DHL Express inaugura primeira loja própria em Campinas

A fim de aproximar seus serviços do consumidor final, a DHL Express inaugurou mais uma loja com sua bandeira, desta vez em Campinas (SP), no bairro Cambuí. Antes, a cidade contava somente com agentes autorizado de envios, além da filial do seu escritório e centro operacional e o gateway internacional de entrada e saída de remessas no Aeroporto de Viracopos.

Aberta no último dia 2 de outubro, a loja funciona entre 8 horas e 20 horas, sendo um ponto de serviço para que os clientes possam realizar envios internacionais e nacionais expressos. A decisão de investir na estrutura própria veio após análise de mercado e da base de clientes da companhia, que indicaram uma alta concentração de consumidores e, consequentemente, demanda de entregas expressas na cidade e região.

“Sabemos do potencial do município e por isso buscamos aproximar ainda mais nossos serviços da população, facilitando seu dia a dia ao simplificar o envio de remessas nacionais e internacionais, isso tanto para empresas quanto pessoas físicas”, explica a diretora de Comercial e Marketing da DHL Express, Patrícia Starling.

Prefeitura de São José dos Campos prevê início de voo cargueiro na cidade

O SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – com apoio de empresas parceiras e da Prefeitura de São José dos Campos (SP), realizou mais uma de suas apresentações sobre a Nova Sistemática de Importação (DUIMP), ministrada sempre pela diretora do Sindicato, Regina Terezin. O evento ocorreu no último dia 08/10, na principal cidade do Vale do Paraíba.

Na abertura com as autoridades, o Presidente do SINDASP Marcos Farneze, agradeceu a presença de todos e lembrou que este mesmo processo de multiplicação dos procedimentos com a DUIMP foi realizado no passado, com a DUE (Declaração Única de Exportação) e foi fundamental para a implantação da nova metodologia no Brasil. Por fim, desejou um bom aproveitamento do evento pelos presentes.

O Vereador Rogério Cyborg, por seu turno, enalteceu a participação da Prefeitura e disse que a Câmara de Vereadores está pronta para apoiar boas iniciativas como essa. “Temos que pensar melhor a cidade. Com isso atrairemos mais investimentos e a população ganhará com a evolução”, destacou Cyborg.

Representando o Prefeito de São José dos Campos, fez uso da palavra Alberto Marques, conhecido como Mano, Secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico da cidade. Abriu sua saudação destacando o potencial do “vizinho” Porto de São Sebastião. “O porto paulista está no jogo e, agora, com o apetite do investimento estrangeiro acredito que em um prazo entre 2 a 4 anos teremos novidades relevantes.

Novo voo cargueiro – Todavia, a boa notícia não veio do mar, mas, sim, do setor aéreo: uma Cia Aérea cargueira pode iniciar voos em janeiro de 2020. O anúncio das negociações para o início de um voo cargueiro na cidade foi feito também por Alberto “Mano” Marques, Secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico. Ele disse que não poderia ainda anunciar o nome da empresa aérea, mas que a diretora municipal de Relações Institucionais e Negócios, Karin Lin, presente também no evento, está com a negociação bastante avançada e a empresa já sinalizou que virá, “possivelmente em janeiro”, apostou Mano.

Por fim, Mano solicitou o apoio do SINDASP para estar engajado nesse processo de desenvolvimento. “Precisamos “azeitar” essa engrenagem para colher bons frutos e necessitamos do SINDASP para alcançar este objetivo”, finalizou.

Os presentes elogiaram a palestra do SINDASP, como afirmou Paulo Vitor, da Atuali Comex, empresa que nasceu em 2009 no Vale do Paraíba, no setor de desembaraço aduaneiro. “É de extrema importância que tenhamos conteúdos com essa qualidade e com temas sempre atuais aqui em nossa Região. E o SINDASP trouxe isso neste dia”, finalizou Paulo Vitor.

Empresa italiana investirá R$ 80 milhões para se instalar em Sorocaba

A multinacional italiana Master Martini (Unigrá) confirmou à Prefeitura de Sorocaba, no interior de São Paulo, que vai começar a operar na cidade em dezembro. A empresa fabrica cremes de chantillly, margarinas, chocolates e pré-misturas, entre outros produtos. O investimento é de R$ 80 milhões.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10) pelo presidente e executivos da Master Martini à prefeita Jaqueline Coutinho, em seu gabinete. Conforme a Secretaria de Comunicação (Secom) da Prefeitura de Sorocaba, o presidente da Master Martini, Gian Maria Martini, disse que vê o Brasil como um país com bom potencial de consumo.

“Temos a intenção de continuar investindo. Sendo assim, é importante manter um bom relacionamento e contar com o suporte da prefeitura”, afirmou.

O protocolo de intenções com a empresa foi assinado em julho de 2017, quando a Master Martini se comprometeu a investir inicialmente R$ 50 milhões. Na ocasião, a empresa informou que iria gerar 50 empregos, sendo 35 diretos.

A produção da Master Martini em Sorocaba abastecerá o mercado nacional e também será exportada a países da América Latina. A marca é reconhecida internacionalmente.

