Ranking de Eficiência de junho: confira os importadores mais rápidos em Viracopos.

Mais um mês se encerra com resultados de excelência em Viracopos.

No Ranking de Eficiência, elaborado mensalmente com base nos menores tempos nos processos de importação, a Concessionária Aeroportos Brasil Viracopos anunciou as empresas que conquistaram posição no Top 5 dos segmentos: Aeroespacial, Automotivo, Diversos, Metalmecânico, Pharma e Tecnologia.

Os dados são referentes ao mês de junho e sinalizam os vencedores do Prêmio VCPEX, entregue anualmente ao setor.

Embraer é destaque no Setor Aeroespacial – Cada segmento apresentou novidades, como pode ser observado nas artes abaixo. Um desses destaques, no setor Aeroespacial, a Embraer reduziu seu processo de importação em 43%Confira abaixo os resultados do Ranking VCPEX referente a junho/26.

 

 

“Premiação VCPEX” aos mais eficientes do modal aéreo será em novembro

Anualmente a Concessionária de Viracopos – Aeroportos Brasil Viracopos (ABV) – edita o VCPEX – Prêmio Viracopos Excelência Logística.

Em 2026 o evento chega à sua 14ª edição e será realizado em novembro no Royal Palm Hall, em Campinas (SP), conforme apurou o Portal Aduana LogNews.

Em breve a organizadora divulgará o dia exato do encontro. Nesta data futura, serão divulgados os vencedores da categoria Melhores do Ano em performance logística.

VCPEX – Reconhecido como um dos eventos mais importantes para o comércio exterior, o Prêmio Viracopos Excelência Logística foi lançado em junho de 2013 e tem como objetivo destacar a performance logística das empresas atuantes no comércio exterior por meio do Terminal de Carga do Aeroporto Internacional de Viracopos.

O Prêmio é inspirado no “Troféu Fênix de Eficiência” criado em 2001 pela Infraero, gestora do Terminal à época, entregue às empresas mais rápidas na liberação de carga na importação.

As empresas concorrentes foram avaliadas no período de agosto de 2025 a julho de 2026, figurando no Ranking de Eficiência Logística, que é um dos principais indicadores do setor. O evento conta com o apoio do CIESP-Campinas e da auditoria da PGBR.

Almoço Gourmet Comex reunirá mercado em setembro. Veja como participar.

Com o objetivo de impulsionar conexões estratégicas e debater as tendências globais do setor, a nova edição do Almoço Gourmet Comex já tem data e local confirmados. O evento reunirá as principais lideranças do mercado no dia 25 de setembro. Consolidado e aguardado pelo mercado como um ponto de encontro indispensável para os tomadores de decisão da área.

Tradição e Exclusividade – Com uma trajetória sólida construída ao longo de 32 edições de sucesso, o encontro renova seu compromisso com a excelência. “Para este ano, intensificaremos o foco ainda mais direcionado ao perfil dos participantes: um público altamente seleto, com presença reforçada de importadores e exportadores”, assegura Nilo Peralta, líder da GPA+ Comunicação, idealizador e organizador do Encontro.

A proposta é proporcionar um ambiente ideal para o networking de alto nível, geração de negócios e troca de experiências entre quem de fato movimenta a cadeia do comércio internacional.

Força do Hub de Campinas –  A escolha da região não é por acaso. A Região Metropolitana de Campinas consolida-se cada vez mais como um dos maiores e mais dinâmicos hubs de comércio exterior do país.

A força do parque industrial local, somada à infraestrutura logística de ponta e ao alto volume de operações de importação e exportação, faz do local o palco perfeito para debates econômicos de grande impacto.

Experiência Gastronômica e Conteúdo – Além das conexões de negócios, o evento oferece uma experiência sensorial e informativa diferenciada. A Apresentação de um overview dinâmico será anunciada na próxima semana pelos organizadores e contará com a participação da Receita Federal e da UNICAMP.

