Exportações de café elevam participação do Porto de Santos na balança comercial

No primeiro mês de 2015, a participação do Porto de Santos na balança comercial brasileira foi de US$ 6 bilhões, registrando aumento de 5,26% na participação sobre o total brasileiro em relação a janeiro do ano anterior. As exportações de produtos agrícolas impulsionaram esse resultado, com destaque para o café, com receita de US$ 319,0 milhões, equivalente a 10,9% do total comercializado pelo porto.

Segundo dados da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), as exportações, com participação de 48,33% sobre o geral, alcançaram US$ 2,9 bilhões, equivalente a 26,1% do total brasileiro de US$ 11,2 bilhões.

Além do café, o ranking das cargas de maior valor embarcadas no porto santista é completado pelo milho, com vendas de US$ 274,3 milhões, 9,4% das exportações realizadas. Os principais destinos do cereal foram o Vietnã, Japão e Irã. O açúcar oriundo da cana de açúcar completa a lista dos itens de maior valor, com uma comercialização de US$ 172,6 milhões, 5,9% do total exportado.

Dica da semana – Riyad – Espaço para eventos

A Riyad Esfihas Especiais possui um excelente espaço reservado no piso superior para realização de eventos empresariais, confraternizações, aniversários, festas e muito mais. Entre em contato e reserve o espaço para seus eventos.

Esta é a “dica da semana” do Portal GPA LogNews para a comunidade de comércio exterior e logística de Campinas e Região para conhecer o Restaurante da Cozinha Árabe: Riyad.

O endereço é Rua Antonio Lapa 382 (esquina com Barreto Leme) – Campinas (SP). O telefone é (19) 3254-3458

O Riyad possui também Espaço Kids e Delivery. Confira!

Jorge Lobarinhas, novo Diretor Comercial de Viracopos: “Vamos transformar Viracopos numa grande plataforma logística”

Lobarinhas final 2Especial Viracopos:

 

A Aeroportos Brasil Viracopos (ABV) retomou o projeto para a implantação do conceito ‘Aeroporto Industrial’ no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Essa operação será realizada sob o Regime Especial de Entreposto Aduaneiro na Importação e Exportação, regido pela Instrução Normativa SRF N.º 241, de 6 de novembro de 2002. O plano de construção do empreendimento no terminal vem desde a época em que o aeroporto era administrado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). “Muitos já tentaram a implantação do Aeroporto Indústria, mas somente Viracopos possui hoje pré-requisitos para o sucesso dessa empreitada como área para expansão, regularidade de voos cargueiros e demanda”.

Estas e outras informações são de quem entende do assunto. O Portal LogNews entrevistou com exclusividade Jorge Lobarinhas, com experiência de quem já atuou do “outro lado do balcão”, como ele mesmo diz, em posições ocupadas durante 10 anos em um operador logístico. Lobarinhas assume agora a diretoria comercial da ABV, concessionária do aeroporto de Campinas, que também engloba a responsabilidade por toda a operação de carga aérea. Na ABV desde a transição da Infraero na área de logística de carga, em 2012, atuou diretamente no trabalho de melhorias dos processos logísticos e no armazém de perdimento do Terminal.

O cronograma de implantação do Aeroporto Indústria deve ter suas duas primeiras etapas cumpridas no segundo semestre de 2016, com a terraplenagem e infraestrutura já prontas e deixando a área apta a receber a construção dos terminais. Após, faltarão o alfandegamento pela Receita Federal e a instalação e a operação das indústrias que produzirão para a exportação. Os investimentos, apenas nessa ação inicial, somam R$75 milhões, em uma primeira fase já concluída. “Investiremos mais R$ 93 milhões na segunda fase da área que vai abrigar o aeroporto industrial. O complexo recebrá  também um condomínio logístico que terá outras atividades, como Armazém e Centro de Distribuição”, assegurou Lobarinhas.

