Dica da Semana: Restaurante Riyad – Espaço para eventos

A Riyad Esfihas Especiais possui um excelente espaço reservado no piso superior para realização de eventos empresariais, confraternizações, aniversários, festas e muito mais.

Entre em contato e reserve o espaço para seus eventos.

Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – no Bairro Cambuí – em Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.

O Riyad possui também Espaço Kids e Delivery. Confira!

Justiça se posiciona ao lado do Despachante Aduaneiro

Profissional é autônomo e TRT tem entendimento favorável contra Empresa de Logística e Agenciamento de Cargas

Os Despachantes Aduaneiros respondem por 97% do desembaraço nas operações de importação e exportação no Brasil. A categoria tem um papel fundamental nas atividades inerentes ao comércio exterior brasileiro. O profissional é autônomo, como explica Marcos Farneze, presidente do SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo. “Ao longo dos anos o SINDASP tem informado ao seu quadro social e ao mercado importador e exportador sobre a situação do Despachante Aduaneiro Empregado de Empresa de Logística e Agenciamento de Cargas ou empresa similar, diante da legislação que rege suas atividades, chamando a atenção para as possíveis implicações que a vinculação trabalhista pode trazer a esses empregadores de Despachantes com relação aos seus honorários”, alerta Farneze.

Esses trabalhos informativos do SINDASP sempre levaram em conta aspectos de natureza legal, pois esses profissionais são genuinamente autônomos e exercem atividades personalíssimas, detendo senha privativa e indelegável que lhe é outorgada pela RFB (Receita Federal do Brasil), e a subordinação hierárquica anula essa autonomia, ao par de ser profissional credenciado diretamente pelos seus efetivos tomadores de serviços para acessar o SISCOMEX, mediante mandato por estes outorgado, que, por sua vez, são os importadores e exportadores (vide Solução de Consulta nº 38, de 2009, da DISIT da SRRF da 1ª. RF).

Entendimento favorável do TRT – Com relação ao tema, uma reclamação trabalhista promovida por Despachante Aduaneiro em face de empresa de logística e agenciamento de cargas, para percepção dos honorários, a desembargadora do Tribunal procedeu ao recebimento do recurso de revista e determinou seu encaminhamento ao TST, por entender que há indícios de violação do artigo 5º do Decreto 2472/88.

A tese tem sido a base de muitas decisões proferidas pelos Tribunais, favoráveis aos Despachantes Aduaneiros que reivindicaram o repasse dos honorários em casos em que mantinham vinculação trabalhista com empresas comissárias ou similares, como é o caso desse recente acórdão proferido pelo  TRT da 15ª. Região, no Processo nº 00111267-17.2015.5.15.0093-RO, oriundo da 6ª Vara do Trabalho de Campinas, cujo teor foi favorável ao Despachante Aduaneiro que reivindicou o repasse de honorários pela Comissária, em relação às 16 (dezesseis) empresas que estão no polo passivo da ação (o que reforça a solução de consulta informada acima, o tomador de serviço é responsável pelo pagamento de honorários de Despachante Aduaneiro Pessoa Física, além da remuneração da Comissária).

Exportações iniciam 2019 em alta no Riogaleão. Ano anterior registrou crescimento de 44% neste setor.

O RIOgaleão Cargo, terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, apresentou, em 2018,

A avaliação do ano de 2018 registra outras conquistas para O RIOgaleão Cargo. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o aeroporto apresentou o maior crescimento percentual em peso de produtos importados no país. O incremento foi de 19%, se comparados os anos de 2017 e 2018.  A conquista reflete, em parte, o incremento específico registrado no período por importadores do Estado do Rio de Janeiro. Os números mostram melhoria de 12% em valor de carga e 13% em peso.

No ano passado, os cinco setores que apresentaram maior movimento em valor de carga de importação foram os de Transporte Aéreo, Farmacêuticos, Oil & Gas, Equipamentos Médicos e Metal Mecânico.

 

Recorde também em importações – O Aeroporto conquistou também a maior movimentação em valor de carga de importação, desde o início da concessão do aeroporto, em 2014. O crescimento registrado foi de aproximadamente 14% em relação a 2014.  Os segmentos que apresentaram os maiores incrementos no período foram os de Transporte Aéreo, Automotivo, farmacêuticos e Químico.

 

Diferenciais do terminal de cargas – O RIOgaleão Cargo conta com extensa malha aérea comercial e operações semanais de cargueiros da LATAM e da Cargolux, que alcançam os principais mercados de importação e exportação do Brasil e do mundo. O terminal de cargas apresenta alguns diferenciais, como infraestrutura moderna, equipamentos, maior eficiência operacional e expertise operacional.

O novo portfólio de soluções customizáveis continua sendo trabalhado junto à cadeia logística, oferecendo serviços que abrangem seis diferentes categorias, que passam por cargas de temperatura controlada, objetos de grandes dimensões e peso, carga valiosa e que necessita de segurança especial, animais vivos e disponibilidade de armazém desalfandegado para facilitação de todos os processos da cadeia logística.

Com informações: Comex do Brasil

Campinas lidera comércio exterior na Região

Campinas foi responsável por um terço do valor movimentado pelo Comércio Exterior em janeiro de 2019, na área de abrangência do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Campinas. De acordo com um estudo inédito divulgado pela entidade ontem, a cidade importou pouco mais de US$ 287 milhões e exportou cerca de US$ 76 milhões no primeiro mês do ano. Juntos, os 19 municípios da regional (Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Campinas, Conchal, Estiva Gerbi, Holambra, Hortolândia, Itapira, Jaguariúna, Lindóia, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Paulínia, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Sumaré e Valinhos) importaram aproximadamente US$ 915 milhões e exportaram quase US$ 255 milhões.

