Viracopos atinge recorde de carga para um único semestre

Movimento de 168 mil toneladas e alta de 51% no peso de carga são os índices do melhor 1º semestre desde a concessão em 2013 

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou alta de 51,5% no total de carga movimentada, em toneladas, no 1º semestre de 2021 em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados indicam que o aeroporto teve o melhor 1º semestre desde o início da concessão, em 2013.

Os resultados positivos foram alavancados mais uma vez por altas nos setores de importação, exportação, remessas expressas (courier) e cargas nacionais (domésticas). Entre os segmentos em destaque estão os de tecnologia, farmacêutico, químico, metalmecânico, vestuário, calçados, frutas, autopeças, automotivo, papelaria, entre outros diversos produtos.

No período, o TECA (Terminal de Carga) de Viracopos também se consolidou como uma das principais portas de entrada do Brasil de equipamentos e de vacinas usadas no combate à COVID-19.

De janeiro a junho de 2021 foram embarcadas ou desembarcadas por Viracopos um total de 168.924 toneladas ante 111.502 toneladas do primeiro semestre do ano passado (somados os dados de importação, exportação, carga nacional e remessas expressas).

 

TOTAL (em toneladas) de carga movimentada por semestre
Ano 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021
Jan-Jun. 129.329 122.202 109.618 93.553 77.272 90.562 114.299 112.457 111.502 168.924

Já o mês de junho também apresentou resultados positivos, chegando a 36,4% de alta. Foram 30,2 mil toneladas em junho de 2021 ante 22,1 mil toneladas no mesmo mês de 2020. Já em junho de 2019 foram 17,4 mil toneladas no mês.

Importação e Exportação – Na importação, a alta do volume movimentado no 1ª semestre no Terminal de Carga de Viracopos foi de 33,5%, com um total de 70,9 mil toneladas que chegaram ao Brasil por Viracopos entre janeiro e junho de 2021.

Já na comparação entre os meses de junho de 2021 e junho de 2020, a alta foi de 30,9%, com 11,4 mil toneladas movimentadas ante 8,7 mil toneladas.

Na exportação, a alta no 1ª semestre de 2021 foi de 34,1% em comparação ao mesmo período do ano passado. No período, deixaram o país por Viracopos 49 mil toneladas de carga.

Na comparação entre as exportações realizadas entre junho de 2021 e junho de 2020, o crescimento foi de 44,6%, sendo o maior para um mês registrado neste ano. Foram exportadas no mês de junho 10,1 mil toneladas ante 6,9 mil toneladas.

Empresa de insumos para a indústria de saúde e higiene investe R$ 280 milhões em fábrica no interior de SP

A Fitesa, uma das líderes mundiais na indústria especializada na fabricação de um tipo de material têxtil conhecido como nãotecidos para a indústria de saúde e higiene, vai investir R$ 280 milhões para ampliar sua fábrica instalada no município de Cosmópolis, no interior de São Paulo. A multinacional de origem brasileira vai expandir sua linha de produção e agregar pelo menos 28 novos empregos para ampliar o fornecimento de matérias-primas para a produção de fraldas descartáveis, máscaras, aventais e campos cirúrgicos, entre outros.

Com um faturamento anual próximo a US$ 1 bilhão, a Fitesa foi fundada em 1973 e atualmente está presente em 12 países, além do Brasil, com unidades fabris e centros de inovação. São 23 fábricas e 5 centros de inovação em todo o mundo. No Brasil, o grupo possui unidades em Gravataí (RS) e, em São Paulo, em Jacareí, Diadema e Cosmópolis, onde a atual expansão.

“Este novo investimento consolida a unidade de Cosmópolis como a fábrica de nãotecidos spunmelt mais moderna na América Latina. É uma enorme satisfação, em um momento tão delicado para o país e o mundo, poder contribuir com a geração e novos empregos e com o fornecimento de produtos tão importantes para a saúde e qualidade de vida das pessoas” Mateus Inacio, Vice-Presidente da Fitesa para a América Latina

O projeto de expansão de sua linha de produção contou com o apoio da InvestSP, que atuou na interlocução junto à prefeitura de Cosmópolis e às secretarias estaduais de infraestrutura e meio ambiente e fazenda.

Truckvan investe R$ 2 milhões em nova linha de implementos

A Truckvan, fabricante de implementos rodoviários e de unidades móveis, está na fase final do lançamento de uma nova linha de semirreboques e rodotrens, que recebeu um investimento de R$ 2 milhões, como informa o comunicado da empresa divulgado nesta semana.

