O Futuro do Mercosul

Artigo – Por Lucas Ferraz – Secretário de Negócios
Internacionais do Estado de São Paulo

 

Com a iminente eleição presidencial na Argentina, volta à tona a discussão sobre o futuro do Mercosul. De um lado, temos o candidato incumbente, Sergio Massa, que defende o modelo atual do bloco. De outro, o candidato da oposição Javier Milei, crítico da falta de dinamismo do Mercosul e defensor de mudanças estruturais. Qual destas visões estaria mais aderente aos fatos?

Criado em 1991, por meio do Tratado de Assunção, o bloco comercial constituído por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai tinha a ambiciosa meta de, em apenas 4 anos, tornar-se um Mercado Comum. Mais do que uma simples área de livre-comércio, um mercado comum pressupunha, para além da não incidência dos impostos de importação sobre o comércio entre os sócios, a eliminação das barreiras não-tarifárias, a extinção do regime de regras de origem, a criação de uma tarifa externa comum e a livre mobilidade de fatores de produção, para não falar do alinhamento de políticas comerciais, macroeconômicas e setoriais. Um bom exemplo de mercado comum no mundo atual, ou melhor, o único exemplo que temos, é a União Europeia que, indo mais além, criou uma moeda única em 1999 e se tornou uma União Monetária.

Não demorou muito, porém, para ficar claro o nível de irrealismo contido no Tratado de Assunção. Afinal, desde 1994 aos dias atuais, pouca coisa mudou na estrutura interna do Mercosul: somos um misto de área de livre comércio imperfeita, protegida por uma tarifa externa comum (TEC) repleta de exceções, mas com uma média tarifária entre as mais altas do mundo, confortável o bastante para neutralizarmos parcela significativa da concorrência internacional. Decidimos batizar este arranjo comercial de “União Aduaneira”, ainda que, na prática, esta “união” inexista, dados os vários “furos” da TEC. Além disso, típicas de áreas de livre comércio, decidimos manter o nosso regime de regras de origem, conservadoras e incompatíveis com um mundo fragmentando em cadeias globais de valor. Neutralizamos, assim, uma das principais vantagens de uma União Aduaneira vis à vis uma simples Área de livre comércio: a possibilidade da livre circulação de bens importados entre os sócios, sem burocracia, pagando o mesmo imposto de importação na borda, independente do país membro importador. Como se não bastasse, mesmo estando longe do modelo de um mercado comum, decidimos que as negociações de acordos internacionais, fora do âmbito da Aladi, deveriam ser feitas em bloco, ou seja, de forma consensual entre os 4 sócios.

Criado com tantas distorções internas que perduram até os dias atuais, será que este arranjo comercial tinha mesmo alguma chance de entregar resultados concretos e servir como plataforma de inserção internacional para os países sócios? Façamos uma breve retrospectiva, sob o ponto de vista da sua maior economia. Em 1991, pouco antes da assinatura do Tratado de Assunção, o Mercosul representava cerca de 8% das trocas comerciais do Brasil com o mundo. Ao final da mesma década, com a eliminação de parcela significativa das barreiras tarifárias entre os sócios, a representatividade do Mercosul chegou a atingir mais de 16% do comércio exterior Brasileiro. Contudo, nos anos mais recentes, o Mercosul não chega a representar nem 7% das trocas comerciais do Brasil, ou seja, representa, hoje, menos do que representava antes da própria formação do bloco. Por outro ângulo, se em 1991 as exportações do Brasil correspondiam a cerca de 1,3% do comércio mundial, esta fatia pouco se alterou nos dias atuais, comprovando o fracasso do Mercosul em alavancar o comércio exterior do país.

No que tange aos acordos comerciais, enquanto que desde 1991 foram registrados mais de 300 novos acordos no âmbito da OMC, não seria exagero dizer que, até o momento – e de forma quase que paradoxal – o acordo mais importante negociado pelos países do Mercosul foi o próprio Mercosul, com a assinatura do Tratado de Assunção. O resultado disso é que, enquanto o Brasil exporta seus produtos mundo afora, com tarifas suspensas para apenas cerca de 13% do valor total exportado, seus competidores, mais integrados à economia global, exportam com preferenciais tarifárias em até 70% do valor total vendido para o mundo.

