Conexão internacional imediata de carga é o novo serviço da GRU Airport

A GRU Airport é o primeiro aeroporto brasileiro a permitir um fluxo de baldeação internacional de carga (Transshipment), tornando possível o fluxo de carga trânsito internacional que utilizará GRU como ponto de consolidação de e para a América do Sul. Este novo serviço é o resultado de um ano de trabalho conjunto com a Receita Federal e está desde já disponível para operação.

“O fluxo de transshipment (transbordo) internacional de carga potencializa a criação de rotas alternativas para Companhias Aéreas, Freight Forwarders e Consignatários movimentarem cargas de forma mais rápida e eficiente, sendo de extrema importância para fortalecer o Comércio externo no Brasil e para que GRU continue a assumir uma posição de liderança na América do Sul”, afirmou a Nota divulgada pela empresa.

Transshipment ou transbordo internacional, na prática, é uma conexão de voo imediata para a carga aérea internacional. O armazenamento das cargas será feito em área segregada e autorizada para tal pela Receita Federal. Os agentes de carga interessados na operação devem solicitar autorização à Receita Federal.

O procedimento de Baldeação Internacional (Transshipment) é permitido para cargas procedentes do exterior, amparadas por conhecimentos de carga do tipo HAWB, com passagem pelo Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos e posterior embarque em voos internacionais.

 

Prazo e autorização da RFB – O prazo máximo de permanência das cargas no Aeroporto de Guarulhos de até 90 (noventa) dias, contados de sua chegada do exterior. Após esse período caracterizará abandono, nos termos do contido na alínea “a” do inciso II do artigo 23 do Decreto-Lei n° 1.455, de 07 de abril de 1976.

O novo fluxo está disponível somente para as empresas que exerçam a atividade de agente de carga no Brasil e estejam regularmente habilitadas, e somente após deferimento pela Receita Federal da solicitação de autorização para adotar o procedimento de Baldeação Internacional (Transshipment).

A utilização do procedimento disposto na Portaria está sujeita às limitações da infraestrutura da área, sendo que GRU Airport manterá os agentes de carga atualizados sobre a capacidade de armazenagem da área autorizada

Carga para os EUA cresce 75% em Florianópolis, anuncia Zurich Airport

O negócio Cargo em Florianópolis segue batendo recordes.

O terminal cargueiro de Santa Catarina fechou 2022 com aumento significativo do número de clientes e números históricos de movimentações. Só a rota cargueira Miami – Floripa teve crescimento de 75% no volume transportado.

“Foi um ano intenso. Concretizamos nosso planejamento e colhemos os frutos, materializados na ampliação da rota Miami x Floripa com a LATAM CARGO (agora duas vezes na semana), até a conquista de mais de 50 novos clientes” afirmou Davi Piza, Gerente de Negócios Logísticos da Zurich Airport Brasil.

O crescimento do Floripa Airport Cargo se deu em várias frentes, desde números de embarques, valor de mercadorias, até na infraestrutura, com a aquisição de uma empilhadeira com capacidade de movimentação de até 16 toneladas.

“Nosso foco é eficiência, agilidade e excelência na customização dos serviços para cada um dos nossos clientes. Não temos dúvida de ser uma excelente opção de transporte aéreo de cargas no Brasil”, concluiu a Nota da Zurich.

Rodo Import transporta R$ 17 bi, cresce 20% no ano e aposta no Trânsito Aduaneiro para 2023

A robustez da Transportadora Rodo Import pode ser traduzida em seus números de 2022.

No ano encerrado, a Transportadora coletou mais de 30 mil toneladas de carga e fechou 2022, com produtos transportados que representaram cerca de R$ 17 bilhões, no período. Além disso, em sua trajetória histórica, a empresa investiu e se organizou, consolidando-se em uma vigorosa infraestrutura administrativa e financeira. “A Rodo Import segue acreditando que a robustez financeira é a segurança para qualquer negócio, por isso possui uma sólida estrutura administrativa, que pode ser confirmada através das auditorias e certificados conquistados”, atesta Alexandre Luiz Raffi Filho, diretor da Rodo Import.

