Após “Desembaraça SP”, SINDASP pede avaliação do evento e disponibiliza apresentações dos Órgãos Anuentes

Após o sucesso alcançado pelo evento Desembaraça SP, com debates e palestras apresentadas ao longo da semana pelos Órgão Anuentes, como a Receita Federal, MAPA, SECEX e ANVISA, o SINDASP planejou um questionário de avaliação do evento, visando melhorar ainda mais a qualidade de um próximo encontro neste formato.

Foi estruturado um feedback no Google Forms. Aqueles que responderem, receberão todas as apresentações da semana, entre aquelas que tiverem sido disponibilizadas pelos Palestrantes.

Participe, respondendo as perguntas no link: https://forms.gle/FsM65EqmqTVkG7gy6

 

Receita Federal fará 2º leilão do ano em Viracopos

Entre os 123 lotes estão produtos de informática, celulares, notebooks, discos de vinil, joias, bolsas e pedras preciosas

A Receita Federal realizará no dia 17 de maio o 2º leilão do ano dos itens selecionados no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Entre os 123 lotes estão produtos de informática, celulares, notebooks, discos de vinil, joias, pedras preciosas, livros, instrumentos musicais, componentes eletrônicos, relógios, máquinas fotográficas, brinquedos, vestuários diversos, partes e peças de aeronaves, partes e peças de veículos e artigos esportivos.

O período de recebimento de propostas ocorrerá no período de 02/05/2022 às 08h à 16/05/2022, às 21h.  A Receita Federal de Viracopos ressalta que o leilão é todo eletrônico e poderão participar pessoas físicas e jurídicas.

Durante a pandemia do COVID-19, a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos adotou um sistema inovador de visitação, mediante chamada de vídeo pelo app WhatsApp, onde o cliente realiza o agendamento do horário, e verifica os lotes de forma personalizada.

O interessado precisa possuir certificado digital, bem como ter Certidão Negativa ou Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos Relativos aos Tributos Federais válida na data do leilão.

As mercadorias a serem leiloados nos lotes 01 a 123 poderão ser visitados entre os dias 02/05/2022 a 06/05/2022, e 09/05/2022 a 13/05/2022, por meio de chamada de vídeo pelo aplicativo Whatsapp, mediante agendamento pelo telefone (19) 3725-5297.

O edital completo 0002/2022 e a relação de mercadorias serão disponibilizados e podem ser consultados por meio do endereço abaixo:

http://www25.receita.fazenda.gov.br/sle-sociedade/portal/edital/817700/2/2022

Apesar de semicondutores, setores de caminhões e ônibus projetam alta em 2022

As montadoras de caminhões e chassis de ônibus viveram momentos distintos nos últimos dois anos pandêmicos. Enquanto o primeiro segmento viu as demandas aumentarem, por causa do agronegócio, o outro observou as vendas caírem com a restrição de tráfego no país por causa do coronavírus. O presente, no entanto, é mais de similaridades do que de diferenças.

Isso porque ambos os setores projetam crescimento de vendas para o ano. Durante o  #ABPlan – Planejamento Automotivo 2022, evento organizado pela Automotive Business e realizado por meio on-line em abril, executivos avaliaram que a crise dos semicondutores perdura este ano em contraste com mercados que pedem renovação de frota.

“Este ano, por causa dos efeitos da vacinação, com a volta dos passageiros aos sistemas de transporte, temos a retomada do segmento rodoviário e urbano, um ano eleitoral que normalmente puxa as compras, temos a antecipação das compras dos clientes que querem renovar suas frotas por causa das demandas do Euro 6. Representa um cenário positivo para 2022, para o qual projetamos, se tudo correr bem, a um crescimento de 50% no mercado no comparativo 2022-2021”, afirmou Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing ônibus da Mercedes-Benz.

Pelo lado dos caminhões, Alex Nucci, diretor de vendas da Scania, contou durante o evento que os volumes de vendas neste ano serão 10% superiores às registradas no ano passado, projeção similar a da Anfavea, a associação que representa as montadoras instaladas no país.

“Mercado foi muito bom em 2020 e 2021 e agora as projeções indicam para um crescimento de 10% sobre o ano passado. A falta de componentes afeta a nossa produção, mas quando falamos de mercado vemos um ano muito melhor na comparação com 2021, apesar do cenário de instabilidade provocado pela falta de componentes”, disse o executivo durante o evento.

