Mars Wrigley inaugura fábrica em Guararema

O Governador João Doria participou, ao lado do Presidente da Mars Wrigley no Brasil, Harvey Millar, da inauguração da fábrica de Guararema, em São Paulo. A planta recebeu R$ 500 milhões em investimentos e vai garantir 100% da produção da linha de chocolates Snickers no país. Considerada uma das maiores empresas de alimentos do mundo, a Mars possui outras duas unidades no Estado, nos municípios de Descalvado e Mogi Mirim.

“Estamos felizes que a família Mars tenha escolhido São Paulo para investir e sediar suas maiores fábricas. A vinda de mais empresas e produtos para nosso Estado é uma prova de confiança, queremos que a Mars continue a crescer e investir no Brasil, em especial em São Paulo. Isso gera mais renda e empregos. A InvestSP estará sempre ao lado dos empresários que querem investir em São Paulo”, declarou Doria.

A nova unidade gerou um total de 1.357 empregos, sendo 125 diretos – 79 na operação direta de fabricação de chocolates – e 1.232 indiretos, incluídos os postos de trabalho criados durante as obras, entre outros.

A construção da nova fábrica da Mars contou com o suporte e assessoria da InvestSP, a agência de promoção de investimentos do Estado de São Paulo. A agência intermediou a emissão de licenças ambientais para melhorias na infraestrutura, especialmente no abastecimento de energia elétrica para a unidade.

“A Mars é um cliente antigo da InvestSP e um parceiro importante para o Estado. A nova fábrica dará autonomia para a empresa na produção de chocolates no Brasil e agregará valor à produção de São Paulo, gerando renda, empregos e desenvolvimento”, afirmou Wilson Mello, Presidente da InvestSP.

Desde 2011, a Mars faz importantes investimentos no segmento de chocolates e alimentos no Brasil, especialmente em São Paulo. A companhia aumentou a produção em Guararema, inaugurou um novo escritório na capital e agora expande e moderniza a produção de algumas de suas principais linhas de produtos.

“A inauguração da nova fábrica Mars no Brasil marca a expansão de nossos negócios no país e reforça nosso compromisso com o desenvolvimento da economia local”, declarou o Presidente da Mars Wrigley no Brasil.

No Brasil, a Mars ainda atua nos mercados de nutrição animal, com marcas como Pedigree, Royal Canin e Whiskas, e alimentos, com as marcas Uncle Ben’s, Raris e Masterfoods, entre outras. Todas as unidades de negócios fazem parte da Mars Incorporated, multinacional de origem norte-americana com mais de 100 anos de atuação e presença em 80 países.

CIESP e GPA anunciam grande encontro para 2020

O Clube de Networking chegou ao seu 10º ano. Inicialmente no formato Happy Comex (Happy Hour), evoluiu para o conceito atual de um almoço, sob o nome de Gourmet Comex. Na edição desta última sexta-feira, 20/09, as projeções para o futuro são animadoras.

Aberto com as saudações tradicionais, o CIESP apresentou alguns números da corrente de comércio regional, com a balança comercial regional e o reflexo de uma diferença entre o movimento de pouco mais de US$ 300 milhões nas exportações e cerca de US$ 1 bilhão em importações.

Por seu turno, ainda ao fazer uso da palavra, o diretor titular do CIESP Campinas. José Henrique Toledo, falou de futuro. “Entendo que este mercado de comércio exterior tem muito a crescer”.

Ao enaltecer a parceria com a organizadora GPA+ Comunicação, José Henrique anunciou o objetivo de buscar um grande nome para o Gourmet Comex para 2020, aumentando o tamanho do encontro. “Aguardem as novidades”, sentenciou José Henrique.

Entre os presentes, um depoimento teceu elogios para a iniciativa. “Em nome da equipe da CommScope Cabos do Brasil, gostaria de agradecer pelo convite e parabenizá-los pela organização do evento realizado nesta sexta-feira, declarou Sergio Abbá, Gerente Regional de Logística, CommScope Cabos do Brasil.

Confira como foi o evento Gourmet Comex

Realizado na última sexta-feira, 20/09, o Clube de Networking “Gourmet Comex”, reuniu cerca de 100 pessoas na casa STANDARD, em Campinas, no interior de São Paulo.