O projeto, em andamento contínuo, prevê a instalação de empresas em Viracopos que possam receber itens na linhas de produção, montagem, manufatura de produtos destinados à exportação. “Os insumos e matérias primas não saem do aeroporto para serem transformadas e retornarem em forma de produtos com valor agregado. São vantagens fiscais e logísticas que irão trazer ganhos para os exportadores e também vai impulsionar a nossa competitividade (de Viracopos) ao oferecer mais serviços para as empresas” explica. E complementa: “As companhias aéreas, por exemplo, ficarão mais competitivas em função de uma maior oferta de carga para exportação, preenchendo as rotas de retorno. Vamos transformar Viracopos numa grande plataforma logística”.

“Em 2016, nossa meta é crescer a receita da carga aérea em 15%”

Viracopos nova

Especial Viracopos:

 

O novo diretor Jorge Lobarinhas fez questão de ressaltar os serviços e a infraestrutura disponíveis para os usuários da logística de carga do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. O terminal de Logística, por exemplo, já recebe 100% das cargas pelo novo WMS (Warehouse Management System). Após fase de testes iniciada em 2015, o aeroporto já opera a totalidade de suas cargas na importação e exportação utilizando o WMS, novo sistema de gerenciamento do Terminal de Cargas.

Desde de janeiro, o WMS opera 100% no recebimento e caminha, em breve, para operar todas as cargas da armazenagem e liberação. Além disso, projetos desenvolvidos recentemente já estão em pleno curso, como:

Terminal de Alta Segurança – Viracopos, em parceria com a Brink’s, iniciou em setembro de 2015 a construção do primeiro terminal de alta segurança, com padrão internacional para cargas de alto valor. 

Câmara frigorífica – O complexo frigorífico de Viracopos também foi ampliado e recebeu diversas melhorias, como controle mais eficiente para todas as temperaturas; entrada e saída independentes; controle de umidade; área segregada para produtos da Linha Saúde; equipe treinada e dedicada ao atendimento das cargas da linha saúde; e aumento da área, passando de 13.000m³ para quase 21.000m³.

Operador Econômico Autorizado (OEA) –  Viracopos foi o primeiro aeroporto do Brasil a receber a certificação de Operador Econômico Autorizado (OEA), programa mundial do Comitê da Organização Mundial das Aduanas (OMA). No Brasil, a iniciativa é realizada em conjunto com a Receita Federal e conta com a parceria da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Aliança Procomex.

Ao par da busca por excelência nos serviços, a equipe de carga aérea persegue números positivos para 2016. “Nossa meta é crescer a receita da carga aérea em 15%”, prevê Lobarinhas.

“Viracopos é na essência o grande hub cargueiro, mas o desafio imediato será a transferência das operações de passageiros para o novo terminal até março”

viracopos industria final

Especial Viracopos:

 

O novo terminal de passageiros do Aeroporto de Viracopos começou a operar em junho de 2014 e tem sua entrega completa pela ABV marcada para o próximo mês de março, com voos e  operações de passageiros transferidos em sua totalidade para a nova área, que promete ser uma das mais modernas e equipadas do país.

Na esteira de mais essa meta alcançada, outro projeto entra em linha com a transformação do atual terminal (que será desocupado) em duas novas áreas distintas: parte destinada à incrementar a armazenagem de carga doméstica, enquanto a outra parte deverá receber um projeto dedicado à população aeroportuária que transita pelo complexo. “Uma pesquisa nos sinalizou quais são as carências para o público flutuante que temos, com cerca de 10 mil pessoas, e que necessita de serviços como restaurantes, academia, clínica médica, dentistas  e até uma creche, para que as profissionais locais que são mães possam estar próximas de seus filhos. Um centro comercial moderno e com um mix de serviços é o nosso projeto”, explica Lobarinhas.

A Azul Linhas Aéreas começará a fazer na próxima segunda-feira, dia 29, testes de voos domésticos no Píer C do novo terminal de passageiros de Viracopos. A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos (ABV) informou que a adaptação faz parte do cronograma de transferência total das operações, que serão realizadas até o final de março. O número de voos envolvidos nos testes iniciais será definido até o final desta semana, em conjunto com a companhia aérea. O Píer B, que terá voos internacionais e domésticos, será liberado gradativamente, conforme o aumento da demanda de passageiros, segundo a concessionária. O objetivo, ainda de acordo com a ABV, é migrar as operações gradativamente, da maneira mais segura e cômoda para os passageiros, sem prejudicar os fluxos do aeroporto.