uma rota com enorme potencial logístico, tanto para cargas sensíveis quanto para segmentos industriais, farmacêuticos e de alto valor agregado. Ao longo deste primeiro ano dos nossos Airbus cargueiros, comprovamos a robustez da operação e a capacidade de conectar mercados estratégicos com previsibilidade, eficiência e alto nível de serviço”, afirma Izabel Reis, diretora da Azul Cargo.

 

 

Volks exportou quase 10 mil Veículos Tera no primeiro tri de 2026. Fábrica recebe investimentos no Vale do Paraíba.

A fábrica da Volkswagen de Taubaté recebeu investimento de R$ 531 milhões, em equipamentos e modernização de processos, para produzir o SUV Tera, veículo que alcançou a marca de 100 mil unidades produzidas.

O valor é parte dos investimentos de R$ 20 bilhões que a Volkswagen está fazendo na América do Sul, sendo R$ 16 bilhões no Brasil até 2028. O atual ciclo de investimentos inclui o lançamento de 17 novos carros para o Brasil, dos quais nove já foram lançados, entre eles o Tera.

Lançado oficialmente no final de maio de 2025, o SUV Tera tornou-se líder de vendas no Brasil em março, com quase 8.000 unidades emplacadas, e modelo mais exportado pela Volkswagen do Brasil em 2026 – 9.875 unidades embarcadas no primeiro trimestre.

Desde julho de 2025, quando tiveram início as exportações do Tera, até março de 2026, já foram embarcadas 35.638 unidades do modelo para 18 países.

100% brasileiro – O carro é considerado 100% brasileiro. O modelo foi desenhado, desenvolvido e produzido no Brasil. A fabricação do veículo em Taubaté gerou mais de 2.800 empregos, sendo 260 diretos na produção (40% de mulheres contratadas) e 2.600 indiretos na cadeia de fornecedores.

“O Tera é o mais novo protagonista da fábrica de ícones da Volkswagen do Brasil, em Taubaté, que completou 50 anos de estrada. Referência global em produtividade e eficiência, a fábrica já produziu modelos que revolucionaram o mercado e marcaram gerações, entre os quais Gol, Passat, Voyage, Parati e up!. Agora, o SUV Tera reforça a potência de Taubaté, que também produz o Polo e Polo Track”, disse Vilque Rojas, diretor da fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté, que superou a marca de 8 milhões de veículos produzidos.

“Esses fenômenos de vendas são resultado de um trabalho feito com a mais alta qualidade, tecnologia, inovação em processos produtivos e a paixão do nosso time”, afirmou o executivo.

Cadeia de fornecedores – Com 80% de peças nacionais, segundo a Volks, o Tera conta com 241 fornecedores, dos quais mais de 230 são empresas com operações no Brasil, sendo 21 do Vale do Paraíba.

Em 2026, o Tera demandará R$ 6,5 bilhões em compras de peças, valor que representa 22,6% do total de compras de peças previsto para a Volkswagen do Brasil neste ano – R$ 28,66 bilhões.

Segunda maior unidade da Volkswagen do Brasil, Taubaté é responsável por mais de 30% dos 26,4 milhões de veículos já fabricados pela empresa no país.

Investimentos em Taubaté – Para produzir o Tera, a fábrica de Taubaté recebeu inovações em todas as etapas de produção e logística. A Estamparia, área onde as chapas de aço são transformadas em peças automotivas, contou com aumento de 80,6% na quantidade de ferramentas.

Com as 158 novas ferramentas que chegaram para o Tera, agora a fábrica conta com 354. A área também recebeu um novo GOM (equipamento de medição automática de peças), entre outras inovações.

A Armação, onde as peças de aço são soldadas e transformadas na carroceria, contou com aumento de 81% em equipamentos, sendo 347 novos robôs (totalizando agora 875), 227 novas pistolas de solda (totalizando 514), 120 novas pinças (total de 268), entre outros.