O almoço uniu as indústrias da Região ao lado de prestadores de serviço do setor de comércio exterior e logística. Uma palestra da SANASA levou aos presentes o tema “Segurança Hídrica na RMC e a infraestrutura para o desenvolvimento da indústria exportadora”, abordando, entre informações de destaque, um novo projeto da Adutora de Água de Reúso Sistema EPAR Capivari II / Aeroporto de Viracopos / Distrito Industrial, que poderá atrair e incrementar a instalação de indústrias no bairro produtivo da cidade.

O SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – levou sua diretoria para a frente do evento deixar sua mensagem. Marcos Farneze (Presidente), Elson Isayama (Vice-presidente) e Valdir Santos (Conselheiro) destacaram a importância do Despachante Aduaneiro no momento em que o comércio exterior brasileiro passa por grandes transformações. “São sistemas cada vez mais inteligentes. O profissional Despachante Aduaneiro está preparado e continua sendo vital para que, com seu conhecimento, torne essas operações ainda mais eficientes”, resumiu Valdir Santos.

A LibraPort fez sua saudação e destacou seu novo momento com a com o projeto “Stand Alone”, cujo conceito prevê que a empresa funcione com uma estrutura fortalecida e totalmente independente das outras empresas do Grupo.
Por fim, Jefferson Satyro, CEO da AGESBEC destacou a importância de operações com a zona secundária, a exemplo da AGESBEC, em São Bernardo do Campo.

Confira AQUI algumas fotos

 

 

Decisão amplia valor da dívida de Viracopos e pode atrapalhar recuperação judicial

Às vésperas da nova reunião com credores, marcada para o dia 1º de outubro, a Aeroportos Brasil Viracopos S/A (ABV) — que administra o aeroporto internacional de Campinas — sofreu um duro golpe no seu programa de recuperação judicial.

O desembargador Alexandre Lazzarini, da 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou que as multas aplicadas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) por atraso em obras sejam incluídas no quadro geral de credores da empresa. Hoje, esse valor chega a R$ 384,7 milhões. Com isso, a dívida do consórcio, que era de R$ 2,88 bilhões, sobe para R$ 3,2 bilhões. A Aeroportos Brasil se pronunciou por meio de nota e afirmou apenas que vai recorrer da decisão.

O magistrado destaca no despacho que “os procedimentos administrativos, instaurados para verificação e reanálise das penalidades, já foram encerrados em julho de 2019, o que torna a obrigação certa, líquida e exigível”. Além disso, o desembargador também afastou o desconto de 8,55% aplicado em 1ª Instância sobre o valor da contribuição fixa devida pela empresa como pagamento pela concessão do aeroporto.

Existe uma taxa de desconto de 8,55% ao ano, chamada de WACC Regulação. Se aplicada essa taxa proporcionalmente, ano a ano até 2042 — quando termina o contrato de concessão — a dívida a vencer do consórcio com a Anac chegaria a cerca de R$ 2 bilhões. Se aplicada de forma contínua, como quer a Anac, porém, o valor poderia chegar perto de R$ 4,8 bilhões. Trata-se, no entanto, de dívida que só vencerá ao final da concessão, em 23 anos.

Em julho, Lazzarini proferiu decisão favorável ao consórcio e determinou que eventuais bloqueios e retiradas de pagamentos deveriam se limitar a valores que não comprometessem a operação do aeroporto. De acordo com a ABV, desde que teve a operação transferida da Infraero, Viracopos foi eleito sete vezes o melhor terminal aéreo do País.

Formado pelas empresas TPI — Triunfo Participações e Investimentos S.A. (“TPI”), UTC Participações S.A. (“UTC”) e pela francesa EGIS Airport Operation (“EGIS”) —, o Consórcio Aeroportos Brasil foi o vencedor da disputa pelo aeroporto de Viracopos com oferta de R$ 3,821 bilhões, por 51% de participação, representando um ágio de 159,75% sobre o preço mínimo. O consórcio diz ter investido perto de R$ 3,5 bilhões no negócio.

Recuperação – O plano de recuperação judicial do Aeroporto de Viracopos foi protocolado há pouco mais de um ano na 8ª Vara Cível de Campinas e é considerado a única forma de livrar a empresa da falência.

