Allink lança boleto online para facilitar pagamento de frete internacional, taxas e emissão de recibos

A ALLINK, um dos maiores e mais conceituados NVOCCs, especializada na consolidação de carga marítima LCL, lança no mês de Julho sua mais nova ferramenta para o Portal do Cliente: o Boleto Online. Essa novidade facilitará o dia a dia do departamento financeiro dos seus clientes.

Usando o boleto, o cliente abandona a atual prática do Comércio Exterior de ir até o banco ou até uma filial para efetuar pagamentos. Assim que o cliente efetua pagamento via boleto online, a Allink reconhece de forma automática o pagamento e disponibiliza o recibo no próximo dia útil no Portal do Cliente, não sendo mais necessário enviar o comprovante do pagamento por e-mail, tornando o processo mais ágil, eficiente e seguro.

“Dentro do módulo boleto online, é possível emitir, caso seja opção do cliente, um único boleto para diversos processos, podendo incluir fretes e taxas tanto de importação como de exportação em um mesmo boleto. Inclusive, para correntistas do Itaú, a transferência bancária também é uma opção”, menciona Fabio Marques, diretor Financeiro e Administrativo da Allink.

Essa novidade está disponível dentro do Portal do Cliente Allink. Para acessar, basta entrar em allink.com.br. “Para que o cliente da Alllink tenha acesso ao portal, basta solicitar a sua senha de acesso ao vendedor ou customer service de sua conta e utilizar mais essa inovação. Além do boleto, o cliente pode consultar os status de seus embarques, efetuar bookings de exportação, consultar recibos e documentos relativos aos seus processos, e outras ferramentas que vão facilitar e agilizar a rotina de nossos clientes, com total segurança.” menciona André Gobersztejn, diretor Comercial da companhia.

Dica da Semana Riyad – Carré de cordeiro ao pesto amarelo

Saboroso carré de cordeiro ao pesto amarelo. Acompanha arroz árabe.

Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458.

O Riyad possui também Espaço Kids, Espaço Eventos. Confira!

Justiça é saída contra greve de fiscais da Receita

RF finalEmpresas recorrem ao Judiciário para reduzir prejuízos causados pela paralisação em Viracopos. CIESP Campinas ainda monitora movimento.

A paralisação dos auditores da Receita Federal ultrapassou essa semana o seu 20º dia e continua causando atraso nos desembaraços de mercadorias no terminal de cargas do País e, com bastante intensidade, no Aeroporto Internacional de Viracopos.

A situação é mais complicada para empresas que trabalham com estoques reduzidos e que precisam de uma rápida liberação. Na semana passada, a regional de Campinas do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) registrou a paralisação da produção de duas grandes empresas por falta de insumos. O advogado João Paulo Toledo de Rezende, do escritório Lira & Associados, afirmou que tem aumentado o número de empresas que procuram o escritório para auxiliar no desembaraço das mercadorias. De acordo com Rezende, processos que demoram dois ou três dias estão demorando até 20 dias. “O movimento grevista é legítimo, desde que não interrompa serviços públicos essenciais. Tem atrasado muito o desembaraço aduaneiro e as empresas que operam no comércio exterior não conseguem liberar. Nesse cenário é preciso ação judicial para o desembaraço. O que demora dois dias está demorando 20, 30 dias”, apontou. “Há uma série de prejuízos decorrentes desse atraso, como custo de armazenagem, contratos com fornecedores que não são cumpridos dentro do prazo, o que implica em multa, e falta de abastecimento do mercado local.”

Segundo estimativa da delegacia sindical de Santos do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), a greve causa um atraso de R$ 100 milhões por dia de paralisação no Porto de Santos. Os atendimentos agendados na Receita Federal e a chegada dos voos internacionais também estão sendo prejudicados pela paralisação. Os auditores da Receita Federal exigem que o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) cumpra com o acordo firmado em março no governo da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) e conceda reajuste de 21,3% dividido em quatro anos. Há ainda um bônus de R$ 3 mil.

Os auditores paralisam totalmente as atividades às terças e às quintas-feiras, mas casos considerados urgentes são liberados, como cargas vivas, remédios, aparelhos hospitalares e de produtos perecíveis. Nos outros dias da semana, está havendo uma liberação mais rigorosa, conhecida como operação-padrão.

