Catedral do Chopp recebe o GOURMET COMEX, em Campinas(SP)

“GPA Comunicação” inova e realizará o Clube de Networking com almoço. Viracopos (ABV) e Sindasp são os primeiros patrocinadores do encontro, em abril

A GPA+ anunciou que realizará em 13 de abril, em Campinas, o projeto Gourmet Comex, como explica o diretor da empresa Nilo Peralta. ”Repaginamos, nesse semestre, o que seria a 17ª edição do Happy Comex e receberemos os convidados para um almoço gourmet. Nesse ambiente, o mesmo formato de networking permenecerá”, assegura Peralta.

A nova proposta do evento busca trazer executivos da indústria importadora e exportadora de Campinas e Região nesse horário alternativo. Embora sempre com conteúdo, o tom informal permanece e o horário do almoço é uma opção de melhorar ainda mais a qualidade do público presente e contar com a efetiva participação de decisores que podem se deslocar nessa parte do dia e dedicar seu horário de refeição, além da pausa, também à troca de cartões e informações.

O charme da “Catedral do Chopp”(FOTO), em Campinas (SP), será a casa do novo encontro. O evento conta com o Apoio do CIESP Campinas e já conta com o patrocínio da Aeroportos Brasil Viracopos(ABV) e do SINDASP.

Ficha Técnica:

GOURMET COMEX

Data: 13 de abril – sexta-feira

Local: Catedral do Chopp –  Campinas (SP)

Programação:

11:30h – Recepção e Credenciamento

12;15h – Saudações e Apresentação

12:45h às 15h – Almoço e Networking

Em pesquisa com usuários, EADI Aurora recebe maior nota histórica de avaliação dos serviços

Porto Seco em Sorocaba (SP) salta de 7,7 em 2012 para 9,6 em 2017. Exportações crescem 40% na cidade.

As boas notícias não param de chegar do interior do estado de São Paulo. Após a divulgação do MDIC(Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio) de que as exportações de Sorocaba (SP) cresceram 40% em janeiro – com destaque para automóveis, máquinas agrícolas e partes ou acessórios para veículos – agora é o Porto Seco local, a EADI Aurora, que recebe nota máxima em avaliação de usuários sobre os serviços do recinto alfandegado.

Semestralmente a Receita Federal aplica um questionário de avaliação, com participação dos operadores do Porto Seco Aurora, localizado às margens da Rodovia Senador José Ermírio de Moraes (conhecida como Castelinho), na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo. Participam regularmente Despachantes Aduaneiros, Agentes de Carga, Transportadoras e Embarcadores, que avaliam as operações logísticas do local, como explica Élson Isayama, vice-presidente do SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo. “Temos reuniões mensais com o objetivo de corrigir e de se antecipar aos eventuais problemas e propor soluções em conjunto com a cadeia logística que realiza suas operações na Aurora. E isso tem funcionado, como mostra esse último resultado”, resume Isayama.

“Receber uma nota quase máxima dos usuários do Porto Seco Aurora é muito gratificante, pois são eles que participam do processo diário do nosso Terminal e, portanto, retratam fielmente nossos resultados operacionais e são o termômetro do nosso trabalho”, comemora Henrique Debiazi, gerente executivo comercial do Aurora Terminais e Serviços. A Receita Federal gera os questionários e faz a tabulação dos dados semestralmente. Confira abaixo a evolução das notas e o último resultado obtido pela EADI Aurora. As avaliações saltam de 7,7 para 9,59 no último semestre de 2017.

 

2012 2013 2014
JUNHO/12 DEZEMBRO/12 JUNHO/13 DEZEMBRO/13 JUNHO/14 DEZEMBRO/14
7,7 7,7 8,25 8,20 8,34 8,87
2015 2016 2017
JUNHO/15 DEZEMBRO/15 JUNHO/16 DEZEMBRO/16 JUNHO/17 DEZEMBRO/17
8,88 8,85 9,02 8,82 9,11 9,59

Retomada do movimento de carga de Viracopos aos patamares antes da crise anima players do comércio exterior

Aeroporto de Campinas tem a maior movimentação para janeiro desde 2013

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), encerrou o primeiro mês de 2018 com a maior alta na movimentação de cargas exportadas, importadas e domésticas desde 2013, época ainda do bom momento da economia. Ao todo, passaram pelo terminal 16.033 toneladas em janeiro, um aumento de 14,96% em relação ao mesmo mês de 2017, que teve 13.949 toneladas.

