Único brasileiro, Viracopos pode levar ACW Awards 2026 como “Aeroporto de Carga do Ano”

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), é finalista na categoria Aeroporto de Carga do Ano na edição de 2026 do ACW Awards, premiação mundial que será realizada no Novo Centro Internacional de Exposições de Xangai, na China, no dia 25 de junho.

Viracopos concorre na categoria Regional Cargo Hub (até 1 milhão de toneladas/ano) e é o único aeroporto brasileiro na disputa. O ACW Awards é uma das principais premiações mundiais na área de logística aérea e reconhece companhias aéreas, aeroportos, agentes de carga, despachantes aduaneiros, agentes de vendas em geral e prestadores de serviços logísticos.

A escolha dos vencedores ocorre por meio de votação, que só pode ser realizada com e-mails corporativos. Não são aceitos votos enviados por e-mails como Yahoo, Hotmail ou Gmail. Ao todo, serão dez categorias premiadas, incluindo a de Melhor Aeroporto de Carga. A votação já está aberta e pode ser realizada até o dia 30 de abril de 2026 pelo link: https://worldaircargoawards.com/world-air-cargo-awards-2026/voting/

“Estamos todos muito felizes em participar mais uma vez e por figurarmos entre os finalistas com mais este da mais importante premiação internacional do mercado de carga aérea.  para aeroportos Viracopos. Com isso, o Aeroporto de Viracopos consolida reforça a sua liderança na aviação cargueira dentre os aeroportos brasileiros, e se mantém ativo na atração de novas rotas e novos negócios”, disse a diretora Comercial de Viracopos, Maria Fan. “Muito importante destacar a participação essencial e o trabalho conjunto entre aeroporto, companhias aéreas, importadores e exportadores, agentes de carga, despachantes aduaneiros, transportadores e os órgãos públicos que atuam no terminal”, completou a diretora.

Aeroporto do Ano: critérios – O Prêmio Aeroporto de Carga do Ano homenageia o aeroporto que demonstrou desempenho excepcional na facilitação e no apoio às operações de carga aérea. A premiação reconhece terminais que oferecem infraestrutura de alto nível, logística eficiente e serviços de excelência, contribuindo significativamente para a eficiência e crescimento da indústria global de carga aérea.

Nesta categoria, participam centro regionais que tenham movimentado menos de 1.000.000 de toneladas de carga no ano anterior à premiação. Viracopos movimenta, em média, cerca de 300 mil toneladas de carga por ano.

Entre os finalistas, ao lado de Viracopos, estão: Aeroporto de Bruxelas; Aeroporto de East Midlands; Aeroporto Internacional Chicago Rockford; Aeroporto de Glasgow Prestwick; SEA Milan Airports; Aeroporto de Viena e Aeroportos de Riade.

A organização da premiação estabeleceu cinco critérios para a escolha dos finalistas:

  1. Capacidade de Manuseio de Cargas;
  2. Conectividade e Acessibilidade;
  3. Inovação Tecnológica;
  4. Iniciativas de Sustentabilidade;
  5. Atendimento ao Cliente e Satisfação.

Novo SUV da Hyundai será feito no Interior de São Paulo

A Hyundai ampliou a estrutura de sua fábrica em Piracicaba (SP) para fazer um terceiro produto no Brasil.

O modelo mais cotado é um novo SUV compacto que ficará posicionado abaixo do Creta para a Hyundai atuar na base do segmento. Ou seja, vai brigar com Volkswagen Tera, Fiat Pulse e Renault Kardian.

Marcos Oliveira, diretor de operações da Hyundai, confirmou a entrada na nova categoria.

“Esse terceiro modelo completará o portfólio com uma configuração inédita, entrando em um segmento que está surgindo entre hatchbacks e SUVs”.

A fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP) opera desde novembro de 2012.

Abriu as portas para produzir o HB20, o primeiro carro nacional da marca sul-coreana. O hatch se tornou um dos veículos mais vendidos do Brasil e hoje é exportado para vários mercados da América do Sul e Central.

A ampliação da produção local faz parte do investimento de US$ 1,1 bilhão anunciado pela Hyundai para o Brasil até 2032.

Com as mudanças, a planta poderá superar a capacidade produtiva de 215 mil unidades anuais.

Fonte: https://www.automotivebusiness.com.br

Geração de energia por painéis solares cresce no Estado de São Paulo

Os painéis solares têm ganho cada vez mais espaço na produção de energia brasileira. Seja nos domicílios ou em campos abertos, o dispositivo é um dos grandes exemplos de uma modalidade de produção de energia que está em constante crescimento: a geração distribuída, ou GD.

Nesse sistema, é o consumidor quem produz a própria energia, a partir de uma fonte renovável. Seja nos próprios domicílios ou próximos a eles, a geração distribuída apresenta enormes benefícios, tais como maior segurança no fornecimento, estímulo ao uso de fontes limpas e redução de perdas comuns em linhas de transmissão. O excedente de energia produzido é transformado em créditos, que podem ser abatidos na conta de luz, beneficiando consumidores, meio ambiente e o próprio país.

Crescimento – Segundo a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a capacidade de geração distribuída no Brasil superou os 43 gigawatts de potência, em setembro de 2025. Entre os Estados analisados, São Paulo é o líder do ranking nacional, seguido por Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

De setembro de 2018 a 2025, a capacidade de geração de energia própria no Estado cresceu de 70 megawatts para mais de seis gigawatts. Além disso, o número de sistemas de GD instalados aumentou de nove mil para 631 mil unidades consumidoras.

