Evento reúne Transportadoras em Campinas

 Distribuidora exclusiva da marca Ford Caminhões em Campinas e Região, a Carueme Caminhões recebeu convidados na última quinta-feira, 18/07, no seu espaço na Rodovia D. Pedro , Km 145, em Campinas, no interior do estado de São Paulo.

O objetivo do encontro foi apresentar as novas soluções de seu portfólio que são as parcerias com a Continental – que oferece a comercialização de pneus em até três vezes sem juros – e com a Valeo, que passou a contar agora com um posto autorizado na Carueme para peças, serviços e equipamentos.

Centro de Logística da Tora é o primeiro terminal multimodal em Minas Gerais com regime especial de exportação

Transpor fronteiras e atingir novos mercados têm sido uma alternativa valiosa para as empresas buscarem parceiros comerciais e expandirem suas operações. Com o acordo de livre comércio entre os países do Mercosul e União Europeia, as oportunidades de negócios serão ainda mais vantajosas.

 

O processo assertivo da logística se torna fundamental para cumprir os prazos exigidos pelo mercado internacional e, consequentemente, manter essa vantagem. Atenta às necessidades do mercado e de seus clientes, a Tora implantou no seu terminal multimodal em Contagem/MG o regime especial de exportação.

 

“Com esse serviço exclusivo, conseguimos enviar a carga já liberada pela Receita Federal e pronta para o embarque ao porto de saída, por meio da ferrovia ou rodovia. A realização destes processos aduaneiros no CLI permite a redução de custos administrativos e operacionais ao cliente, garantindo maior agilidade na logística de exportação”, explica Gustavo Amaral, diretor de terminais da Tora Logística.

 

Para garantir qualidade e agilidade nos processos, a Tora mantém em seu CLI em Contagem constante presença da Receita Federal onde são recepcionados diariamente os processos para exportação. A sua localização também é um diferencial para transporte de cargas, com acesso rodoviário à BR 040, Via Expressa, BR 381, BR 262 e à malha ferroviária da VLI e MRS.

Unidades de São Paulo e Barueri da Multilog recebem certificação de Operador Econômico Autorizado

As unidades de São Paulo e Barueri da Multilog, um dos maiores players logísticos do Brasil, passam a contar com certificação de Operador Econômico Autorizado (OEA). O processo segue as normas internacionais de controle e segurança de mercadorias que entram e saem do Brasil, e mantém padrão simplificado para desburocratizar os processos. “Esta certificação traz benefícios nos procedimentos de verificação e liberação das mercadorias e ao comércio exterior como um todo, principalmente em relação à agilidade e competitividade, tão importante no mercado dinâmico atual”, afirma Alexandre Heitmann, Diretor de Desenvolvimento de Negócios.

 

O selo de conformidade é concedido pela Receita Federal aos intervenientes do Comércio Exterior que comprovam o cumprimento das normas de segurança e confiabilidade nas operações. Com a certificação, o player logístico nacional Multilog, passa a contar com quatro unidades que atendem os rigorosos critérios internacionais. As unidades de Itajaí (SC) e Campinas (SP) também já contam com OEA.

Duas empresas anunciam investimentos e inauguração em Sorocaba

O Governador de São Paulo, João Doria, o presidente mundial da JCB, Lord Bamford e o CEO, Graeme Macdonald, anunciaram hoje, na sede da empresa em Rocester, cidade próxima a Londres, investimentos de $25 milhões (cerca de R$ 100 milhões) para a ampliação da produção da fábrica localizada em Sorocaba, interior de São Paulo. A expectativa é de que 100 novos empregos sejam criados.

“O Brasil é um importante mercado para nós e que está em ampla extensão e nos possibilita reforçar todo nosso investimento para aumentar nossa atuação, tanto no Brasil como nos países vizinhos da América do Sul. Estamos muitos animados com o que vem pela frente”, afirmou o o CEO da empresa, Graeme Macdonald.

“A reunião foi muito produtiva. A JCB é uma gigante mundial de equipamentos para a construção e vai investir em São Paulo e no Brasil. Esta ação é muito importante para o aquecimento da economia e para a geração de empregos, o que é o mais importante na nossa visão”, destacou o Governador João Doria.

O Governador João Doria está em Londres desde o último dia 7 de julho para uma missão de 5 dias. Até o dia 11, cumpre extensa agenda em busca de investimentos e cooperação nas áreas de Infraestrutura, Transportes, Saúde, Educação e Segurança Pública.

Em 2001, a JCB abriu sua primeira fábrica de retroescavadeiras na cidade de Sorocaba, no estado de São Paulo. Já em 2012 uma nova fábrica é inaugurada também em Sorocaba e esta passa a ser uma das mais modernas do mundo em termos de máquinas amarelas. A nova planta é responsável pela produção de retroescavadeiras, escavadeiras hidráulicas, pás carregadeiras, Loadall e rolo compactadores, além de contar com um amplo armazém de peças e suporte pós-vendas para a rede de distribuidores. A fábrica em Sorocaba ainda tem uma das mais avançadas câmaras de pintura termo-eletrostática a pó do mundo.

