PIB do Estado de São Paulo cresce mais que o nacional

De acordo com informações do jornal O Estado de São Paulo, o PIB paulista terminou 2018 com crescimento de 1,6% em comparação a 2017. A informação divulgada pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) aponta uma expansão maior no PIB do Estado de São Paulo em relação ao PIB nacional, que cresceu 1,1% no mesmo período.

Ainda de acordo com O Estado de São Paulo, o ritmo mais acelerado de crescimento do PIB paulista pode ser explicado analisando os setores de sua economia. O setor de serviços, especialmente forte, e o de transformação cresceram 1,8% e 1,2%, respectivamente, no mesmo período. A expansão nos setores foi suficiente para suprir os recuos de 1,8% na agropecuário do Estado e de 4,1% na extração mineral.

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

Heineken anuncia investimento de R$ 250 milhões em Araraquara

Investimento tem foco na modernização da cervejaria e vai gerar 270 novos postos de trabalho

Em reunião realizada com o prefeito Edinho Silva, o Grupo Heineken no Brasil anunciou o investimento de R$ 250 milhões em Araraquara (SP), maior aporte da Companhia em suas cervejarias para 2019. O investimento tem foco na modernização da planta, sem acréscimo de capacidade produtiva, visando a otimização de seus processos e estrutura da estação de tratamento de despejos industriais da unidade, que já vem recebendo aportes contínuos nos últimos meses.

O investimento estimula a economia regional, com a geração de empregos, renda e desenvolvimento. Serão criadas 270 novas posições de trabalho diretas na planta, para complementar os 360 postos existentes hoje. “Desde 2015, temos investido de forma consistente em nossas cervejarias para apoiar o crescimento do Grupo Heineken no Brasil. Araraquara é uma região importante para nós devido ao abastecimento da região Sudeste, mercado estratégico para a Companhia, principalmente no segmento de cervejas premium.”, afirma Mauro Homem, diretor de Comunicação do Grupo Heineken no Brasil.

O projeto está alinhado a uma consistente estratégia de negócios, com investimentos de longo prazo no País. Em 2015, a unidade de Jacareí (SP) teve R$ 150 milhões investidos em equipamentos e tecnologias. Em 2016, Ponta Grossa (PR) recebeu aporte de R$ 400 milhões e passou a contar com a primeira linha de KEGs (barril) de Heineken® fora da Holanda. Mais recentemente, em 2018, foram R$ 135 milhões investidos em Alagoinhas (BA) para a inauguração da 1ª linha de Heineken® no Nordeste. As obras de modernização em Araraquara têm previsão de conclusão para o segundo semestre de 2019.

Fonte: AraraquararaNews

Empresas de logística ampliam distribuição, de olho na internet

Empresas de logística e transportes estão ampliando suas estruturas de distribuição neste ano, prevendo um crescimento forte do comércio eletrônico. Executivos do setor trabalham com a perspectiva de melhora no cenário econômico e de aumento das vendas feitas no mercado on-line, que neste ano conta com a ampliação dos serviços da Amazon no país.
Previsão da Ebit | Nielsen indica que o comércio eletrônico deve movimentar R$ 61,2 bilhões em vendas neste ano, uma alta de 15% em relação a 2018. No ano passado, o aumento foi de 12%, para R$ 53,2 bilhões. A entrada de novos consumidores e o avanço das compras pelos smartphones poderão elevar em 12% os pedidos neste ano, para 137 milhões de unidades. O tíquete médio deve crescer 3%, para R$ 447.

Há mais consumidores migrando do varejo físico para o on-line, segundo Ana Szasz, líder comercial da Ebit|Nielsen. O comércio on-line ainda é uma parcela pequena do varejo. Representou no ano passado 4,34% das vendas do varejo restrito, que exclui veículos e material de construção. Essa fatia cresceu 0,24 ponto percentual em relação a 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a Ebit. Mas as empresas enxergam grande potencial no comércio feito pela internet, que pode crescer mais rapidamente se a qualidade das ruas, estradas e rodovias melhorar – o produto é comprado pela internet, mas a entrega é feita por moto van e caminhões. Philippe Minerbo, diretor da Cosin Consulting, afirmou que a expectativa é que o novo governo ajude a acelerar as obras viárias necessárias. “O Brasil é um país com potencial. Nos Estados Unidos, as vendas on-line são 10% do varejo, mas na China são 25%. cano em até cinco anos”, diz Gianfranco Sgro, vice-presidente global de armazenagem da suíça Kuehne + Nagel.

A Loggi, que atende empresas como Dafiti, B2W, Mercado Livre e Amazon, planeja fazer 60 milhões de entregas até 2020. No ano passado fez 36 milhões. Fundada em 2013 por Arthur Debert e Fabien Mendez, a startup atingiu o equilíbrio financeiro em agosto de 2018. Três meses depois, recebeu R$ 400 milhões da multinacional japonesa SoftBank (ver Softbank lança fundo de US$ 5 bi para AL).

A Loggi tem dois centros de distribuição em São Paulo, o segundo inaugurado em outubro de 2018. Grégoire Balasko, diretor financeiro da Loggi, disse que planeja abrir um terceiro centro em São Paulo, mas a Paulo, mas a data para isso ainda não está definida. Ele estuda outras regiões, mas não indicou quais. Neste ano, parte do investimento da Loggi será em automação, que ajudará no processo de receber os pedidos das varejistas e distribuir as mercadorias em 15 regiões metropolitanas. No ano passado, a empresa operava em cinco regiões.

