Multilog e Hellmann Logistics confirmam presenças no Gourmet Comex, em setembro. Adesões seguem abertas.

O mês de agosto já segue em curso ao lado das oportunidades de visibilidade e de negócios para as empresas de comércio exterior e logística.

A Multilog e a Hellmann Logistics participarão do Gourmet Comex Campinas. O Almoço de Conteúdo e Networking – que terá sua 32ª edição em 25 de setembro – já se consolidou como um dos encontros mais relevantes e prestigiados do calendário do comércio exterior brasileiro e a empresa é tradicional apoiadora e entusiasta do Encontro.

O mercado reunido com autoridades, lideranças institucionais e executivos que atuam diretamente na dinâmica das operações internacionais. Reconhecido por proporcionar um ambiente qualificado de relacionamento e integração, o evento reforça seu papel como ponto de convergência entre representantes do setor público, lideranças do setor privado, especialistas e tomadores de decisão.

CONFIRMADOS – Pra se ter ideia da robustez do Encontro, logo após abrir cotas, o evento já anunciou as primeiras adesões de apoiadores e marcas de valor: CIESP Campinas, Sindasp, Alpha Cargo e Rodoimport.

Agora foi a vez da Multilog e da Hellmann Logistics anunciarem as suas participações.

A presença confirmada de importantes autoridades do setor, somada à participação ativa de importadores, exportadores e representantes da cadeia logística e aduaneira, eleva ainda mais a relevância do encontro.

O evento se consolida como um espaço privilegiado para networking de alto nível, geração de oportunidades comerciais e troca de experiências práticas, promovendo a aproximação entre os diversos elos do mercado e contribuindo para o fortalecimento institucional e operacional do Comex nacional.

ADESÃO – Para participar, os interessados deverão procurar a GPA+ Comunicação, no contato 19 99299-1987 ou mkt@gpamais.com.br.

Viracopos tem melhor junho dos últimos três anos e alta na movimentação de cargas atinge 11,5% no semestre

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou alta de 11,5% na movimentação de cargas no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado. A alta foi impulsionada pelos segmentos Diversos, Metal-Mecânico, Aeroespacial, Tecnológico e Farmacêutico. De janeiro a junho, foram movimentadas 148,4 mil toneladas ante 133,1 mil toneladas do mesmo período de 2025.

O resultado reflete as altas no processamento de cargas na importação, na exportação, em carga nacional e em remessas expressas (e-commerce). Os dados também indicam o melhor resultado para o mês de junho dos últimos três anos, com o total de 25,9 mil toneladas recebidas no mês ante 23,3 mil de junho do mesmo período do ano passado, resultando em uma alta de 11,1%.

Viracopos se consolida atualmente como um dos maiores hubs de aviação cargueira da América do Sul, sendo responsável pelo processamento de aproximadamente um terço de toda a carga que chega ao Brasil pelo modal aéreo. O grande diferencial do aeroporto reside em sua infraestrutura moderna e versátil, que permite operar com excelência tanto no segmento de cargas quanto no de passageiros.

A alta na movimentação de diversos segmentos, impulsionando os resultados no primeiro semestre, pode ser explicada pela melhoria da infraestrutura para esse setor realizada pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos nos últimos anos.

“Temos importantes investimentos em andamento, na expansão da nossa capacidade, e soluções de monitoramento para os produtos farmacêuticos importados. Além disso, Viracopos planeja a construção de um novo armazém dedicado às importações de cargas farmacêuticas em 2027, que será um dos mais modernos já construídos para essa finalidade no país”, destacou a diretora Comercial de Viracopos, Maria Fan.

“A localização estratégica de Viracopos, próxima aos maiores polos tecnológicos e industriais do país, faz com que o aeroporto seja o ponto de entrada preferencial para empresas que buscam rigor no controle térmico e agilidade na distribuição nacional”, concluiu a diretora Comercial.

Além das melhorias na infraestrutura, Viracopos renovou, no início de 2026, a certificação internacional CEIV-PHARMA, até 2028, que credenciou o terminal a se tornar um dos principais aeroportos da América Latina a importar e exportar produtos da indústria farmacêutica.

A certificação global CEIV-PHARMA (Center of Excellence for Independent Validators in Pharmaceutical Logistics), emitida pela IATA (International Air Transport Association), tem por objetivo auxiliar as organizações e toda a cadeia de fornecimento de carga aérea a atingir a excelência na logística de produtos farmacêuticos. Com este certificado, Viracopos passou a ser reconhecido como operador global de cargas de produtos farmacêuticos.

Carga Nacional, Importação e Exportação – No acumulado dos primeiros seis meses do ano, o melhor resultado em termos percentuais foi registrado na movimentação de Carga Nacional, que apresentou o melhor resultado dos últimos dez anos, com 46,1 mil toneladas registradas de janeiro a junho de 2026 ante 38,9 mil toneladas no mesmo período do ano passado, resultando em uma alta de 18,5%.