 

Prysmian inaugura – Já o Grupo Prysmian inaugurou oficialmente em Sorocaba, quarta-feira (10), sua nova sede na América Latina. A unidade da empresa no bairro Éden recebeu investimentos de R$ 130 milhões na ampliação e modernização da produção de cabos; um novo edifício que abrigará o corpo administrativo nacional e latino-americano; além de um Centro de Excelência, que deve inaugurar até o final do ano um laboratório em que serão realizadas pesquisas e desenvolvimento em energia e telecomunicações.

A unidade de produção no bairro Boa Vista também recebeu melhorias, totalizando assim R$ 150 milhões em investimentos na cidade. O projeto de ampliação gerou 250 empregos diretos em Sorocaba desde 2017. O acréscimo em área construída na unidade do Éden chega a 23 mil metros quadrados, segundo a empresa. O grupo possui aproximadamente 900 funcionários na cidade, entre fábrica e escritório.

De acordo com o diretor da Prysmian no Brasil, João Carro Aderaldo, o País é o mercado mais importante para empresa na América Latina e Sorocaba tem localização estratégica. “Sorocaba é uma cidade que está nesse triângulo que a gente chama de desenvolvimento, com São Paulo e Campinas.” Ele destaca a relevância da cidade no mercado de fibras ópticas e destacou o Centro de Excelência que a unidade passa a abrigar. “Nós temos aqui engenheiros da América Latina inteira, aproximadamente 48 pessoas, e temos um laboratório que está em construção e nos ajudará na pesquisa se cabos, compostos e uma série de outras partes que fazem parte dos cabos”, conta.

A Prysmian desenvolve cabos para energia, telecomunicações, infraestrutura e construção, mobilidade e transportes, indústrias e ofertas eletrônicas. “O mercado de energia segue crescendo no Brasil. A gente tem bons volumes e bons resultados nesse segmento, tanto na geração quanto transmissão, e a gente acredita que nos próximos anos siga essa tendência”, avalia.

Participando da inauguração, o CEO global da Prysmian, Valerio Battista, e o CEO da América Latina, Juan Mogollon, ressaltaram a longevidade da empresa (que fez 90 anos em 2019) em meio a turbulências econômicas e políticas. Eles colocaram como exemplo a Argentina, cuja crise espanta empresas competidoras, mas onde pretendem continuar. Para os executivos, é preciso sobreviver à “tempestade”. Ecoando essa filosofia, reforçaram o compromisso com o investimento no Brasil, apontando que o mercado deve demandar novas tecnologias e gerar oportunidades no futuro.

O grupo possui 112 plantas distribuídas em mais de 50 países. Na América Latina são 4.100 funcionários em 13 plantas e oito países. No Brasil, são 1.500, em sete plantas, de cinco Estados. Em 2018, o faturamento da empresa no País atingiu R$ 1,9 bilhão.

Investimentos em portos somam R$ 5 bilhões neste ano

Além de oferecer novas áreas para arrendamento nos portos administrados, o governo permitiu prorrogações contratuais em troca de melhorias e autorizou o funcionamento de novos Terminais de Uso Privado (TUPs). No total, os investimentos contratados neste ano se aproximam de R$ 5 bilhões,, informou ao Valor o secretário nacional de Portos, Diogo Piloni.

Ao mesmo tempo, foi aberta uma nova possibilidade de parceria com empresas no setor portuário. O governo quer agora entregar a elas a administração dos portos. “O modelo de gestão estatal enfrenta muitas dificuldades para competir”, afirmou o secretário. “Há dificuldades para contratação, tem burocracia”. As desestatizações buscam trazer a governança privada para a gestão da autoridade portuária.

Nos próximos dias, deve ser assinado um contrato para realização de estudos com vistas à desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). Além dos portos capixabas, estão na fila: São Sebastião (SP), Suape (PE) e Itajaí (SC). Os estudos para esses outros empreendimentos serão contratados neste ano.

A desestatização deverá alcançar os movimentados portos paulistas. Estão em curso as primeiras conversas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para contratar estudos sobre a abertura de capital da Companhia Docas de São Paulo (Codesp), que administra Santos.

“Fizemos essa opção por causa do porte da empresa”, afirmou Piloni. “Um processo de privatização comum tende a encontrar impedâncias maiores”. O processo deverá ser concluído no médio prazo, informou.

O porto é objeto também de um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para concessão de sua dragagem.

Os estudos para desestatizar a Codesa serão piloto para os demais. Uma pergunta a ser respondida é se todas as atribuições hoje desempenhadas pelas Docas podem ser assumidas por privados.

Outra resposta que se espera é se a administração privada será sustentável pelas receitas geradas pelo porto. Piloni acredita que sim, mas não descarta a possibilidade de, em casos específicos, o poder público entrar com uma complementação financeira, no modelo Parceria Público-Privada (PPP). “Há chance remota de isso acontecer.”

O exemplo da Austrália anima o governo. Segundo Piloni, a privatização do porto de Melbourne rendeu aproximadamente US$ 8 bilhões. “É sinal que é uma atividade economicamente viável e que atrai o privado.”

Atualmente, 18 portos brasileiros são administrados por companhias Docas federais. Outros 19 estão delegados a Estados e municípios.

As desestatizações da Codesa e do porto de São Sebastião já estão oficialmente na carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Suape e Itajaí deverão ser qualificados na próxima reunião do conselho

Fonte: Portos e Navios