Em Brasília (DF), Deputados e Senadores unem discursos por melhor regulamentação das atividades de Despachantes Aduaneiros e seus Ajudantes

Após a semana passada intensa de agendas políticas e encontros de trabalho, um café da manhã em Brasília (DF), uma reunião histórica e essencial, fechou um ciclo de esforços, para os dirigentes do SINDASP – Entidade que representa os Despachantes Aduaneiros de SP.

O Evento, organizado pela FEADUANEIROS, contou com representantes da categoria dos Despachantes Aduaneiros de todo o Brasil e com a participação de Deputados Federais e Senadores. Os debates e apresentações ocorreram no Restaurante-Escola Senac, localizado no anexo do Senado Federal – Praça dos Três Poderes, na capital federal.

A importância da atividade foi ratificada pelo prestígio de dirigentes de entidades como o Sistema CNC, Receita Federal, e demais sindicatos associados da Feaduaneiros, bem como da Receita Federal e do já citado grupo de parlamentares.

A discussão central convergiu para o Projeto de Lei nº 4814/2019, do qual o Senador Evair Melo se destaca como relator. O objetivo do Substitutivo apresentado pela Feaduaneiros e Sindicatos de Despachantes Aduaneiros é refinar a regulamentação das atividades de despachantes aduaneiros e seus ajudantes.

“Vivemos um momento crucial para o comércio exterior brasileiro, e a proposta trazida pelos Despachantes Aduaneiros representa um passo significativo não apenas para a regulamentação fria, mas também para a modernização da categoria profissional, alinhando-a com padrões internacionais reconhecidos pela Organização Mundial das Aduanas”, destacou Elson Isayama, Presidente do SINDASP e Diretor da Feaduaneiros.

Dentre as vozes presentes, a Deputada Federal por SP, Rosana Valle, abordou temas pertinentes à categoria. Destacou-se, ainda, a contribuição de Jackson Aluir Corbari, Subsecretário de Administração Aduaneira da Receita Federal.

Outras significativas presenças foram destaques como a do Presidente da Feaduaneiros, José Carlos Raposo Barbosa, e de lideranças do Sindasp, Elson Isayama e Rogerio Grecchi, respectivamente, Presidente e Vice-Presidente da Entidade.

Com informações: Última Hora SINDASP

Carga aérea no mundo tem primeiro crescimento mensal, comparativo ao ano anterior, desde fevereiro de 2022, em dados Iata

A Associação do Transporte Aéreo Internacional (Iata) divulgou os resultados dos mercados globais de transporte aéreo de carga de agosto de 2023, que mostram crescimento da demanda anual de carga aérea pela primeira vez em 19 meses. A demanda global, medida em toneladas de carga por quilômetro (CTKs), aumentou 1,5% em relação aos níveis de agosto de 2022 (1,2% para operações internacionais).

A capacidade, medida em toneladas de carga disponível por quilômetro (ACTKs), subiu 12,2% em relação a agosto de 2022 (11,8% nas operações internacionais). Esse resultado está relacionado ao aumento da capacidade de carga em voos de passageiros (30% ano a ano), pois as companhias aéreas intensificaram as operações para atender à demanda por viagens de verão no Hemisfério Norte.

Em agosto, tanto o índice PMI de manufatura (49,4) como o PMI de novos pedidos de exportação (47,0) registraram uma pequena melhoria em relação ao mês anterior. No entanto, esses índices permaneceram abaixo do limite crítico de 50, indicando um declínio anual contínuo, embora mais lento, na produção industrial e nas exportações globais.

O comércio internacional global diminuiu pelo quarto mês consecutivo em agosto, com queda de 3,2% em relação ao ano anterior, reflexo do ambiente de desaceleração da demanda e das condições macroeconômicas em geral.

A inflação apresentou um cenário misto em agosto, com aumento nos preços ao consumidor nos Estados Unidos pelo segundo mês consecutivo. Entretanto, na Europa e no Japão, os preços ao consumidor e ao produtor caíram. Na China, que luta contra a pressão da deflação, os preços ao consumidor subiram.

A demanda por carga aérea subiu 1,5% em relação a agosto de 2022. Este é o primeiro crescimento ano a ano em 19 meses, então certamente esta é uma boa notícia. Mas tem como base um índice baixo de 2022 e os sinais do mercado são heterogêneos. Olhando para frente, mesmo com muitas incertezas, podemos manter o otimismo com os dados do PMI que estão se movendo em direção a um patamar positivo. Isto é particularmente significativo pois avançamos para a tradicional temporada de pico de fim de ano do transporte aéreo de carga, disse Willie Walsh, diretor geral da Iata.

As transportadoras da América Latina apresentaram o melhor desempenho em agosto de 2023, com um aumento de 6,2% nos volumes de carga em comparação com agosto de 2022. Este foi um aumento significativo no desempenho em comparação com o mês anterior (+0,5%). A capacidade aumentou 13,7% em agosto em relação ao mesmo mês de 2022.

Fonte: Agência CMA

GWM planeja iniciar exportações para América Latina em 2025

A GWM já faz planos para iniciar as exportações para a América Latina em 2025.

A informação foi revelada por James Yang, CEO para a América Latina da empresa chinesa, durante o Veículo Elétrico Latino-Americano, evento que aconteceu no início de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Vale ressaltar que, por enquanto, a fabricante sequer iniciou a produção de veículos em Iracemápolis (SP) – algo que deve ocorrer em 1º de maio de 2024.