No setor de importação, a alta nos primeiros seis meses de 2026 chegou a 3,8%, com 49,5 mil toneladas que chegaram ao país ante 47,6 mil toneladas do acumulado de janeiro a junho de 2025.

Já nas exportações por Viracopos, a alta foi de 11,3% nos primeiros seis meses de 2026, com 47,2 mil toneladas embarcadas ante 42,4 mil toneladas no mesmo período do ano passado.

Remessas Expressas – As remessas expressas internacionais (courier), somadas às movimentações de exportação e importação, tiveram alta de 31% nos primeiros seis meses do ano, com a movimentação de 5,4 mil toneladas ante 4,1 mil toneladas no mesmo período de 2025.

De acordo com a diretoria Comercial, Maria Fan, a alta também está relacionada à adaptação de Viracopos ao crescimento do e-commerce e das remessas urgentes, que foi consolidada com a construção do TECEX em 2025, que é uma área dentro do Terminal Carga dedicado exclusivamente a remessas expressas com funcionamento 24 horas. Além disso, o aeroporto destinou novas áreas de armazéns no novo CLV (Centro Logístico de Viracopos) para suportar o volume do comércio eletrônico.

O fim da chamada “taxa das blusinhas” também contribuiu para a alta na movimentação do e-commerce. O governo federal zerou o Imposto de Importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 por meio de uma Medida Provisória assinada em maio. A isenção do tributo federal reduziu os custos dos pedidos em plataformas de e-commerce.

Aeroporto de Carga do Ano – No mês de junho, o Aeroporto Internacional de Viracopos venceu o prêmio de Aeroporto de Carga do Ano na edição de 2026 do ACW Awards, durante cerimônia realizada no Novo Centro Internacional de Exposições de Xangai, na China. Com isso, o aeroporto é bicampeão, pois também havia conquistado a premiação mundial na edição de 2024.

Viracopos concorreu na categoria Regional Cargo Hub (até 1 milhão de toneladas/ano) e foi o único aeroporto sul-americano selecionado como finalista na disputa. O ACW Awards é uma das principais premiações mundiais na área de logística aérea e reconhece companhias aéreas, aeroportos, agentes de carga, despachantes aduaneiros, agentes de vendas e prestadores de serviços logísticos.

*Crédito das fotos: Divulgação/Viracopos

Acordo Coletivo gera insegurança jurídica e pode afetar mais de 100 mil trabalhadores de comércio exterior e logística

Sem presidente eleito desde janeiro de 2026, SINDICOMIS realiza Assembleia para votação do tema, vetando manifestação dos participantes. MTE aperta o cerco e pode caçar o registro sindical.

Em uma publicação de março de 2026, feita pela Communicare Publicidade e Comunicação, o Brasil possuía 17.373 sindicatos ativos registrados no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES) do Ministério do Trabalho e Emprego.

O Brasil tem um dos maiores sistemas sindicais do mundo e só perde para países com população muito superior. Esse número — que possui em seu bojo 5.500 patronais e obtido diretamente da base do CNES — revela um universo frequentemente subestimado por empresas, políticos e imprensa.

Um dos dados mais alarmantes dessa base do MTE, mostrava que 5.601 sindicatos — 32,2% do total — possuíam mandatos de diretoria formalmente vencidos até abril de 2025. Isso significa que mais de um terço das entidades sindicais brasileiras opera com uma liderança cuja legitimidade pode ser questionada legalmente.

Neste universo, em 2026, encontra-se o SINDICOMIS – Sindicato Nacional de Comissárias de Despachos, Agentes Transitários e Intermediários de Carga, Logística e Fretes em Comércio Internacional, cujo mandato da última diretoria expirou em 31 de dezembro de 2025. Segundo estimativas, em seu guarda-chuva estão mais de 100 mil trabalhadores destes segmentos.

A Chapa Renovação, de oposição à atual gestão, tenta realizar eleição e manifestar o desejo do Associado, mas ainda não conseguiu homologar a candidatura e, consequentemente, realizar o pleito. Todavia, a Chapa Renovação vem conseguindo seguidas vitórias judiciais neste sentido. Na última decisão, a atual diretoria foi objeto de afastamento judicial determinado por decisão proferida em 26/06/2026 pelo MM. Juízo da 59ª Vara do Trabalho de São Paulo, nos autos da Ação Trabalhista nº 1000789-12.2026.5.02.0059.

“Queremos apenas que o Associado tenha o direito de decidir quem poderá representá-lo de forma confiável e, sobretudo, legítima”, afirma Valdir Santos, pré-candidato à Presidência do Sindicomis, pela Chapa Renovação.

