D.V. Catena é o vinho oficial do 32º Gourmet Comex. Mercado se reunirá em almoço no interior de SP.

Em contagem regressiva para o dia 25/09 – faltam 34 dias – os Organizadores do Almoço de Conteúdo e Networking “Gourmet Comex” anunciaram novas empresas que assinam esta 32ª edição.

Reconhecido pelo mercado como um dos encontros mais relevantes e prestigiados do calendário brasileiro do comércio exterior, o Gourmet Comex reunirá mais uma vez autoridades, lideranças institucionais e executivos que atuam diretamente na dinâmica das operações internacionais.

O Espaço SMEAT Gastrobar, no charmoso bairro Gramado, em Campinas é a nova casa do Evento, no forte interior de SP.

Ponto de convergência entre carca de 150 convidados, com representantes do setor público, lideranças do setor privado, especialistas e tomadores de decisão do mercado de importação e exportação, o Encontro fortalece o diálogo e a construção de soluções estratégicas para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro.

CONFIRMADOS E VINÍCOLA CATENA ZAPATA – As “Marcas de Valor” presentes e apoiadoras nesta edição, até o momento, são: CIESP Campinas, Intermodal South America, Sindasp, Multilog, Hellmann Logistics; Rodo Import, J MORAES, West Cargo, Asa Express e Alpha Cargo.

O vinho DV Catena, Argentino, da Vinícola Catena Zapata, na região de Mendoza, foi o vinho eleito para ser servido no evento e brindar o Networking da 32ª edição do tradicional almoço com o mercado de comércio exterior e logística do interior de São Paulo.

A presença confirmada de importantes autoridades do setor, somada à participação ativa de importadores, exportadores e representantes da cadeia logística e aduaneira, eleva ainda mais a relevância do encontro.

Informações para participação: mkt@gpamais.com.br ou 19 99299-1987.

Força Econômica do Interior de SP é refletida também no Varejo

O interior de São Paulo confirma sua alta força econômica por meio das redes regionais de supermercados, que faturam bilhões e expandem suas operações com dezenas de lojas em forte ritmo. Redes como o Savegnago lideram o varejo fora da capital, movimentando a economia local, gerando milhares de empregos e competindo diretamente com gigantes nacionais.

O interior do Estado de São Paulo funciona como o verdadeiro motor econômico do país, unindo um parque industrial altamente tecnológico a um agronegócio moderno e integrado ao mercado global.

A força dessa macroregião se destaca tanto no Produto Interno Bruto (PIB) nacional quanto na balança comercial do comércio exterior brasileiro.

Se o interior paulista fosse um país, ele estaria entre as maiores economias da América Latina. Fora a capital, o estado concentra dezenas de cidades que figuram no ranking das 100 mais ricas do Brasil.

VEJA BAIXO O RANKING DO VAREJO

ANAC divulga balanço e carga aérea é destaque em julho. Confira números.

O relatório de demanda e oferta da Anac foi atualizado com os dados da aviação regular de julho de 2026. No mês, 11,9 milhões de passageiros voaram nos aeroportos brasileiros: 9,2 milhões no segmento doméstico (1,9% acima do registrado em julho de 2025) e 2,7 milhões no setor internacional (4,2% acima da movimentação de julho de 2025).

Mas, o destaque veio da Carga Aérea

O mercado internacional puxou o crescimento da movimentação de carga aérea no Brasil em julho. O segmento transportou 82,7 mil toneladas, alta de 8,4% em relação ao mesmo mês de 2025, superando o desempenho do mercado doméstico, que avançou 5,2%, para 41,2 mil toneladas.

Somados os dois mercados, o setor movimentou 123,8 mil toneladas de carga e correio em julho, crescimento de 7,3% na comparação anual, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (20) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Além de registrar uma taxa de crescimento superior à do mercado doméstico, o segmento internacional respondeu por cerca de dois terços de toda a carga aérea movimentada no país no mês. Em termos absolutos, foi também o principal responsável pela expansão do setor.

