Adeptos do esporte: vem aí o BEACH COMEX

Profissionais de Comércio Exterior e Logística terão torneio e networking em maio. Veja como participar.

O esporte unirá o mercado de comércio exterior e logística no dia 17 de maio no interior de São Paulo, para um torneio de Beach Tênis, com muito networking.

A proposta da GPA+ Comunicação é seguir a linha do Tradicional Gourmet Comex, agora com a prática do esporte, como explica o idealizador do Projeto, Nilo Peralta. “Alguns parceiros jogam já o Beach Tênis e se interessaram pela novidade. Isso nos motivou a criar esse novo encontro e a receptividade está sendo fantástica”, resumiu Peralta, que também pratica o esporte.

Os atrativos serão diversos:

ARBITRAGEM
INSCRIÇÕES COM SORTEIO DE DUPLAS
MEDALHAS VENCEDORES EM PÓDIUM COM BACKDROP
CAMISETAS DO TORNEIO
CONFRATERNIZAÇÃO COM CHOPP
E ainda uma PROGRAMAÇÃO PARALELA: CLÍNICA PARA INICIANTES OU JOVENS ACIMA DE 10 ANOS.

As possibilidades de adesão são em três modalidades: Patrocínio de Empresas, Adesões individuais em inscrições. Assim como no Gourmet Comex, Embarcadores (importadores e exportadores) e Órgão Federais Intervenientes serão convidados para participarem.

Logo após o anúncio neste início de semana, as primeiras empresas patrocinadoras já confirmaram presença: Dra, Carol Paschoalotte – Odontologia & Estética e EMASFI Group.

O evento será em 17 de maio, no circuito mais charmoso do Beach Tênis: o AREIA GASTROBAR, em Vinhedo (SP).

Fale com a GPA+ Comunicação e Marketing: mkt@gpamais.com.br ou (19) 99299-1987.

 

Região de Campinas atraiu 32% dos investimentos industriais de SP

Os investimentos industriais no Estado de São Paulo no período 2022 a 2024 totalizaram R$ 82,7 bilhões. Desse total, a região de Campinas atraiu a maior parte com R$ 26,7 bilhões, ou seja, praticamente um terço do montante.

As informações são da Piesp – Pesquisa de Investimentos Anunciados no Estado de São Paulo (Piesp), realizada pela Fundação Seade, agência de estatísticas ligada ao governo do Estado.

Assim como no caso do total dos investimentos no Estado nesse período, o setor automotivo foi o responsável pela maior fatia dos aportes na Região Administrativa de Campinas (RA Campinas), formada por 90 municípios.

Dentro da RA de Campinas, destacam-se no período analisado os investimentos de R$ 10 bilhões da Great Wall Motors (GWM), em Iracemápolis (SP); os R$ 5,5 bilhões da Hyundai, em Piracicaba (SP); e os R$ 4,2 bilhões da Honda, em Itirapina (SP).

A região atraiu ainda outros investimentos, superiores a R$ 1 bilhão para construção, ampliação e/ou modernização de fábricas em outros setores de atuação, como é o caso da planta da Nestlé que produz café solúvel, moído e em cápsulas em Araras (SP), e da Klabin, com a unidade de papelão ondulado para embalagens em Piracicaba (SP).

A pesquisadora Margarida Kalemkarian, da Fundação Seade, destaca que características da região de Campinas, como infraestrutura, logística e vastos centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D), estão entre os principais atrativos da região.

Segundo a pesquisadora, merecem destaque também os investimentos também de R$ 200 milhões anunciados pela Pirelli, em Campinas, em busca de novos materiais e pneus mais sustentáveis, bem como da John Deere, fabricante de máquinas pesadas, que investiu R$ 180 milhões para instalar o Centro de Desenvolvimento de Tecnologia com foco na agricultura tropical em Indaiatuba.

“Os investimentos da indústria na região quadruplicaram. No triênio anterior, foram pouco mais de R$ 6 bilhões. Agora, foram R$ 26 bilhões, e lidera no estado de São Paulo”, diz a pesquisadora. Em segundo lugar entre as RAs do Estado aparece Sorocaba, com R$ 14,8 bilhões. Já a RA Metropolitana de São Paulo, região que inclui a Capital e o ABC, ficou na 4ª posição, com R$ 6,7 bilhões.

Obs: Investimentos com abrangência inter-regional (sem especificação de valor para cada região) totalizaram R$ 21,2 bi.

 

Fonte: https://www.usinagem-brasil.com.br

Exportações na Região de Campinas crescem 30% em fevereiro, informa CIESP

Em 26 de março, foram divulgados os resultados da Sondagem Industrial, pesquisa realizada pelo CIESP Campinas com indústrias associadas. As empresas foram questionadas sobre principais dificuldades enfrentadas atualmente e evolução tecnológica nas atividades.

Em relação às dificuldades, 50% das empresas apontaram falta de mão de obra qualificada, enquanto os outros 50% consideram o cenário econômico nacional o maior problema. Foi destacada a importância de treinamento e investimentos em mão de obra, para que se torne cada vez mais possível atender às demandas da indústria. As empresas também foram questionadas sobre a implementação da internet 5G nos negócios, e 100% consideram importante.

Em comparação ao mês de fevereiro, 38% das empresas apontaram aumento de custos trabalhistas, que permaneceram inalterados para 62%. Os custos de matérias primas e de energia, água e transporte aumentaram para 75% das empresas.

Exportações avançam – A balança de comércio exterior apresentada se referiu ao mês de fevereiro de 2025. O município da região que mais importou foi Paulínia, enquanto o que mais exportou foi Campinas. Em fevereiro de 2025, o valor importado foi de 1.063 bilhões de dólares, valor 24,45% maior comparado a fevereiro de 2024. Já em relação à exportação, o valor de fevereiro de 2025 (299.4 milhões de dólares) foi 31.07% maior em comparação ao mesmo mês do ano anterior.