Risco Jurídico Iminente – Sem presidente eleito desde janeiro de 2026, o Sindicomis realizou uma Assembleia para votação do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) no último dia 26/07/26. Apesar de o direito à palavra estar previsto no estatuto do Sindicomis, a mesa que conduziu a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) impediu a manifestação verbal dos presentes. A restrição impediu o amplo debate e aumentou o grau de insegurança das empresas em relação à entidade.

Os desdobramentos dessas decisões unilaterais e irregulares são graves: acordos coletivos firmados por diretores com mandato vencido podem ser questionados judicialmente; eleições podem ser impugnadas; a representação da entidade em processos administrativos e judiciais pode ser contestada. Sindicatos nessa situação enfrentam um risco jurídico real e precisam urgentemente regularizar a eleição — e comunicar isso com transparência para sua base.

“Não é razoável que alguém sem mandato conduza negociações em nome de milhares de empresas e mais de 100 mil trabalhadores, que afetarão salários, cláusulas sociais, relações de trabalho e, consequentemente, os resultados das empresas. Vamos buscar a impugnação da Assembleia realizada”, defendeu Valdir Santos.

Ministério do Trabalho e Emprego aperta o cerco – Em meados de junho deste ano, mais precisamente no dia 17/07, o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) divulgou um Edital, que notifica 169 entidades com mandatos de dirigentes vencidos há mais de oito anos; regularização deve ser concluída em até 180 dias para evitar o cancelamento do registro.

A medida decorre do procedimento periódico de verificação cadastral previsto na Portaria MTE nº 3.472, de 2023. A convocação ocorre semestralmente, com base nas informações consolidadas em 30 de junho e 31 de dezembro de cada ano.

Sindicomis pode perder o registro sindical – Essa publicação, no Diário Oficial da União de 6 de julho, encontra-se uma relação de entidades sindicais em situação irregular e o MTE estabeleceu prazo para que elas regularizem sua situação e atualizem os dados de suas diretorias no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES).

No caso do Sindicomis, o cadastro do Ministério informa que o mandato da última diretoria registrada terminou em 31 de dezembro de 2025. Desde então, portanto, nenhuma nova diretoria teria sido aceita ou registrada pelo órgão.

As entidades notificadas que não concluírem a atualização cadastral dentro do prazo estabelecido estarão sujeitas ao cancelamento do registro sindical.

Com informações:

  1. Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES) — Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), abril de 2025.
  2. MTE E CNES – 17/07/2026 – https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/julho/entidades-sindicais-tem-prazo-para-atualizar-dados-cadastrais-no-cnes
  3. Chapa Renovação

Receita Federal e Comitê Gestor do IBS publicam novo cronograma para emissão de documentos fiscais da Reforma Tributária

A Receita Federal do Brasil e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços publicaram hoje, sexta-feira, 31 de julho de 2026, o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4, de 30 de julho de 2026.

A norma estabelece as datas de início da obrigatoriedade de emissão dos documentos fiscais eletrônicos previstos nos regulamentos do Imposto sobre Bens e Serviços, IBS, e da Contribuição sobre Bens e Serviços, CBS.

A obrigatoriedade da Nota Fiscal Eletrônica, NF-e, modelo 55, da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, NFC-e, modelo 65, do Conhecimento de Transporte Eletrônico, CT-e, do CT-e OS, do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais, MDF-e, e de outros documentos relacionados no ato terá início em 3 de agosto de 2026.

Para a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, NFS-e, o cronograma varia conforme a natureza do fornecimento. Parte dos serviços sujeitos ao ISS terá obrigatoriedade a partir de 1º de outubro de 2026, enquanto plataformas digitais, locações, condomínios, bens imateriais e outras hipóteses previstas na norma observarão a data de 1º de dezembro de 2026.

A Nota Fiscal Fatura de Serviços de Comunicação Eletrônica, NFCom, terá início em 1º de outubro de 2026. A Nota Fiscal Eletrônica do Gás, NFGas, a Nota Fiscal de Água e Saneamento Eletrônica, NFAg, e a Nota Fiscal Eletrônica de Alienação de Bens Imóveis, NF-e ABI, terão obrigatoriedade a partir de 1º de dezembro de 2026.

No âmbito das operações de comércio exterior, a Declaração de Importação de Remessa, DIR, terá obrigatoriedade a partir de 1º de outubro de 2026.
Para a Declaração Única de Importação, Duimp, a data estabelecida é 1º de janeiro de 2027.

Na importação de bens materiais, o prazo aplicável será o previsto para a Duimp, em substituição à data geral estabelecida para a NF-e.