A Pintura de Taubaté também faz parte de um dos maiores projetos de sustentabilidade da empresa: a Volkswagen do Brasil é pioneira no setor automotivo a usar biometano em sua matriz energética. O fornecimento de biometano teve início em 2024 para as fábricas Anchieta e Taubaté, que recebem aproximadamente 1,35 milhões de m³ de biometano por ano.

O volume de biometano é destinado principalmente ao processo produtivo da Pintura de carrocerias das duas fábricas, permitindo redução de até 99% nas emissões de CO2 nesse processo, se comparado à alternativa fóssil.

A Montagem Final da fábrica de Taubaté teve aumento de capacidade e de automatização de processos. Recebeu novos equipamentos, incluindo upgrade para recursos ADAS (Advanced Driver Assistance System) e comissionamento eletrônico, melhorias no sistema doorless e montagem automática de molas nas rodas traseiras, aumentando ainda mais a capacidade e qualidade do processo.

A Logística da unidade teve aumento de 51% em peças. São 1.825 novas peças para o SUV Tera, totalizando agora 5.385 itens movimentados na área da fábrica. Com a chegada do Novo Tera, são 65 caminhões a mais por dia, totalizando agora uma movimentação diária de 345 caminhões na unidade de Taubaté. A Fábrica Piloto, uma área de relevância em novos projetos, também recebeu investimentos em infraestrutura.

A fábrica de Taubaté tem 3,700 milhões de m² de área total, sendo 392 mil m² de área construída. Durante 42 anos, a unidade produziu o best-seller VW Gol, líder de vendas no Brasil por 27 anos.

Com informações: https://sampi.net.br/ovale

Falta uma semana para o Desembaraça SP na Intermodal. Confira Programação e Inscrição gratuita aqui.

Faltando uma semana para o “Desembaraça SP”, que ocorrerá nos dias 14 e 15 de abril, o SINDASP divulga agora a Programação Completa do evento, incluindo os debates e palestrantes que estarão presentes na “Colfac Transversal”, que abrirá o Encontro no dia 14/04.

Os organizadores lembram a todos que já fizeram a pré-inscrição, que estes já receberam, por e-mail, o link da Intermodal para emissão gratuita de seu crachá. A Entidade alerta para que não deixem de fazer esta última ação, emitindo o crachá do evento.

INSCRIÇÕES GRATUITAS – Para quem ainda não se credenciou, as inscrições seguem abertas e gratuitas, até o limite de capacidade máxima do Auditório Principal da Intermodal. O Encontro segue com ampla mobilização e forte interesse do público. O evento será no Auditório Principal da Feira, no Distrito Anhembi em São Paulo, com início sempre às 16:30h, nos dois dias do Encontro.

O SINDASP reitera que o primeiro dia será dedicado à Colfac Transversal da 8ª Região Fiscal SP da Receita Federal, com enfoque em temas estratégicos da atuação aduaneira. O segundo dia será voltado aos principais intervenientes do comércio exterior brasileiro, ampliando o debate técnico e institucional sobre os fluxos de importação e exportação.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI.

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Semana decisiva para Viracopos: prazo sobre futuro da concessão expira na quinta-feira (9). Portal Aduana LogNews apura que desfecho pode ser positivo para ABV.

Em rápido histórico do processo, a relicitação de Viracopos não avançou porque o prazo legal para publicação do edital venceu em 2 de junho de 2025, conforme determina a Lei de Relicitações, criando o imbróglio da gestão do maior terminal cargueiro do Brasil.

A partir daí, foi criada em outubro de 2025 a Comissão de Autocomposição – responsável por discutir o futuro da concessão do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) – para buscar uma solução para a concessão por meio do diálogo entre o poder público e a concessionária.

A ANAC prorrogou recentemente o prazo da Comissão para esta decisão, que se encerra nesta semana, mais precisamente em 09/04/26, na quinta-feira.

Segundo apurou o Portal Aduana LogNews, com fonte ligadas ao Aeroporto, a expetativa é de um desfecho positivo para continuidade da Concessionária ABV (Aeroportos Brasil Viracopos) na gestão da concessão.