Receita Federal disponibilizará no ambiente de produção as alterações na DUIMP para Reforma Tributária do Consumo (CBS/IBS)

Através do comunicado Importação nº 089/2026, assinado pela COANA, a Receita Federal do Brasil informou que disponibilizará em produção das alterações na Duimp para a Reforma Tributária do Consumo (CBS/IBS), no dia dia 27 de setembro de 2026.

Confira, abaixo, a íntegra do Comunicado:

Informamos que será disponibilizada no ambiente de produção do Portal Único Siscomex no dia 27 de setembro de 2026 as alterações na Duimp para atender a Reforma Tributária do Consumo.

As informações técnicas acerca das alterações realizadas estão disponíveis neste endereço: https://docs-proxima.portalunico.siscomex.gov.br/rn/r75-parana-v75.1-rtc/.

Também já está disponível uma página no Manual da Duimp com as instruções para preenchimento das novas informações no endereço a seguir: https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/manuais/despacho-de-importacao/sistemas/duimp/rtc.

A partir desta data, não será mais necessário preencher o campo cClassTrib nos itens da Duimp. Desta forma, este campo terá sua vigência encerrada.
Um resumo das alterações é:

  • Informação obrigatória do Local da Operação de Consumo, contendo a Unidade da Federação – UF e município, para cada item da Duimp.
  • Informação obrigatória dos outros tributos/direitos devidos até a liberação por item da Duimp, ainda que este valor seja igual a R$ 0,00.
  • Caso haja valores a serem preenchidos neste campo, a memória de cálculo deverá ser juntada ao dossiê vinculado à Duimp por meio de anexação de documento.
  • Caso o regime de tributação da CBS/IBS não seja recolhimento integral, o importador deverá selecionar o respectivo fundamento legal opcional apropriado a sua operação de importação.
  • Os códigos CST e cClassTrib de cada item da Duimp serão definidos pelo sistema a partir dos fundamentos legais escolhidos. Nesta primeira versão, os códigos serão informados na API de consulta e na próxima release também serão exibidos em tela.

Estas alterações já estão disponíveis no ambiente de Treinamento / Validação no endereço https://val.portalunico.siscomex.gov.br/portal/.

Coordenação-Geral de Administração Aduaneira

Com informações: SINDASP

 

Gigante Japonesa investe para faturar R$ 29 bi e aposta nas Exportações para o Mercosul

Na última terça-feira, 18, a Nissin Foods do Brasil reuniu jornalistas em uma coletiva para apresentar as novidades da marca para o mercado brasileiro. Ao todo, serão 13 novos produtos, em um dos maiores movimentos de expansão do portfólio da companhia no país.

A marca apresenta uma nova linha inspirada no Japão, com ramen e udon em versões copo e pacote, destacando sabores como Chili Tomato, Frango Teriyaki, Dan Dan e Curry.

Os produtos Geki serão fabricados no Brasil, com distribuição nacional prevista para outubro, e preços competitivos em relação aos produtos coreanos já no mercado brasileiro.  ‘

Américas concentram maior parte da receita – Segundo os dados apresentados pela empresa, as Américas responderam por 56,8% do faturamento global da Nissin em 2025. A China apareceu na sequência, com 26%, enquanto a Europa representou 9,4% e os demais países asiáticos somaram 7,8%.

Diante da relevância do mercado americano para os negócios da companhia, Suzuki classificou o Brasil como uma das principais operações internacionais do grupo.

Nova fábrica começa a operar em 2027 – A expansão do portfólio acontece paralelamente à preparação para a terceira fábrica da Nissin no Brasil. A nova unidade será instalada em Ponta Grossa, no Paraná, com previsão de início das operações no começo de 2027.

Exportações para o Mercosul – A operação brasileira também tem ampliado sua atuação internacional. Atualmente, a companhia exporta para cerca de dez países, entre eles China, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru e Colômbia.

A partir de 2027, queremos acelerar o crescimento e impulsionar nossos produtos no Brasil”, declarou Suzuki.

A localização da unidade paranaense também foi escolhida por questões logísticas. Segundo o executivo, a proximidade com mercados como Uruguai, Paraguai e Argentina foi um dos fatores considerados pela empresa.