A edição seguirá no prestigiado Restaurante SMEAT, proporcionando um ambiente sofisticado e acolhedor para os convidados.

Menu Exclusivo: O serviço de buffet será harmonizado durante todo o evento com o aclamado vinho argentino D.V. Catena, elevando o padrão da experiência gastronômica.

Serviço:

  • Evento: Almoço Gourmet Comex – 25/09 – sexta-feira
  • Local: Restaurante SMEAT
  • Inscrições e Informações: Vagas limitadas para preservar o caráter exclusivo do encontro.
  • INFORMAÇÕES: mkt@gpamais.com.br – (19) 99299-1987

 

 

Exportações crescem quase 8% em julho na Região de Campinas, diz Pesquisa CIESP

A Regional Campinas do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) apresentou nesta semana uma nova edição da Pesquisa de Sondagem Industrial, referente ao mês de agosto. A entidade perguntou aos seus associados qual o principal obstáculo para o crescimento da indústria, dentro do contexto da atual economia global e aumento das tarifas de comércio exterior.

Para 10% das empresas associadas o ‘aumento dos custos de importação de insumos e matérias-primas cruciais é o principal obstáculo’. A ‘concorrência desleal com produtos importados de baixo custo’ foi apontada por 27% das respondentes. Já 18% delas indicaram como dificuldade as ‘barreiras e tarifas impostas às nossas exportações por mercados externos’.

Exportações – Todavia, as exportações cresceram 7,75%. Em julho de 2026 o valor exportado foi de US$ 344 milhões – 7,75% maior que em julho de 2025. O acumulado em 2026 é de US$ 2,1 bilhões, 5,10% maior que no mesmo período do ano anterior.

Já as importações em julho de 2026 foram de US$ 1,4 bilhão – 2,23% maior que em julho do ano passado. O acumulado é de US$ 8,1 bilhões – 0,06% maior que no mesmo período anterior. O déficit em julho de 2026 foi de US$ 1,1 bilhão – 0,67% maior que o registrado em julho de 2025. O déficit acumulado é de US$ 6 bilhões – 1,62% menor que no mesmo período de 2025.

Ainda com relação à Pesquisa, também para 18% o principal obstáculo é o ‘encarecimento da produção, por conta da carga tributária/tarifária, dificultando o fechamento de vendas’. Finalmente, 27% respondeu que ‘não sente o impacto direto das oscilações do comércio exterior’. Conforme o Ciesp, no cômputo geral, esses obstáculos atingem 73% da indústria da região de Campinas.

Para o diretor da Regional Campinas, José Henrique Toledo Corrêa, “o custo Brasil está implícito nessas respostas, impactando de forma direta a indústria regional”. Toledo Corrêa avaliou que os indicadores da Sondagem de agosto mostram números já previstos em pesquisas anteriores. “Os indicadores dessa Sondagem mostram tendência de retração da economia. Atividade produtiva, vendas, capacidade de produção, nível de emprego, ou seja, estamos vivendo um momento tenso. Não sabemos onde vamos parar. Não há aumento de consumo, nem de compras e nem de pedidos”, disse.

Balança Comercial Regional – Anselmo Riso, diretor do Departamento de Comércio Exterior do Ciesp-Campinas, ao comentar os números da Balança Comercial Regional de julho, explicou que o ambiente internacional de negócios sofre efeitos da crise no Oriente Médio e da guerra Rússia e Ucrânia. Na sua análise, a tendência do comércio exterior regional poderá ser melhor identificada a partir dos números de agosto e setembro.

O Ciesp-Campinas conta com 590 empresas associadas, distribuídas em 19 municípios da região. O faturamento conjunto das empresas associadas é de R$ 53 bilhões ao ano. Conjuntamente essas empresas empregam quase 98 mil colaboradores.

