Robert Bosch mudará nome e estrutura e passará a se chamar Bosch Mobility Company em 2024

Para quem estava acostumado a chamar o gigantesco grupo alemão de Robert Bosch ou apenas Bosch, pode ir se desacostumando. A partir de janeiro de 2024 a empresa ganhará um novo nome global: Bosch Mobility Company. A mudança, destaca Delfim Calixto, responsável da empresa pelos mercados de reposição de autopeças da América Latina, ilustra a nova visão do grupo sobre todas as suas atividades e que visam oferecer produtos e serviços integrados de mobilidade.

Mesmo a divisão de Aftermarket passará a ser precedida do nome Mobility. “Não vamos falar mais de mercado de reposição, mas de como propiciaremos ao mecânico, ao reparador, a melhor e mais ágil solução para os problemas deles.”

Mundialmente, a futura Bosch Mobility concentrará seus esforços em cinco unidades de negócios: Energia que engloba motores elétricos, a combustão, inclusive diesel, baterias e células de combustível;  ADAS, para sistemas de assistência à condução; Dinâmica veicular, de  sistemas de direção e de segurança dos veículos;  Carroceria e conforto, que contempla tecnologias e equipamentos embarcados; e Infotainment, de sistemas operacionais e centrais multimídias.

 Com informações: https://www.autoindustria.com.br

Avon centralizará todas as operações globais em Centro no interior de SP

Empresa terá ferramenta para simular e avaliar como os produtos são conduzidos, garantindo que a qualidade se mantenha a mesma até o fim da cadeia de produção

Centralizando suas operações, todas as atividades de pesquisa e inovação de produtos da Avon em nível global serão estabelecidas no Brasil. As instalações vão ser integradas ao Centro de Inovação da Natura, localizado em Cajamar, interior paulista.

A mudança para o país latino-americano tem diversos motivos. O Brasil concentra um dos principais mercados da marca, e tem a maior diversidade étnico-racial e geográfica do planeta. Além disso, a Avon pretende utilizar o espaço para compartilhar conhecimento e tecnologia entre as marcas que constituem o grupo Natura&Co.

“O Brasil é a maior operação da Avon no mundo e um dos mercados mais importantes para a marca. Então, de forma estratégica, estamos investindo na aproximação de P&D regionalmente e, ao mesmo tempo, promovendo sinergia entre times”, diz Daniel Silveira, presidente da Avon no Brasil.

Novas operações – Todo o desenvolvimento global de fragrâncias e produtos para cuidados pessoais será realizado no novo Centro de Inovação no Brasil. A expectativa da marca é desenvolver mais de 80 fórmulas por ano para todo o mundo e mais de 30 formulações específicas para América Latina.

A Avon implementará o polo Skin Research, grupo focado em fortalecer o trabalho de P&D da companhia e que contribuirá com novos ingredientes, abordagens e mecanismos para o tratamento da derme e de sinais de envelhecimento.

Qualidade até a entrega – A Mesa de Transporte também integra o conjunto de novos equipamentos do Centro. A ferramenta simula e avalia como os produtos são conduzidos até o consumidor e representantes de beleza Avon, garantindo que a qualidade se mantenha a mesma até o fim da cadeia de produção. Além disso, o espaço também abrigará o maior polo de desenvolvimento de embalagens da Avon no mundo.

A companhia abrirá mais de 40 vagas para compor o time global de P&D em áreas como desenvolvimento e inovação em embalagens, value engineering, desenvolvimento de processos, desenvolvimento e inovação de fórmulas de fragrância e produtos para rosto, corpo e banho.

Elson Isayama, Presidente do SINDASP fala do momento dos Despachantes Aduaneiros e faz convite aos profissionais do setor para evento em 24/04

Confira o programa abaixo:

Fabricantes brasileiros de máquinas buscam ampliar exportações para a América Latina

Santiago, no Chile, receberá 12 representantes da indústria brasileira que participarão da Expomin, principal evento do setor de mineração na América Latina, que acontece entre 24 e 27 de abril. As companhias participantes contam com o apoio do Programa Brazil Machinery Solutions (BMS), fruto da parceria entre Abimaq e ApexBrasil.

Nesta edição, serão apresentadas soluções voltadas aos setores de energia, tecnologia de mineração, máquinas industriais, entre outros, para um público estimado em mais de 70 mil profissionais envolvidos na cadeia produtiva de mineração.

Durante o evento, seminários e palestras terão abordagens de temas nacionais e internacionais relevantes para a indústria, com foco em inovação, desenvolvimento, competitividade, empregabilidade, eficiência produtiva, digitalização e segurança, entre outros.