Para os contribuintes optantes pelo Simples Nacional, a obrigatoriedade dos documentos abrangidos pelo ato terá início em 1º de janeiro de 2027. A mesma data será aplicada à NF-e que registre fornecimentos sujeitos à tributação monofásica.

O ato também determina que a Receita Federal e o CGIBS publiquem, no prazo de até 30 dias, novo ato conjunto instituindo o Programa de Conformidade para a Emissão de Documentos Fiscais para o ano de 2026.

O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4 entrou em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

Fonte: Informativo Última Hora SINDASP e Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4, de 30 de julho de 2026, publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, nº 143, de 31 de julho de 2026.

Reforma Tributária: créditos de PIS/Cofins e novo prazo do Simples exigem planejamento imediato, alerta JML Contábil

A proximidade da substituição do PIS/Pasep e da Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços — CBS, a partir de 1º de janeiro de 2027, tem levado empresas de diferentes setores a revisar seus processos fiscais e tributários.

Entre os principais pontos de atenção estão os saldos credores de PIS e Cofins acumulados e ainda não utilizados. Esses valores podem representar recursos relevantes para o caixa das empresas, especialmente quando decorrentes de operações sujeitas ao regime não cumulativo.

A legislação da Reforma Tributária estabelece que os créditos de PIS e Cofins válidos e ainda não utilizados na data de extinção dessas contribuições permanecerão aproveitáveis. Para isso, deverão estar devidamente registrados na escrituração fiscal e atender aos requisitos previstos na legislação aplicável.

Esses créditos poderão ser utilizados para compensação com valores devidos da CBS. Dependendo da natureza do crédito e do cumprimento dos requisitos legais, também poderá ser admitido o ressarcimento em dinheiro ou a compensação com outros tributos federais.

Portanto, a Reforma Tributária não provoca, por si só, a perda automática desses créditos. Entretanto, inconsistências na escrituração, ausência de documentação comprobatória, falhas na apuração ou o decurso dos prazos legais podem dificultar ou até impedir o aproveitamento dos valores.

Diante desse cenário, as empresas devem realizar um levantamento detalhado dos saldos existentes, confrontando as informações contábeis e fiscais com a EFD-Contribuições, os pedidos de ressarcimento, as declarações de compensação e os documentos que deram origem aos créditos.

Simples Nacional terá novo calendário para 2027 – Outro ponto importante envolve o prazo para ingresso ou reingresso no Simples Nacional. A Resolução CGSN nº 186/2026 estabeleceu que a opção pelo Simples Nacional para o ano-calendário de 2027 deverá ser realizada entre os dias 1º e 30 de setembro de 2026, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027.

As empresas que pretendem ingressar ou retornar ao regime deverão verificar antecipadamente a existência de pendências fiscais, cadastrais ou tributárias que possam impedir o deferimento da opção.

Já para as empresas que estão regularmente enquadradas no Simples Nacional, a permanência no regime é, em regra, automática. Ainda assim, é recomendável consultar a situação da empresa no Portal do Simples Nacional e verificar a existência de eventuais termos de exclusão ou pendências que possam produzir efeitos em 2027.

A alteração do prazo não se aplica ao Microempreendedor Individual — MEI, cuja opção pelo Simei permanece sujeita às regras e ao calendário específicos do regime.

Opção pelo regime regular do IBS e da CBS – As empresas optantes pelo Simples Nacional também poderão escolher se desejam recolher o IBS e a CBS dentro do sistema unificado ou pelo regime regular, fora do Documento de Arrecadação do Simples Nacional — DAS.

Para produzir efeitos entre janeiro e junho de 2027, a opção pelo regime regular do IBS e da CBS deverá ser formalizada entre os dias 1º e 30 de setembro de 2026. Caso a empresa não exerça essa opção, o IBS e a CBS permanecerão incluídos no regime unificado do Simples Nacional durante o primeiro semestre de 2027.

Uma nova oportunidade de opção ocorrerá em março de 2027, produzindo efeitos para o período de julho a dezembro daquele ano.

Essa escolha deverá ser precedida de uma análise tributária individualizada, considerando fatores como atividade econômica, perfil dos clientes, composição de custos, possibilidade de geração de créditos e impacto sobre a formação dos preços.

Planejamento deve começar agora – A JML recomenda que as empresas iniciem imediatamente a revisão de sua situação fiscal, cadastral e tributária.

Além do levantamento dos créditos de PIS e Cofins, será necessário avaliar o melhor modelo de recolhimento do IBS e da CBS, regularizar possíveis pendências e projetar os efeitos financeiros das novas regras sobre custos, preços, margens e fluxo de caixa.

A antecipação do calendário do Simples Nacional reforça a importância do planejamento tributário. As decisões tomadas ao longo de 2026 poderão influenciar diretamente a carga tributária, a competitividade e a operação das empresas em 2027.