Governo amplia prazo do drawback para empresas afetadas por tarifas adicionais dos EUA

Empresas exportadoras brasileiras que tiveram seus compromissos de exportação afetados pelas tarifas adicionais aplicadas pelos Estados Unidos poderão ganhar mais tempo para cumprir as obrigações previstas no regime de drawback suspensão. A Medida Provisória nº 1.386, foi publicada nesta terça-feira (25/8) no Diário Oficial da União (DOU) e permite a prorrogação, por até um ano, dos prazos de suspensão de tributos para esses casos.

A medida é mais uma iniciativa do Plano Brasil Soberano 3 e busca oferecer às empresas maior capacidade de adaptação diante das mudanças nas condições de acesso ao mercado norte-americano. O objetivo é preservar a competitividade das empresas brasileiras e evitar que compromissos assumidos no âmbito do drawback sejam prejudicados por uma alteração superveniente nas condições comerciais.

“Essa medida dá às empresas brasileiras mais tempo para se adaptar às novas condições de acesso ao mercado americano. Elas poderão continuar buscando oportunidades nos Estados Unidos ou redirecionar sua produção para outros mercados. É mais uma ação do Plano Brasil Soberano para preservar a capacidade exportadora brasileira”, afirma Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A medida tem alcance transversal e beneficia empresas de diferentes setores, desde segmentos tradicionais até cadeias de maior complexidade tecnológica. Entre os principais produtos exportados aos Estados Unidos com utilização do drawback estão produtos de madeira, pedras trabalhadas, produtos químicos, portas e outros produtos manufaturados, calçados, transformadores, carnes, móveis e máquinas e equipamentos.

“A medida confere flexibilidade ao drawback e contribui para que o regime continue cumprindo seu papel de apoiar a competitividade das empresas brasileiras no comércio internacional”, afirma Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior.

A regra também contempla empresas fabricantes-intermediárias, que utilizam o drawback para adquirir insumos e produzir componentes ou outros produtos intermediários destinados a empresas que fabricarão o produto final para exportação. Por exemplo, uma empresa que produza uma peça com insumos adquiridos com drawback e a forneça a uma fabricante que exportará o produto final para os Estados Unidos também poderá ser beneficiada pela prorrogação, desde que o compromisso de exportação do produto final tenha sido comprovadamente afetado pelas tarifas adicionais aplicadas pelos EUA.

A MP não implica impacto orçamentário ou financeiro nem representa nova renúncia de receita, uma vez que os atos concessórios abrangidos pela medida já haviam sido emitidos anteriormente — em 2024 ou, no caso de bens de capital de longo ciclo de fabricação, em 2021.

Quem pode ter direito à prorrogação – A possibilidade de extensão vale para empresas que, entre outras condições:
– possuem ato concessório de drawback suspensão com prazo final entre 22 de julho e 31 de dezembro de 2026;
– tiveram o cumprimento do compromisso de exportação afetado pela aplicação de tarifas adicionais dos Estados Unidos.

A prorrogação poderá ser de até 12 meses, conforme as condições estabelecidas na Medida Provisória.

Para a efetiva aplicação da novidade, a Secretaria de Comércio Exterior do MDIC (Secex/MDIC) regulamentará nos próximos dias, por meio de portaria, a forma de envio dos pedidos de prorrogação de prazo, bem como os documentos necessários à análise de cada processo.

O que é o drawback suspensão – O drawback suspensão é um regime aduaneiro especial que permite à empresa suspender determinados tributos incidentes sobre a aquisição ou importação de insumos utilizados na fabricação de produtos destinados à exportação. A empresa assume, em contrapartida, o compromisso de exportar os produtos dentro do prazo estabelecido no ato concessório.

O regime é um dos principais instrumentos de apoio às exportações brasileiras. Em 2025, US$ 72,8 bilhões em exportações foram realizadas com apoio do drawback suspensão, o equivalente a 20,9% das exportações brasileiras, que somaram US$ 348 bilhões no ano. No mesmo período, 1.791 empresas utilizaram o regime.