“Estamos lançando o Semirreboque Basculante 3 eixos com capacidade de 20, 25 e 30 m3 para areia, brita e minério, e também o Rodotrem Basculante 2+2+2 eixos com capacidade de 31 e 35m3 para o transporte de grãos e açúcar, e o resultado revelou um produto leve, resistente, e com design arrojado e moderno, utilizando materiais nobres de alta resistência, baixa tara, e elevada capacidade de carga”, explica o diretor comercial Luiz Carlos Cunha Junior.

A chegada dessa nova linha de produto, que é responsável por 25% do volume de emplacamentos do mercado nacional de implementos, deve aumentar o faturamento da Truckvan em R$ 70 milhões, segundo cálculos do fabricante, com a expectativa de entregar 100 unidades até o fim do ano. A estimativa é que esses equipamentos, que são utilizados principalmente no agronegócio e na construção civil, deverão responder em 2022 por cerca de 20% da produção da empresa que tem fábrica em Guarulhos (SP).

“No ano passado adotamos essa estratégia com sucesso para a linha Graneleira, com o intuito de dividirmos nossa produção em implementos para o transporte de produtos industrializados, agrícola e construção civil”, disse Junior.

fonte: https://www.automotivebusiness.com.br/

Empresas de Barretos movimentaram US$ 123 milhões no mercado internacional

Segundo o Ministério da Economia, no primeiro semestre deste ano, as empresas barretenses movimentaram US$ 123,95 milhões no mercado internacional, sendo US$ 114,45 milhões em exportações e US$ 9,5 milhões em importações de mercadorias, superando em 1,3% as transações de 2020.

Os maiores consumidores de produtos locais são a China (49,3%), Estados Unidos (6,98%), Japão (3,65%) e Itália (6,31%). O principal produto de exportação é a carne bovina congelada, que representa 57% das vendas externas barretenses.

As empresas locais compram principalmente da Noruega, país responsável por 37,1% das importações realizadas pelo município, seguida de Portugal (26,4%), China (10,3%), Estados Unidos (6,67%) e Argentina (2,3%). O peixe é o principal produto importado de outros países, equivalendo a 51% do valor adquirido.

Nestes seis meses, segundo o Ministério da Economia, as exportações barretenses cresceram 15,8% na comparação ao mesmo período de 2020, enquanto que o volume importado foi reduzido em 59,6%, apresentando um superávit de US$ 104,95 milhões.

Barretos é o 46º município que mais exporta no estado de São Paulo, sendo responsável por 0,4% das vendas externas estaduais. Ocupa também a posição 206º no ranking nacional, com 0,08% das importações do país.

fonte: https://jornaldebarretos.com.br/noticias/

 

AEB prevê aumento das exportações e importações e superávit recorde

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) divulgou hoje (14) suas previsões para a balança comercial deste ano. Segundo a AEB, as exportações deverão ficar em torno de US$ 270,052 bilhões, com aumento de 28,7% em relação aos US$ 209,817 bilhões efetivados em 2020, e as importações, em US$ 202,051 bilhões, com expansão de 27,1% sobre os US$158,930 bilhões alcançados em 2020. Para a entidade, haverá superávit de US$ 68,001 bilhões, mais 33,6% em relação aos US$ 50,887 bilhões apurados no ano passado.
De acordo com a AEB, os aumentos projetados para as exportações e importações refletirão de forma positiva no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos produtos e serviços produzidos no país) de 2021.

Segundo o presidente executivo da AEB, José Augusto de Castro, a forte elevação dos preços das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado externo), especialmente petróleo e minério de ferro, explica o crescimento projetado para as exportações. O peso do petróleo em bruto, do minério de ferro e da soja em grão na pauta de exportação brasileira passou de 35%, no ano passado, para 41%, este ano. Do lado das importações, o fato de vários produtos não estarem sendo fabricados atualmente no país para suprir o mercado interno, como peças e componentes, responde pelo incremento das vendas externas ao Brasil, disse Castro à Agência Brasil.

Quanto ao superávit, Castro disse que, se for confirmado, constituirá novo recorde, superando o recorde de 2017, de US$ 67 bilhões. A corrente de comércio, projetada em US$ 472,103 bilhões para 2021, ficará próxima do recorde atual de US$ 482,292 bilhões, apurado em 2011.

Fonte: Agência Brasil