Luftwege inicia 2023 com nova página na Internet e monitoramento de cargas aos clientes

Após ativar suas mídias sociais no ano que passou, a Luftwege – empresa de logística de Santos (SP) com origem no Despacho Aduaneiro – acaba de ampliar sua comunicação com o lançamento de sua nova home page. No site luftwege.com.br os usuários agora têm uma visão ainda mais clara e moderna dos conceitos da empresa, seus serviços e diferenciais.

Em uma área específica aos clientes, estes poderão acessar o monitoramento da sua carga e o status do processo de importação ou exportação. Também, com apenas alguns dados, no campo “cotações”, os visitantes poderão também receber valores online para avaliar os custos de sua operação logística.

A empresa anunciou recentemente um crescimento de 12% em 2022. O diretor Rogério Grecchi atribuiu à chegada de novos clientes este impacto no resultado positivo no período. No ano que se inicia, a empresa monitora o comportamento do mercado sem parar de inovar. “Começamos 2023 com este olhar para transparência em nossas comunicações e um canal aberto com os clientes e potenciais parceiros de negócios”, resumiu Grecchi.

Visite e conheça o novo site: www.luftwege.com.br

América do Sul deverá manter crescimento gradual em 2023 nas vendas de automóveis

A América do Sul deverá ter, em 2023, mais um ano de crescimento nas vendas de automóveis e comerciais leves. Segundo projeções da Bright Consulting serão vendidos 3 milhões 370 mil veículos leves, volume 4% superior ao do ano passado, com o Brasil representando em torno de 60% do volume. O consultor Cássio Pagliarini afirmou que a expectativa é de manutenção do crescimento gradual nos principais mercados da região:

“Este é o segredo: crescimento contínuo, consistente, sem grandes saltos como já vimos no passado. E as nossas perspectivas indicam que Argentina, Brasil, Chile e Colômbia, os principais mercados da região, seguirão em expansão”.

Mesmo projetando um cenário positivo o consultor lembrou que não considera na projeção algum fato negativo que possa impactar nos negócios, como ocorreu nos últimos anos com a chegada da pandemia da covid-19 e com a falta de componentes.

O consultor projeta crescimento de 5% nos emplacamentos no Brasil, ainda impulsionado pelas locadoras, que estão renovando suas frotas. Pagliarini revelou um percentual interessante: no último trimestre de 2022 as vendas diretas representaram um terço do total comercializado pelas montadoras.

Para 2023, além da expectativa de alta, ele também enxerga alguns movimentos positivos em alguns países, caso do encontro do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, com o da Argentina, Alberto Fernández, em busca de uma solução para o comércio local, que está sendo afetado pela questão cambial. Para Pagliarini conversas em busca de soluções são o primeiro passo para resolver este problema e uma possível solução deverá ajudar a indústria automotiva, que também pode elevar o volume exportado para a Colômbia.

O Chile continuará sendo o segundo maior mercado da América do Sul, à frente da Argentina, como em 2022. As vendas no Chile cresceram com robustez em 2021 e 2022 e, para 2023, a expectativa é de um avanço de 5% a 8%, com grande volume de veículos produzidos na China.

Na Argentina, que deverá seguir na terceira posição do ranking por país, a projeção também é de crescimento para 2023. Na visão do consultor o país já passou pelo seu pior momento, que foi em 2021. O porcentual de incremento esperado é de 5% a 8%. Na Colômbia, mercado considerado bastante estável, a expectativa também é de expansão de um dígito.

O Peru, quarto principal mercado da região, é o que a Bright monitora com menos otimismo, por causa das instabilidades políticas locais, que dificultam projetar como será o ano. Em 2022 o mercado local avançou 0,7% ante 2021, quase igualando o resultado.

