Multa de 1% pela Receita Federal por informação inexata volta a receber atenção do mercado

No último dia 11/08, a multa de 1% por informação inexata voltou ao tema do mercado. A afirmação de que esta multa “ainda não é aplicável e aguarda regulamentação” deixou de ser adequada como regra geral. O Decreto nº 12.955/2026 e a Resolução CGIBS nº 6/2026 regulamentaram os documentos fiscais eletrônicos do IBS e da CBS, e o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4/2026 fixou as datas de início da obrigatoriedade.

Agora pode ser mais pesada. A atenção se volta para as explicações da Receita Federal sobre o novo cálculo da multa por omissão ou informação inexata nas declarações de importação.

Um simples erro e sua reincidência pode ser fatal para uma empresa de pequeno porte, por isso a importância de uma análise criteriosa e revisões permanentes em processos.

A publicação aborda, entre outros pontos, a regulamentação dos documentos fiscais eletrônicos do IBS e da CBS, a aplicação da penalidade em UPF, seus limites mínimo e máximo, hipóteses de redução e as informações consideradas necessárias para a determinação do procedimento de controle fiscal.

Para 2026, a Receita informa o valor de R$ 200,00 por UPF. A penalidade padrão é de 100 UPF por informação, equivalente a R$ 20.000,00, observadas as regras e os limites previstos na legislação.

Em relação à Duimp, a orientação registra que a obrigatoriedade de documento fiscal eletrônico para IBS e CBS alcançará os fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2027.

O conteúdo merece atenção de importadores, exportadores, despachantes aduaneiros e demais intervenientes nas operações de comércio exterior.

Rodo Import, J MORAES, Alpha Cargo e ELO Logística assinam “Almoço de Networking – 32º Gourmet Comex”

Após a Multilog e a Hellmann Logistics anunciarem a participação no Gourmet Comex Campinas, agora se juntam a esse seleto Grupo a Rodo Import, a J MORAES, a Alpha Cargo e a ELO Soluções em Logística Integrada, ao lado dos apoiadores CIESP Campinas e SINDASP. As empresas assinarão o evento como “Marcas de Valor”.

O Almoço de Conteúdo e Networking – evento intimista que terá sua 32ª edição em 25 de setembro – já se consolidou como um dos encontros mais relevantes e prestigiados do calendário do comércio exterior brasileiro, com a proposta de reunir embarcadores (importadores e exportadores), autoridades, lideranças institucionais e executivos que atuam diretamente na dinâmica das operações internacionais.

Reconhecido por proporcionar um ambiente qualificado de relacionamento e integração, o evento reforça seu papel como ponto de convergência entre representantes do setor público, lideranças do setor privado, especialistas e tomadores de decisão.

CONFIRMADOS – Ao unir em um mesmo ambiente cerca de 150 profissionais, o evento já anunciou as primeiras adesões de apoiadores e marcas de valor.

A presença confirmada de importantes autoridades do setor, somada à participação ativa de importadores, exportadores e representantes da cadeia logística e aduaneira, eleva ainda mais a relevância do encontro.

O evento se consolida como um espaço privilegiado para networking de alto nível, geração de oportunidades comerciais e troca de experiências práticas.

ADESÃO – As adesões seguem abertas. Para participar, os interessados deverão procurar a GPA+ Comunicação, no contato 19 99299-1987 ou mkt@gpamais.com.br.

Emirates se torna a primeira companhia aérea a operar o Boeing 777-300ERSF convertido para carga

A Emirates SkyCargo, divisão de transporte de cargas da Emirates, iniciou a operação comercial do Boeing 777-300ERSF, tornando-se a primeira companhia aérea do mundo a operar esse modelo convertido de aeronave de passageiros para cargueiro. A incorporação do equipamento faz parte da estratégia de expansão da frota e da malha internacional da empresa para atender ao crescimento da demanda por carga aérea, especialmente impulsionada pelo avanço do comércio eletrônico e das cadeias globais de suprimentos.