A empresa, que possui 12 mil entregadores cadastrados com motos e vans, também atende as capitais do Norte e do Nordeste. O volume maior de entregas feitas pela Loggi é de produtos como livros, cosméticos e roupa, mas vem crescendo a demanda de restaurantes como McDonald’s, Pizza Hut e Madero. Estas três redes, quando vendem refeições por seus respectivos aplicativos, acionam a Loggi para fazer a entrega, ou outros entregadores, dependendo de onde está o consumidor.
Na UPS, o varejo on-line tem peso na operação, diz a presidente Nadir Moreno. A receita global da empresa de frete, logística e entregas rápidas cresceu 7,9% em 2018, para US$ 71,9 bilhões. A receita no país não é revelada, mas a executiva disse que avançou dois dígitos.

DHL Express vê nos varejistas virtuais um dos alicerces do plano de dobrar o tamanho da operação brasileira em termos de volume de entregas e receita nos próximos dois anos. As encomendas desse segmento já são 30% dos negócios da companhia no país. Para atingir o objetivo, a alemã planeja aumentar em torno de 35% a frota própria até o fim do ano, atualmente composta por 270 veículos. A empresa também acabou de ampliar, em fevereiro deste ano, sua estrutura no terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

Com informações Jornal Valor

Justiça se posiciona ao lado do Despachante Aduaneiro

Profissional é autônomo e TRT tem entendimento favorável contra Empresa de Logística e Agenciamento de Cargas

Os Despachantes Aduaneiros respondem por 97% do desembaraço nas operações de importação e exportação no Brasil. A categoria tem um papel fundamental nas atividades inerentes ao comércio exterior brasileiro. O profissional é autônomo, como explica Marcos Farneze, presidente do SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo. “Ao longo dos anos o SINDASP tem informado ao seu quadro social e ao mercado importador e exportador sobre a situação do Despachante Aduaneiro Empregado de Empresa de Logística e Agenciamento de Cargas ou empresa similar, diante da legislação que rege suas atividades, chamando a atenção para as possíveis implicações que a vinculação trabalhista pode trazer a esses empregadores de Despachantes com relação aos seus honorários”, alerta Farneze.

Esses trabalhos informativos do SINDASP sempre levaram em conta aspectos de natureza legal, pois esses profissionais são genuinamente autônomos e exercem atividades personalíssimas, detendo senha privativa e indelegável que lhe é outorgada pela RFB (Receita Federal do Brasil), e a subordinação hierárquica anula essa autonomia, ao par de ser profissional credenciado diretamente pelos seus efetivos tomadores de serviços para acessar o SISCOMEX, mediante mandato por estes outorgado, que, por sua vez, são os importadores e exportadores (vide Solução de Consulta nº 38, de 2009, da DISIT da SRRF da 1ª. RF).

Entendimento favorável do TRT – Com relação ao tema, uma reclamação trabalhista promovida por Despachante Aduaneiro em face de empresa de logística e agenciamento de cargas, para percepção dos honorários, a desembargadora do Tribunal procedeu ao recebimento do recurso de revista e determinou seu encaminhamento ao TST, por entender que há indícios de violação do artigo 5º do Decreto 2472/88.

A tese tem sido a base de muitas decisões proferidas pelos Tribunais, favoráveis aos Despachantes Aduaneiros que reivindicaram o repasse dos honorários em casos em que mantinham vinculação trabalhista com empresas comissárias ou similares, como é o caso desse recente acórdão proferido pelo  TRT da 15ª. Região, no Processo nº 00111267-17.2015.5.15.0093-RO, oriundo da 6ª Vara do Trabalho de Campinas, cujo teor foi favorável ao Despachante Aduaneiro que reivindicou o repasse de honorários pela Comissária, em relação às 16 (dezesseis) empresas que estão no polo passivo da ação (o que reforça a solução de consulta informada acima, o tomador de serviço é responsável pelo pagamento de honorários de Despachante Aduaneiro Pessoa Física, além da remuneração da Comissária).

Exportações iniciam 2019 em alta no Riogaleão. Ano anterior registrou crescimento de 44% neste setor.

O RIOgaleão Cargo, terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, apresentou, em 2018,

A avaliação do ano de 2018 registra outras conquistas para O RIOgaleão Cargo. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o aeroporto apresentou o maior crescimento percentual em peso de produtos importados no país. O incremento foi de 19%, se comparados os anos de 2017 e 2018.  A conquista reflete, em parte, o incremento específico registrado no período por importadores do Estado do Rio de Janeiro. Os números mostram melhoria de 12% em valor de carga e 13% em peso.

No ano passado, os cinco setores que apresentaram maior movimento em valor de carga de importação foram os de Transporte Aéreo, Farmacêuticos, Oil & Gas, Equipamentos Médicos e Metal Mecânico.

 

Recorde também em importações – O Aeroporto conquistou também a maior movimentação em valor de carga de importação, desde o início da concessão do aeroporto, em 2014. O crescimento registrado foi de aproximadamente 14% em relação a 2014.  Os segmentos que apresentaram os maiores incrementos no período foram os de Transporte Aéreo, Automotivo, farmacêuticos e Químico.

 

Diferenciais do terminal de cargas – O RIOgaleão Cargo conta com extensa malha aérea comercial e operações semanais de cargueiros da LATAM e da Cargolux, que alcançam os principais mercados de importação e exportação do Brasil e do mundo. O terminal de cargas apresenta alguns diferenciais, como infraestrutura moderna, equipamentos, maior eficiência operacional e expertise operacional.

O novo portfólio de soluções customizáveis continua sendo trabalhado junto à cadeia logística, oferecendo serviços que abrangem seis diferentes categorias, que passam por cargas de temperatura controlada, objetos de grandes dimensões e peso, carga valiosa e que necessita de segurança especial, animais vivos e disponibilidade de armazém desalfandegado para facilitação de todos os processos da cadeia logística.

Com informações: Comex do Brasil