Hyundai: Produção em Piracicaba é ampliada para 210 mil ao ano
A Hyundai Motor Brasil estava operando perto do limite da capacidade que, de acordo com a empresa, gira em torno de 90%. Desde 2012, a montadora sul-coreana vem enfrentando limitações na produção dos modelos HB20, HB20X e HB20S, bem como do recente Creta.
Diante da grande demanda, especialmente pelo HB20, a Hyundai teve que ampliar a produção de 150.000 para 180.000 carros por ano. Mas, mesmo assim, o volume ainda estava abaixo do que o mercado demandava. Mesmo exportando 5% da produção, a empresa continuava com três turnos para dar conta do recado, mesmo com a crise no mercado nacional.
No ano passado, já com operação para 190.000 unidades, graças aos novos processos industrias, conseguiu produzir 3.000 carros a mais que a capacidade, alcançado 193.000 veículos. Agora, o volume subiu para 210.000 carros por ano, o que significa 60.000 unidades a mais que a capacidade inicial.
Com um investimento de R$ 125 milhões, a Hyundai deverá acrescentar mais robôs e equipamentos modernos para ampliar o volume de 36 para 42 carros por hora. Citando a Anfavea, a montadora explica que o volume adicional de 30.000 carros será direcionada ao mercado nacional, onde a previsão é de alta de 10% em 2019.
Eduardo Jin, presidente e CEO da Hyundai Motor Brasil, disse: “Nossa fábrica passou por melhorias em diversas áreas, principalmente nas estruturas de solda, pintura e montagem, o que torna possível esse aumento na produção e, consequentemente, maior capacidade total anual.”
Jin completa: “O volume adicional de 30 mil veículos vai atender prioritariamente o mercado brasileiro, respondendo às perspectivas de crescimento do setor automotivo, que pode ultrapassar 10% em 2019, segundo a Anfavea. Com isso, a Hyundai poderá manter sua participação de mercado ao longo do ano”.
Para reforçar as vendas, a Hyundai deverá lançar a segunda geração do HB20, que é aguardada com expectativa, já que o modelo atual continua o mesmo desde 2012. Além disso, o Creta poderá brigar com mais folga no segmento de SUVs compactos, onde liderou em 2018, quando ultrapassou o Honda HR-V.



Empresa que operou por conta e ordem de terceiros só deve pagar PIS e Confins sobre o valor da prestação de serviços, e não sobre o valor total da operação de importação. Esse foi o voto do ministro Dias Toffoli, nesta quarta-feira (13/3), em julgamento da incidência de PIS e da Cofins em importação realizada por importadora aderente ao Fundo para o Desenvolvimento das Atividades Portuárias (Fundap), do Espírito Santo. O ministro Alexandre de Moraes pediu vista e a análise do caso foi interrompida.
A AGesbec anunciou ajustes em sua gestão executiva. A empresa passa por um grande processo de reestruturação e acredita na melhora expressiva do mercado no curto e médio prazo. O processo de reestruturação faz parte de um plano de gestão e crescimento nos negócios de armazém alfandegado e logística, além da oferta de soluções em comércio exterior que atendam às necessidades dos clientes no âmbito da cadeia de valor e suas operações. O foco empresarial está nos segmentos Automotivo, Industrial e Farmacêutico.
O governador João Dória anunciou nesta sexta-feira (8) um pacote de medidas de incentivos fiscais às montadoras, na esteira do anúncio do fechamento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, informa o jornal “Folha de S. Paulo” na edição desta sexta-feira.
A Superintendência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) determinou o final de cobrança de tarifa extra pela Embraport no setor de operações portuárias para a Marimex. A medida foi tomada diante da abertura de um processo para realizar investigações na conduta da empresa no mercado de armazenagem alfandegária. O pedido de investigações foi feito pela Marimex, companhia que alegou estar sob “graves danos sobre a livre concorrência decorrentes da conduta da Embraport”.