A segunda cidade que mais se destacou na análise foi Paulínia. O município importou em torno de US$ 237 milhões e exportou pouco mais de US$ 61,6 milhões. As quantias representam 25,88% e 24,20% do valor total movimentado na região em suas respectivas categorias de negócios. Em seguida aparece Sumaré, que importou cifras levemente superiores a US$ 81 milhões e exportou perto de US$ 37 milhões. No caso, 8,88% e 14,52% da importância total mobilizada.

Anselmo Riso (foto), diretor de Comércio Exterior do Ciesp-Campinas, explica que as três localidades se sobressaem em função das empresas nelas estabelecidas. “Em Campinas, temos grandes laboratórios e indústrias de autopeças bastante fortes. Além de outras companhias ligadas ao setor tecnológico. Em Sumaré, está instalada uma das maiores indústrias automobilísticas do Brasil. Em Paulínia, há o polo petroquímico do Estado de São Paulo, com indústrias que demandam insumos químicos para os seus produtos e a Refinaria de Paulínia (Replan), que também exporta”, explicou.

Importações – O levantamento do Ciesp-Campinas apontou também que as máquinas, aparelhos e materiais elétricos, aparelhos de gravação e reprodução foram responsáveis por praticamente um terço dos quase US$ 915 milhões importados na região. A categoria movimentou pouco mais de US$ 310 milhões. Em seguida, aparecem os produtos químicos orgânicos, que mobilizaram cerca de US$ 151,2 milhões. Dentre os itens categorizados, combustíveis, óleos e derivados minerais foram os que contabilizaram o menor valor — perto de US$ 535 mil em importações.

Segmentos – No que diz respeito às exportações, os segmentos que mais se destacaram foram os produtos plásticos e derivados, conjuntamente as máquinas, caldeiras, aparelhos mecânicos e suas partes. Cada categoria exportou próximo de US$ 39 milhões, totalizando juntas quase US$ 78 milhões, ou seja, em torno de 31% dos aproximadamente US$ 255 milhões exportados em janeiros pelas 19 cidades da regional.

Indústria fica no vermelho e fecha 450 postos de trabalho em janeiro – O nível de emprego da indústria da região de Campinas voltou a ter um janeiro negativo após seis anos. De acordo com dados divulgados ontem, pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) de Campinas, 450 postos de trabalho foram encerrados no primeiro mês de 2019. Se comparado ao mesmo período de 2018, quando ocorreu superávit de 1.550 contratações, houve queda de cerca de 129%

Para José Nunes Filho, diretor da entidade, o mais preocupante é que o setor acumula três meses de saldo negativo. Em novembro e dezembro de 2018, foram fechados 500 e 650 postos de trabalho, respectivamente.

Apesar de considerar cedo para analisar a recente sequência de resultados negativos, Nunes Filho enfatiza que a indústria ainda está se recuperando da “surra” que levou nos últimos 14 anos. “O setor está descapitalizado, endividado e sem acesso a crédito. São sequelas de um problema de longa data, período em que a economia do Brasil foi destruída”, disse. “Nós só não viramos uma Venezuela por sorte”, esbravejou.

O diretor pondera, entretanto, que apesar disso, o cenário atual é de otimismo. O nível de emprego da indústria da região de Campinas fechou os dois últimos anos com saldo positivo, depois de cinco anos de demissões

Com informações: RAC

Porto de Santos inicia ano com crescimento e receberá R$187,4 milhões em investimento.

Aprovado pelo Consad, Casemiro Tércio finalmente assume presidência e prega transparência

Maior complexo portuário da América Latina, o Porto de Santos completa 127 anos de atuação em 2019. Sob administração da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e com o intuito de aprimorar ainda mais os serviços prestados, várias obras e intervenções estão previstas, e os investimentos devem chegar na casa dos R$187,4 milhões. A partir disso, a expectativa é que o movimento de mercadorias deste ano seja de 136,4 milhões de toneladas, uma expansão de 3,7% sobre o resultado estimado para 2018.

A movimentação de cargas pelo Porto de Santos no mês de janeiro registrou crescimento de 0,6%, alcançando pouco mais de 9 milhões de toneladas de carga.

Tércio assume o Porto – Tornar o Porto de Santos, no litoral de São Paulo, o melhor da América Latina e protegido contra a corrupção. Esses são dois dos principais objetivos do novo diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio Carvalho, que finalmente assumiu o cargo nesta semana, após ter seu nome aprovado no CONSAD.

Em entrevista ao G1, o engenheiro naval e economista afirmou que, para chegar a tal patamar, será preciso agir de forma estratégica. A começar pelo olhar para dentro da empresa, investindo na melhoria do ambiente de trabalho. Segundo ele, o modelo atual abre brecha para a criação de uma cultura departamental. “É preciso unificação de espaços de trabalho. Hoje a estrutura é muito fatiada”, diz.

Para Carvalho, ser o melhor significa ser um porto eficiente, referência em gestão ambiental e de pessoas, com os menores índices de acidente e avarias de carga.

“A gente quer que a população santista tenha orgulho de ter não só o maior como o melhor porto da América Latina. Será preciso criar normas e regramentos internos que têm como objetivo dar mais transparência à gestão da autoridade portuária e criar um ambiente protegido contra corrupção e qualquer coisa que seja um desvio de ética, de moral”.

Na visão de Carvalho, é preciso pensar não apenas na resolução de problemas a curto prazo. “A gente precisa pensar no Porto de Santos daqui a 10, 20 anos, não só nos próximos quatro”, afirma.