Mercado de Comex aquece e empresas contratam. Confira vagas para 6 regiões.

Apenas como uma boa referência operacional, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, um dos gigantes cargueiros do Brasil, atingiu o seu melhor semestre desde o início da Concessão da administradora do Terminal, a ABV, em 2013.

Não vamos nem entrar no mérito daquele que seja talvez o principal motivo dessa retomada: o avanço da vacinação e a retomada natural da economia.

Mas, fato é, que as empresas já iniciaram a corrida na busca por profissionais qualificados deste importante segmento.

Confira vagas para Campinas, Sorocaba, São José dos Campos, Guarulhos, Jundiaí, Curitiba.

Um dos destaque das vagas, para o Vale do Paraíba, visa completar um time operacional para o Transporte Rodoviário de Cargas.

 

 

  • JUNDIAÍ (SP) – ANALISTA DE LOGÍSTICA SÊNIOR. 

EMPRESA: COMPAL
Pré-requisitos:
– Graduação Completa em Logística, Comex ou Administração.
-Inglês fluente;
-Conhecimento em Pagamentos;
-Experiência com logística internacional e nacional;
– Conhecer Excel: tabela dinâmica, filtro, formatação avançada, conversão arquivos TXT, procv, outras fórmulas;
-Disponibilidade para início imediato.
Interessados encaminhar o currículo atualizado e a pretensão salarial para o e-mail: eliane_reis@compal.com

 

  • CAMPINAS (SP) – ANALISTA IMPORTAÇÃO / EXPORTAÇÃO AEREO SR

EMPRESA: Kuehne+Nagel
Garantir o atendimento dos requisitos dos clientes através da condução dos processos de importação / exportação aérea.
Recrutador: Mariana Gama Rodrigues da KN Campinas

 

  • SOROCABA (SP) – ANALISTA DE LOGÍSTICA

EMPRESA RECRUTADORA: Grupo Panna
Analista de Logística J
Sorocaba, São Paulo
Requisito: Inglês avançado
Conhecimento pacote office (domínio de excel);

 

  • SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) – VALE DO PARÍBA

CELULA DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO – OPERACIONAL PARA COMÉRCIO EXTERIOR

EMPRESA: ATUALI COMEX

Equipe para força de trabalho operacional

CV para PAULO: pvitor@atualicomex.com.br

 

  • CURITIBA (PR) – ANALISTA SENIOR OU PLENO DE COMEX

EMPRESA: EXPEDITORS

Vaga com todas as características da função.

CV para: marcus.navega@tranetechnologies.com

Caoa Chery aumenta produção e contrata 130 funcionários em Jacareí

A Caoa Chery contratou 130 funcionários em junho para a produção da fábrica de Jacareí (SP), onde são montados os modelos Tiggo 2, Tiggo 3X, Arrizo 5 e Arrizo 6. O quadro faz parte de movimento de expansão pelo qual passa a produção na unidade, sobretudo após o lançamento do Tiggo 3X, realizado em maio.

À época Marcio Alfonso, CEO da montadora, havia afirmado que a ampliação do quadro por causa do novo modelo deveria ser de 12%, totalizando cerca de 630 funcionários na unidade. Afora a chegada do modelo, motivou também a expansão do quadro a possibilidade de exportar mais a partir de Jacareí.

A informação foi confirmada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região. Procurada por Automotive Business, a montadora, no entanto, não retornou o contato até o fechamento desta reportagem.

Em Jacareí também está sendo testada a produção de uma nova versão do sedã médio Arrizo 6, lançado em junho do ano passado. Já o Arrizo 5, um sedã compacto, tem sido visto com menos frequência na unidade.

Não é a primeira vez no ano que a Caoa Chery expande seus quadros. Em fevereiro anunciou a contratação de 150 funcionários para a fábrica de Anápolis (GO), onde são produzidos os SUVs Tiggo 5X, Tiggo 7 e Tiggo 8. Sob licença, também monta ali os Hyundai ix35, New Tucson, HR e HD 80.

fonte: https://www.automotivebusiness.com.br

Campinas (SP) conclui transferência e recebe produção da Pirelli de Gravataí (RS)

A transferência da produção de pneus da Pirelli de Gravataí (RS) para Campinas (SP) será concluída agora até o final de julho, informou a companhia por meio de comunicado.

Na unidade segue produção de pneus para veículos pesados da Prometeon, com quem a Pirelli dividia a estrutura produtiva desde 2017 com linha de produção de pneus para motocicletas.

A decisão, tomada em 2019, foi fruto de processo de reorganização nas unidades locais promovido pela Pirelli, que manteve ali produção por 43 anos. Segundo o sindicato dos trabalhadores do município, desde a semana passada a unidade passou a fabricar apenas os pneus para caminhões, ônibus e veículos fora de estrada.

A operação em Gravataí passou por recente expansão. No primeiro semestre foram contratados 314 trabalhadores, parte deles ex-funcionários Pirelli. Deste total, 210 funcionários foram admitidos em função do processo de ampliação da produção da Prometeon, motivado pelo aquecimento do mercado de caminhões e ônibus no país.

Houve também expansão na unidade instalada em Santo André (SP). Foram anunciadas 150 contratações para atender ao aumento da demanda de pneus da linha agro e fora de estrada.

Em 2017 o Prometeon Tyre Group comprou a divisão de pneus para veículos pesados e fora de estrada da Pirelli, que era chamada Pirelli Industrial. Com o negócio passou a controlar a produção de quatro fábricas, duas no Brasil, uma no Egito e outra na Turquia e também centros de desenvolvimento de produto. Em Gravataí a empresa produz pneus que levam a marca Pirelli sob licença.