Essa evolução também credenciou a empresa a atender hoje todos os setores e, ao completar 25 anos em 2022, caminha para se apresentar ainda mais forte ao mercado ao lado desses números operacionais animadores.

 

Trânsito Aduaneiro em 2023 e Transporte OEA – Em um desses avanços, recebeu a certificação OEA – Operador Econômico Autorizado – que consiste no reconhecimento pela Receita Federal aos operadores da cadeia logística internacional que demonstram capacidade de gestão de riscos relacionados à segurança física das cargas e à conformidade tributária e aduaneira, credenciando a Rodo Import a entregar vantagens aos seus parceiros de negócios.

Para 2023, a empresa aposta no transporte de carga de trânsito aduaneiro como um dos diferenciais de mercado. Sua estrutura e a sua expertise a credenciam para avançar ainda mais neste segmento de serviços.

 

Todos os tipos de mercadoria – Este é o transporte da Rodo Import, desde 1997 reconhecido pela eficiência na condução de produtos de alto valor agregado e de cargas sensíveis, além da qualidade e segurança de seu transporte rodoviário de carga e uma robusta infraestrutura administrativa e financeira. Tudo isso, a credencia para o transporte de qualquer tipo de mercadoria. em todos os segmentos. Traz ainda em seu bojo, uma frota diversificada e moderna para atender as mais variadas demandas, além de uma equipe especializada para entregar seus diferencias, ao lado de um leque de certificações.

A empresa tem Sede em Campinas, cidade que abriga o maior centro cargueiro da América Latina: o aeroporto de Viracopos. Possui ainda uma unidade no aeroporto de Guarulhos e atuação em todo Brasil, com destaque na Região Sudeste.

“Acreditamos que ética e responsabilidade são pilares para qualquer parceria, encorajamos nosso ambiente através de Programas de incentivo e benefícios aos colaboradores, Programas de qualidade e conformidade de acordo com ISO 9001, Programas e procedimentos de segurança em conformidade com OEA (Operador Econômico Autorizado), Calendários de Treinamentos e Pesquisas de clima e satisfação interna, finalizou Raffi Filho.

Em Campinas e Manaus, BYD pode ir para a Bahia ocupar instalações da Ford

Dois anos após o anúncio do encerramento das atividades fabris da Ford no Brasil, em 11 de janeiro de 2021, a planta de Camaçari, onde eram produzidos Ka, Ka sedã e Ecosport, pode, finalmente, voltar à vida. A fábrica empregava cerca de 4 mil trabalhadores diretamente, sem contar os empregados das empresas satélites, que forneciam peças e prestavam serviços à fábrica e seus funcionários. Com esse grupo, o número de desempregados sobe cerca de 20 vezes, de acordo com o Dieese.

Com tantas pessoas e setores envolvidos, o fechamento da fábrica resulta em uma perda inestimável para a economia do Brasil e, principalmente, da Bahia. É exatamente por isso que o governo local vem procurando substitutos para a montadora americana. Nos últimos 24 meses, alguns nomes foram especulados, como Caoa e Great Wall Motors, que acabou comprando a antiga fábrica da Mercedes-Benz em Iracemápolis (SP). Na época, o então governador Rui Costa (PT), atual ministro da Casa Civil do governo Lula, chegou a dizer que as negociações estavam aquecidas, mas não foi à frente.

Agora, o centro das atenções é a chinesa BYD, segundo o que a própria Ford revelou à coluna. “A Ford confirma que está em processo de negociação com a BYD para a venda da sua fábrica em Camaçari, na Bahia, mas neste momento não temos nada concreto para anunciar”, disse por meio de nota.

