Danfoss faz aporte de R$ 1 milhão em fábrica e prevê crescimenro de 10% no segundo semestre

A Danfoss –empresa que fabrica produtos e fornece serviços usados ​​principalmente na refrigeração – está investindo R$ 1 milhão na modernização das linhas de montagem de unidades condensadoras em sua fábrica de Osasco (SP). Empresa prevê crescimento ao redor de 10% no segundo semestre.

“O grande objetivo do investimento é garantir para o consumidor final um produto com qualidade assegurada”, declarou o gerente de operações da Danfoss, Fernando Pereira Rosa, em entrevista exclusiva ao Jornal DCI.

De acordo com a companhia, as atualizações são direcionadas para testar parâmetros de funcionamento e os controles de segurança. Também foi feita a implementação de soluções de checagem eletrônica de componentes e mecanismos de segurança elétrica. “São tecnologias que nossos concorrentes não têm”, afirma Rosa. Ele acredita que a qualidade agregada pode contribuir para ganho de mercado.

O executivo conta que o investimento engloba a atualização de tecnologia e sistemas atrelados. Metade do aporte já foi realizado e o restante deve ser concretizado entre setembro e dezembro. “A capacidade instalada da unidade foi mantida, mas contratamos algumas pessoas em função do processo adicional que inserido”.

A implementação da modernização teve início em março deste ano. “É um investimento importante em um momento de incerteza política e econômica. Mostra que estamos nos preparando com capacidade e tecnologia para o Brasil voltar a engrenar”, assinalou Rosa. Inaugurada há 20 anos, a linha de montagem de unidades condensadoras tem em torno de 25 operadores e capacidade de montar três mil máquinas por mês por turno.

Mercado – Rosa disse que a demanda após um primeiro trimestre de forte demanda, houve uma estabilização no período seguinte “O segundo trimestre foi bem semelhante ao do ano passado. Nossa previsão para o segundo semestre é de crescimento de 10% no Brasil. Para a operação de unidades condensadoras, a expectativa é de cerca de 20% de incremento em unidades produzidas.”

A unidade atende setores de refrigeração industrial, comercial e supermercados. Ele destaca que a alta temporada da demanda ocorre a partir de setembro. “Com a reforma da Previdência aprovada e aumento da procura, estamos esperançosos com maior crescimento no final do ano.”

Outro ponto de otimismo é em relação às exportações. A unidade de Osasco atende a América Latina e Filipinas. “Entre 10% a 15% da nossa produção vai pra fora. Começamos a atender recentemente a Filipinas, antes essa operação era feita por uma unidade dos EUA”, destaca.

De acordo com o balanço da empresa, as vendas globais do grupo atingiram 3,2 bilhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 125 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

Com informações: DCI

Exportações brasileiras de carne suína deverão crescer 20% em 2019

As exportações brasileiras de carne suína deverão crescer 20% neste ano em relação a 2018 diante da demanda aquecida da China pela proteína, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, em evento em São Paulo. A associação vinha trabalhando com uma estimativa de incremento de 12%, para 720 mil toneladas.

“Teremos um aumento ligeiramente maior que o projetado anteriormente, por força de que no segundo semestre, nos meses de outubro e novembro, estamos prevendo muito mais força nas exportações para a China”, afirmou Turra durante o Salão Internacional da Avicultura e Suinocultura (Siavs). Segundo ele, também é preciso levar em conta que a peste suína africana está afetando diversos países da Ásia, não apenas a China.

“Hoje, o que sabemos é que a China está com uma demanda de 15 milhões de toneladas e o mundo inteiro exporta para o mundo todo 8 milhões de toneladas. Então a China terá que suprir essa demanda também com carnes bovina e de aves e com peixe. Rudo será importante para eles”.

De janeiro a julho deste ano os embarques brasileiros de carne suína somaram 414,4 mil toneladas de carne suína, 19,6% mais que no mesmo período de 2018. Turra estima que em 2020, o aumento das exportações poderá chegar “tranquilamente” a 30%.

“Esse ano a China vai se abastecer com o rebanho saudável remanescente, mas no ano que vem vai precisar efetivamente desse volume de 15 milhões de toneladas, e aí tem espaço maior para todos os exportadores”. De acordo com dados do banco holandês Rabobank, a China deverá importar 3 milhões de toneladas de carne suína neste ano e volume chegará a 4 milhões de toneladas no ano que vem.