Em janeiro deste ano, o Ministério de Portos e Aeroportos (MPOR) confirmou que discutia, na Comissão, de Autocomposição, a possibilidade de incluir “outros ativos” na concessão do Aeroporto de Viracopos.

Na época, o Portal g1 apurou que uma das possibilidades em estudo envolvia a inclusão seis aeroportos do Norte e do Nordeste no acordo, três deles no Amazonas (AM), um no Pará, outro no Acre e mais um na Bahia (veja lista abaixo):

  • Tarauacá (AC)
  • Barcelos (AM)
  • Itacoatiara (AM)
  • Itaituba (PA)
  • Parintins (AM)
  • Guanambi (BA)

Crise e tentativas de solução – Viracopos, quinto aeroporto mais movimentado do país, enfrentava uma crise financeira desde 2017. Na época, a concessionária pediu recuperação judicial e depois aderiu à relicitação, sendo o primeiro aeroporto brasileiro a adotar esse caminho.

A partir de 2023, com a melhora dos resultados financeiros e o aval do Ministério de Portos e Aeroportos, a ABV tentou encerrar a relicitação e retomar a solução amigável no TCU, buscando manter o contrato.

Reestruturação financeira e Prêmios – Com a melhora financeira, o aeroporto voltou a registrar recordes de passageiros em 2022 e 2023, além de levar prêmios nacionais e internacionais nas categorias passageiros e carca aérea, o que reforçou o argumento da concessionária de que a continuidade da gestão privada seria mais vantajosa do que uma nova licitação.

A dívida total da ABV chegou a R$ 2,88 bilhões, referentes a outorgas atrasadas e débitos bancários incluídos no processo de arbitragem.

Atualmente, a Infraero detém 49% das ações de Viracopos. Os outros 51% pertencem à UTC Participações (28,41%), Triunfo Participações (68,65%) e Egis (2,94%), que juntas compõem a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos.

Rodo Import supera desafios do TRC com tabela de piso mínimo, escassez de motoristas e aumento de diesel

O Governo do Brasil anunciou, em março, um conjunto de medidas para ampliar a fiscalização do cumprimento da tabela do piso mínimo do frete rodoviário e responsabilizar empresas que descumprem a legislação de forma recorrente. Um dos principais avanços é a implementação da fiscalização eletrônica integral dos fretes em todo o território nacional. Agora, existe a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que passa a ser exigido antes da realização de qualquer frete.

Sobre o tema, a Transportadora Rodo import segue cumprindo as exigências. “O Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) vive um momento de desafios, mas estamos mais prontos que nunca”, destacou Alexandre Raffi Filho, diretor executivo da empresa.

Manutenção da excelência na prestação de serviços – O dirigente da Rodo Import faz referência também ao momento de pressão, em especial com o cenário de alta no preço do óleo diesel, principal insumo do transporte rodoviário. Nas últimas semanas, o combustível acumulou reajustes expressivos e tem pressionado os custos das transportadoras. A empresa lembra que o diesel representa entre 35% e 45% do custo operacional do transporte rodoviário de cargas, o que torna o setor sensível às oscilações do mercado. “Ajustamos ainda mais nossas operações, mantendo a excelência e robustez tradicional da empresa, superando essa inconsistência do mercado”, assegura Raffi Filho.

Outro gargalo, este operacional, que pressiona as Transportadoras nos dias atuais é a dificuldade de contratação com a escassez de motoristas (próprios e agregados). Essa mão de obra – segundo dados recentes da SETCESP – já representa cerca de 19,5% dos custos operacionais do transporte rodoviário de cargas (TRC).

Com Sede em Campinas, a Rodo Import segue como uma das principais empresas de Transportes do Brasil. Com trabalho reconhecido pelos clientes a exemplo dos segmentos agro e farmacêutico, além do transporte de “cargas de projeto”, a empresa atua em todas as demais cadeias produtoras, garantindo o escoamento da carga, o abastecimento e o desenvolvimento do Brasil.