O recorde anterior havia sido em janeiro de 2013, com 16.982 toneladas movimentas. Em 2014, foram 15.442 toneladas. Já em 2015, 14.175 toneladas e, em 2016, 9.858 toneladas.

“O Terminal de Carga de Viracopos, que é considerado o 2º melhor do mundo em sua categoria, continua disponibilizando excelente infraestrutura para atender esta demanda crescente. Nos últimos anos, a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos tem investido continuamente na modernização do terminal”, disse o diretor de Operações de Viracopos, Marcelo Mota.

Importação e Exportação 2018 – O setor de importação também manteve a tendência de crescimento em janeiro 2018. Em comparação a 2017, a alta foi de 15,14%, movimentando 10.775 toneladas contra 9.358 no mesmo mês do ano passado. Já em 2016, foram 7.011 toneladas importadas.

Entre os segmentos que mais cresceram em janeiro deste ano na importação estão: Automotivo, Farmacêutico, Metal-Mecânico e Químicos.

As exportações também continuam em alta. Houve o aumento de 12,55% em relação a janeiro de 2017. Deixaram o país em janeiro, por meio de Viracopos, 4.965 toneladas, contra 4.412 toneladas no mesmo período de 2017. Já no primeiro mês de 2016 foram 3.544 toneladas exportadas.

Os segmentos que tiveram maior movimentação no setor de exportação são Alimentos/Bebidas/Fumo, Farmacêuticos, Químicos, Transporte Duas Rodas, Cosméticos e Moveis.

Outro grande destaque de crescimento fica para o setor de cargas courier (remessas expressas), que movimentou 484 toneladas, havendo o crescimento de 31,8% em relação a janeiro de 2017, com 362 toneladas.

Cargas domésticas – Apesar de ser um volume pequeno em relação às cargas importadas e exportadas, o número de cargas domésticas movimentadas no aeroporto também registrou alto percentual de crescimento em relação a 2017.

Neste primeiro mês do ano de 2018 passaram pelo aeroporto 293 toneladas de cargas domésticas (que circulam apenas dentro do Brasil). Esse número representa uma alta de 66,48% em relação ao mesmo período do ano passado, que teve 176 toneladas movimentadas no mercado interno.

Especialistas projetam um bom ano para o setor. “Basta que o poder público não atrapalhe com problemas políticos e greves das entidades anuentes”, afirmou um importador que preferiu não se identificar.

Oficial: setor portuário brasileiro supera um bilhão de toneladas movimentadas em 2017

Balanço da ANTAQ mostra que operações de carga marítima cresceram 8,3% no período.

O setor portuário brasileiro (portos públicos + terminais de uso privado) movimentou 1,086 bilhão de toneladas no ano passado. Esse valor corresponde a um crescimento de 8,3% em relação a 2016, quando foram movimentadas 1,002 bilhão de toneladas. Os dados são da Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da ANTAQ.

Em relação ao tipo de carga, destaque para o granel sólido. Em 2017, foram 695,4 milhões de toneladas movimentadas em 2017, um incremento de 10,3%. O milho e a soja se evidenciaram, com crescimento de 71,8% e de 31,5%, respectivamente, sobre 2016.

Quanto ao granel líquido, foram 230,2 milhões de toneladas movimentadas no ano passado, o que correspondeu a um crescimento de 3,8%. Destaques para a importação de derivados de petróleo (+32%) e para a exportação de petróleo bruto (+19%). A movimentação da carga geral solta também aumentou: 54,2 milhões de toneladas, um incremento de 7,6% em relação a 2016.

Quanto à movimentação de contêineres, registrou-se crescimento na movimentação tanto em tonelagem quanto em TEUs. Para o primeiro, movimentação de 106,2 milhões de toneladas (+6,1%). Em relação ao segundo, 9,3 milhões de TEUs (+5,7%).

Porto público x Porto Privado – Em relação ao tipo de instalação, tem-se que os terminais de uso privado movimentaram 721,6 milhões de toneladas em 2017, um crescimento de 9,3% em relação a 2016, quando foram movimentadas 660 milhões de toneladas. Os portos públicos movimentaram 364,5 milhões de toneladas, um incremento de 6,3% sobre 2016, quando foram movimentadas 342,8 milhões de toneladas.

“Vale destacar que se analisarmos de 2010 a 2017, houve importantes crescimentos na movimentação”, afirmou Fernando Serra, gerente de Estatística e Avaliação de Desempenho da ANTAQ, referindo-se aos seguintes números: aumento de 22,7% na movimentação de carga nos portos públicos; de 32,9% nos terminais de uso privado; e no total, crescimento de 29,3%.

