“Gourmet Comex” reunirá profissionais de comércio exterior e logística e apresentará indicadores e compliance

Panalpina e EADI Aurora completam lista de patrocinadores do almoço de networking, de 20 de abril, em Campinas (SP), que trará o tema do momento: “O Compliance e o Brasil que queremos”

O tradicional conteúdo do evento Gourmet Comex, no dia 20 de abril, na Catedral do Chopp (FOTO), em Campinas(SP), será passado em uma breve leitura sobre o tema: “O Compliance e o Brasil que queremos”, trazendo um overview do Programa de Integridade, da Gestão Anticorrupção e da Lei Antissuborno, em uma rápida mensagem de um País melhor que queremos, haja vista o momento histórico do País sobre o tema e os indicadores recentes de mercado, que acenam com a retomada do comércio exterior brasileiro, e que também serão apresentados no evento. 

Com o apoio do CIESP Campinas, a nata dos profissionais de comércio exterior e logística da região estará reunida, como explica o diretor da GPA+, Nilo Peralta. ”Repaginamos, nesse semestre, o que seria a 18ª edição do Happy Comex e receberemos os convidados para um almoço gourmet. Nesse ambiente, o mesmo formato de networking permanecerá”, assegura Peralta. A nova proposta do evento busca trazer ainda mais executivos da indústria importadora e exportadora de Campinas e Região nesse horário alternativo.

O charme da “Catedral do Chopp” (FOTO), em Campinas (SP), será a casa do novo encontro. O evento tem o Apoio do CIESP Campinas e conta com o patrocínio da Aeroportos Brasil Viracopos(ABV), SINDASP, da Panalpina e da Aurora EADI.

SAVE THE DATE

Data: 20 de abril – sexta-feira

Local: Catedral do Chopp –  Campinas (SP)

Programação:

11:30h – Recepção e Credenciamento

12;15h – Saudações e Apresentação: “Indicadores do mercado e o Brasil que queremos” – Dr. Gulherme Cremonesi – Palestrante e Articulista COMPLIANCE – CIESP Campinas e Revista Hoje

12:45h às 15:30h – Almoço e Networking 

Apoio: CIESP Campinas

  • O convite se destinará exclusivamente aos executivos das empresas exportadoras e importadoras
  • Confirmações de presença até 16/04
  • Vagas Limitadas 
FORMAS DE ADESÃO: mkt@gpamais.com.br

“Semana do Canal Vermelho” impactou principais centros cargueiros do País e será encerrada neste sábado(7). Movimento da RF, porém, continua.

Paralisações geram atrasos de até uma semana no Porto de Santos(FOTO). Já Guarulhos teve carga também parametrizada no canal verde na semana.

Com a finalidade de intensificar ao máximo a atuação do movimento na luta pelos interesses da Classe dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil, iniciou no período de 1º a 7 de abril a operação batizada pela categoria de “Semana do Canal Vermelho”. Segundo o site do SINDIFISCO Nacional (Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil) o movimento ocorre pela regulamentação da lei 13.464/17 e contra a fragilização da Aduana.

A paralisação dos auditores fiscais e dos trabalhadores avulsos no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, tem gerado prejuízos e atrasos de até uma semana na liberação de cargas. Segundo os sindicatos das categorias, as greves não têm previsão de término e a dos auditores da RF deve ser fortalecida até sábado (7).

De acordo com o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos e Região (SDAS), Níveo Peres dos Santos, o movimento dos auditores causa atraso de sete a oito dias na liberação de cargas no Porto de Santos. “Todas as mercadorias que exigem conferência física, que precisam que os auditores analisem essa mercadoria, estão atrasadas. Uma carga que poderia ser liberada em 24h, até no máximo 48h, está demorando de sete a oito dias para liberação”, explica.

Cada dia de paralisação na Alfândega de Santos ocasiona um atraso de R$ 100 milhões no recolhimento de impostos federais e um acúmulo de 2.000 a 3.000 contêineres para liberação de cargas ao país.

De acordo com o SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – categoria responsável por 97% do comércio exterior brasileiro e que trabalha na ponta da linha dos processos nos dois principais aeroportos cargueiros do Brasil – o que de fato ocorreu foi a intensificação da greve e maior critério no atendimento. Segundo ainda o Presidente do SINDASP, Marcos Farneze, “não foi prevista a conferência física de mercadorias, nem o atendimento aos Despachantes Aduaneiros ao longo da semana, fato que deixou o comércio exterior brasileiro em sinal de alerta”, ressaltou Farneze. Ao contrário do que foi divulgado pelo movimento grevista (que todas as cargas seguiriam para o canal vermelho), o SINDASP identificou que Declarações registradas na semana, tiveram parte parametrizada em canal verde no Aeroporto de Guarulhos(SP), maior centro cargueiro do Brasil.