Especializada no transporte internacional de cargas, a Emirates SkyCargo conecta mais de 150 destinos em seis continentes por meio de sua rede logística com hub em Dubai. A companhia vem ampliando sua capacidade operacional em 2026 com a incorporação de novos cargueiros e investimentos em infraestrutura para atender diferentes segmentos da logística global.

A aeronave A6-EBK iniciou as operações comerciais realizando um voo entre Hong Kong e Dubai, transportando mais de 100 toneladas de carga. O modelo convertido oferece capacidade útil de 100 toneladas e volume de 811 m³, representando um aumento de aproximadamente 25% na capacidade volumétrica em relação ao Boeing 777-F produzido originalmente como cargueiro. Além disso, possui espaço para 47 posições de paletes, dez a mais que o modelo de fábrica, característica que amplia sua capacidade para cargas volumosas, incluindo mercadorias do comércio eletrônico, segmento que já responde por cerca de 20% da tonelagem mundial movimentada por via aérea.

Segundo Badr Abbas, vice-presidente sênior divisional da Emirates SkyCargo, a entrada em operação da aeronave representa mais uma etapa do plano de crescimento da empresa. “A introdução do primeiro Boeing 777-300ERSF convertido em serviço operacional representa o próximo passo na expansão da nossa frota e na agilidade operacional. Estamos otimizando os ativos da companhia ao converter aeronaves de passageiros Boeing 777-300ER mais antigas para atender à crescente demanda por capacidade de carga aérea e transportar mercadorias rapidamente pelo mundo”, afirmou.

O executivo acrescentou: “Somado à nossa frota crescente de cargueiros de fábrica Boeing 777-F, já conseguimos ampliar nossa malha cargueira global de pouco mais de 40 destinos em fevereiro deste ano para os atuais 62 destinos, em contínuo crescimento. Oferecemos aos clientes globais capacidade escalonável, além de flexibilidade e conectividade para a movimentação de mercadorias para e através do nosso hub em Dubai.”

Conversão do Boeing 777-300ERSF amplia capacidade para carga aérea – Diferentemente dos cargueiros produzidos em fábrica, o Boeing 777-300ERSF operado pela Emirates SkyCargo foi convertido a partir de um Boeing 777-300ER originalmente destinado ao transporte de passageiros. O processo exigiu vários meses de trabalho e envolveu modificações estruturais e operacionais para adequar a aeronave exclusivamente ao transporte de cargas.

Inicialmente, todo o interior foi removido, incluindo assentos, compartimentos superiores, cozinhas e banheiros. Em seguida, foram realizadas adaptações estruturais para instalação de uma ampla porta de carga no deck principal, permitindo o embarque de grandes paletes. A abertura da fuselagem exigiu reforços estruturais e a substituição de partes significativas da estrutura original da aeronave.

Outra modificação importante foi a instalação de uma barreira rígida na parte frontal do deck principal, projetada para suportar impactos equivalentes a até nove vezes a força da gravidade (9G), atendendo aos requisitos regulatórios aplicáveis aos cargueiros.

A conversão também contemplou a criação de uma área de descanso e assentos adicionais para integrantes da equipe de apoio que acompanham determinados tipos de carga, como tratadores de cavalos de corrida em voos de longa distância. Além disso, a cabine de comando recebeu novos controles voltados aos sistemas ambientais e de segurança específicos para operações cargueiras.

Para suportar cargas mais pesadas, toda a estrutura do piso foi substituída por vigas reforçadas capazes de receber paletes e equipamentos de movimentação. A aeronave também passou a contar com um sistema completo de carregamento composto por rolos motorizados, travas e guias, permitindo maior eficiência nas operações em solo.

Entre as adaptações realizadas estão ainda a instalação de sistemas de detecção de fumaça e supressão de incêndio, além da atualização dos sistemas de controle ambiental. Essas modificações permitem manter diferentes faixas de temperatura durante o voo, condição necessária para o transporte de cargas sensíveis, como medicamentos, produtos biológicos e mercadorias perecíveis.

