Com tecnologia 100% brasileira, Softrack comemora incremento das exportações

Líder nacional em Telemetria para Empilhadeiras aposta nas vendas externas e expande mercado na América Latina

O Ministro da Economia Paulo Guedes deu uma declaração recentemente exaltando as exportações. Segundo ele, o choque externo não está tendo grandes consequências por enquanto. “O que era uma maldição, virou uma benção nesse momento”, afirmou Guedes na oportunidade, destacando o crescimento do comércio com a China em 25%.

Quem também enaltece as exportações como estratégia para os seus negócios é a empresa campineira Softrack – líder no Brasil em telemetria para empilhadeiras e equipamentos de movimentação. Todavia, é o Mercosul o destino dos produtos da empresa. “Somente em maio, exportamos tecnologia para o Peru e para o Chile. Foram mais de 50 equipamentos com software de telemetria. Antes disso, já tínhamos cerca de 90 equipamentos no Equador, Peru, Colômbia e Argentina”, comemora Ricardo Raschiatore, diretor da Softrack.

A solução da Softrack é composta por sistemas Web e equipamentos eletrônicos instalados diretamente nas máquinas, em sua maioria empilhadeiras. A gestão de frotas tem como objetivo melhorar a eficácia no uso desses maquinários. Os ganhos são sentidos em diversos pontos da operação. São relatórios, gráficos e informações estratégicas para apoiar decisões que viabilizem o aumento na segurança da operação, maior produtividade e consequente redução de custo.

 

Crescimento em 2020 – Com tecnologia brasileira, a Softrack avalia que os patamares em que se encontram o valor do dólar podem contribuir com a estratégia de crescimento da empresa em 2020, mesmo diante das dificuldades causadas pela pandemia em curso. “Temos que valorizar o que é produzido no Brasil. Nossa empresa e nossa tecnologia são 100% nacionais. Nesse período sem precedentes, o uso da telemetria será fundamental para redução de custos logísticos nas plantas industriais e nos galpões logísticos” avalia Raschiatore.

A política adotada pela empresa prevê não realizar cortes em seu quadro funcional e ainda projeta crescimento de 22% em 2020, com vendas internas e externas.

Justiça derruba liminar que prorrogava contrato da Marimex no Porto de Santos

A Justiça Federal derrubou a liminar que garantia a prorrogação do contrato de arrendamento da Marimex no Porto de Santos.

A concessão da empresa, que opera um terminal retroportuário em Santos, havia chegado ao fim no início de maio. A companhia vinha tentando uma renovação por mais 20 anos do contrato, mas não tinha o apoio da autoridade portuária nem do governo federal, que pretende construir no local uma pera ferroviária.

Diante da negativa do governo, a empresa recorreu à Justiça. Na primeira instância, o pedido foi negado, mas, na segunda, obteve uma decisão temporária que prorrogava o contrato.

No entanto, essa medida foi revertida pelo desembargador federal Daniel Paes Ribeiro. O magistrado estava de férias e havia sido substituído no caso pelo desembargador que dera a decisão a favor da Marimex.

A companhia reclama que o processo que levou à decisão de não renovar o contrato não foi transparente, o que a Santos Port Authority nega. O grupo alega também que não há estudos técnicos que comprovem que a construção da pera ferroviária é mais vantajosa do que a renovação do contrato do terminal.

No entanto, na nova decisão, o desembargador afirma que “a administração não está obrigada à renovação de um contrato de concessão de uso de área, por se tratar de ato discricionário” e que não cabe ao Judiciário intervir, por não haver indício de ilegalidade no caso.

Fonte SOPESP

Viracopos receberá voos cargueiros da Kallita Air

Durante o mês de junho, a Cia. Aérea Cargueira Kallita solicitou a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) uma série de voos ligando os EUA ao Brasil com um Boeing 747-400F.

Serão 09 voos com escala no Brasil e destino Santiago, no Chile.

As informações são do site Contato Radar.