Navegação – Levando-se em conta a navegação, a Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da ANTAQ também registrou crescimento na movimentação. No longo curso, foram 803,3 milhões de toneladas movimentadas, um aumento de 8% em relação a 2016. Na cabotagem, 221,8 milhões de toneladas (+3,8%). Na navegação interior, a maior variação: crescimento de 37,8%, com 57,3 milhões de toneladas movimentadas. As navegações de apoio portuário e apoio marítimo movimentaram 3,6 milhões de toneladas.

Operação de Fiscais afeta importação

Em São Paulo, maior atraso ocorre no aeroporto de Guarulhos, segundo sindicato dos despachantes aduaneiros.

Jornal Valor Econômico – O movimento grevista dos auditores fiscais e analistas tributários da Receita Federal tem afetado parcialmente os processos de importação e exportação em especial no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e no porto de Santos, no litoral paulista. “Temos alguns atrasos em Viracopos, mas em Guarulhos é onde há maior dificuldade”, disse o presidente do Sindasp (Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo), Marcos Farneze. “A distribuição dos processos aos fiscais tem atrasos de 45 dias”, disse o representante da categoria responsável por 97% da liberação de mercadorias do movimento de importação e exportação no Brasil.

Procurada, a concessionária do aeroporto de Guarulhos, GRU Suporte, informou que não comentaria o assunto. O presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Cláudio Damasceno, disse que o movimento vai continuar. Os auditores protestam contra o governo federal, que, segundo a categoria, não cumpriu um acordo de reajuste salarial firmado em 2016 e alterou um bônus de produtividade. Segundo ele, não há sinalização do governo de que as reivindicações venham a ser atendidas ou, ao menos, voltem à mesa de negociação.  “Não temos nenhuma agenda. Nem com o governo, para voltar a discutir o assunto, nem do nosso lado para rever nossa postura”, disse.

Entre os atos de protesto, os auditores param totalmente de terça-feira à quinta-feira e não usam computadores às segundas e sextas-feiras. Aqueles que atuam nos portos e aeroportos realizam as operações-padrão – fiscalização mais lenta das mercadorias importadas e exportadas. A categoria só tem liberado mais rapidamente cargas essenciais, como medicamentos, insumos hospitalares, animais vivos e alimentação de bordo para tripulantes de navios.

No aeroporto de Viracopos, a operação padrão afeta apenas uma parte da movimentação de cargas, afirmou a concessionária que opera o terminal. Segundo a companhia, o movimento dos fiscais influencia os processos com as cargas que tramitam no chamado canal vermelho – na qual ocorrem as fiscalizações das cargas pelos agentes da Receita. Esse segmento corresponde a aproximadamente 3% do total movimentado na importação nesse terminal. Em média, esses 3% de cargas que tramitam no canal vermelho têm levado 20 dias para ser liberadas por causa da operação padrão, ante menos de 48 horas em situação normal, disse a assessoria de imprensa de Viracopos. As demais cargas têm o trâmite dentro da normalidade, apontou a concessionária.

Em outros grandes aeroportos sob gestão privada, como os de Brasília e do Galeão, no Rio, a movimentação de cargas está normal, segundo as concessionárias. Já a Infraero, operadora estatal que responde por aeroportos como os de Manaus e Recife – que estão na malha do frete aéreo do comércio exterior – apontou que até o momento não foram registrados impactos nos terminais de logística de carga que tenham sido ocasionados pela operação dos fiscais da Receita. “Assim, todos Tecas [Terminais de Cargas] da rede Infraero estão funcionando normalmente”, afirmou a empresa.

Já no setor portuário, o Porto de Santos, que responde por quase um terço do escoamento da balança comercial, apresenta situação praticamente igual ao quadro que havia após início da greve, em 1º de novembro: os efeitos são marginais. Isso ocorre porque aproximadamente 90% das importações que chegam ao cais santista caem no canal verde, modalidade que dispensa a conferência física pelos fiscais aduaneiros. Já os processos que dependem dos servidores são os que caem nos canais vermelho ou cinza. Nesses casos, os fiscais estão trabalhando de forma concentrada em alguns dias da semana. O tempo de liberação no canal vermelho está entre 10 e 12 dias, ante 2 a 3 em condições normais. Como o comércio exterior não está muito forte, o movimento grevista ainda não resultou em terminais lotados. “O que ocorre é que a carga fica mais tempo armazenada, quem acaba pagando é o consumidor final”, diz Nívio Perez, presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos e Região.