Balanço – Em 2022 a região somou 3 milhões 260 mil automóveis e comerciais leves comercializados, após crescimento em quase todos os países. O Brasil encerrou o ano com 1 milhão 960 mil unidades emplacadas, queda de 0,7%, sendo o único dos maiores que recuou. O Chile, segundo maior mercado, chegou a 410 mil vendas, alta de 3% ante 2021. Assim como no Brasil e no mundo os SUVs estão aumentando sua participação, saindo de 30,5% em 2020 para 40,8% em 2022, representando a preferência dos consumidores.

Na Argentina, que somou 372,8 mil vendas e alta de 4,9% sobre 2021, a maior demanda foi por sedãs e picapes, veículos produzidos localmente e que receberam benefícios fiscais desde o fim de 2021, segundo a Bright. O segmento de sedãs tinha participação de 17,7% em 2021 e encerrou 2022 com 26,1%, e as picapes médias saíram de 18,1% para 21,7%. O segmento SUV caiu de 17,2% em 2021 para 13,1% em 2022, por causa dos impostos maiores que afetam o preço final.

A expansão do mercado colombiano foi de 2,6% em 2022, somando 238,7 mil unidades comercializadas. Por lá o mix de vendas por segmento se manteve estável na comparação com 2021. No Peru as vendas avançaram 0,7% com 153 mil 950 veículos entregues e os SUVs tiveram participação de 37,4%, contra 31,1% em 2021.

Fonte: https://www.autodata.com.br

Foto: EBC

Sindipeças: montadoras responderão por 66% sobre crescimento de 6% em 2023

O Sindipeças atualizou em seu site oficial os números de 2022 e as projeções do setor para 2023. A receita líquida da indústria de componentes automotivos totalizou R$ 191 bilhões no ano passado, com alta de 8,5% sobre o anterior (R$ 176,1 bilhões). A estimativa para este ano é chegar a R$ 202,7 bilhões, com novo crescimento interanual, na faixa de 6,1%.

O índice é um pouco maior do que o projetado anteriormente, de 5,5%, mas a base de 2022 foi revista para cima, ou seja, o faturamento acabou sendo maior do que o estimado. As montadoras devem responder por 66,1% das vendas das autopeças, ante índice de 65,1% em 2022, e também o mercado de reposição tende a ter participação ampliada, de 18,4% para 19,4%.

Os negócios intrasetoriais serão responsáveis por 4,5% das transações da indústria de autopeças, ante índice de 4,2% em 2022, enquanto a fatia das exportações deve cair de 13,5% para 10,1%.

Pelas projeções do Sindipeças, as vendas externas chegarão a US$ 8,5 bilhões, crescimento de 6,3%, e as importações ficarão próximas de US$ 17,5 bilhões, decréscimo de 12,1%. Com isso, o défici comercial será reduzido em 24,4%, baixando de US$ 11,9 bilhões para US$ 9 bilhões.

Outro dado positivo refere-se ao quadro de mão de obra no setor. Houve expansão de 4,2% ano ano passado, para 277,7 mil colaboradores, e a aposta é de continuidade nas contratações, com pequena alta de 0,5% para 279,1 mil trabalhadores.

Vale lembrar que a Anfavea, que representa as montadoras, estima crescimento também modesto para este ano, na faixa de 2,2% e 3% na produção e no mercado interno, respectivamente. A Fenabrave, por sua vez, acha que no máximo haverá estabilidade no número de emplacamentos.

Os investimentos, segundo as últimas projeções, serão um pouco menores em 2023, girando em torno de US$ 1,1 bilhão, ante o total de US$ 1,3 bilhão do ano passado.

A entidade já havia explicado anteriormente que os aportes de 2022 contemplaram a mudança da tecnologia Euro 5 para a Euro 6 nos caminhões produzidos por aqui, razão do decréscimo previsto para 2023. O investimento de 2021 foi de US$ 1,14 bilhão, ou seja, próximo ao estimado para o atual período.

Fonte: https://www.autoindustria.com.br

Marelli investe R$ 150 milhões em fábrica de Hortolândia

A Marelli inaugurou na segunda-feira, 23, uma nova linha de produção na fábrica que mantém em Hortolândia (SP). Já são produzidos ali painéis e componentes de acabamento interior para o segmento OEM – de fornecimento de componentes originais para as montadoras de veículos. O investimento foi de R$ 150 milhões.