Fonte: https://www.automotivebusiness.com.br/  

 

Pedidos crescem 100% na Unidade de Máquinas das Indústrias Romi

A Indústrias Romi, empresa barbarense do ramo de máquinas e equipamentos, viu a entrada de pedidos da Unidade de Máquinas dobrar no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

O crescimento está ligado, entre outros fatores, ao serviço de locação de máquinas, uma das apostas da empresa para fazer frente à pandemia e que tem rendido bons resultados.

Em nota divulgada à imprensa, a Indústrias Romi avaliou que esse aumento é “reflexo do ambiente muito favorável aos investimentos, da tecnologia embarcada nos nossos produtos e das novas alternativas de negócios, como, por exemplo, a locação de máquinas”.

A evolução das receitas na Unidade de Máquinas teve aumento de 153% no período, desempenho ligado à retomada dos pedidos a partir de junho de 2020 e mais recentemente do mercado externo. Com um controle das despesas operacionais, essa unidade apresentou inclusive expansão da margem operacional.

O desempenho positivo também foi observado em outros braços da empresa. Na Unidade de Fundidos e Usinados, houve crescimento de 63% na entrada de pedidos e de 102% na receita operacional.

A Unidade Burkhardt+Weber atingiu R$80,2 milhões em pedidos este ano, crescimento de 297,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado é reflexo da retomada dos projetos que haviam sido paralisados em virtude da pandemia, segundo a empresa.

Diretor-Presidente da Romi, Luiz Cassiano R. Rosolen destacou que, desde o ano passado, a companhia se preparou com pedidos de matérias-primas e componentes para atender às demandas crescentes. Ele aponta que o resultado é reflexo de um movimento favorável do mercado para investimentos.

“Essa recuperação importante no volume de negócios pode ser notada na entrada de pedidos de Máquinas Romi. O atual nível de juros, assim como o patamar cambial, estimula a indústria nacional e o país em geral a alocar uma maior parcela do capital na economia produtiva, na busca por uma maior produtividade e preservação da competitividade”, disse o empresário.

A carteira de pedidos total da Romi, ao final do segundo trimestre deste ano, apresentou crescimento de 68% em relação ao mesmo período de 2020.

“A Romi está preparada para continuar apoiando seus clientes com produtos de alta tecnologia e com prazos competitivos, adequados às necessidades do mercado”, finalizou Rosolen.

Novas funcionalidades do Portal Único Siscomex entram em operação em 30% das importações brasileiras

O governo federal expandiu nesta segunda-feira (19/7) o Novo Processo de Importação (NPI) do Programa Portal Único de Comércio Exterior, como parte das mudanças implementadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas do Ministério da Economia, para ampliar gradativamente a abrangência das operações. A principal novidade no NPI é a permissão para que empresas sem certificação no Programa Operador Econômico Autorizado (OEA) realizem importações amparadas pelos benefícios do novo processo. Assim, o NPI alcança uma cobertura potencial de aproximadamente 30% do valor total das importações brasileiras.

A novidade facilita, também, a atuação de operadores que promovem grande número de importações ao possibilitar o registro, retificação e consulta à Declaração Única de Importação (Duimp), graças à integração entre os sistemas próprios dos importadores e a plataforma governamental (webservice).

No caso dos recintos alfandegados, que abrigam as mercadorias importadas ainda não internalizadas no país, uma solução para captação massiva de dados (Application Programming Interface – API) simplificará o cumprimento de obrigações dos depositários com a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB). As melhorias com a expansão do NPI incluem, ainda, otimizações nos processos de trabalho do governo, tornando possível a formação de equipes virtuais e especializadas de servidores, com distribuição mais apropriada da carga de atividades e melhor aproveitamento dos recursos públicos disponíveis.

Pagamentos e classificações – Em relação ao módulo de Pagamento Centralizado do Comércio Exterior (PCCE), a nova etapa contempla o desbloqueio automático de créditos tributários recolhidos a maior, oriundos de retificação ou cancelamento das declarações de importação. Também passa a funcionar a automatização da guia para pagamento do ICMS – e a correspondente confirmação desse recolhimento –, viabilizando a entrega da carga ao importador sem exigência de comprovantes em papel.

Outro avanço envolve o aprimoramento da ferramenta Classif, que auxilia os operadores privados na classificação fiscal das mercadorias exportadas ou importadas, para o cumprimento dos compromissos sobre transparência e acesso à informação previstos no Acordo sobre Facilitação de Comércio (AFC) da Organização Mundial do Comércio (OMC). Agora, o Classif permite a realização de consultas às exigências administrativas e aos requisitos técnicos para importação de determinada mercadoria no Brasil com base em navegação simplificada e intuitiva. Além disso, há a possibilidade de visualização integrada das Notas Explicativas do Sistema Harmonizado (NESH) e das decisões do governo sobre classificação fiscal de mercadorias.

O Novo Processo de Importação do Programa Portal Único de Comércio Exterior deve ser implementado integralmente até o final de 2022.

O Portal Único de Comércio Exterior – O Programa Portal Único de Comércio Exterior é uma iniciativa do Governo Federal para reduzir a burocracia, o tempo e os custos nas exportações e importações brasileiras, a fim de atender com mais eficiência às demandas do comércio exterior.

Os principais objetivos são reformular os processos de exportação e importação, tornando-os mais eficientes e harmonizados, e criar um guichê único para centralizar a interação entre o governo e os operadores privados atuantes no comércio exterior.