“Considerando os processos de homologação e testes, o prazo deve ser este”, afirmou Yang, que disse que todos os veículos fabricados por aqui poderão ser exportados. Países como Argentina, Colômbia e Uruguai despontam como favoritos para receberem as primeiras unidades.

Perguntado sobre os resultados no mercado brasileiro, o executivo disse que os números estão dentro das expectativas da empresa. “Os clientes aceitaram muito bem o nosso SUV (Haval H6) e estão demandando por novas soluções de motorização. Nossa expectativa é de que a procura siga aquecida até o final do ano”. Yang disse que a GWM ainda não faz uma projeção de vendas até o fim do ano por estar adequando o volume de importação e vendas ao mercado brasileiro.

 Fonte: https://www.automotivebusiness.com.br

Bahia vai ser um hub de exportação de carros elétricos da BYD, diz jornal

Em julho deste ano, foram comercializados 7,5 mil veículos elétricos no Brasil. Mas a fábrica que a BYD pretende instalar na Bahia terá capacidade inicial de 12,5 mil veículos/mês, ou seja quase o dobro da demanda do país. Então a BYD vai vender para quem? O jornalista Ulisses Cavalcante,  da Revista Autoesporte, esteve em  Shenzhen, na China, visitando as fábricas da BYD e descobriu os planos da empresa. Em vez de levar carros diretamente da China para as Américas, a BYD pretende fazer do Brasil um pólo exportador para toda a América Latina.

A fábrica da Bahia servirá como hub de exportação, e vai exportar carros para toda a América.  A  BYD irá usar as mesmas instalações que eram da Ford até 2021e, segundo o jornalista,  as negociações para que a empresa assuma a planta continuam em curso, e a transação que deve ficar na casa dos R$ 150 milhões, com a participação do governo da Bahia, que assumiu o site da fábrica.  E o fundador e CEO Global, Wang Chuanfu, já tem em sua agenda uma visita ao Brasil em outubro, para o lançamento da pedra fundamental.

Será a primeira planta de carros de passeio da BYD fora da Ásia – e a segunda fora da China (a outra fica na Tailândia). As instalações brasileiras iguais a da fábrica de Changzhou, inaugurada em 2019, que atualmente produz o SUV Yuan e o sedã Seal. Lá, a capacidade atual é de 350 mil veículos/ano.

Baseada em Shenzhen, província de Guangdong, a BYD conta com quatro unidades de negócios: Automóveis, Transporte Ferroviário, Energia Renovável e Eletrônicos e a Bahia deveria estar prospectando negócios nessas áreas.   A BYD tem 600 mil funcionários no mundo, quase 90 mil são engenheiros ou especialistas em pesquisa e desenvolvimento. A empresa apresentou 40 mil patentes, com 28 mil delas concedidas em nível mundial.

“Além de ampliar a indústria em tecnologia e volume de produção, a China quer expandir suas marcas em globalmente. Logo, não é coincidência que a presidente da BYD para as Américas, Stella Li, tenha declarado em agosto que pretende transformar a cidade de Salvador em uma espécie de “Vale do Silício brasileiro”, diz o jornalista.   Mas a declaração veio desacompanhada de um plano concreto para este feito – apenas com uma promessa de investimento de R$ 3 bilhões na futura planta de Camaçari, na Bahia.

Na última segunda-feira, 09/10, a BYD lançou a pedra fundamental das fábricas na BA, em área que era ocupada pela Ford.

Com informações: https://bahiaeconomica.com.br

Após investimentos, Rodo Import quer ampliar operações de Transporte Rodoviário de Carga para todo o Brasil

Após realizar investimentos no primeiro semestre de 2023 em segurança da frota e em novas tecnologias – estas últimas direcionadas para atingir 100% de processos digitais e on line até o final de 2023 – a Transportadora Rodo Import quer nova fatia de mercado. A empresa busca ampliar as operações de carga geral em todo o Brasil, como explica Alexandre Luiz, diretor da empresa (FOTO). “Os esforços do primeiro semestre foram consolidados em veículos especiais de última geração, em baús blindados antifurto, além de ajustes de sistemas. Agora, queremos ampliar o transporte de carga geral para todo o Brasil”, prevê Alexandre Luiz.

Com mais 25 anos de trabalho na área de transporte, a Rodo Import conta com uma frota diversificada e moderna para atender as mais variadas demandas. A empresa segue com as operações aduaneiras que o mercado já conhece e a qualifica como uma das pioneiras no transporte de cargas high-tech. A Transportadora atua no mercado de importação e exportação (transferência e distribuição). “Conquistamos um nível de transporte de alta qualidade, desde a contratação e treinamentos de motoristas nos mais altos critérios de avaliação, até a segurança no transporte. Agora, queremos avançar em Regiões que não atuávamos muito anteriormente, como o Sul e o Nordeste” planeja Alexandre Luiz, diretor da Rodo Import.

A Rodo Import tem sua Sede na cidade de Campinas, próxima ao Aeroporto de Viracopos, onde também possui uma unidade. A empresa está atenta às transformações do comércio exterior brasileiro, com a chegada do CCT Aéreo e outras frentes de modernização no transporte de transferência na importação e exportação. “A tendência é que com essas facilidades o mercado aumente suas operações. Todavia, a empresa está pronta também para buscar novos desafios de crescimento no transporte nacional”, finalizou Alexandre Luiz.