Diante de resultados tão frustrantes, parece mais do que razoável a constatação de que o Mercosul precisa urgentemente de reformas. O discurso de simplesmente acabar com o bloco é tão ligeiro quanto equivocado, como também é equivocada a visão de que processos de integração comercial podem ser concretizados, com sucesso, de costas para o mundo.

Um grande passo para um Mercosul mais dinâmico passa, sem dúvida, por uma séria discussão sobre como flexibilizar seu modelo negociador. Com uma TEC repleta de exceções (algumas estimativas falam em mais de 40% do seu universo tarifário), qual o sentido de nos obrigarmos a negociações em bloco? Em outras palavras, a possibilidade de negociações bilaterais com países de fora do âmbito da Aladi retiraria uma das principais “amarras” do Mercosul, onde tudo se resolve e se negocia em bases consensuais, ignorando as distintas estruturas produtivas e os ciclos políticos dos países sócios. O resultado deste modelo, como já visto, foi a paralisia e a transformação do bloco em uma grande reserva de mercado. Afinal, aos nossos olhos e aos olhos do mundo, como justificar que nos engajamos em negociações comerciais com a União Europeia que já levam mais de 25 anos sem serem concluídas? Como explicar que, nesta mesma negociação, cuja parte comercial foi finalmente concluída em 2019, tenhamos resolvido, este ano, reabrir capítulos que já estavam negociados, sem qualquer critério minimamente racional ou senso de pragmatismo?

Levada a ideia da flexibilidade negociadora adiante, com ou sem a bilateralidade estrita, claro está que estaria decretado o fim da TEC, a qual, na verdade, nunca existiu em sentido pleno, mas apenas em nosso imaginário coletivo. O corolário imediato é que voltaríamos para onde nunca deveríamos ter saído: um Mercosul como uma simples área de livre-comércio, tal qual 96% dos arranjos comerciais existentes no mundo atual.

A realidade é algo que, cedo ou tarde, sempre se impõe. Com a palavra, o Uruguai.

Lucas Ferraz – Secretário de Negócios Internacionais
do Estado de São Paulo, via mídias sociais

Eduardo Rebuzzi é eleito presidente da NTC&Logística 2024-2027. Confira os membros eleitos.

Aconteceu ontem (16), Assembleia Geral Eleitoral, na sede da entidade em Brasília e na subsede em São Paulo, onde ficou definida a nova diretoria da entidade para o quadriênio 2024-2027.

O empresário Eduardo Rebuzzi, foi eleito presidente, junto ao vice na chapa, Antônio Luiz Leite. Na ocasião, além da diretoria, foram eleitos os integrantes do Conselho Fiscal e do Conselho Superior da entidade para o mesmo período.

Confira a seguir a composição

DIRETORIA (CHAPA ÚNICA)

PRESIDENTE: EDUARDO REBUZZI

VICE-PRESIDENTE: ANTÔNIO LUIZ LEITE

VICE-PRESIDENTE DE TRANSPORTE: ROBERTO MIRA

VICE-PRESIDENTE DE LOGÍSTICA: IRANI BERTOLINI

DIRETOR FINANCEIRO: JOSÉ MARIA GOMES

DIRETOR: JOSÉ ALBERTO PANZAN

DIRETOR: OSWALDO VIEIRA CAIXETA JÚNIOR

DIRETOR: JOSÉ MARCIANO DE OLIVEIRA

CONSELHO FISCAL

  1. ALTAMIR FILADELFI CABRAL
  2. VICENTE APARÍCIO Y MONCHO
  3. HÉLIO JOSÉ ROSOLEN
  4. CARLOS PANZAN
  5. PAULO AFONSO RODRIGUES DA SILVA LUSTOSA

CONSELHO SUPERIOR

(CHAPA ÚNICA)

Membros Efetivos

  1. ANTONIO LUIZ LEITE
  2. JOSÉ MARIA GOMES
  3. DANILO GUEDES
  4. JOÃO BRAZ NAVES
  5. JULIO EDUARDO SIMÕES
  6. IRANI BERTOLINI
  7. PAULO SÉRGIO RIBEIRO DA SILVA
  8. ROBERTO RAIMUNDO DEXHEIMER