Sobre o desequilíbrio nas entregas de componentes, ambos os executivos concordaram que a indústria precisa buscar alternativas para o fornecimento dos componentes considerados chave na construção veicular.

“O desafio dos semicondutores continua afetando a indústria. A Mercedes vem sofrendo com a falta de módulos eletrônicos no Brasil e no mercado externo. É algo que vai perdurar ao longo deste ano e cada montadora terá de achar uma equação para diminuir o tempo de espera pelo veículo na ponta”, disse Barbosa.

Fonte: https://www.automotivebusiness.com.br

Comércio exterior brasileiro bate novos recordes nos quatro primeiros meses do ano

O Brasil fechou abril com superávit de US$ 19,947 bilhões no acumulado dos quatro primeiros meses do ano. A corrente de comércio atingiu US$ 182,424 bilhões, refletindo a soma de exportações de US$ 101,185 bilhões e importações de US$ 81,238 bilhões. Os quatro valores são os maiores para este período na série histórica, iniciada em 1997. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, nesta quinta-feira (05/5).

Somente no mês de abril, o superávit foi de US$ 8,15 bilhões e a corrente de comércio alcançou US$ 49,66 bilhões. O saldo foi o segundo maior para meses de abril, perdendo apenas para os US$ 10 bilhões de abril de 2021. Já a corrente bateu o recorde histórico do mês, com 24% de crescimento.

Recorde de exportações – Comparadas ao mesmo mês de 2021, as exportações cresceram 16,7% e somaram US$ 28,90 bilhões. “Esse é o maior valor de exportações já registrado para meses de abril, à frente do de abril do ano passado, que havia sido o recorde anterior. Esse valor foi alcançado principalmente com o aumento dos preços dos bens exportados”, destacou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, em entrevista coletiva.

De acordo com a Secex, os preços dos produtos exportados cresceram 19,9%, enquanto o volume diminuiu 8%. “Essa redução de volume não configura nenhuma tendência. Tivemos um mês com menos dias úteis, com vários feriados, o que afeta o volume embarcado”, explicou Brandão. Ele destacou que a média diária das exportações em abril foi de cerca de US$ 1,5 bilhão, o maior valor da história.

Já as importações subiram 35,7% e totalizaram US$ 20,75 bilhões, também com alta nos preços (+34,4%) e redução no volume (-6,9%). Foi o segundo maior valor para meses de abril atrás apenas de abril de 2013, quando as compras chegaram a US$ 21,8 bilhões.

Indústria de Transformação – As vendas da Indústria de Transformação em abril chegaram a US$ 14,83 bilhões – uma alta de 35% sobre o mesmo período de 2021, pela média diária – e foram as principais responsáveis pelo impulso do valor alcançado pelo País no mês. Os destaques foram as exportações de automóveis e aeronaves, além de carne bovina e carne de aves. Entre os produtos agropecuários, o crescimento das exportações foi de 12,7% no mês, com total de US$ 8,24 bilhões, em movimento puxado por maiores vendas de milho (+655,4%) e café (+53,8%).

Já na Indústria Extrativa, as exportações diminuíram 10,2%, para US$ 5,69 bilhões. O freio veio, principalmente, dos negócios com minério de ferro, que caíram 22,7%. “O minério de ferro alcançou recordes no ano passado, então essa categoria apresenta redução de preços”, frisou o subsecretário. Já no petróleo os embarques caíram 23,1%, enquanto o valor exportado aumentou 3,7%.

No acumulado do ano, as exportações da Agropecuária subiram 38,8% pela média diária, em relação ao mesmo período de 2021, e chegaram a US$ 24,645 bilhões. Também houve crescimento na Indústria de Transformação (+33,4%), que vendeu US$ 53,796 bilhões. As exportações da Indústria Extrativa recuaram (-4,1%) e ficaram em US$ 22,280 bilhões.

Impacto dos preços – Do lado das importações, o mês de abril apresentou aumento de 58,1% nas compras da Indústria Extrativa, refletindo principalmente a alta de 150,2% dos preços internacionais, já que o volume diminuiu 39,7%. Também com impacto dos preços, subiram as compras da Agropecuária (+33%) e da Indústria de Transformação (+35,5%).

Considerando o quadrimestre, o aumento das compras da Indústria Extrativa foi de 136,6%, diante da alta de 121,3% nas cotações internacionais. “Principalmente, de combustível. O Brasil é um grande importador de petróleo e derivado e gás natural”, disse Brandão. O volume importado pelo setor extrativista subiu 28,5%.