Na unidade serão produzidos, por ora, os cockpits que equipam a picape Chevrolet Montana, que entrou em produção regular este mês na fábrica da General Motors em São Caetano do Sul (SP).

O ritmo da nova unidade para atender a GM é de 62 mil painéis/ano, cerca de um terço da capacidade total da unidade, que é de 180 mil peças anuais. A Marelli envia os componentes do cockpit à montadora, que faz a montagem final do conjunto em São Caetano (SP).

A construção da fábrica de interiores começou em maio de 2019, segundo Carlos Eduardo Smith, diretor-geral da unidade. Houve uma parada nos trabalhos por causa da pandemia, e a atividade foi retomada em 2021..

A unidade de interiores de Hortolândia é composta basicamente por três áreas: injeção de termoplásticos, montagem e pintura. Foram contratados 110 funcionários, 80 para a área de produção.

Afora as demandas da GM, a Marelli mantém uma unidade de produção de interiores em Resende (RJ), dentro do complexo industrial da Nissan, onde já forneceu componentes para os modelos March, Versa e, agora, o Kicks.

De acordo com Carlos Smith, a ideia é seguir atendendo localmente a Nissan, mas isso não impede, por exemplo, que a unidade de Hortolândia venha a produzir componentes para atender aquela operação.

Como tem mais espaço, a fábrica do interior de São Paulo poderá produzir mais e para outras fabricantes. Até 2025, segundo o executivo, um novo projeto de interior veicular será produzido ali, o que demadará investimento adicional de cerca de R$ 90 milhões. A montadora envolvida no negócio ainda está sob sigilo.

Esta é a primeira operação na área de interiores que a Marelli realiza já com a equipe da Calsonic Kansei integrada. Vale lembrar que a Marelli é fruto de um negócio que envolveu a aquisição da Magneti Marelli pela fabricante japonesa.

Fonte: https://www.automotivebusiness.com.br

Conheça aqui motivos e vantagens em iniciar o marketing em janeiro. Ano novo, novos clientes.

O Portal LogNews traz nesta matéria uma dica técnica, não só para os CEO’s, Dirigentes ou Executivos decisores das empresas, mas também para quem sente na ponta da linha a importância da comunicação como apoio às áreas de vendas e marketing.

A experiência indica que janeiro é uma ótima época para reiniciar não só sua publicidade, mas também obter ganhos com o planejamento de marketing e comunicação para executar ao longo do ano que se inicia.

Ano novo, novos clientes – As primeiras semanas de janeiro podem ser definidas como a “época perfeita” para efetivamente fazer a adesão de seu marketing para as ações que serão desenvolvidas ao longo do ano. Os clientes precisam de ajuda neste momento com as metas de ano novo.

Principais motivos e vantagens – Podemos citar pelo menos 4 razões pelas quais o ano novo é a época perfeita para planejar estas ações.

  • Motivo 1 – Seus clientes, prospects ou suspects estão ávidos por novidades. Eles também já querem planejar ganhos, sejam eles de diminuição de custos, rapidez em suas operações ou outras vantagens nos indicadores de performance.
  • Motivo 2 – Você, provavelmente, já tem suas estratégias e seu Budget 2023.
  • Motivo 3 – Os prestadores de serviços de mkt e comunicação também já tem seu Planejamento Anual.
  • Motivo 4 – Melhor Negociação – Com um planejamento, você consegue negociar melhor os projetos em adesões em forma de “pacotes” ou flat fee mensal”, diluídos ao longo do ano.

Comércio Exterior e Logística – Os clientes querem planejar e precisam que empresas como a sua os ajudem a alcançar as metas de ano novo. A prestação de serviços no setor de comércio exterior e logística se encaixa como uma luva neste processo.

A GPA+ Comunicação, de Caminas (SP) é uma dessas empresas com projetos sob medida para este mercado.

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