ANAC recebe mais um pedido de empresa aérea de baixo custo

Agora foi a vez da chilena Sky Airline solicitar autorização para operar voos entre Brasil e Chile.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) recebeu no dia 30 de agosto pedido para operações regulares internacionais no Brasil da empresa chilena Sky Airline, que opera na modalidade low cost. A empresa já possui autorização de funcionamento jurídico desde 2013, mas nunca chegou a operar voos regulares no país. Para iniciar voos regulares, é necessária a autorização operacional. Quando autorizada, a Sky Airline pretende começar a operar em novembro deste ano com voos ligando o Brasil ao Chile.
Outras empresas – A europeia Norwegian e a argentina Avian, subsidiaria da Avianca, deram início à vinda das empresas aéreas denominadas de baixo custo (low cost) autorizadas juridicamente a iniciar suas operações no Brasil.
Além das duas empresas, a aérea Flybondi recebeu autorização do governo argentino recentemente para operar no país. Após esse passo, a Flybondi deve entrar com o pedido de autorização jurídica e operacional na ANAC.

Panalpina entra para o Top 5 no Ranking de Transportadores Marítimos do País

De acordo com levantamento da Datamar, consultoria nacional especializada em análise de dados do transporte marítimo, a Panalpina Brasil registrou crescimento na movimentação de cargas pelo modal nos últimos três anos, tanto em exportações quanto em importações, entrando para o Top 5 no ranking de transportadores marítimos do País: passando da 13ª posição em 2015 para o 5º lugar em 2017. Em 2018, a alta continua e a operadora logística já assumiu a 4ª posição no setor de importações, consolidando-se como uma das principais provedoras de soluções logísticas multimodais em operação no mercado.
Segundo a diretora de frete marítimo da Panalpina Brasil, Luciana Vulcano, somente em março deste ano, a companhia registrou alta de 25% no total de produtos transportados pelo modal, em relação ao mesmo período de 2017. “Esta é uma conquista importante para todos nós. Temos atuado diligentemente para aumentar os volumes de exportações e de importações marítimas da Panalpina Brasil e isso mostra que o trabalho está valendo a pena, pois agora estamos entre os principais players do setor no mercado brasileiro”, comemora.
Uma das modalidades responsáveis por este avanço foi a de movimentações de cargas em contêineres carregados (FCL – Full Container Load, em sua sigla em inglês), principalmente para um segmento em especial, o de madeira. De acordo com o gerente de produtos FCL da Panalpina Brasil, Eduardo Garcia, a operadora logística vem crescendo significativamente neste mercado. “Apenas no ano passado, a Panalpina transportou por volta de 12 mil TEU’s de madeira, basicamente para a América Latina e Estados Unidos. Agora, estamos focando em aumentar nosso volume para os mercados asiático e europeu”, afirma.
Outros segmentos que também apresentam constante evolução nos negócios da companhia são o automotivo e o de consumer goods (cosméticos e utensílios domésticos). “Atualmente, estes são os três principais segmentos atendidos pela Panalpina Brasil via serviço de transporte marítimo FCL”, acrescenta Garcia.
Para Luciana, um fator essencial para o incremento nos volumes operados foi a melhora na qualidade e na oferta dos serviços disponibilizados pela empresa. “Fizemos uma considerável reestruturação em nosso departamento de frete marítimo, não apenas nas operações e no atendimento aos clientes em si, mas no produto como um todo, aperfeiçoando ainda mais nossas soluções”, completa.

Libra Campinas, E-Mix, West Cargo e Ecoporto Santos participam pela primeira vez do Gourmet Comex

Empresas se juntam ao seleto grupo de patrocinadores do evento, que já contava com o SINDASP, Aurora EADI e Thomson Reuters.

Com o apoio do CIESP Campinas, a nata dos profissionais de comércio exterior e logística da região estará reunida novamente, no dia 21 de setembro, para um almoço gourmet. Nesse ambiente, o formato de networking será privilegiado.

A nova proposta do evento “Gourmet Comex” busca trazer ainda mais executivos da indústria importadora e exportadora de Campinas e Região nesse horário alternativo.

O charme da casa “Catedral do Chopp” (FOTO), em Campinas (SP), será a casa do encontro, que busca reeditar o sucesso da edição de abril. O evento tem o Apoio do CIESP Campinas e conta com o patrocínio da Libra Campinas, E-Mix, West Cargo e Ecoporto Santos, que participam pela primeira vez do Gourmet Comex. As Empresas se juntam ao seleto grupo de patrocinadores do evento, que já contava com o SINDASP, Aurora EADI e Thomson Reuters. 