A Sondagem Industrial e a Balança Comercial de Comércio Exterior estão disponíveis no site no CIESP Campinas.

Exportando para 40 países, empresa da RM Campinas investe no mercado de biscoitos e amplia produção em 43%

Responsável por marcas como Renata e Galo, a Pastifício Selmi detém hoje 22% do mercado de massas nacional. Agora, o plano é expandir a penetração de outro segmento da empresa: o de biscoitos. A Selmi tem atualmente 3% de market share do mercado de biscoitos e aumentou este ano em 43% sua linha de produção já de olho no aumento da demanda. Segundo Marcelo Schlittler Guimarães, diretor comercial da Selmi, para comportar essa ampliação, a empresa fez um investimento alto, na casa dos milhões.

Em entrevista, ele afirmou que o aumento da capacidade instalada elevará o volume produzido para 6 toneladas de biscoitos por hora. “Queremos chegar perto de 4,5% de market share entre três e cinco anos.” A meta é ter o operacional funcionando plenamente até maio.

O pátio fabril da Selmi fica em Sumaré (SP), em um espaço que, após o investimento, soma 9 mil m² e agora abriga também as linhas de produção de biscoitos laminados e de wafers. Como resultado, a capacidade produtiva da planta saltou de 7 mil para 10 mil toneladas por mês. Com a ampliação, o espaço recebeu um forno de 2 metros de largura e 127 metros de comprimento. Considerada estratégica para a expansão da Selmi, as ampliações, segundo Guimarães, ainda vão passar por alguns poucos ajustes, um pente fino para começar a operar em pleno vapor.

“Sabemos que essas duas linhas que vão nos ajudar muito a atender à demanda”, disse Guimarães. Além do investimento na linha de biscoitos, o executivo afirmou ter havido recursos alocados também na área de massas cortadas, investimento que foi feito no pátio fabril de Rolândia, no Paraná. “O moinho já está, vamos dizer assim, plenamente operacional.” Entre as massas secas cortadas fabricadas por lá estão os tipos penne e parafuso. “Essa linha tem uma capacidade de 8 toneladas de produção por hora. É um número pelo menos 50% acima do existente no mercado hoje.”

Exportações – Com os investimentos e novos negócios no horizonte, a expectativa de Guimarães é que a empresa apresente um crescimento entre 15% e 20% em 2025. Ano passado o faturamento da empresa avançou 15%. Entre os destaques da operação em 2024, o executivo citou o incremento das exportações. Desde 2009, quando a empresa começou a exportar, já foram mais de 10 mil toneladas enviadas para cerca de 40 países.

Mercado bilionário – A decisão de ganhar participação no mercado de biscoito acompanha um dado importante da indústria alimentícia, em especial dos processados. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados (Abimapi), enquanto as massas secas cortaram movimentaram R$ 14,94 bilhões em 2024, os biscoitos responderam por R$ 33,14 bilhões. A movimentação financeira, no entanto, não se reflete na produção. Enquanto a produção de massa seca cortada somou 1,32 milhão de toneladas no ano passado, a indústria de biscoitos produziu 1,55 milhão.

Com informações: https://mercadoeconsumo.com.br

ANVISA E MAPA serão os últimos a migrarem para o Portal Único

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e a Secretaria Especial da Receita Federal (RFB) informam sobre o cronograma de obrigatoriedade de importações por meio do Portal Único de Comércio Exterior e a conclusão da 3ª etapa do cronograma de adesão dos órgãos anuentes ao Novo Processo de Importação.

Conforme já divulgado em notícia no site Siscomex (Cronograma de migração das importações para o Portal Único – Atualização Março/2025 — Siscomex), a partir de 1º de abril de 2025, as importações realizadas pelo modal marítimo e sujeitas à anuência nos regimes de Recof*, Repetro e Admissão Temporária começarão a ser obrigatoriamente processadas por meio do LPCO/DUIMP seguindo o cronograma gradual de grupos de órgãos anuentes apresentado na tabela abaixo. Assim, as operações que não atenderem aos critérios estabelecidos na tabela mencionada poderão prosseguir utilizando a LI/DI.

Anuentes Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro
Correios X
MCTI X
ANM X
Min. Defesa X
Pol. Federal X
Decex X
Inmetro X
CNEN X
CNPq X
Exército X
Ibama X
Mapa X
Anvisa X
ANP X

Cronograma de migração – operações com anuência

Em complemento, informamos que todas as importações realizadas via modal marítimo e aéreo, amparadas ou não em regimes aduaneiros ou tributários especiais, sob anuência da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT-Correios), da Agência Nacional de Mineração (ANM), do Ministério da Defesa, da Polícia Federal e do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) já podem ser registradas diretamente no Portal Único de Comércio Exterior, sendo facultado ao importador realizar essas operações por meio do Siscomex LI/DI.

*Para a UF/São Paulo, as importações com anuência do Fundamento Legal do Imposto de Importação 87 (Recof-Sped) passam a ser obrigatoriamente processadas por meio do LPCO/DUIMP. As importações referentes aos Fundamentos Legais 46 e 78 permanecerão ativas no Siscomex LI/DI até que o sistema da respectiva Secretaria da Fazenda seja adequadamente ajustado. Para mais informações, consulte Páginas – Procedimentos para Liberação de Importação (fazenda.sp.gov.br).

Coordenação-Geral de Administração Aduaneira – COANA/RFB
Departamento de Operações de Comércio Exterior – DECEX/SECEX

Foto: MAPA fachada foto Marcelo Camargo Agencia-Brasil