No período analisado pela fundação, quase todas as unidades consumidoras instaladas em São Paulo utilizam a fonte solar para produzir eletricidade. A grande maioria desses sistemas está voltada para atender às demandas de residências e pequenas empresas.

O estudo aponta que 54% da capacidade de geração distribuída de energia no Estado está concentrada nas residências, com 517 mil conexões. O comércio, área rural e indústria vêm em sequência, com 80, 25 e 7 mil conexões, respectivamente.

Gourmet Comex divulga as “Marcas de Valor” presentes e o “Vinho Oficial” da 31ª Edição

Em contagem regressiva para o dia 20/03, os Organizadores do Almoço de Conteúdo e Networking “Gourmet Comex” anunciaram as empresas que assinam esta 31ª edição.

Reconhecido pelo mercado como um dos encontros mais relevantes e prestigiados eventos do calendário brasileiro do comércio exterior, o Gourmet Comex reunirá mais uma vez autoridades, lideranças institucionais e executivos que atuam diretamente na dinâmica das operações internacionais. O Espaço SMEAT Gastrobar, no charmoso bairro Gramado, em Campinas é a nova casa do Evento, no forte interior de SP.

Ponto de convergência entre carca de 150 convidados, com representantes do setor público, lideranças do setor privado, especialistas e tomadores de decisão do mercado de importação e exportação, o Encontro fortalece o diálogo e a construção de soluções estratégicas para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro.

CONFIRMADOS E VINÍCOLA CATENA ZAPATA – As “Marcas de Valor” presentes e apoiadoras nesta edição, até o momento, são: CIESP Campinas, Intermodal South America, Sindasp, ABV (Viracopos), Hellmman Logistics; Bwin Tech; Rodo Import, Unicca, Scan Global Logistics, West Cargo, Asa Express e Alpha Cargo.

O vinho DV Catena, Argentino, da Vinícola Catena Zapata, na região de Mendoza, foi o vinho eleito para ser servido no evento e brindar o Networking da 27ª edição do tradicional almoço com o mercado de comércio exterior e logística do interior de São Paulo.

A presença confirmada de importantes autoridades do setor, somada à participação ativa de importadores, exportadores e representantes da cadeia logística e aduaneira, eleva ainda mais a relevância do encontro.

Informações para participação: mkt@gpamais.com.br ou 19 99299-1987.

Importações são destaques da Região de Campinas e crescem 17,2% em 2025

A indústria da região de Campinas encerrou 2025 com crescimento no comércio exterior, mas inicia 2026 em um ambiente de maior cautela, marcado por queda no faturamento, redução da lucratividade e incertezas no cenário econômico e tributário.

Os dados foram apresentados nesta terça-feira pelo Ciesp Campinas, durante coletiva on-line de divulgação da Sondagem Industrial de fevereiro.

No acumulado de 2025, as exportações dos 19 municípios da regional somaram US$ 3,593 bilhões, alta de 3,17% na comparação com 2024. Já as importações atingiram US$ 14,332 bilhões, avanço de 17,22%.

A corrente de comércio, que representa a soma de exportações e importações e indica o volume total de negócios internacionais realizados pela região, cresceu 14,1% e chegou a US$ 17,925 bilhões. Como as importações avançaram em ritmo superior ao das exportações, o déficit regional também aumentou, fechando o ano em US$ 10,738 bilhões.

Segundo o diretor de Comércio Exterior do Ciesp Campinas, Anselmo Riso, o resultado foi impulsionado principalmente pela compra de insumos industriais, como produtos químicos e componentes tecnológicos utilizados nas cadeias produtivas locais.

Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações regionais, com quase 19% de participação no acumulado de 2025. Em janeiro de 2026, o país concentrou 22% das vendas externas da região.

O primeiro mês deste ano, no entanto, já indicou desaceleração. Em janeiro, as exportações caíram 3,13% na comparação com o mesmo mês de 2025. As importações recuaram 11,23%. A corrente de comércio teve queda de 9,6%, enquanto o déficit foi 13,95% menor que o registrado em janeiro do ano passado.

Além do desempenho do comércio exterior, a sondagem industrial de fevereiro aponta um cenário mais pressionado dentro das fábricas.

De acordo com a pesquisa, 35% das indústrias reduziram o volume de produção no mês, 55% registraram queda no faturamento e 45% tiveram lucratividade inferior à de janeiro. Metade das empresas opera com utilização de capacidade instalada entre 70% e 80%.

Outro ponto de atenção é a implantação da reforma tributária. Segundo a sondagem, apenas 40% das empresas afirmam estar totalmente adequadas à fase de testes iniciada em janeiro. Outros 40% estão parcialmente adequadas e 20% ainda não se adaptaram às novas regras, o que significa que 60% enfrentam algum grau de dificuldade no processo.

A entidade também acompanha com cautela as discussões sobre tarifas nos Estados Unidos e os possíveis impactos no comércio internacional, além do cenário de crédito e juros no Brasil.

Apesar das incertezas, o Ciesp avalia que a região mantém um perfil industrial diversificado e forte integração com o mercado externo. Para 2026, no entanto, o cenário exige atenção redobrada, gestão de risco e adaptação rápida às mudanças econômicas e tributárias.

Com informações: CBN Campinas