Na esteira do Brasil, transporte aéreo mundial de carga desacelera em 2015, segundo números IATA

iata_logo__05O transporte aéreo de carga registrou em 2015 crescimento de apenas 2,2% ante o ano anterior, uma desaceleração comparada à expansão anual de 5% apurada em 2014. A informação é da Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata), que congrega as 260 maiores empresas de aviação do mundo.

O desempenho de 2015 foi afetado pela fraca atividade em dezembro, quando o modal aéreo transportou apenas 0,8% mais que em igual mês de 2014. Nas rotas internacionais, o transporte aéreo de carga cresceu 0,7% em dezembro e 2,5% no acumulado de 2015. Já nos voos domésticos, a aviação apurou uma demanda cargueira 1,4% maior em dezembro, mas apenas 0,1% superior aos números de 2014.

Segundo os dados da Iata, a América Latina foi a região, ao lado da África, que teve o pior desempenho do transporte aéreo de carga em 2015. As aéreas latino americanas tiveram retração de 6,2% na demanda ante 2014, prejudicadas pela forte recessão no Brasil.

As empresas africanas transportaram 8,4% menos. Na ponta contrária, o Oriente Médio cresceu 4%. “O ano de 2015 foi muito ano difícil para o transporte aéreo de carga. O crescimento desacelerou e a receita está caindo”, disse o presidente da Iata, Tony Tyler. Segundo ele, em 2011 a receita de carga aérea atingiu um pico de US$ 67 bilhões. “Para 2016, não estamos esperando que a receita exceda US$ 51 bilhões”, apontou o executivo.

Fonte: Jornal Valor

Hyundai Rotem conclui fábrica de trens no interior de SP

Apenas três semanas após conseguir a licença de operação para a primeira unidade produtiva no Brasil, a fabricante sul-coreana de material rolante Hyundai Rotem está prestes a finalizar um investimento da ordem de R$ 100 milhões no projeto, instalado em Araraquara, no interior de São Paulo. A cidade é velha conhecida como um polo ferroviário do Estado e já conta com uma fábrica da Randon.

A nova fábrica tem capacidade para produzir até 2 mil carros – que compõem os trens – por ano. Segundo o presidente da Hyundai Rotem Brasil, Sungha Jun, que recebeu o Valor no novo espaço, falta menos de 10% para realizar todo o investimento previsto. A área adquirira para a empreitada ainda conta com um espaço ocioso que pode ser utilizado para ampliação de capacidade ou investimento em nacionalização. Aportes com esses objetivos, porém, serão considerados conforme a entrada de pedidos.

Até agora, a fabricante conta com uma equipe de 138 trabalhadores, mas a expectativa é de que mais profissionais sejam contratados e de que esse número chegue a 180 até o fim do ano. Apesar da crise econômica enfrentada pelo Brasil, a empresa diz ver espaço para crescer e que bons novos projetos devem surgir.

O movimento se dá em um momento em que o país enfrenta uma grave crise recessiva e em que projetos de concessões e obras públicas que eram aguardados não saíram do papel. Em meio a esse contexto, está em andamento uma investigação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre o cartel de trens em São Paulo. O Ministério Público de São Paulo também investiga as suspeitas de cartel. A Hyundai Rotem, porém, diz enxergar perspectivas de demanda por trens para passageiros, dada a necessidade do país de investir em mobilidade urbana. Além disso, tem como foco não apenas o Brasil, mas a América Latina.

O primeiro pedido do grupo no Brasil, para fornecer trens à Linha 4 – Amarela, do Metrô de São Paulo, contou com trens trazidos da Coreia do Sul. Após iniciar a operação no Brasil, a Hyundai Rotem já conquistou outros dois contratos que envolvem a fabricação dos trens no país. A empresa é fornecedora dos trens para a Linha 2 do metrô de Salvador, capital baiana, e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O primeiro pedido, de 136 trens, já teve 32 unidades entregues. Para CPTM, a empresa deve fabricar outros 240 trens, sem entregas feitas.