Membros Suplentes

  1. GEOVANI ANTUNES SERAFIM
  2. PRISCILA HERTEL ZANETTE
  3. RAFAELA COZAR
  4. GISLAINE ZORZIN GERIN

Fonte: NTC&Logística/ Foto: Reprodução

Conheça os vencedores do VCPEX 2023

Reconhecido como um dos prêmios mais importantes para o comércio exterior, “Viracopos Excelência Logística” chegou à 11ª edição com novidades

Tetra Pak Ltda (Melhor Importador e Melhor Planta), Transportadora Fogagnoli Ltda (Melhor Transportador Rodoviário), Nelson Heusi Logística e Armazéns Gerais Ltda (Melhor Comissária de Despacho Aduaneiro), DSV Air & Sea Brasil Ltda (Melhor Agente de Carga); United Parcel Service CO (Melhor Companhia Aérea) e Secchi Agrícola Importação e Exportação Ltda (Destaque Exportador).

Estas foram as principais empresas ganhadoras da 11ª edição do Prêmio Viracopos Excelência Logística 2023 (VCPEX), que foi realizado na noite de sexta-feira (27/10) durante cerimônia do Royal Palm Hall, em Campinas (SP).

Reconhecido como um dos eventos mais importantes para o comércio exterior, o VCPEX – Prêmio Viracopos Excelência Logística chegou à 11ª edição contando com 260 empresas concorrentes. Lançado no dia 28 de junho de 2013, o Prêmio tem como objetivo destacar a performance logística das empresas atuantes no comércio exterior pelo Terminal de Carga do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

Além de reconhecer e homenagear as empresas importadoras, exportadoras e sua cadeia logística que se destacam no setor de carga aérea do Brasil. O VCPEX também busca proporcionar novas experiências aos participantes. Nesta edição, houve a palestra “Superando Desafios” com a ex-jogadora de basquete da seleção brasileira, Hortência Marcari.

Consolidado como um dos eventos mais importantes para o comércio exterior, o VCPEX é realizado pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos e teve o apoio do CIESP-Campinas, além de auditoria da Grant Thornton Brasil.

Nas categorias relacionadas à Cadeia Logística das empresas, os vencedores foram: Eleb Equipamentos Ltda (Segmento Diversos); Kostal Eletromecânica Ltda (Segmento Automotivo); Siemens Healthcare Diagnósticos Ltda. (Segmento Farmacêutico); IBM Brasil Ltda (Segmento de Tecnologia); Varian Medical Systems Brasil Ltda (Segmento Metalmecânico); Tetra Pak Ltda (Segmento Regimes Especiais TC-1); Flextronics International Tecnologia Ltda. (Regimes Especiais TC-6 Tecnologia); Tetra Pak Ltda. (Regimes Especiais TC-6 Diversos); Borgwarner Brasil Ltda (Regimes Especiais TC-6 Diversos); e Indústrias Romi S.A. (Regimes Especiais TC-6 Metalmecânico).

Já o prêmio de Destaque Despachante (SINDASP) foi conquistado por Carlos Eduardo Matias da Costa.

 

Concorrentes – Organizado pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, o Prêmio reconhece e estimula a eficiência de empresas e de sua cadeia prestadora de serviços no comércio exterior. Neste ano, concorreram ao Prêmio Viracopos 128 Empresas Importadoras, 36 Agentes de Carga, 43 Comissárias de Despachos Aduaneiros, 43 Transportadores Rodoviários e 10 Companhias Aéreas. Também há premiações especiais para o Destaque Exportador e para o Destaque Despachante Aduaneiro.

Todas as empresas importadoras concorrentes figuraram no Ranking de Eficiência Logística no período avaliado, que vai de agosto de 2022 a julho de 2023. Estas empresas disputaram premiação em 10 segmentos: Automotivo, Diversos, Farmacêutico, Metalmecânico, Regime Especial TC-1, Tecnologia e Regime Especial TC-6 para Automotivo, Diversos, Metalmecânico e Tecnologia.

A cadeia logística nacional deste setor já identifica na premiação uma oportunidade de ter a qualidade e a eficiência da empresa reconhecida pelo mercado. Para a diretora Comercial de Viracopos, Maria Fan, “além de reconhecer a performance do setor, o Prêmio é a oportunidade de estreitar relacionamentos entre os principais elos da logística de carga aérea para a promoção de novos negócios e o desenvolvimento econômico brasileiro”.

