Yazaki inaugura fábrica do setor automotivo para atender Jeep

A Yazaki, desenvolvedora e fabricante de chicotes automotivos, inaugurou nesta quinta-feira(28) sua mais nova fábrica no Brasil, na cidade de Bonito, Agreste de Pernambuco. Esta é a sexta fábrica da multinacional japonesa no país e a décima no Mercosul. Com área total de 100 mil m², a planta emprega atualmente cerca de 800 colaboradores.

“A instalação da nova fábrica em Bonito complementa a atuação da Yazaki no Mercosul e reforça a confiança em nossa região. Destacamos a importância das pessoas que estão se dedicando a construir mais esse capítulo de sucesso na história da empresa. Mais uma vez a Yazaki cumpre seu papel de contribuir com a sociedade e apoiar o desenvolvimento dos locais onde se instala”, declarou Lázaro Figueiredo, presidente da Yazaki Mercosul.

A nova planta ocupa área total de 100 mil m², no Agreste de Pernambuco. Gera cerca de 800 postos de trabalho e irá atender 100% da planta da Stellantis-Jeep, da planta de Goiana, na Região Metropolitana do Recife.

“A chegada da Yazaki é um evento de grande importância para a Stellantis e para Pernambuco, pois representa o avanço de um processo virtuoso de industrialização e de desenvolvimento econômico e social combinados. Desde o início do nosso projeto de instalação do Polo Goiana, uma das prioridades foi a consolidação de uma cadeia local de fornecedores. Isso representa competitividade para toda a cadeia de valor, compensando o fato de nossa localização estar longe das regiões mais industrializadas”, analisa Juliana Coelho, Plant Manager do Polo Automotivo Goiana.

Resultado de um projeto moderno, a nova fábrica foi desenhada para proporcionar mais segurança e conforto aos colaboradores e qualidade superior aos produtos. Para dar início às primeiras linhas de produção, os colaboradores com função de multiplicadores realizaram treinamentos intensivos em outras unidades da Yazaki no Brasil.

“A inauguração de uma fábrica com a dimensão que tem a Yazaki vem reiterar a confiança que o empresariado nacional e internacional tem depositado em Pernambuco, tanto em relação à nossa economia quanto na capacidade de trabalho do nosso povo. Para a cidade de Bonito, e para a região Agreste como um todo, a Yazaki representa um futuro com mais emprego, mais renda e mais chances de crescimento profissional para os trabalhadores. Estamos plenamente confiantes quanto ao absoluto sucesso desse grande empreendimento”, afirmou o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, presente na cerimônia de inauguração, que contou com o prefeito de Bonito, Gustavo Adolfo, e outras autoridades da região.

A Yazaki iniciou sua produção no Mercosul em 1996 com a inauguração da fábrica de Escobar, na Argentina. Desde então, estabeleceu plantas nas cidades de Tatuí (SP), Irati (PR), Santo Antônio da Platina (PR), Nossa Senhora do Socorro (SE), Matozinhos (MG), Las Piedras (Uruguai), Colônia (Uruguai) e Mariano Roque Alonso (Paraguai). Possui também quatro escritórios comerciais no Brasil.

Além dos chicotes elétricos, a Yazaki atende seus clientes com soluções de distribuição e controle de energia, conectores, sensores e displays automotivos. Em suas plantas, promove treinamentos e programas corporativos para seus colaboradores e desde 2020 é certificada pela GPTW como uma excelente empresa para se trabalhar.

Mais sobre a Yazaki – O Grupo Yazaki desenvolve e fabrica chicotes elétricos, além de uma série de produtos para o setor automotivo. A multinacional de origem japonesa foi fundada em 1941 e está presente em 45 países e regiões. É líder mundial, com aproximadamente 240 mil colaboradores no mundo, e lidera também no Mercosul, onde atua desde 1996 e emprega atualmente cerca de 12 mil pessoas. Desde a sua criação, o Grupo Yazaki se dedica a conduzir seus negócios através de sua política corporativa, se firmando como uma empresa comprometida com o mundo e necessária à sociedade.

ABV confirma adesão ao Gourmet Comex

A Aeroportos Brasil Viracopos (ABV), gestora do aeroporto de Campinas, confirmou nesta semana a adesão ao Gourmet Comex. O Almoço de Networking será em novembro e trará overview “Perspectivas 2022” para o mercado.

O melhor Clube de Networking de Comércio Exterior e Logística do Brasil está de volta e com todos os protocolos legais. Após a autorização do Governo do Estado de SP para eventos do gênero, o almoço de relacionamento já tem data marcada e é aguardado pelo mercado do interior de SP.