Segundo Turra, neste ano a produção brasileira de carne suína deverá ter um crescimento modesto. Mas em 2020, disse, haverá espaço para uma ampliação maior. A perspectiva da ABPA é que produção de carne suína aumente entre 1% e 2,5% no país em 2019, para até 4,1 milhões de toneladas neste ano.

“Nós temos uma produção pequena e estável, que não cresceu muito por conta de uma crise constante. Mas agora surgiu uma boa oportunidade, então é certo que nós vamos ter uma boa oportunidade e crescimento. Não vai ser tão grade porque a nossa turma anda devagar, cautelosa, porque o setor deu muito sustos nos últimos anos”.

Para Turra, as exportações de aves também deverão crescer pelo impulso da demanda chinesa. O aumento dos embarques do produto em 2019 continua estimado em 4% a 5%.

 

Com leilão de todos os aeroportos, Infraero deverá ser extinta

Concessão de 42 aeroportos deve acontecer nos próximos quatro anos, segundo Secretária Natália Marcassa

Segundo a secretária de Planejamento, Desenvolvimento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa, a Infraero poderá ser até extinta após a concessão de 42 aeroportos nos próximos 4 anos. A declaração foi feita durante a sua participação de um evento realizado em São Paulo.

De acordo com a secretária, com o leilão dos 42 aeroportos a Infraero deve ficar apenas com serviços pequenos e pode até ser liquidada. os dois últimos aeroportos que devem ser privatizados devem ser Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ).

De acordo com dados apresentados pela secretária, a previsão de investimento para os aeroportos é de R$ 10,2 bilhões, dos quais R$ 4,99 bilhões devem ficar na 6ª rodada, que termina no fim de 2020, e R$ 5,29 na 7ª rodada, com fim em 2022.

A partir daí, o objetivo do Poder Executivo é “revocacionar” a Infraero, nas palavras da secretária. Segundo ela, se isso não for possível, a empresa será liquidada. “A ideia é revocacionar a Infraero para pequenos serviços ou liquidar a empresa”, disse.

CIESP Campinas espera tendência positiva no segundo semestre

A indústria da região de Campinas registrou saldo positivo de 400 contratações no mês de julho. Esses números fazem parte das Pesquisas Nível de Emprego, Sondagem Industrial e Balança Comercial Regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo). Já no acumulado de janeiro a julho de 2019 o saldo é negativo com 2,25 mil demissões.

Para o diretor em exercício do Ciesp-Campinas, José Henrique Toledo Corrêa, a expectativa da indústria regional é que o segundo semestre mantenha essa tendência positiva na geração de empregos, verificada no mês de julho.

Tendência positiva – “Os indicadores apontam para uma melhora no cenário interno. A Reforma da Previdência aprovada pelo Senado e o andamento da Reforma Tributária, muito importante para o setor produtivo, poderão ajudar na retomada do mercado, que será lenta, mas precisa começar. Aliado a isso, sabemos que sazonalmente, o segundo semestre é sempre mais positivo e esperamos que essa tendência se concretize”, explica José Henrique.

No período de janeiro a julho de 2019, as indústrias da região de Campinas registraram um volume acumulado de exportações de US$ 1,938 bilhão.

As importações da região no mesmo período foram de US$ 6,280 bilhões. As exportações no mês de julho foram de US$ 308,88 milhões e as importações US$ 1,087 bilhão.

Com informações CIESP Campinas

Evento Gourmet Comex reunirá profissionais de Campinas e Região em setembro

O tradicional encontro de profissionais de comércio exterior e logística “Gourmet Comex”, já tem data para acontecer: 20 de setembro.

Mais uma vez, o Clube de Networking, Gourmet Comex, reunirá a nata do mercado de Comércio Exterior e Logística de Campinas e Região.

Com o apoio do CIESP Campinas e sempre marcado por um almoço ao lado de uma mensagem de conteúdo, o Gourmet Comex reunirá cerca de 100 convidados para muito networking.

As empresas já se movimentam pela adesão às cotas de Patrocínio. SINDASP, Aurora EADI Sorocaba e LibraPort Campinas já confirmaram suas presenças.

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