Atraindo clientes

Visitou a redação do Cruzeiro do Sul, o gerente executivo regional da Aurora Eadi, Henrique Debiazi (foto de Erick Pinheiro) quando foi recebido pelo Editor Chefe do Jornal. A Aurora é uma estação aduaneira do interior na rodovia senador Ermírio de Moraes, a Castelinho, e faz toda a alfândega e embarque/desembarque de produtos para exportação e importação. Procurando atrair mais empresas da região, de qualquer tamanho, Henrique citou exemplo de empresa de Minas Gerais que usa os serviços aqui em Sorocaba.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul – Sorocaba (SP)

Auditores – Fiscais pedem a saída do secretário da Receita, Jorge Rachid

Rachid decidiu postergar a negociação para a regulamentação do bônus de eficiência e servidores intensificarão movimento até 30 de junho.

Cerca de 150 auditores fiscais da Receita Federal fizeram manifestação, na manhã desta quarta-feira (13/6), em frente ao Ministério da Fazenda, na Esplanada. Os servidores reivindicam o cumprimento do acordo salarial feito com o Governo Federal em 2016 e a saída do secretário Jorge Rachid.

Uma das principais exigências é a regulamentação do bônus de eficiência de R$ 3 mil, além do salário. Segundo a categoria, o líder do órgão não os representa mais. Rachid decidiu postergar a negociação do bônus com o governo sem consultar a classe.

De acordo com o segundo vice-presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Luiz Henrique Behrens Franca, o objetivo é marcar uma audiência com o ministro para semana que vem. “Mas, desde já, mostrar nossa indignação”, afirmou.

A intensificação d movimento, segundo ainda o Sindifisco, será de 13 a 30 de junho, mantida 30% dos serviços essenciais nas Aduanas de Zonas primárias (portos e aeroportos) e Portos Secos (EADI).

Com informações do Correio Brasiliense

RIOgaleão aumenta volume de cargas movimentadas no segmento automotivo

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2018, o RIOgaleão Cargo recebeu incrementos em cargas do setor automotivo, aumentando em 160% a importação desse segmento, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Em toneladas, esse percentual representa cerca de 890t importadas em 2018 contra 342t de 2017.

Segundo ANFAVEA, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a produção de veículos do Brasil subiu 20,7% de janeiro a abril. Essa informação comprova que o crescimento do RIOgaleão Cargo nesse primeiro quadrimestre está em total sinergia com a evolução desse mercado.

A expertise de nossa equipe, para manipulação de Heavy and Outsized Cargo, e a proximidade de grandes polos industriais do setor, também são diferenciais que fazem do RIOgaleão uma excelente opção para os clientes do segmento automotivo. Para atender essa demanda, além de nossa malha internacional, o RIOgaleão possui dois cargueiros regulares de frequências semanais (Latam e Cargolux), que tem origens em Miami e Luxemburgo, respectivamente.

“Não podemos parar tudo a cada crise”, defende líder da FIESP em Congresso MPI

Luiza Trajano (Magazine Luiza), lembra gráfico de “montanha russa” do PIB à cada crise e à cada retomada desde 1980

“Não podemos parar tudo a cada crise”, disse Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp, neste início de semana, na abertura do segundo dia do 13º Congresso da Micro, Pequena e Média Indústria (MPI) da Fiesp. “Temos que acreditar que essas coisas passam. Todos nós temos a garra e a vontade de vencer”, disse, referindo-se às dificuldades geradas pela paralisação de caminhoneiros.

Apesar de todas as dificuldades, ressaltou, foi possível manter a agenda da Fiesp, do Sesi-SP e do Senai-SP, incluindo o próprio congresso e a inauguração de escolas.

“Não podemos parar. Temos que olhar sempre o futuro, administrando as dificuldades do presente”, afirmou. “O Brasil não merece estas dificuldades. Precisamos de sossego para o empreendedorismo. O Brasil precisa de paz e de equilíbrio. As sucessivas crises têm sido o nosso mundo, e é hora de sair deste clima para um de harmonia, de paz, de prosperidade, de trabalho”.

O Brasil, disse, tem o potencial para vencer as dificuldades, pela qualidade de seu povo, de seus empreendedores, de seus trabalhadores.