Antes de entrar em operação, a aeronave passou por um processo de certificação regulatória que incluiu documentação técnica, testes em solo e avaliações de voo para comprovar conformidade com os requisitos internacionais de segurança estrutural, desempenho e proteção contra incêndio. Após a certificação, recebeu a nova identidade visual da companhia antes de realizar seu primeiro voo comercial.

Como parte de seu plano de expansão, a Emirates SkyCargo prevê receber mais cinco Boeing 777-F e outro Boeing 777-300ERSF convertido até dezembro de 2026. Em 2027, outras três aeronaves convertidas deverão ser incorporadas à frota, totalizando cinco unidades desse modelo. Segundo a companhia, a ampliação da frota permitirá expandir a malha cargueira, que passou de pouco mais de 40 destinos no início de 2026 para 62 destinos, fortalecendo a conectividade com centros globais de produção e consumo e oferecendo maior capacidade para atender às cadeias internacionais de suprimentos.

Viracopos reforça Conformidade na Logística Pharma com certificado ANVISA em “Boas Práticas de Armazenagem”

O Aeroporto Internacional de Viracopos obteve a Certificação de Boas Práticas de Armazenagem (CBPA) para medicamentos e insumos farmacêuticos e para dispositivos médicos. Validas por quatro anos, as certificações emitidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) atestam a conformidade das operações do terminal com os requisitos regulatórios aplicáveis ao armazenamento de produtos sujeitos à vigilância sanitária.

As resoluções da ANVISA foram publicadas no DOU (Diário Oficial da União) desta quinta-feira (06/08) e renovam o reconhecimento conquistado pelo aeroporto pela primeira vez em setembro de 2024.

A concessão das certificações é resultado de uma ampla avaliação da infraestrutura física, dos sistemas de monitoramento, dos controles operacionais, da documentação técnica, dos processos de gestão da qualidade e da capacitação das equipes envolvidas nas operações, comprovando a conformidade do terminal com os requisitos estabelecidos pela ANVISA para o armazenamento seguro desses produtos.

Nos últimos anos, Viracopos intensificou investimentos na modernização de sua infraestrutura, no aprimoramento dos processos operacionais e no fortalecimento de sua governança da qualidade, com o objetivo de oferecer uma operação cada vez mais segura, eficiente e alinhada às exigências do setor farmacêutico.

A estrutura dedicada à logística de produtos farmacêuticos contempla áreas específicas para diferentes faixas de temperatura, monitoramento contínuo das condições ambientais, planos de contingência, controles de riscos, procedimentos operacionais padronizados, sistemas de rastreabilidade e equipes especializadas. Esse conjunto de recursos permite que produtos sensíveis sejam armazenados e movimentados em conformidade com rigorosos padrões regulatórios e operacionais.

Em 2025, Viracopos também foi recertificado no programa CEIV Pharma (Center of Excellence for Independent Validators in Pharmaceutical Logistics), da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), reconhecimento internacional que comprova a aderência das operações às melhores práticas globais para a logística farmacêutica. Em conjunto, as certificações concedidas pela ANVISA e a certificação da IATA reforçam o alinhamento do terminal aos mais elevados padrões nacionais e internacionais de qualidade exigidos pelo setor.

A manutenção dessas certificações demonstra que a excelência da operação farmacêutica de Viracopos está sustentada por um modelo integrado de infraestrutura, tecnologia, gestão da qualidade e qualificação profissional. Mais do que atender aos requisitos regulatórios, o aeroporto busca fortalecer uma cadeia logística resiliente, capaz de preservar as características dos produtos ao longo de todas as etapas da operação e contribuir para que medicamentos e demais produtos de saúde cheguem ao mercado com segurança, qualidade e confiabilidade.

