Schülke & Mayr investe R$30 milhões no projeto de modernização da Vic Pharma

Fundada em 1990 e situada em Taquaritinga, região central do estado de São Paulo, a Vic Pharma tornou-se uma multinacional em 2015 quando foi adquirida pela Schülke & Mayr. A empresa alemã, uma das líderes mundiais nas áreas de higiene e prevenção de infecção hospitalar, cuja missão é proteger vidas mundialmente. O grupo tem suas operações em três países de localização estratégica: Alemanha (Schülke), França (Bioxal) e Brasil (Vic Pharma).

Em 2017, a Schülke e Mayr iniciou um processo de transformação da Vic Pharma. Foram feitos investimentos em tecnologia, equipamentos, estrutura, segurança e novos produtos. Com as novas instalações de alto padrão e a implementação de um rigoroso sistema de qualidade, a Vic Pharma by Schülke alcançou importantes certificados da legislação sanitária, como o de Boas Práticas de Fabricação (BFP) da Anvisa.

O resultado do investimento e da modernização da unidade de Taquaritinga foi positivo. Atualmente, a Vic Pharma by Schülke é referência no ramo de assepsia tópica e desinfecção hospitalar. A empresa consolidou sua marca no mercado nacional e exporta sua produção para diversos países da América Latina.

Durante o processo de investimento a empresa teve apoio da Agência Paulista de Promoção de Investimentos. “A Vic Pharma by Schülke conta com instalações modernas e profissionais qualificados. E a partir deste ano, iniciaremos a produção e comercialização dos produtos da linha da Schülke & Mayr para o Brasil e América Latina”, afirmou o diretor geral da Vic Pharma by Schülke, Nelson Simões.

Após prêmio em Viracopos, TCEX quer melhorar ainda mais seu desembaraço aduaneiro em 2021

Em dezembro de 2020, um dos maiores centros cargueiro do Brasil anunciou os vencedores do tradicional “Prêmio de Viracopos de Excelência Logística”, que tem como objetivo destacar a performance logística das empresas atuantes no comércio exterior, que importam e exportam através do Terminal, localizado no interior do estado de São Paulo.

Entre os premiados, a TCEX Logística Internacional, através de seu CEO e Despachante Aduaneiro Elson Isayama, que foi eleito “Destaque Despachante Aduaneiro”, conforme a gestora do Aeroporto ABV anunciou na oportunidade, durante o evento “é uma pessoa totalmente engajada na busca por melhorias dos processos em Viracopos”.

Embora a empresa – instalada em posição estratégica em Campinas, às margens da Rodovia Anhanguera (foto) – ofereça o full service, com todos os mix de serviços de importação e exportação para os seus clientes, a TCEX entende que terá um cuidado ainda maior para manter e até melhorar sua performance neste braço da empresa. “O Desembaraço Aduaneiro está no DNA da TCEX e agora, após a premiação, aumentou ainda mais nossa responsabilidade e nosso desafio sobre os resultados”, prevê Elson Isayama, CEO da TCEX.

Um dos caminhos para estes objetivos reside no monitoramento de todas as etapas do processo de importação e exportação, identificação de gargalos ao lado dos clientes e soluções tecnológicas na melhoria de performance. “Tudo isso de acordo com a legislação vigente. O comércio exterior está mudando, e para melhor, por isso estamos sempre atentos acompanhando essas evoluções e efetivamente participando desse processo, conclui Isayama.

Maior roda gigante estaiada da América Latina é case de Carga Projeto da DC Logistics

A maior roda gigante estaiada da América Latina foi fabricada na China e cruzou quase 20 mil quilômetros até chegar ao Brasil. Organizada pela DC Logistics Brasil, operação foi considerada um marco para a empresa.

Além dos seus 65 metros de altura e a complexa técnica de montagem na orla de um dos destinos mais procurados da América Latina, Balneário Camboriú (SC), ela também foi marcada por um importante processo logístico. Considerada um marco para os representantes do segmento, a operação cruzou quase 20 mil quilômetros (cerca de 9.000 milhas náuticas).

Por via terrestre, as peças foram transportadas uma a uma, desmontadas e embaladas. Já no porto, foi realizado um dos grandes diferenciais dessa carga projeto, com o embarque individual dos equipamentos no porão do navio, para assegurar o cuidado, segurança e precisão durante o transporte até o Brasil. “Cargas com excesso podem interferir no plano de carga e, para aproveitamento de espaço, são transportadas no convés. Para esse projeto, conseguimos fazer com que o armador embarcasse em lote único a elevada quantidade de contêineres Flat Racks no porão”, explica o especialista em Projetos da DC Logistics Brasil, Dimitri Mattos. Mesmo com a estratégia, foi possível assegurar a mínima interferência no plano de carga.

Os equipamentos chegaram ao Brasil através do Porto de Navegantes (SC), cidade vizinha do destino final. No local, foi realizada uma vistoria detalhada para confirmar que a carga estava em perfeitas condições. Para a equipe da DC Logistics Brasil, responsável pela logística portuária de armazenamento e de transporte das peças, a operação foi um sucesso pela soma das estratégias assertivas com a boa comunicação entre todos os pontos envolvidos. “Trabalhamos em uma grande sinergia com o importador, o exportador, o agente na origem e o armador, e isso foi essencial para atingirmos eficácia em todos os alinhamentos necessários”, acrescenta Mattos.

