Inauguração de Laboratório em planta fabril otimiza logística no interior paulista

No início de fevereiro, a Frasle Mobility inaugurou uma estrutura de engenharia avançada em Sorocaba (SP), que faz parte do Movetech, maior centro de engenharia avançada em materiais de fricção do hemisfério Sul, sediado em Caxias do Sul (RS).

Com histórico de mais de 50 anos em soluções completas para o mercado da mobilidade, o Movetech passa a atuar a partir do interior paulista com uma série de ensaios químicos. O laboratório é equipado para controle de matérias-primas, acompanhamento e validação de produtos, processo de aprovação de peças de produção junto a clientes e fornecedores e análise de produtos em desenvolvimento pelas marcas Frasle Mobility. Equipe de engenheiros químicos reforça o time de mais de 160 profissionais altamente especializados, que atuam na concepção de novos produtos, fazendo uso de ferramentas avançadas para a criação de componentes, testes e simulações.

A extensão do Centro de Engenharia Avançada em Sorocaba (SP) vai otimizar a logística de desenvolvimento de tecnologia e soluções para materiais de fricção. A localização no Sudeste também vai nos permitir estar mais próximos de clientes e fornecedores, ampliando nossa relevância e atendendo, com excelência, às demandas do mercado”, destaca o diretor de Engenharia, Inovação e Vendas OEM da Frasle Mobility, Luciano Matozo.

Com foco no desenvolvimento das soluções da Frasle Mobility, o Movetech atua de maneira integrada com o Centro Tecnológico Randon (CTR) – o mais completo centro independente da América Latina em testes e homologações – e mantém relacionamento permanente com instituições de ensino, pesquisa e inovação, como o Instituto Hercílio Randon (IHR), entidade privada de ciência e tecnologia apoiada pela Randoncorp.

Em complemento à atuação do Movetech, a Frasle Mobility mantém laboratórios e espaços de desenvolvimento tecnológico para produtos e soluções em unidades como a Nakata, no Brasil, e também no exterior, para atendimento às operações na China e na Índia.

Automóveis da GAC iniciarão chegada ao Brasil. Empresa já conta com CD de peças no interior de SP

Os anunciados planos da GAC, Guangzhou Automobile Group Company, de estabelecer vendas e posteriormente produção de veículos no Brasil começam a ganhar contornos mais palpáveis.

Os primeiros automóveis da marca chinesa começarão a ser importados nas próximas semanas e desde este mês a empresa já conta com um centro de distribuição de peças e componentes para reposição.

Localizado em Cajamar, município da Grande São Paulo, o Centro de Distribuição da GAC Brasil abrigará peças de revisão, manutenção e acessórios em área inicial de 2 mil m². A gestão da operação ficará a cargo da DSV, empresa  especializada em logística e transporte com larga atuação no setor automotivo.

Cajamar foi escolhida devido à proximidade dos maiores mercados consumidores, mas também pela localização estratégica. A cidade tem acesso fácil a aeroportos, como Viracopos e Guarulhos, além de farta rede de rodovias e de estar a menos de 150 km do Porto de Santos.

“Queremos proporcionar aos nossos clientes um atendimento ágil e descomplicado, garantindo que as peças estejam disponíveis para reposição e manutenção no menor tempo possível”, afirma Alex Zhou, CEO da GAC Brasil, que diz que os estoques serão adequados de acordo com a demanda.

O CD no Brasil se somará a outros da empresa no Panamá, Emirados Árabes Unidos, México e Rússia e que, entende a GAC, sustentarão o processo de expansão global da marca que já está presente em 74 países e que produziu 2,5 milhões de veículos em 2023.

A linha de produtos é formada por modelos a combustão, híbridos e elétricos, alternativas que serão oferecidas no Brasil paulatinamente, seja no período de importação ou quando a empresa começar a produzir aqui.

Em julho, Feng Xingya, presidente do GAC Group, revelou pessoalmente ao governo brasileiro projeto de investimento conjunto com fornecedores de US$ 1 bilhão nos próximos cinco anos para produção de veículos no País.

Em dezembro, a GAC já comprometeu uma parte dos recursos, R$ 120 milhões, em convênio com as universidades federais de Santa Catarina e Santa Maria, RS, e a estadual Unicamp, de Campinas, SP.

O principal objetivo da parceria é o desenvolvimento e produção local de motores flex e híbridos flex para os carros que a GAC passará a vender a partir das próximas semanas e que também equiparão os futuros automóveis nacionais a serem montados em fábrica que será erguida em local ainda não informado.

Fonte: https://www.autoindustria.com.br

MDIC abre consulta pública para ampliar acesso das MPMEs ao seguro de crédito à exportação

Fortalecer a capacidade exportadora das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). Esse é o objetivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que, por meio da CAMEX (Câmara de Comércio Exterior), lançou, nesta sexta-feira (14), consulta pública sobre a alteração dos critérios de elegibilidade para a contratação do Seguro de Crédito à Exportação (SCE) pelas MPMES. O objetivo é ampliar o número de empresas que poderão se beneficiar do SCE, essencial para viabilizar a expansão de seus negócios no mercado internacional.

Pelas regras atuais, podem contratar o seguro empresas com faturamento de até R$ 300 milhões por ano e exportações anuais de até US$ 3 milhões. No caso de operações pré-embarque e de empresas que tenham até três importadores em suas carteiras de clientes cobertas pelo SCE, as exportações podem chegar a até US$ 5 milhões. Esse limite de exportações anuais foi estabelecido para garantir apoio governamental às empresas com maior dificuldade de contratar coberturas, premissa que continua válida.