Ao manter seus processos alinhados às melhores práticas nacionais e internacionais, Viracopos reforça sua posição como um dos principais hubs logísticos do Brasil para o segmento farmacêutico, consolidando um ambiente operacional preparado para atender uma indústria que exige elevados níveis de controle, conformidade e desempenho.

O que é o Certificado de Boas Práticas de Armazenagem (CBPA)? – O Certificado de Boas Práticas de Armazenagem (CBPA) é concedido pela ANVISA a recintos alfandegados que demonstram atender aos requisitos exigidos para o armazenamento seguro de produtos sujeitos à vigilância sanitária, como medicamentos, insumos farmacêuticos e dispositivos médicos.

A certificação comprova que o local possui infraestrutura, processos e controles capazes de preservar a qualidade, a integridade e a rastreabilidade desses produtos durante todo o período em que permanecem armazenados.

Fabricante de fitas adesivas do interior de SP exporta para 17 países e mira faturamento de R$ 1 bi até 2030

A ADERE, fabricante brasileira de fitas adesivas fundada em 1967, está ampliando a operação para quase dobrar o faturamento nos próximos anos. A companhia, que nasceu em uma antiga papelaria em Campinas e atualmente mantém sua principal fábrica em Sumaré, no interior de São Paulo, prevê encerrar 2026 com R$ 530 milhões em receita e chegar a R$ 1 bilhão em 2030.

Para sustentar esse crescimento, a empresa investiu mais de R$ 100 milhões nos últimos 18 meses em expansão, máquinas, equipamentos e tecnologia. A unidade de Sumaré ganhou 10 mil metros quadrados, enquanto o laboratório recebeu novos equipamentos para testes e desenvolvimento de produtos. A estratégia também envolve mudanças na estrutura de gestão, com a criação de uma camada de diretores para áreas como finanças, vendas, operações e pesquisa e desenvolvimento.

O movimento ocorre enquanto a ADERE busca ampliar sua presença em dois mercados principais. No varejo, a companhia pretende aumentar o número de produtos vendidos nos canais em que já atua. Na indústria, a aposta está no desenvolvimento de soluções personalizadas para aplicações específicas, ampliando o espaço da empresa para além das fitas adesivas mais conhecidas pelo consumidor.

De uma papelaria para uma indústria de R$ 530 milhões – A história da ADERE começou com Luís Gonzaga Dias, imigrante português e proprietário de uma papelaria. Entre os produtos comercializados no estabelecimento estava a fita adesiva conhecida popularmente como “durex”. A partir dessa oportunidade, ele decidiu deixar o varejo e entrar na fabricação do produto.

Fundada em 1967, a empresa começou produzindo fitas transparentes e, posteriormente, ampliou o portfólio para fitas de empacotamento e outras categorias. Ao longo das décadas, a variedade de produtos aumentou e levou a fabricante para diferentes segmentos industriais.

A segunda geração da família assumiu a condução do negócio. Luis Gustavo Dias, atual CEO e filho do fundador, entrou na companhia em 1995, depois de se formar em engenharia química e realizar uma especialização na França. Ele passou por áreas como vendas, gerência e diretoria antes de assumir o comando da empresa.

Fitas estão presentes em diferentes setores – Embora sejam associadas principalmente a materiais escolares, as fitas produzidas pela ADERE estão presentes em aplicações menos conhecidas. A empresa fabrica mais de 1.000 itens destinados à construção civil, ao varejo e a diferentes segmentos industriais.

Na construção civil, por exemplo, os produtos podem ser utilizados durante etapas de acabamento e também na fixação de painéis de fachadas de vidro. As soluções também aparecem em linhas de produção de refrigeradores, automóveis, caixas de papelão, embalagens, gráficas e produtos hospitalares.

O setor calçadista é outro exemplo. A empresa mantém uma fábrica em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, dedicada ao segmento. Uma das aplicações é feita sob a costura do couro para ajudar a evitar que o material se deforme com o uso.