Exportação para China cresce 35% em maio

A despeito das desavenças no campo diplomático, as exportações brasileiras para a Ásia cresceram 27,7% em maio, com alta de 35,2% nos produtos exportados para a China. Em meio à pandemia do coronavírus, as vendas de produtos agrícolas, especialmente para os asiáticos, evitaram uma queda maior nas exportações no mês passado, que recuaram 4,5%.

De janeiro a maio, as vendas para a Ásia cresceram 16,8%. “De forma geral, esperamos a continuidade do bom desempenho das exportações do agronegócio brasileiro, sobretudo com destino à Ásia, e um recuo mais acentuado das importações industriais do País, que já vem ocorrendo de forma generalizada”, afirmou o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz.

Para o secretário, há “grande probabilidade” de o Brasil ter desempenho positivo nas exportações no segundo trimestre. “O Brasil deve se manter entre as economias do G20 menos afetadas no comércio”, afirmou.

Ele ressaltou que os produtos agropecuários brasileiros têm alta competitividade, o que mantém a perspectiva de crescimento deste setor ao longo de todo ano. “Estes produtos têm baixa elasticidade-renda, ou seja, ainda que o PIB mundial, China inclusive, venha a sofrer uma queda elevada, espera-se que a demanda por produtos agropecuários continue em alta”, completou.

Com queda nas exportações e, em menor volume, nas importações, a balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 4,548 bilhões em maio.

Já sob o impacto da pandemia do coronavírus, o saldo de maio ficou 19,1% menor do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foi positivo em US$ 5,624 bilhões. No mês passado, as exportações somaram US$ 17,940 bilhões, uma queda de 4,2% ante maio de 2019. Já as importações chegaram a US$ 13,392 bilhões, uma queda de 1,6% na mesma comparação. Houve recuo ainda de 3,1% na corrente de comércio.

De janeiro a maio, a balança comercial acumula um saldo positivo de US$ 16,349 bilhões, valor 19,5% inferior ao mesmo período do ano passado.

Aurora da Amazônia assina contrato com a Receita Federal para assumir novo Porto Seco de Anápolis (GO)

Após sair vencedora em licitação realizada em março de 2018, a Aurora da Amazônia assinou contrato com a Receita Federal do Brasil para, finalmente, assumir a gestão do Porto Seco de Anápolis  – um dos mais importantes do País e fundamental para a economia da região Centro-Oeste – pelos próximos 25 anos, prorrogáveis por mais 10.

O compromisso entre as duas partes foi formalizado na última quarta-feira, 27 de maio, e o documento já foi juntado aos autos do processo. A publicação em Diário Oficial deve acontecer nesta sexta-feira (05).

A assinatura do contrato encerra uma longa disputa judicial, que se iniciou logo após a vitória da Aurora na licitação com uma proposta 44% melhor que a da segunda colocada.

A empresa perdedora do certame, que foi a operadora da infraestrutura pelo período de 20 anos, entrou com uma série de ações na justiça com o objetivo de invalidar a proposta vencedora e impedir que a Aurora assumisse a gestão da área alfandegária.

“A longa disputa, que a justiça comprovou ter sido imposta pela empresa perdedora com argumentos infundados, apenas atrasou desenvolvimento e o início do novo ciclo de investimentos previstos para o Porto Seco de Anápolis”, afirmou Bruno Morais, advogado da Aurora da Amazônia, ao assinar o contrato. “Estamos felizes por ter sido feita justiça, e por podermos colocar um ponto final neste processo. Agora é hora de pensar no futuro, tendo em vista o desenvolvimento do Porto Seco, da região de Anápolis e do Estado”, comemorou.

A Aurora prevê investimentos iniciais de R$ 90 milhões no porto seco para proporcionar um salto de qualidade nos serviços do terminal, o que deve gerar cerca de 1.500 empregos diretos e indiretos. O porto seco de Anápolis tem capacidade de movimentar R$ 45 bilhões nos próximos 35 anos e é fundamental para a economia do Centro-Oeste, atendendo diretamente ao segundo maior polo farmacêutico do Brasil