As expositoras brasileiras –  BGL – Bertolotto & Grotto Ltda., Comet do Brasil, Grupo Oiram, Máquinas Furlan, Mineral Technologies, Neuman & Esser, Netzsch, Porta Cabos, Prensso Máquinas, Semco, Thermoval e TKA Cranes, apresentarão suas novidades e lançamentos voltados a diversos setores da indústria de mineração, como válvulas e acessórios de alta performance, acessórios e bombas capazes de melhorar a eficiência em limpeza pesada na mineração, bombas peristálticas para dosagem de químicos, sistemas de compressão de gás, equipamentos para concentração gravimétrica, magnética e eletrostática, carrinho e esteira porta cabos metálica, agitador industrial para mistura, homogeneização e agitação de produtos em fase líquida, sistemas de automação de lubrificação, vedação e monitoramento de temperaturas e vibração, entre outros.

“A Expomin é uma vitrine para as empresas do setor. Por se tratar de um dos maiores eventos voltados à mineração da América Latina, são grandes as chances de conquistar negócios e ampliar a visibilidade de produtos e fechar negócios promissores”, diz Patrícia Gomes, diretora de Mercado Externo da Abimaq.

Os países da América Latina foram destino de 47% do total das exportações brasileiras em 2022, que apresentou crescimento de 36% no último ano, de US$237 milhões em 2021 para mais de US$322,5 milhões em negócios realizados. Entre os três países que mais se destacaram estão a Argentina, com cerca de US$83 milhões e importações de máquinas e equipamentos brasileiros; o Chile, que alcançou US$57,6 milhões; e, por fim, o México, com a marca de US$42,7 milhões, ao longo de 2022.

“Além de ser um destino importante para as nossas máquinas e equipamentos, o Chile é o país sede da Expomin, o principal evento com foco em mineração da América Latina. Portanto, a exposição de produtos brasileiros na feira deve ajudar a fortalecer ainda mais a nossa imagem neste setor”, complementa Patrícia.

 Fonte: https://ipesi.com.br

Exportações do agronegócio atingem recorde em março e no acumulado do ano

O valor exportado pelo agronegócio brasileiro alcançou o recorde de US$ 16 bilhões em março deste ano. Os produtos de maior destaque no mês, em função do crescimento do valor exportado, foram: soja em grãos (+US$ 878,3 milhões), milho (+US$ 397,8 milhões), farelo de soja (+US$ 330,5 milhões), açúcar de cana em bruto (+US$ 215,2 milhões) e carne de frango in natura (+US$ 214 milhões).

Juntos, os produtos contribuíram com US$ 2,0 bilhões para o aumento das exportações, valor superior ao crescimento de US$ 1,6 bilhão nas vendas externas totais do setor. Em março de 2022, as exportações do agronegócio foram de US$ 14,4 bilhões.

De acordo com a análise da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, o aumento do volume embarcado explica, em grande parte, o valor histórico das exportações do agronegócio em março de 2023. O índice de quantum das exportações brasileiras do agronegócio subiu 7,1%, e o índice de preço dos produtos exportados teve aumento de 3,5%.

Soja em grãos e farelo de soja – No complexo soja, dois produtos merecem menção com recordes em volume e em divisas: soja em grãos e farelo. A soja em grãos atingiu US$ 7,3 bilhões (+13,6%) e embarques de 13,2 milhões de toneladas (+8,6%). O Brasil colhe uma safra recorde da oleaginosa estimada em 153,6 milhões de toneladas (+22,4%). A China continua sendo o principal destino, absorvendo 75,7% do total embarcado pelo Brasil.

Já as vendas de farelo de soja somaram valor recorde de US$ 1,1 bilhão (+45,5%), e quase 2 milhões de toneladas (+31,7%). A União Europeia, maior importadora do produto, adquiriu US$ 492,3 milhões (+40,9%) e 904,4 mil toneladas (+29,1%).

Carne de frango – As exportações do país alcançaram o recorde de US$ 967,8 milhões (+29,6%) em março deste ano, com incremento de 25,5% em volumes exportados, que foram de 504,9 mil toneladas. Os principais importadores foram China, Japão e Arábia Saudita.

Segundo analistas da SCRI, em um contexto mundial com surtos generalizados de gripe aviária nos principais exportadores, foram abertas oportunidades adicionais para o mercado brasileiro, já que o Brasil nunca registrou casos em seu território.

Açúcar – As exportações de açúcar alcançaram recorde de US$ 818,1 milhões (+46,4%). O volume exportado aumentou 27,0%, atingindo 1,8 milhão de toneladas. Há expectativas de menor produção de açúcar em países como China, Índia, México, Tailândia e União Europeia.

Milho – As exportações de milho alcançaram US$ 401,9 milhões. Em março de 2022 foram de apenas  de US$ 4,1 milhões. Os principais destinos foram Japão, Coreia do Sul, Taiwan e Vietnã.

Acumulado do ano – No primeiro trimestre do ano, as exportações brasileiras do agronegócio atingiram o recorde de US$ 36 bilhões, alta de 6,7% em relação ao mesmo período anterior.

O agronegócio registrou participação de 47,2% da pauta de exportações do Brasil, no período.

Fonte: https://www.gov.br/agricultura