A marca chinesa e o governo da Bahia, no entanto, foram mais discretos sobre o assunto. “Com relação a essa informação, posso afirmar oficialmente que houve a assinatura do protocolo de intenções com o governo da Bahia, fato já conhecido”, limitou-se a comunicação da montadora chinesa. O governo baiano disse apenas que “ainda não há definição, a empresa permanece avaliando possibilidades”, sem citar a BYD.

A chinesa BYD é a maior fabricante de carros elétricos no mundo e atua no Brasil desde 2014 em segmentos distintos. Em Campinas, interior de São Paulo, a companhia possui uma fábrica de chassis e ônibus elétricos. Já em Manaus, no Amazonas, produz baterias de lítio-fosfato de ferro.

Em outubro de 2022, a montadora assinou um protocolo de intenções com o governo da Bahia para instalar três fábricas no estado para produzir carros, ônibus elétricos e caminhões. Segundo o ex-governador Rui Costa anunciou, o complexo geraria cerca de 1,2 mil empregos em um investimento de R$ 3 bilhões. Na época, o mandatário afirmou que as plantas ficariam prontas até o fim de 2024.

A BYD nunca comentou os detalhes dados pelo governo da Bahia. Anunciou que pretende produzir carros no Brasil, mas não sem antes chegar à marca de 10 mil veículos vendidos anualmente. Atualmente, a marca possui quatro SUVs eletrificados em seu line-up: Song Plus DM-I, Yuan Plus EV, Tan EV e Han EV, mas o número de vendas ainda não passou de três dígitos.

Se confirmado, este não será o primeiro acordo da BYD com a Bahia. O grupo chinês também é responsável pela construção do VLT, sigla para Veículo Leve sobre Trilhos, que circulará em Salvador. Outro negócio bilionário.

 

Com informações UOL

Banco Mundial prevê crescimento na casa de 1% para o Brasil em 2023

A economia global deverá crescer 1,7% em 2023, de acordo com o último relatório de perspectivas econômicas globais do Banco Mundial, divulgado na última terça-feira, dia 10.

Anteriormente, a perspectiva é de que houvesse uma alta de 3%, contudo, a instituição reavaliou as projeções indicando que o crescimento global está desacelerando acentuadamente diante da inflação elevada, taxas de juros mais altas, investimento reduzido e interrupções causadas pela invasão da Ucrânia pela Rússia.

As previsões para este ano foram revisadas para baixo para 95% dos países desenvolvidos e 70% dos mercados emergentes. Para 2024, a nova projeção de crescimento é de 2,7%. O Banco ainda ponderou que as condições econômicas frágeis podem levar a economia global à recessão.

Caso isso ocorra, será a primeira vez em mais de 80 anos que duas recessões globais ocorrem na mesma década. “A crise enfrentada pelo desenvolvimento está se intensificando à medida que as perspectivas de crescimento global se deterioram. Os países emergentes e em desenvolvimento estão enfrentando um período de vários anos de crescimento lento impulsionado por pesadas dívidas e investimentos fracos, à medida que o capital global é absorvido pelas economias avançadas que enfrentam níveis de dívida governamental extremamente altos e taxas de juros crescentes.

A fraqueza no crescimento e no investimento empresarial irá agravar os já devastadores retrocessos na educação, saúde, pobreza e infraestrutura e as crescentes demandas das mudanças climáticas”, declarou no relatório o presidente do Banco Mundial, David Malpass.

América Latina e Brasil – Os dados ainda estimam que os níveis do Produto Interno Bruto (PIB) nas economias emergentes e em desenvolvimento estarão cerca de 6% abaixo dos níveis esperados antes da pandemia, até o final de 2024. O crescimento na América Latina deve desacelerar acentuadamente, para 1,3% em 2023, antes de se recuperar um pouco para 2,4% em 2024, avalia o Banco Mundial.

A desaceleração reflete os esforços das autoridades monetárias para domar a inflação e as repercussões de uma perspectiva global fraca. O Brasil deve crescer 0,8% em 2023, com altas taxas de juros freando investimentos e o crescimento das exportações.