Foco na venda – Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, disse na abertura do 13º Congresso MPI que o que o empreendedor mais precisa é conhecimento e defendeu o trabalho conjunto para ajudá-lo a encontrar o que precisa na hora certa. “Há muita coisa boa no Brasil, mas fica cada um no seu mundinho”.

“Fui pequena, destacou”. “Sou apaixonada pelas pequenas e micro. Quem gera emprego não é a grande. É a pequena”, disse, sob aplausos. A cada momento elas precisam de coisas diferentes, afirmou.

Em sua aula magna Luiza Helena Trajano relatou o nascimento do Magazine Luiza em Franca. A ideia de sua tia 60 anos atrás foi criar empregos para sua família, explicou. O nome da loja foi escolhido pela população num concurso de rádio.

“Tem gente que adora problema”, disse. “Quando não tem, inventa um. Fui criada com cabeça de solução, e criei meus filhos assim”. Exibiu a verdadeira montanha-russa representada pelo gráfico da variação do PIB brasileiro entre 1980 e 2016, devido a crises e planos de recuperação da economia. A lição tirada delas por Luiza é que tudo tem solução.

Deu como conselho para os empreendedores a formalização, que, disse, foi muito importante no crescimento do Magazine Luiza. O segundo conselho foi não sangrar a empresa. “Falta de lucro não quebra uma empresa, mas fluxo de caixa sim”. É preciso, disse, separar as contas do empreendedor e da empresa. Fluxo de caixa tem que estar todo dia na mão, aconselhou.

O terceiro acerto foi fazer o ganha-ganha. Quando percebeu que o lucro no financiamento dos clientes era maior que o lucro mercantil, tornou-se sócia de uma financeira, dividindo com ela os lucros da loja, mas conseguindo crescer, disse.

Loja física não vai acabar, afirmou. Só que é preciso fazer venda online. “Não inventamos muita moda. A gente foca no que é bom para o cliente”. Disse que a equipe foi treinada por três anos, tornando possível manter uma plataforma única. A empresa tem laboratórios, desenvolvendo toda a plataforma. É uma empresa digital com calor humano, afirmou.

Atendimento e inovação são a chave para uma empresa seguir em frente. “O que faz o profissional é o conhecimento e fazer acontecer”, disse Luiza. “Para fazer acontecer, é preciso ter foco. “Não sou futurista, sou “agorista”, resolvo na hora”, afirmou, lembrando que startup também não tem grandes planos estratégicos.

A gente sempre experimenta, disse, dando como exemplo a criação em 1991, antes da disseminação da internet, de pequenas lojas virtuais, com mostruário de produtos via vídeo. “O digital para o pequeno e para o médio foi a melhor coisa que aconteceu. Queria ser pequena agora. Iria brincar com isso”.

“Foca na venda”, recomendou Luiza, exibindo vídeo de campanha com o mesmo mote criada pelo Magazine Luiza para superar a crise de 2015. Criticou a burocracia e defendeu a atuação da sociedade para levar a sua redução.

Importação de produtos de saúde terá canal verde

Brasília(DF), 16/03/2017 – Anvisa – Foto: Michael Melo/Metrópoles

Anvisa ampliou envio de relatos de reações adversas ao programa internacional de monitoramento da OMS.

As importações sujeitas a fiscalização da Anvisa terão tratamento diferenciado para agilizar a liberação da entrada de produtos no Brasil. Foi publicada ontem, quinta-feira(24), a nova regras que cria canais diferenciados que levam em consideração o tipo do produto e o seu risco.

Com isso serão quatro canais: verde, amarelo, vermelho e cinza, seguindo critérios padronizados de risco.

  • Canal verde: liberação simplificada
  • Canal amarelo: análise documental
  • Canal vermelho: inspeção física da carga
  • Canal cinza: procedimento de investigação.

A proposta vai otimizar o trabalho das equipes da Anvisa e concentrar a fiscalização nos produtos mais sensíveis. Atualmente, são mais de 300 mil processos de importação protocolizados na Anvisa, sendo impossível fiscalizar 100% de todas as cargas.

A RDC traz nove critérios para o gerencimento do risco sanitário das importações, que incluem o histórico da empresa, a existência de problemas sobre o uso do produto e o resultado de análises laboratorias, entre outros.

A norma havia sido colocada em consulta pública no início deste ano e teve um retorno positivo dos participantes.

Um sistema semelhante de canais já é utilizado pela Receita Federal e pela Vigilância Fitossanitária.