Adesão de Apoiadores – A ABV se junta ao seleto time de apoiadores como a Libraport Campinas e o SINDASP que já confirmaram as participações. O evento tem também o apoio do CIESP Campinas (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo).

Confira as marcas históricas do Gourmet Comex até sua suspensão, durante a pandemia: 11 anos, 20 edições, mais de 50 patrocinadores e quase 2.500 participantes ao longo das edições. Passaram também pelo evento, apresentações do mais alto nível:

  • MDIC
  • PROCOMEX
  • RECEITA FEDERAL
  • INFRAERO / ABV
  • PORTO DE SANTOS
  • FIESP / CIESP / AMCHAM
  • ANFAVEA
  • Entre outros

A nova edição será realizada em Campinas (SP). Entre as atrações do encontro: espaço exclusivo, pratos gourmet; vinhos importados e música ao vivo.

FICHA TÉCNICA

Data: 19/novembro/2021 – sexta-feira

Horário: 12h às 15h30min.

Local: La Merceria – Empório & Bistrô
Swiss Park Campinas (SP)

  • Todas as recomendações sanitárias
  • Opção de espaço em varanda aberta
  • Um brinde à retomada

 

Faça sua adesão. Fale direto com Nilo Peralta (19) 99299-1987

Após destacado trabalho em Viracopos, Fabiano Coelho assume Alfândega da Receita em Guarulhos

Um evento informal na manhã desta quinta-feira, 21/10, no Aeroporto de Guarulhos, marcou a despedida do Auditor-Fiscal da Receita Federal André Luiz Gonçalves Martins. Assume o posto o AFRF Fabiano Coelho, que já atua como o novo Delegado da Alfândega da Receita Federal do Aeroporto Internacional de São Paulo, localizado no Município de Guarulhos (SP).

Coelho chega com sua bagagem recheada de conquistas em Viracopos, onde ocupava a mesma função que irá exercer em Guarulhos. Ele chegou no início de julho de 2019 e, de lá pra cá, foi o principal responsável por uma revolução nos serviços da Receita Federal que culminaram, ao lado da Gestora local ABV e demais intervenientes, em resultados expressivos no aeroporto campineiro.

Conquistas – Foram avanços como: liderança no mês de março de 2020, com quase 25% das Declarações de Importação (DI’s) no Brasil, com mais de 1,1 mil documentos, reduções de mais de 70% nos tempos médios de despacho aduaneiro e de mais de 50% nos tempos médios totais de permanência das mercadorias em zona primária, crescimento médio de 27,5% na carga internacional e Desembraço de vacinas em tempo recorde de apenas 15 minutos, além da introdução de projetos vitoriosos sempre visando a celeridade de processos de importação e exportação, com inteligência de fiscalização.

Os desafios agora para a Receita Federal serão o de manter o mesmo padrão em Viracopos e o de imprimir estes avanços em Guarulhos, deixando ainda mais em destaque os dois gigantes cargueiros brasileiros.

Farmacêutica investirá R$ 800 milhões em internacionalização

Mais um avanço da indústria farmacêutica nacional rumo ao Exterior. O Laboratório Cristália revelou que dará início ao seu processo de internacionalização. E o plano já tem até investimentos garantidos: R$ 800 milhões, que a companhia destinará para novas filiais no Chile, Colômbia, México e Peru. A unidade em operação na Argentina também passará por uma reformulação.

Segundo informou o cofundador Ogari Pacheco ao Valor Econômico, a farmacêutica adiantou em pelo menos cinco anos esse projeto em função dos resultados durante a pandemia. “Até 2019, produzíamos 4,5 milhões de kits de anestésicos por mês, embora já atendêssemos 95% dos hospitais brasileiros. A partir de 2020, passamos a fabricar 19,5 milhões”, destaca.

O portfólio do Cristália reúne 24 dos 30 produtos que integram o chamado kit intubação. Nos últimos dois anos, o laboratório injetou R$ 420 milhões na ampliação da capacidade e formação de estoques. Mesmo com a queda na demanda a partir do avanço da vacinação, manteve o fluxo produtivo para assegurar três meses de estoque. “E estamos perto de atingir o volume. Quando isso acontecer, vamos ajustar a produção e podemos reduzi-la em até 60%, o que nos estimula a olhar para o mercado externo”, admite.

De acordo com Pacheco, os estudos de viabilidade desses mercados latino-americanos estão adiantados e podem envolver a compra de ativos locais. A meta é que em 2022 as unidades estejam em funcionamento, tanto que a farmacêutica já solicitou o registro desses 24 produtos nos órgãos reguladores de cada país.