Essa diversidade ajuda a explicar a estratégia da companhia para crescer. Em vez de depender apenas das categorias tradicionais, a ADERE pretende ampliar o número de aplicações e desenvolver produtos específicos para necessidades de diferentes clientes industriais.

Fábrica de Sumaré concentra expansão – A principal unidade da empresa fica em Sumaré, a cerca de 90 quilômetros da cidade de São Paulo. A fábrica possui aproximadamente 28 mil metros quadrados de área construída e capacidade para produzir 11 milhões de metros quadrados de fitas por mês. A expansão mais recente acrescentou 10 mil metros quadrados à unidade entre 2023 e 2024. Além da ampliação física, a companhia comprou máquinas para corte e fabricação de rolos e investiu em equipamentos para aplicação de adesivos sobre diferentes tipos de suporte.

Exportadora para 17 países – O laboratório também recebeu investimentos. Foram destinados mais de R$ 2 milhões a novos equipamentos de teste, incluindo um aparelho de raio X usado para analisar matérias-primas, produtos e possíveis novos fornecedores. Com cerca de 400 funcionários, a ADERE também mantém uma fábrica no Rio Grande do Sul e um centro de distribuição em Recife para atender à região Nordeste. A empresa exporta seus produtos para 17 países.

Empresa quer ampliar portfólio no varejo – A expansão da capacidade produtiva precisa ser acompanhada pelo crescimento das vendas. Por isso, uma das frentes da ADERE está concentrada no varejo, onde a companhia começou a levar sua marca para categorias próximas às fitas adesivas.

O portfólio passou a incluir produtos como colas, abraçadeiras, feltros para móveis e lixas. A estratégia é aproveitar os canais de distribuição já utilizados pela empresa para ampliar a quantidade de produtos oferecidos aos consumidores. A companhia também aumentou os investimentos em trade marketing e nas ações realizadas dentro das lojas. Entre as redes citadas estão Leroy Merlin, Obramax e Kalunga, além da expansão da presença em supermercados.

Indústria será uma das apostas para crescer – Enquanto o varejo busca ampliar a presença da marca, a estratégia industrial segue outro caminho. A ADERE pretende desenvolver cada vez mais fitas personalizadas para aplicações específicas, inclusive produtos fabricados exclusivamente para determinados clientes. Essa frente permite que a empresa utilize sua capacidade técnica para solucionar necessidades específicas de outras indústrias. A lógica é ampliar o valor agregado dos produtos e encontrar novas aplicações para as tecnologias de adesivos já disponíveis.

Para aumentar essa capacidade, a empresa também pretende lançar, no início de 2027, uma linha de fitas produzidas com tecnologia hot melt, que ainda não fazia parte de seu portfólio. Atualmente, a fábrica trabalha com diferentes tecnologias de adesivos, incluindo cura UV, acrílico à base de água, acrílico à base de solvente e adesivos de borracha natural com solvente.

Meta de R$ 1 bilhão depende de expansão – A combinação entre investimentos industriais, ampliação do portfólio e desenvolvimento de produtos personalizados sustenta a meta de levar o faturamento de R$ 530 milhões em 2026 para R$ 1 bilhão em 2030. Para alcançar esse resultado, a ADERE pretende aumentar sua participação no varejo e, ao mesmo tempo, ampliar os negócios com outras indústrias. A companhia também passou a reforçar sua estrutura de gestão para acompanhar essa nova fase. A criação de diretorias específicas busca dar suporte à expansão e trazer experiência de empresas maiores para áreas estratégicas do negócio.

Assim, a fabricante que começou há quase seis décadas em uma papelaria aposta na combinação entre expansão industrial, novos produtos e soluções personalizadas para alcançar uma nova escala. O desafio dos próximos anos será transformar a capacidade produtiva construída com os investimentos em crescimento efetivo das vendas e aproximar a empresa da marca de R$ 1 bilhão em faturamento.