Embora os efeitos não sejam tão graves quanto os de uma greve geral, porque os auditores não chegaram a paralisar totalmente os trabalhos, o diretor da regional do Ciesp Campinas, José Nunes Filho, disse que há atrasos na liberação das cargas. A demora atrapalha principalmente as empresas que trabalham com um estoque pequeno por causa da crise da economia. “Isso para nós é muito danoso, porque quando retém as cargas está retendo o capital da empresa, que fica parado lá dentro. Ela deixa de produzir e o dinheiro fica parado. As empresas estão trabalhando com estoques curtos por causa da crise e dependem da movimentação rápida de carga”, destacou Nunes Filho. “Estamos numa situação de crise, com as empresas descapitalizadas e demitindo. Ainda ter o problema da carga retida no aeroporto e porto é dramático”, completou.

Na Justiça – Segundo o diretor de Comércio Exterior do Ciesp Campinas, Anselmo Riso, além de comprometer a produção, o atraso no desembaraço amplia os custos das empresas. “Esse atraso complica não só a produção, mas os custos, porque a empresa acaba pagando taxas adicionais de armazenagem, principalmente na parte aérea.” Riso disse que o Ciesp tem monitorado a situação e não descarta entrar com uma ação judicial coletiva para acelerar a liberação de cargas. “Estamos fazendo monitoramento para possível judicialização e até agora estamos tendo pouco reflexo. Para isso precisamos ter um processo bem fundamentado. Mas eles estão fazendo de maneira pontual, o que complica. O atraso é considerável, mas ainda não é aquele prejuízo irreparável.”

Fazenda já se comprometeu a dar reajuste – Auditores fiscais da Receita Federal dizem que o Ministério da Fazenda se comprometeu, na semana passada, a cumprir acordo salarial firmado em março deste ano. O acordo prevê reajuste de 21,3% em quatro anos, dos quais 5,5% seriam pagos já a partir de agosto. Como o projeto de lei do aumento ainda não foi enviado ao Congresso Nacional, a categoria mantém a operação padrão. Cláudio Damasceno, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), disse que o governo prometeu resolver a questão “nos próximos dias”, mas não esclareceu se o reajuste será assegurado por meio de medida provisória ou projeto de lei. De acordo com Damasceno, a Fazenda enviou à Casa Civil um texto prevendo o reajuste, mas não revelou ao Sindifisco o modelo adotado nem o conteúdo. Segundo ele, a preferência do governo é um projeto de lei, mas, nesse caso, pode não haver tempo hábil para pagar a primeira parcela do aumento em agosto.

O acordo prevê ainda um bônus de R$ 3 mil, também a partir de agosto. “O fato de o Ministério da Fazenda ratificar o acordo e dizer que está trabalhando para cumpri-lo é uma notícia positiva. Mas estamos aguardando que pelo menos esse texto saia, para fazer uma análise e a partir daí deliberar sobre a manutenção ou não da mobilização”, adiantou.

Fonte: Agência Brasil / Correio Popular

NTC & Logistica divulga números da defasagem dos fretes

caminhao finalEntre os números anunciados, a defasagem é de 22,9% nos fretes de carga “lotação ou fechada” e de 9,81% para carga “fracionada”

Foi realizado na quarta-feira (03/08), a segunda edição de 2016 do CONET. O evento reuniu um grande número de empresários e líderes do setor de Transporte Rodoviário de Cargas. Após a primeira edição do ano ter sido realizada na cidade de São Paulo durante o mês de janeiro, Bento Gonçalves/RS foi a sede escolhida para abrigar esse importante evento para o TRC.

O evento começou com o discurso de Paulo Caleffi, presidente da Fetransul, entidade anfitriã do evento. Caleffi exaltou a presença de várias entidades do setor, mostrando a força do Transporte Rodoviário de Cargas. “É surpreendente que temos aqui 11 federações do transporte de cargas, isso representa 100% das Federações brasileiras. Temos também 43 sindicatos, que mostra a força que vai sair daqui com as resoluções. O que tem de representação do transporte está aqui”.

Caleffi também citou a necessidade do realinhamento dos preços que o setor pratica. “O evento foi muito concorrido, muitos transportadores, muitos presidentes de sindicatos, de federações, e associações, e isso demonstra claramente a necessidade que o setor está de realinhar seus preços, realinhar suas tarifas para poderem alimentar qualquer esperança de rentabilidade”.