Além do detalhado processo logístico, a atividade se tornou ainda mais complexa diante do período de pandemia. A equipe realizou uma série de adequações que garantiram a segurança de todos os envolvidos e o cumprimento do cronograma. “A pandemia nos impactou com a alta do dólar, custo dos fretes e escassez de navios. Somado a isso, optamos por realizar um upgrade nas cabines, o que tornou a carga ainda mais especial. Mas, mesmo diante dos desafios, permanecemos firmes no propósito, pois sabíamos que a FG Big Wheel contribuiria para a retomada do turismo” afirma o sócio fundador da FG Big Wheel, Cícero Fiedler.

Foto Creditos Hildo Junior  FG Big Wheel_menor

PIB do Brasil teve o 3º melhor desempenho entre as 10 maiores economias, informa Coluna

Apenas China, que cresceu 2,3%, único com resultado positivo, e os EUA, com -2,3%, foram melhores

O resultado do PIB brasileiro calou os economistas do apocalipse como o FMI, que previu contração de 9%. Apesar da covid, a queda de 4,1% é o terceiro melhor desempenho entre as 10 maiores economias do mundo antes da pandemia.

Apenas China, que cresceu 2,3% e foi a única com resultado positivo, e os EUA, com -2,3%, obtiveram resultados melhores em meio ao distanciamento social, lockdowns e demissões inevitáveis. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Atrás do Brasil estão Japão (-4,8%), Canadá (-5,1%), Alemanha (-5,3%), Índia (-7,7%), França (-8,3%), Itália (-8,8%) e o Reino Unido (-9,9%).

Restrições nas fronteiras causam crescimento “súbito e imprevisto” da carga aérea no Brasil

SINDASP alerta que movimentação atípica já causa atrasos na liberação em Guarulhos e Concessionária apresenta plano

Os dois maiores aeroportos cargueiros do Brasil, Viracopos e Guarulhos, termômetros da carga aérea no País, registraram aumentos significativos neste início de 2021.

Viracopos registrou em janeiro alta na importação, atingindo 36,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, com um total de 10,9 mil toneladas. Já a exportação avançou a impressionante marca de 63,9% no mês de janeiro em relação ao mesmo mês de 2020 (antes da pandemia), com um total de 5,8 mil toneladas de carga.

Atrasos na liberação – Embora Guarulhos não tenha divulgado seus números, de acordo com relatos do SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – entidade que representa a categoria responsável por cerca de 95% das operações de comércio exterior brasileiro, os atrasos estão em níveis intoleráveis no Terminal. “Estamos monitorando todos os tempos e chegamos em um momento de prazos inadmissíveis para quem opta pelo modal aéreo e, por isso mesmo, quer agilidade para retirar sua carga”, revela Marcos Farneze, presidente do SINDASP.

Carga área é a única opção – Consultada, a Assessoria de Imprensa em Guarulhos, através do assessor Eduardo, explicou ao Portal LogNews que o fenômeno de crescimento da carga em fevereiro ocorrido em Guarulhos é atribuído ao fechamento de fronteiras em todo o mundo por conta da pandemia. Segundo a assessoria, o fluxo de pessoas está limitado e para a carga aérea não há nenhuma restrição. Por isso, essa migração desse transporte de mercadorias, informou a assessoria, dando como exemplo a relação atual desse fluxo com os EUA.

Além disso, a Assessoria informou ainda que ocorreram dois voos cargueiros, para o setor automotivo, realizados em um avião de passageiro, motivado pela pandemia e o fechamento de fronteiras – que resultou na queda da oferta de voos e, por consequência, na diminuição na capacidade de transportar carga na “barriga” de jatos de passageiros. Foram duas grandes operações do setor automotivo, pela empresa “TUI”, com peças automotivas, utilizando o Boeing 787 da Cia. Aérea holandesa, transportando autopeças.

Nota de providências: “súbito e inesperado” – Diante de insistentes pedidos de medidas emergenciais de alguns setores ao lado do SINDASP, a GRU Airport – Concessionária que administra o Aeroporto – divulgou medidas emergenciais, que, todavia, ainda não surtiram o efeito desejado.

Confira o “Comunicado aos Usuários do Terminal de Carga”.

“O GRU AIRPORT reforça seu compromisso com a transparência e eficiência operacional. Dessa forma, compartilha abaixo o plano de ações adotado para solucionar os atrasos notados devido ao súbito e imprevisto aumento de demanda no mês de fevereiro.

  • Imediata contratação de mão de obra e aumento do número de equipamentos:

Fevereiro:

  • 18 operadores de empilhadeira
  • 05 auxiliares de carga
  • 01 Equipe Temporária
  • 10 empilhadeiras elétricas

Março:

  • 12 operadores de empilhadeiras
  • 05 auxiliares de carga
  • 04 empilhadeiras elétricas”