SAVE THE DATE

GOURMET COMEX

Data: 21 de setembro – sexta-feira

Local: Catedral do Chopp –  Campinas (SP)

Programação:

11:30h – Recepção e Credenciamento

12;20h – Saudações, Apresentação e Homenagem Carlos Alcântara

13h às 15:30h – Almoço e Networking 

Apoio: CIESP Campinas

  • Confirmações de presença até 17/09
  • Vagas Limitadas

FORMAS DE ADESÃO: mkt@gpamais.com.br

Mais uma vez ao lado da indústria, SINDASP debate Porto de Santos na FIESP

Em menos de um mês, o SINDASP voltou a participar de debates junto ao Grupo de Comércio Exterior da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Após participar do evento sobre o Portal Único de Comércio Exterior na “casa da indústria”, ao lado de órgãos federais, como a ANVISA, MAPA, Receita Federal e MDIC, no último 1º de agosto, o SINDASP participou sobre um debate sobre gargalos e soluções do maior porto da América Latina.

O Vice-Presidente Elson Isayama representou o Sindicato no Seminário “Porto de Santos: Os impactos diretos na Competitividade da Indústria”, realizado nesta quinta-feira, 30/08, na sede da Fiesp, em São Paulo. “Nós Despachantes Aduaneiros identificamos problemas locais referentes a cobranças de terminais com taxas diversas, abuso em cobrança de armazenagem de container – que não há negociação do cliente no terminal de atracação – e elevados tempos de órgãos anuentes para análise de licenciamentos como e o caso da Anvisa”, destacou Isayama. Durante o encontro, segundo ainda Isayama, o governo (especialmente a Receita Federal e o MDIC) tem empreendido esforços para agilização do processo com OEA e a instituição  portal único e percebemos que a previsibilidade do comercio exterior brasileiro ainda está longe, já que a falta de pessoal atrapalha e a demora ou falta de implementação de ferramentas tecnológica nos anuentes ainda geram um atraso muito importante ao desembaraço aduaneiro.

O evento teve a presença do presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, José Ricardo Roriz Coelho, e de autoridades como o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, que afirmou “nada é mais coerente do que investir no maior porto da América Latina nesse momento de necessidade de recuperar a economia”.

O Presidente do SINDASP, Marcos Farneze, por sua vez, endossou o coro e enalteceu a participação do SINDASP. “Representamos 97% dos despachos aduaneiros de importação e exportação no Brasil, portanto, não poderíamos deixar de participar de um debate envolvendo o maior porto da América Latina”, defendeu Farneze.

Exportações de máquinas e equipamentos podem atingir máxima histórica, diz Abimaq

Apoiada por um dólar mais competitivo, a indústria de máquinas e equipamentos, representada pela Abimaq, prevê terminar o ano com exportações superiores a US$ 10 bilhões, o que a aproximaria do recorde de embarques alcançado pelo setor há seis anos.

Nesta terça-feira, ao apresentar os resultados das fábricas de bens de capital mecânicos em julho, o presidente executivo da Abimaq, José Velloso, projetou exportações de US$ 10,2 bilhões em 2018. Em 2012, melhor ano nas vendas externas, as exportações chegaram a US$ 11 bilhões, se considerados os produtos que fazem parte hoje das estatísticas da Abimaq.

Nos sete primeiros meses do ano, os embarques chegaram a US$ 5,5 bilhões, permitindo o crescimento de 4,7% da receita dessa indústria, já que as vendas internas caíram 4,9%.

Segundo Velloso, o bom desempenho das exportações explica a recuperação do faturamento, o maior uso de capacidade instalada das fábricas e a recuperação de 10 mil vagas de emprego no setor após a recessão.

Ele observou que, com o dólar mais caro, os exportadores estão tendo mais receita nas exportações. “As empresas que exportam terão ano com resultado muito bom … Quem está no mundo das exportações vai ter um alento. O Brasil está voltando ao pico das exportações de máquinas”, declarou o presidente de uma entidade na qual metade dos associados exporta. Cerca de 50% das exportações de máquinas vão para Europa e Estados Unidos.

Ainda assim, o executivo considerou que a volatilidade cambial é “péssima” para as transações com o exterior. “Não sei quanto estará o dólar no dia em que vou converter as exportações para reais.”

Ao tratar da queda da demanda por clientes no Brasil, Velloso comentou que as incertezas sobre as eleições pesam sobre as encomendas, mas que o custo do dinheiro e a falta de crédito inibem mais os investimentos. “A insegurança política não é o maior problema.”

Com informações: Repórter Diário