O presidente da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), José Hélio Fernandes, durante a abertura, comentou a recessão econômica do país e ressaltou a importância das entidades do setor. “Eu nunca vi uma crise que chegasse com tanta força como essa chegou. É quase como trocar o pneu com o caminhão andando”. “Nós queremos que as bandeiras de nosso setor nasçam nas bases, nos sindicatos de nosso setor”.

José Hélio também afirmou a importância do evento para o setor. “É um evento muito representativo, com a presença de empresários e lideranças que demonstra a preocupação com esse momento. Temos gente do Brasil inteiro, e isso é muito importante para nós. Todo mundo buscando solução para saber o que fazer nas empresas. Este é um ótimo momento para saber o que pensam os empresários”.

Para Urubatan Helou, vice-presidente da NTC, essa edição do CONET, deve ser histórica pelo momento do país. “Esse CONET, aonde trataremos do INCT e da evolução dos custos do transporte, pode ser o CONET mais histórico que tenhamos assistido”.

Urubatan também se mostrou otimista quanto ao sucesso do evento. “Eu acho que sairemos daqui com a missão cumprida. Com a missão das entidades cumpridas. O que cabe a entidade fazer, é isso que ela está fazendo agora, participar”.

Estudos e apresentações técnicas do setor

Neuto Gonçalves dos Reis, Diretor Técnico da NTC&Logística, trouxe a público o índice de variação do INCT, feita através de estudos do Departamento de Custos Operacionais – DECOPE. Para cargas fracionadas, o índice de variação foi de9,08%. Já para cargas lotação, a variação foi de 7,30%.

Em seguida, o assessor técnico da NTC, Lauro Valdívia, apresentou o resultado da pesquisa sobre a defasagem dos fretes. Entre os números apresentados, vemos uma defasagem de 22,9% nos fretes de carga lotação. Para a carga fracionada o número é de 9,81% abaixo do custo apurado pela NTC. Confira mais aqui.

O evento contou ainda com as apresentações de Alex Agostini, economista-chefe na Austin Rating, que trouxe para o evento um panorama geral do cenário macroeconômico do país no período 2016/2017, e de Francisco Pontes, Diretor Executivo da Temarco Logística e Setcarce, que trouxe uma Proposta de Análise Setorial Transporte De Cargas Encomendas.

Ao final do primeiro dia de evento, aconteceu o jantar temático “Com a Mão na Massa”, oferecido pela Fetransul.

O CONET&Intersindical é uma realização da NTC e tem como entidade anfitriã a Fetransul.  Além disso, o evento conta com o patrocínio da Autotrac, BgmRodotec, CCR Nova Dutra, Man, Iveco, Cummins, Mercedes-Benz, Sascar, Tnix e Trade Vale.

Fonte: NTC&Logística. E SINDICAMP

Indústria volta a melhorar, mas ainda longe de patamares do passado

Pelo quarto mês seguido, a produção industrial registrou crescimento, de 1,1% de maio para junho. Entretanto, ainda acumula uma retração de 9,1% no ano, com pior primeiro semestre desde 2009. Para que esse crescimento seja chamado de recuperação, a indústria ainda tem que vencer desafios. Entre eles, números como 531,76 mil demissões de janeiro a julho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged); e 22,4% da população superendividada, de acordo a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“Essa melhora mensal indica que a indústria parou de cair em queda livre e iniciou um processo de estabilização. Mas o grau de devastação acumulado no setor produtivo ainda é tão vasto, que demora muito para chegar à franca expansão”, analisa o professor de economia do Ibmec, Reginaldo Nogueira.

O coordenador dos cursos de gestão da Newton Paiva, Leandro César Diniz da Silva, afirma que, apesar de ser apenas 1,1% de crescimento no mês, o número tem um gostinho de reversão de um cenário negativo. Mas, segundo ele, ainda demora para que o brasileiro sinta efeito prático no dia-a-dia. “Se persistir, automaticamente a demanda vai voltar a subir e a indústria terá necessidade de voltar a produzir mais. Então, vai gerar emprego e mais renda para fazer a roda da economia voltar a girar”, avalia.

Segundo o coordenador da de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo, os quatro meses positivos representam um incremento de 3,5%. “Mas ainda há uma perda importante a ser recuperada, devido aos resultados negativos mais intensos observados desde 2015. Claramente ainda permanece um perfil disseminado de taxas negativas na maior parte das atividades industriais”, comenta.

Fonte: O Tempo