Também participaram do encontro no gabinete da prefeita de Sorocaba o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Renda (Sedetter), Robson Coivo; o diretor comercial do grupo Master Martini, Denis Cavrini; o diretor geral Nelson Castro; e o diretor financeiro Andrea Banfi.

A empresa está instalada na avenida Fernando Stecca, 1.370.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

EUA e China chegam a acordo para trégua em guerra comercial

Os Estados Unidos e a China chegaram nesta sexta-feira (11/10) a um acordo parcial classificado pelo presidente americano, Donald Trump, de “significativo” para uma trégua na guerra comercial entre os dois países.

O acordo parcial, que abrange questões sobre agricultura, moeda e proteção da propriedade intelectual, representa o maior passo para a resolução da guerra comercial que já dura 15 meses entre as duas maiores economias do mundo. O conflito atingiu mercados financeiros e desacelerou o crescimento global.

“Conseguimos um acordo significativo de primeira fase, mas ainda não está redigido”, disse Trump a jornalistas durante uma reunião no Salão Oval com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He.

Os governos não deram detalhes sobre o pacto, que será colocado no papel ao longo das próximas quatro semanas. O objetivo é que Trump e o presidente da China, Xi Jinping, assinem o documento durante a cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), que será realizada em Santiago, no Chile, nos dias 16 e 17 de novembro.

“Estaremos no Chile, e terei uma [cerimônia de] assinatura formal com o presidente Xi”, afirmou Trump, que até agora não tinha confirmado se iria à cúpula. O presidente disse ainda que nos últimos meses houve muito “atrito” entre Estados Unidos e China, que agora, segundo ele, vivem um “festival do amor”.

“Este é um acordo tão grande que o estamos fazendo por seções”, declarou Trump, ressaltando que os dois países se dedicarão a negociar uma “segunda fase” do acordo, sem descartar que haja uma terceira.

O presidente americano explicou que o pacto inclui algumas medidas relacionadas à desvalorização da moeda chinesa e temas de propriedade intelectual, embora não aborde a transferência forçada de tecnologia na China, um tema que será discutido “na segunda fase”.

O acordo parcial foi anunciado após dois dias de negociações em Washington, das quais participaram o secretário americano do Tesouro, Steven Mnuchin, e o representante de Comércio Exterior dos EUA, Robert Lighthizer, além da delegação chinesa comandada por Liu.

Em virtude do pacto, os Estados Unidos suspenderam o aumento de 25% para 30% nas tarifas sobre 250 bilhões de dólares em produtos da China, que deveriam entrar em vigor na próxima semana. Por sua vez, o país asiático se comprometeu a adquirir de 40 bilhões a 50 bilhões de dólares em produtos agrícolas americanos, segundo a Casa Branca.

Há meses, os dois países negociam uma forma de resolver a guerra comercial aberta pelo presidente americano. Fases de progresso e desastre têm se alterado ao longo das negociações. Em maio, as conversas pareciam ter entrado em colapso, mas ganharam um impulso depois da reunião entre Trump e presidente da China, Xi Jinping, durante a cúpula do G20 no Japão.

As tensões entre EUA e China têm raízes no desequilíbrio da balança comercial a favor do país asiático, que exporta 419 bilhões de dólares a mais do que importa, o que, segundo Trump, acontece devido a injustas práticas comerciais chinesas.

O americano acusa Pequim de práticas comerciais desleais, como transferências tecnológicas forçadas de firmas americanas e o favorecimento de empresas chinesas com pesados subsídios.

Fonte: CN/efe/rtr/ap/lusa

São Paulo é 20% do agro brasileiro

O setor movimentou mais de R$ 578,2 bilhões em 2018 e cerca de 20% do total do PIB do agro brasileiro vem do Estado de São Paulo. Com investimento em tecnologia, modernização e pesquisa o agronegócio vem gerando muitas oportunidades. 15% dos empregos formais de São Paulo estão no campo. Um dos principais polos exportadores do país, o Porto de Santos, é o maior da América Latina. Por lá passa 48% da soja nacional; 82% do café e é o maior exportador de proteína animal do mundo, com cerca de 900 mil toneladas por ano.

Foco na pesquisa – A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), faz uma projeção ousada para 2050: a população será de 9,8 bilhões, 29% a mais do número atual e o crescimento maior será nos países em desenvolvimento. 70% da população será urbana e os níveis de renda serão maiores do que os atuais. A produção de cereais terá que aumentar para 3 bilhões toneladas/ano e a produção de carne precisará aumentar em mais de 200 milhões de toneladas. Um desafio e tanto para o agro, especialmente o do Brasil.

Grande parte deste esforço já está sendo feito pela pesquisa, que aponta soluções para os principais problemas na lavoura, na pecuária e potencialidades que visam a produtividade. Em São Paulo são 6 institutos de pesquisa: Instituto Agronômico de Campinas (IAC); Instituto de Zootecnia (IZ); Instituto de Pesca (IP); Instituto Biológico (IB); Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), que receberam mais de R$ 1 bilhão nos últimos 5 anos. Além da já reconhecida mundialmente Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), que completou 118 anos. A unidade já formou mais de 16 mil profissionais e titulou mais de 10 mil mestres e doutores.