Foco em diversificação e em IFAs próprios – A expectativa do Cristália é alcançar R$ 4 bilhões de faturamento neste ano, contra R$ 3 bilhões do ano passado. As áreas de anestesia e oncologia predominam na operação, com mais de 200 apresentações. “Vamos recompor as vendas que devemos perder no mercado brasileiro. Para isso, vamos fazer o registro espelho nesses países, com uma lista de produtos semelhante”, afirmou.

A companhia também aposta fichas em outras categorias, com foco também no varejo farmacêutico. No início do ano, fechou um acordo para aquisição da linha de dermatologia da Silvestre Labs, indústria farmacêutica com base no Rio de Janeiro. No último mês de agosto, lançou o lubrificante ocular Lunah por meio de sua divisão de oftalmologia, a Latinofarma, para o combate à Síndrome do Olho Seco.

O Cristália investe ainda na produção de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs), ao exportar, para a China e a Índia, 15% da matéria-prima utilizada no kit intubação.

Fonte Panorama Farmacêutico

Receita Federal divulga ajustes na exportação via DU-E

A RFB (Receita Federal do Brasil) divulgou novidades na exportação via DU-E. Com a nova versão da Declaração Única de Exportação (DU-E) apresentada pela Receita Federal, a função “entrega de carga para retorno ao mercado interno” permitirá o registro da devolução da parte da carga não embarcada, mediante o registro da movimentação no CCT (Controle de Carga e Trânsito).

Para que seja possível o retorno ao mercado interno, o responsável pelo local de despacho deve recepcionar a nota fiscal que irá amparar o retorno ao mercado interno, verificando se a quantidade apresentada corresponde à quantidade estocada no local. Depois, proceder ao registro da entrega para retorno ao mercado interno, utilizando essa mesma nota.

A nota fiscal deve referenciar a nota original apresentando a parte da carga vinculada à DU-E que não embarcou e retornou à sua origem.

Entenda a mudança: Desde a implantação da função “entrega de carga para retorno ao mercado interno” no módulo CCT, a carga só podia ser devolvida ao exportador se estivesse vinculada a uma nota fiscal que constasse no estoque antes da apresentação da carga para despacho do responsável pelo local de despacho (normalmente, um depositário), procedimento conhecido pela sigla ACD.

A consulta pré-ACD permite identificar as cargas estocadas com um determinado interveniente, informando ainda dados básicos dessas cargas (NCM, valor, destinatário etc). O estoque pré-ACD identifica aquelas cargas que já foram recepcionadas em um determinado local, normalmente um recinto aduaneiro, com base na correspondente nota fiscal (ou item de DU-E, se despacho sem nota fiscal), e que lá se encontram aguardando o registro da correspondente DU-E, para que possam ser apresentadas para despacho e ter o seu despacho iniciado.

Após a apresentação da carga para despacho, quando parte da carga de uma DU-E não embarcava em decorrência de quebra de lote ou de retificação para diminuir a quantidade de mercadoria, não era possível o registro da entrega da carga que não embarcou para retorno ao mercado interno. Nessa situação, a parcela da carga não embarcada era devolvida sem o correspondente registro da movimentação no módulo CCT do Portal Siscomex.

Na evolução do processo de exportação via Portal Siscomex, outras funcionalidades foram desenvolvidas e já estão em produção, como por exemplo:

  • a possibilidade de se registrar CCE (Carga Completamente Exportada) manualmente para toda a carga consolidada (MRUC) e não apenas DU-E a DU-E, com repercussão nas seguintes páginas do manual aduaneiro de exportação: CCE, CCE manual e retificação de estoque pós-ACD;
  • o aumento do tamanho do campo do “motivo” do registro de CCE manual, a fim de permitir um maior detalhamento desse motivo;
  • novos Códigos Fiscais de Operações e Prestação (CFOPs) foram incluídos entre aqueles que podem ser utilizados em notas fiscais a serem recepcionadas no CCT, permitindo que notas de retorno, devolução ou transferência possam ser recepcionadas e, em seguida, entregues para o mercado interno, em situação bem específica, conforme orientado na página do manual aduaneiro que trata da entrega de carga para retorno ao mercado interno e também na página de perguntas frequentes da exportação, mais especificamente na resposta 2.12 do manual.

Importante! A consulta frequente ao Manual de Exportação via DU-E evita a ocorrência de erros, reduz os custos dos intervenientes privados e agiliza o fluxo das operações de exportação.

Fonte: Receita Federal e SINDASP