No dia 1º de outubro, a ABV deverá se reunir com credores para apresentar um plano de recuperação judicial, que inclui, entre outros itens, o alongamento por mais dez anos da dívida de R$ 2,6 milhões que a empresa tem como o BNDES. O consórcio quer estender dívida que venceria em 2032 para o ano de 2042 — o último ano da concessão.

A ampliação no prazo para pagamento da dívida com o banco de fomento é considerado essencial para o restabelecimento do equilíbrio financeiro do consórcio. Com valores das outorgas de 2017 e 2018, a ABV reconhece dívida de cerca de R$ 400 milhões.

De acordo com o consórcio, os problemas de caixa se deram por três motivos: descompasso entre a demanda projetada e a demanda efetiva; ocorrência de eventos que geraram desequilíbrio econômico e financeiro e alguns deles, segundo o consórcio, provocados pela Anac e a crise macroeconômica que atingiu o País nos últimos anos.

Com informações: Correio Popular

Campinas é a cidade mais inteligente e conectada do Brasil

Campinas, maior cidade do interior de São Paulo, é considerada a mais inteligente e conectada do Brasil em 2019, segundo a quinta edição do Ranking Connected Smart Cities, divulgado nesta terça-feira (17).

O ranking é elaborado pela consultoria Urban Systems em parceria com a empresa de organização de eventos Sator. Esta é a primeira vez que esse estudo, antecipado com exclusividade por EXAME, elege uma cidade não capital como referência em desenvolvimento. Em 2015, a liderança ficou com o Rio de Janeiro, seguido nos dois anos seguintes por São Paulo e, em 2018, por Curitiba.

Na edição deste ano, Campinas se destacou nas áreas de economia, tecnologia e inovação (1º lugar), empreendedorismo (2º), governança (3º) e mobilidade (4º).

“Campinas fomenta o desenvolvimento tecnológico, tem estrutura e suporte para esse tipo de empresa, e também é um hub de educação, que permite desenvolver capital humano e também pensar soluções e estratégias para a cidade”, diz Willian Rigon, diretor de marketing da Urban Systems.

Segundo destaca o levantamento, Campinas é referência em polo universitário, com a Unicamp e a Pontifícia Universidade Católica, polo tecnológico, polo de inovação e região industrial com forte apelo logístico e de distribuição.

Na cidade, quase um quarto de todos os empregos formais são ocupados por profissionais com ensino superior, 5,2% dos empregos formais estão no setor de Tecnologia da Informação e 94,5% dos empregos na cidade estão no setor privado.

Já em mobilidade, o aeroporto de Viracopos foi destaque não apenas pelo seu movimento de passageiros, mas também pelo potencial logístico, diz o relatório do Ranking Connected Smart Cities.

Para compor o indicador final, o estudo leva em consideração 70 indicadores, que têm relação com mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia.

Na edição deste ano, o ranking incorporou seis indicadores novos baseados na Norma Técnica ISO 37, que são o uso de veículos de baixa emissão de poluentes, dois critérios relativos à força de trabalho — percentual da força ocupada em setores de tecnologia e comunicação e percentual da força ocupada nos setores de educação e pesquisa —, número de computadores e laptops em escolas públicas, percentual de resíduos plásticos recuperados na cidade e percentual da população que vive em regiões de baixa e media densidade.

Há uma pontuação de peso 1 para 69 variáveis e peso 0,5 para a escolaridade do prefeito. Dessa forma, a pontuação máxima deste ano é de 69,5. Campinas, a cidade primeira colocada, registrou 38,977 pontos.

Em seguida, aparecem São Paulo, Curitiba, Brasília e São Caetano. Das 100 cidades mais inteligente e conectadas deste ano, 67 estão no sudeste — 47 só no estado de São Paulo.

Para o ranking final, é feito um mapeamento em todas as cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes (666 municípios). Há avaliação de cidades entre 50 mil a 100 mil habitantes, de 100 a 500 mil e acima de 500 mil.
Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility, afirma que a proposta do ranking “não é criar competição entre as cidades, mas possibilitar que as boas iniciativas sejam compartilhadas”.

 Fonte: Exame