Contudo, como as diretrizes atuais foram definidos há mais de cinco anos, a CAMEX reavaliou os critérios atuais para identificar novos segmentos de mercado em que não há oferta privada de seguro de crédito à exportação. A nova proposta prevê a eliminação do limite de exportação anual para operações com SCE pré-embarque, inclusive para o setor de defesa; e a expansão do limite para operações na fase pós-embarque, que deve voltar a ser oferecido em breve.

SCE pré e pós-embarque – Historicamente, as micro, pequenas e médias empresas têm dificuldade de conseguir com o mercado privado coberturas do seguro pré-embarque, que, para elas, é fundamental para reduzir os riscos inerentes às operações de exportação. O SCE facilita, inclusive, o acesso a capital de giro para o financiamento da produção exportável. Portanto, as alterações propostas na consulta pública buscam trazer soluções que o mercado não oferece.

Já o SCE pós-embarque protege os exportadores contra o risco de inadimplência do importador, possibilitando às empresas oferecerem condições de venda mais competitivas para pagamentos a prazo. Além disso, facilita o acesso a financiamento bancário caso o contratante do seguro opte por antecipar os recebíveis da exportação junto a instituições financeiras. Portanto, assim como o seguro pré-embarque, a modalidade pós-embarque é de grande importância para o importador.

Em relação ao setor de defesa, um diagnóstico realizado pela CAMEX constatou que o mercado privado não tem atuação significativa na concessão de financiamento ou coberturas para a exportação de bens e serviços de uso militar, o que motivou a proposta de ampliação do SCE para o setor de defesa com a oferta nas duas fases: pré e pós-embarque.

Após recorde em 2024, IATA prevê crescimento moderado de 5,8% para a carga aérea em 2025

A Associação do Transporte Aéreo Internacional (IATA) divulgou os resultados dos mercados globais de transporte aéreo de carga do ano de 2024 e dezembro de 2024, com os seguintes destaques:

• A demanda total de 2024, medida em toneladas de carga por quilômetro (CTKs), aumentou 11,3% em relação a 2023 (12,2% nas operações internacionais). A demanda de 2024 excedeu os volumes recordes registrados em 2021.

A capacidade total de 2024, medida em toneladas de carga disponível por quilômetro (ACTKs), aumentou 7,4% em comparação a 2023 (9,6% nas operações internacionais).

Os yields de 2024 ficaram em média 1,6% abaixo dos yields de 2023, mas 39% acima dos yields de 2019.

• Para encerrar o ano, dezembro de 2024 apresentou desempenho forte e contínuo. A demanda global ficou 6,1% acima dos níveis de dezembro de 2023 (7,0% nas operações internacionais). A capacidade global ficou 3,7% acima dos níveis de dezembro de 2023 (5,2% nas operações internacionais). Os yields de carga ficaram 6,6% acima dos yields de dezembro de 2023 e 53,4% acima dos yields de 2019.

“A carga aérea foi o destaque em 2024, com crescimento recorde no transporte aéreo. Mais importante que isso é que 2024 foi um ano de crescimento lucrativo. A demanda, com alta de 11,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, foi impulsionada pelo comércio eletrônico particularmente forte e pelas várias restrições no transporte marítimo. Além disso, as restrições do espaço aéreo que limitaram a capacidade em algumas rotas importantes de longo curso para a Ásia ajudaram a manter os yields em níveis excepcionalmente altos. Apesar da queda dos yields médios em relação aos picos em 2021-2022, os yields ficaram em média 39% acima do nível de 2019″, disse Willie Walsh, diretor geral da IATA.

Para 2025, a IATA estima que o crescimento seja moderado e atinja 5,8%, alinhado ao desempenho histórico. “O cenário econômico indica outro ano bom para a carga aérea — com a tendência de queda nos preços do petróleo e crescimento do comércio. Mas não há dúvida de que a indústria de carga aérea será desafiada a se adaptar às mudanças geopolíticas que estão ocorrendo. A primeira semana do governo Trump mostrou forte interesse em adotar tarifas como uma ferramenta política, que podem causar um golpe duplo para a carga aérea: aumentar a inflação e deflacionar o comércio”, finalizou Walsh

ANVISA confirma apresentação no Gourmet Comex, em março

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) confirmou sua apresentação na 29ª Edição do Gourmet Comex, que acontecerá no dia 21/03, sexta-feira, em Campinas, no forte interior de SP.

A Agência estará representada por Elisa Boccia – Gerência Nacional de Controle Sanitário de Produtos e Empresas em Portos, Aeroportos e Fronteiras (GCPAF – Brasília – DF).

O tradicional encontro reunirá profissionais de comércio exterior em um ambiente de conteúdo, negócios e networking.

Entre as novidades apresentadas para o Gourmet Comex deste ano, uma delas diz respeito ao novo local. O evento agora será realizado no Espaço Bar/Restaurante BIGODERA, no badalado Bairro Cambuí, em Campinas (SP).

Com o apoio do CIESP Campinas e com a capacidade local de até 200 pessoas, a expectativa é de que estes próximos formatos contribuam para superar o número de convidados, mantendo a qualidade de sempre.

Informações (19) 99299-1987, diretamente com Nilo Peralta.