Como conta com o financiamento do BNDES para os projetos, a companhia respeita o índice de nacionalização exigido pelo banco de fomento, em 60%. A fábrica é basicamente de montagem dos trens. Para atender ao índice, a empresa se adapta por meio da compra dos componentes no Brasil.

Com os pedidos já feitos, a empresa tem receita prevista de R$ 300 milhões para 2016 e o mesmo montante para 2017. Isso sem considerar novos projetos que podem entrar, nos quais o comando da companhia já está olho. Além de mapear projetos no Brasil, como o Metrô Rio e licitações da CPTM, a ideia é que a base de Araraquara sirva para atender a região da América Latina. Lima, no Peru, é apontada pelo presidente como um foco de interesse no momento.

Fonte: Valor Econômico

Líder entre os aeroportos cargueiros da Infraero, Manaus informatiza pesagem e registra ganho operacional de 30% na importação e na exportação

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes (AM) automatizou todo o processo de pesagem de cargas destinadas à importação e exportação. Após o registro de peso, as informações das balanças são automaticamente registradas no sistema TECAplus. Com a automatização, o Teca registrou ganho operacional de 30%. Quando pesado manualmente, o procedimento chegava a durar até 3 horas para ser concluído.

A novidade proporciona mais eficiência no tempo de fechamento de voos, menor contato físico com o carregamento e maior capacidade de processamento de voos simultâneos. Além disso, eliminou a possibilidade de divergências no registro de pesos, tornando o armazenamento de cargas mais dinâmico.

O Teca do aeroporto manauara foi o primeiro da Rede Infraero a informatizar todo o processo. A medida segue as normas da Portaria nº 3.518/2011 da Receita Federal do Brasil (RBF).

De acordo com o líder de projetos da Gerência de Infraestrutura e Logística, Jonas Batista da Silva, a experiência servirá de base para outros terminais que trabalham com despacho aduaneiro de mercadorias. “Para se tornar possível a automatização, a balança tem de ter uma interface que possa ser ligada ao computador. A partir dessa experiência, que funcionou bem, vamos expandir a medida para todos os demais terminais”, explicou.

O gerente de Negócios em Logística de Carga, Nilson Teixeira, explica que o cumprimento desta exigência da Receita Federal otimizou todo os procedimentos do Teca. “A implantação do sistema de integração de balanças ao TECAplus no Teca Manaus proporcionou agilidade e confiabilidade em nossos processos”.

Líder em movimentação de cargas da Rede Infraero – O Teca de Manaus foi responsável por mais de 40% do total de cargas movimentadas pela Infraero em 2015.

Passaram pelo terminal 123.009 toneladas de carregamento: 25.852 t de cargas importadas e 2.645 t exportadas. A movimentação nacional foi de 94.512 t. Eletroeletrônicos, autopeças e metais preciosos estão entre os itens mais movimentados.

Da Redação

RIOgaleão Cargo celebra primeiro cargueiro regular da Europa para o Rio de Janeiro

Na última sexta-feira recebemos o primeiro voo da Cargolux, líder entre as companhias aéreas de carga da Europa.

Toda sexta-feira o B744F da Cia. de Luxemburgo pousará por aqui, aumentando nossa movimentação de cargas em até 110 toneladas. É a primeira operação cargueira regular da Europa para o Rio de Janeiro.

Desde que assumimos a operação, estamos investindo em roadshows por todo o mundo buscando colocar o Rio na rota das maiores empresas de transporte de carga.

Da Redação

Dica da semana – RIYAD – Pratos que são destaques

Veja a dica da semana. Entre os pratos, destaque para as tradicionais esfihas especiais e as 14 opções do cardápio executivo, que oferecemos o dia todo nos shoppings, e de segunda a sexta (somente no almoço) na unidade do Cambuí. Em especial, a “picanha de cordeiro, salada oasis e arroz árabe”, o “charuto de repolho” e a “abobrinha recheada e kafta”, afirma André Penna, um dos sócios do local.

O endereço da Unidade Cambuí é na Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). A Unidade Galeria fica no Shopping de mesmo nome, também em Campinas.

O Riyad possui também Espaço Kids e Espaço Eventos no Cambuí. Confira!