Com informações: G1 e Foto de Fabio Melo Santos

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Confira abaixo:

Habilidades, não diplomas, definem hoje os melhores talentos, afirmou CEO do LinkedIn

Em processos seletivos, é comum que recrutadores levem em consideração a universidade onde se formaram os candidatos — sobretudo para dar preferência aos que frequentaram as instituições mais renomadas. Para Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, tal prática não faz o menor sentido. Durante uma palestra na ASU GSV Summit, o executivo defendeu o que acredita ser importante analisar na hora de contratar alguém. Segundo ele, o LinkedIn quer alguém com paixão pelo que faz, ética, perseverança, lealdade e mentalidade de crescimento (o “Growth Mindset” sobre o qual tem se falado tanto no mundo corporativo recentemente).

“Estas são qualidades que você não vê necessariamente em um diploma”, defende Weiner. “Há habilidades que tendem a ser completamente negligenciadas quando as pessoas estão examinando currículos ou perfis do LinkedIn. E, no entanto, cada vez mais, achamos que esses são os tipos de pessoas que fazem a maior diferença dentro da nossa organização.”

“Cada vez mais eu ouço esse mantra: habilidades, não diplomas. Não são habilidades que dispensam diplomas. Trata-se apenas de expandir nossa perspectiva para ir além dos diplomas.” Ou seja, três palavras que podem fazer toda a diferença no processo de contratação: habilidades, não diplomas. E faz todo o sentido.

“Nós nos orgulhávamos de no recrutamento ter uma lista incrivelmente curta de universidades, e muitas empresas do Vale do Silício costumavam fazer o mesmo”, disse Weiner. “Certamente não estamos sozinhos. Recentemente, demos uma olhada nos perfis do LinkedIn e constatamos que, entre os trabalhadores do setor de tecnologia dentro do Vale, apenas 5% deles tiveram formações não tradicionais”.

Nos últimos anos, no entanto, empresas têm percebido que existe muito talento escondido — e que muitas pessoas inteligentes e apaixonadas estão desprezando o ensino superior tradicional.

“Estamos tentando nos afastar dessa ideia de que todos na equipe de engenharia, e todos no geral, devem ter vindo de uma escola específica ou ter que ter um grau diploma”, disse Weiner. “Sim, diplomas de [ciência da computação] de escolas específicas podem te levar a encontrar um talento incrível. Mas há tanto talento para ser encontrando se as pessoas estiverem abertas buscá-los em lugares diferentes.”

PUBLICADO NA ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE em 31/12/2017

Importação de automóveis cresce 50% no 1º trimestre

A importação de automóveis cresceu 50% no primeiro trimestre de 2018, informou nesta segunda-feira (2) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Foram importados 50.876 carros de passageiro entre janeiro e março, contra 34.342 unidades no mesmo período de 2017.

Na comparação por valores, o crescimento foi ainda maior: 76%. No primeiro trimestre deste ano, a importação de automóveis somou US$ 922 milhões, contra US$ 540 milhões no mesmo período do ano passado.

“Nossa análise mostra que a principal parcela do crescimento se dá em razão do aumento das compras internas, pois a origem são países que já tem acordo automotivo como o Brasil, como Argentina e México, e que não eram objeto de alíquota adicional”, disse o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto.

A alíquota adicional a que Neto se refere era aplicada na importação de veículos vindos de fora do Mercosul ou do México, que possuem acordo comercial com o Brasil. A cobrança adicional de 30 pontos percentuais de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) estava prevista no Inovar Auto, programa cuja vigência acabou no fim do ano passado.

Segundo o secretário, do total de crescimento das importações no primeiro trimestre, 60% está relacionado a veículos produzidos em países que têm acordo automotivo com o Brasil. Outros 40%, tem como origem países que antes tinham as importações sobretaxadas.

O governo brasileiro negocia um novo regime automotivo, o Rota 2030. A expectativa inicial era de que ele fosse anunciado até o fim de fevereiro, o que não aconteceu. Mesmo com as mudanças, o IPI para estes países não deve subir para o patamar anterior, uma vez que essa política foi condenada pela Organização Mundial do Comércio (OMC).