Já o volume das compras das outras categorias caiu, tanto na Indústria de Transformação (-4,5%) quanto na Agropecuária (-8,6%), apesar de ambas terem aumentos nos valores importados – de 23,7% e 8,2%, respectivamente.

Destinos e origens – Em abril, a Secex registrou aumento de vendas para Argentina (+47,8%), Estados Unidos (+32,2%) e União Europeia (+24,1%), com reduções para China (-1,3%) e Oriente Médio (-5,1%). No acumulado do ano, as exportações aumentaram para todos os principais parceiros comerciais, com destaque para União Europeia (+36,5%), Estados Unidos (+32,9%), Argentina (+26,6%) e China (+5,3%), além da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que hoje representa 7,5% do comércio exportador brasileiro (+35,9%).

Do lado das importações, em abril, cresceram as compras de todas as principais origens. O aumento foi de 67,9% dos Estados Unidos, de 37,5% da China, de 31,3% da Argentina e de 12,5% da União Europeia. No acumulado do ano, cresceram as compras da China (+34,1%), dos Estados Unidos (+47,3%), da Argentina (+4%) e da União Europeia (+11,6%).

Guerra na Ucrânia – Herlon Brandão explicou que as estimativas dos principais organismos internacionais apontam para redução no comércio internacional, devido ao conflito entre Rússia e Ucrânia, no Leste Europeu. No Brasil, os impactos foram uma “queda drástica” do comércio bilateral com a Ucrânia e a redução de mais de 30% nas exportações para a Rússia. “Uma desaceleração da economia mundial pode afetar a demanda por produtos brasileiros, mas de uma maneira heterogênea”, salientou.

Isso porque grande parte dos produtos que o Brasil exporta respondem pouco a alterações de renda e quedas do PIB mundial. “Alimentos, por exemplo, continuam sendo consumidos”, pontuou o subsecretário. Como o conflito na região também afetou a oferta mundial de alimentos, ele observa um crescimento mais acentuado das vendas brasileiras de alimentos – principalmente grãos, como milho e soja. O que tende a diminuir são preços de commodities industriais, como já vem ocorrendo com o minério de ferro.

Fertilizantes – Chamou a atenção o fato de que, apesar da guerra, as compras de adubos e fertilizantes da Rússia cresceram 315,9% e chegaram a US$ 526,6 milhões, em abril, com alta de 38,3% na quantidade e de 200,4% no preço. No total do Brasil, foram US$ 2,1 bilhões de compras de fertilizantes, em alta de 318,7% no valor, 81,5% em quantidades e 130,7% em preço.

Viracopos inicia semana com acúmulo e atrasos na liberação de carga

Segundo a Aeroportos Brasil, gestora de Viracopos, o Aeroporto enfrenta um cenário desafiador no processamento de cargas já no início desta semana, em virtude de problemas detectados em seu Warehouse Management System.

A previsão é de que a semana se inicie com reprogramação de carregamentos agendados para a segunda-feira(18).

Confira a íntegra da NOTA divulgada pela área de “CORE CARGO” de VIRACOPOS ao Mercado.

Com o objetivo de dar transparência aos nossos clientes e parceiros e possibilitar uma maior adequação no planejamento do seu processo produtivo, a Aeroportos Brasil Viracopos – ABV, informa que enfrenta desde ontem um cenário desafiador no recebimento de cargas de importação e exportação, que vem ocasionando acúmulos e atrasos nos processos de recebimento e liberação de cargas.

Trata-se de um problema de interface do Warehouse Management System – WMS utilizado para o gerenciamento de cargas do TECA. Embora toda a equipe de TI da ABV já tenha sido mobilizada para atuação na resolução do problema, ainda não temos a previsão para reestabelecimento total da ferramenta, sendo assim, medidas contingenciais estão sendo aplicadas de forma pontual, tais como o cadastramento manual das cargas em processo de recebimento, tanto na exportação como na importação, porém, infelizmente não resultam na mesma agilidade e eficiência.

Pedimos a compreensão de todos frente a situação que estamos enfrentando assim como a reprogramação dos carregamentos agendados para essa segunda-feira (18).

Assim que a situação se normalizar, publicaremos novo comunicado.

Nossos canais de atendimento seguem à disposição para dirimir dúvidas, esclarecer, orientar e colaborar.

CORE CARGO VIRACOPOS
Telefone: (19) 3725-6726 / 3725-5238
E-mail corecargo@viracopos.com – Site: www.viracopos.com