 

Vencedores da edição 2023:

CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: DIVERSOS
1º LUGAR
ELEB EQUIPAMENTOS LTDA
AGENTE DE CARGA: DSV AIR & SEA BRASIL LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: SERVIMEX LOGÍSTICA LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: PHENIX COMÉRCIO LOCAÇÕES LOGÍSTICAS SERVIÇOS & TRANSPORTES LTDA
2º LUGAR
KLABIN S.A.
3º LUGAR
CRYOVAC BRASIL LTDA

 

CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: AUTOMOTIVO
1º LUGAR
KOSTAL ELETROMECÂNICA LTDA
AGENTE DE CARGA: V.SANTOS ASSESSORIA ADUANEIRA LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: VSANTOS ASSESSORIA ADUANEIRA LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: VCP CARGO EXPRESS SERVIÇOS DE TRANSPORTES LTDA
2º LUGAR
HUF DO BRASIL LTDA
3º LUGAR
ZF AUTOMOTIVE BRASIL LTDA

 

CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: FARMACÊUTICO
1º LUGAR
SIEMENS HEALTHCARE DIAGNÓSTICOS LTDA
AGENTE DE CARGA: D-LOG BRASIL OPERADOR LOGÍSTICO MULTIMODAL LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: NELSON HEUSI LOGÍSTICA E ARMAZÉNS GERAIS LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: F W TRANSPORTES LTDA
2º LUGAR
ROCHE DIAGNÓSTICA BRASIL LTDA
3º LUGAR
GE HEALTHCARE DO BRASIL LTDA
CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: TECNOLOGIA
1º LUGAR
IBM BRASIL LTDA
AGENTE DE CARGA: DSV AIR & SEA BRASIL LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: DSV AIR & SEA BRASIL LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: BRASMEG TRANSPORTES LTDA
2º LUGAR
APPLE COMPUTER BRASIL LTDA
3º LUGAR
LENOVO TECNOLOGIA BRASIL LTDA

 

CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: METALMECÂNICO
1º LUGAR
VARIAN MEDICAL SYSTEMS BRASIL LTDA
AGENTE DE CARGA: FEDEX BRASIL LOGÍSTICA E TRANSPORTE LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: HAIDAR TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: HAIDAR TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA
2º LUGAR
SANDVIK COROMANT DO BRASIL IND. E COM. DE FERRAMENTAS LTDA.
3º LUGAR
ENDRESS + HAUSER CONTROLE E AUTOMAÇÃO LTDA.

 

CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: REGIMES ESPECIAIS TC-1
1º LUGAR
TETRA PAK LTDA
AGENTE DE CARGA: GEODIS GERENCIAMENTO DE FRETES DO BRASIL LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: DACHSER BRASIL LOGÍSTICA LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: TRANSPORTADORA FOGAGNOLI LTDA
2º LUGAR
EMBRAER S.A
3º LUGAR
SAMSUNG ELETRÔNICA DA AMAZÔNIA LTDA

 

CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: REGIMES ESPECIAIS TC-6 TECNOLOGIA
1º LUGAR
FLEXTRONICS INTERNATIONAL TECNOLOGIA LTDA
AGENTE DE CARGA: DSV AIR & SEA BRASIL LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: NELSON HEUSI LOGÍSTICA E ARMAZÉNS GERAIS LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: PROTEGE PROTEÇÃO E TRANSPORTE DE VALORES LTDA
2º LUGAR
SMART MODULAR TECHNOLOGIES LTDA
3º LUGAR
HEWLETT-PACKARD BRASIL LTDA

 

CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: REGIMES ESPECIAIS TC-6 DIVERSOS
1º LUGAR
TETRA PAK LTDA
AGENTE DE CARGA: GEODIS GERENCIAMENTO DE FRETES DO BRASIL LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: DACHSER BRASIL LOGÍSTICA LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: TRANSPORTADORA FOGAGNOLI LTDA
2º LUGAR
INTRALOX BRASIL LTDA
3º LUGAR
Zara Brasil

 

CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: REGIMES ESPECIAIS TC-6 AUTOMOTIVO
1º LUGAR
BORGWARNER BRASIL LTDA
AGENTE DE CARGA: DSV AIR & SEA BRASIL LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: BYTECH ASSESSORIA E SOLUÇÕES ADUANEIRAS LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: TRANSPORTADORA FOGAGNOLI LTDA
2º LUGAR
MARELLI SISTEMAS AUT. IND. E COM. BRASIL LTDA
3º LUGAR
HYUNDAI MOTOR BRASIL MONTADORA DE AUTOMÓVEIS LTDA
CADEIA LOGÍSTICA – SEGMENTO: REGIMES ESPECIAIS TC-6 METALMECÂNICO
1º LUGAR
INDÚSTRIAS ROMI S.A.
AGENTE DE CARGA: SCHENKER DO BRASIL TRANSPORTES INTERNACIONAIS LTDA
COMISSÁRIA DE DESPACHOS ADUANEIROS: SCHENKER DO BRASIL TRANSPORTES INTERNACIONAIS LTDA
TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: TSA TRANSPORTES SCREMIM E ARMAZENAGENS LTDA
2º LUGAR
KOMATSU DO BRASIL LTDA
3º LUGAR
JOHN DEERE BRASIL LTDA

 

DESTAQUE EXPORTADOR
SECCHI AGRÍCOLA IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA

 

DESTAQUE DESPACHANTE (SINDASP)
CARLOS EDUARDO MATIAS DA COSTA

 

OS MELHORES DO ANO – 2023
MELHOR IMPORTADOR: TETRA PAK LTDA
MELHOR PLANTA: TETRA PAK LTDA
MELHOR TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO: TRANSPORTADORA FOGAGNOLI
MELHOR COMISSÁRIA DE DESPACHO ADUANEIRO: NELSON HEUSI LOGÍSTICA E ARMAZÉNS GERAIS LTDA
MELHOR AGENTE DE CARGA: DSV AIR & SEA BRASIL LTDA
MELHOR COMPANHIA AÉREA: UNITED PARCEL SERVICE CO.

 

Com CCT Aéreo, Ranking de Eficiência Logística de Viracopos tem suspenção de 90 dias na apuração e divulgação

A ABV (Aeroportos Brasil Viracopos) divulgou um comunicado que estão suspensas a apuração e a divulgação do Ranking de Eficiência Logística, que define os vencedores do Prêmio VCPEX.

Veja a íntegra do Comunicado TECA VCP 016/2023, emitido em 04/08/23:

Considerando a publicação da Instrução Normativa RFB nº 2143, de 13 de junho de 2023 (“IN 2143”), e as alterações regulatórias dela decorrentes, a Aeroportos Brasil – Viracopos S.A. – ABV, comunica que ficará suspenso por 90 dias a contar de 01 de agosto de 2023, a apuração, detalhamento e divulgação dos dados para o Ranking de Eficiência Logística de Viracopos. A suspensão do projeto é necessária para que a sistemática utilizada para apuração dos dados, fique em conformidade com as mudanças impostas causadas com a implantação do CCT Aéreo.

Nossos canais de atendimento seguem à disposição para dirimir dúvidas, esclarecer e orientar. Telefone: (19) 3725-6780 / 3725-5358 E-mail: comercial.cargas@viracopos.com

Assina a Nota, a Gerência Comercial de Carga Aeroportos Brasil Viracopos.

Grupo V. Santos conquista “Prêmio VCPEX Setor Automotivo” ao lado da Kostal Eletromecânica

O Grupo V.Santos tem visitado os palcos do prêmio VCPEX com frequência. Desta vez, a empresa subiu para receber o troféu do setor automotivo ao lado da Kostal Eletromecânica. Na foto, os dirigentes da empresa Valdir Santos e Vitor Santos exibem a premiação com orgulho.

Reconhecido como um dos eventos mais importantes para o comércio exterior, o VCPEX – Prêmio Viracopos Excelência Logística chegou à 11ª edição contando com 260 empresas concorrentes. Lançado no dia 28 de junho de 2013, o Prêmio tem como objetivo destacar a performance logística das empresas atuantes no comércio exterior pelo Terminal de Carga do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

Além de reconhecer e homenagear as empresas importadoras, exportadoras e sua cadeia logística que se destacam no setor de carga aérea do Brasil. O VCPEX também busca proporcionar novas experiências aos participantes.

Consolidado como um dos eventos mais importantes para o comércio exterior, o VCPEX é realizado pela concessionária Aeroportos Brasil Viracopos e teve o apoio do CIESP-Campinas, além de auditoria da Grant Thornton Brasil.

O evento reuniu cerca de 200 profissionais no final de outubro, em Campinas.