Viracopos registra novo crescimento de carga internacional

Exportações superam 50 mil toneladas nos sete primeiros meses e alta atinge 43,5% em 2018

O movimento de importação, de exportação e de remessas expressas apresentaram alta no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado no TECA (Terminal de Carga – FOTO) do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

Somadas todas as movimentações (importação, exportação e remessas expressas), o crescimento chegou a 25,4% nos primeiros sete meses do ano em relação ao mesmo período de 2017.

As altas foram puxadas pelos segmentos de Cosméticos, Calçados e Bolsas, Móveis, Transporte de Duas Rodas, Farmacêuticos, Papelaria e Publicações, Químicos e Tecnologia.

Na Importação, o crescimento foi a 6% em julho, como um total de 10.906 toneladas movimentadas. Somados os sete meses do ano, a alta chegou a 15,87% em relação ao mesmo período de 2017, com um volume total de 78.189,43 toneladas importadas.

Já na área de Exportação, a alta chegou a 52% em relação ao mês de julho de 2017. Só no mês passado, foram exportados pelo aeroporto 8.235 toneladas de carga contra 5.412 toneladas do mesmo mês do ano passado. Somados os sete meses deste ano, a alta nas exportações foi de 43,51%, com um total de 50.494,80 toneladas de cargas que deixaram o país por Viracopos.

Outra marca importante ocorreu na área de remessas expressas/courier. No mês de julho, o crescimento neste setor foi de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado, com 603 toneladas. Já no acumulado entre janeiro e julho, a alta soma 18,3%, com 3.496 toneladas movimentadas.

Presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp visita Porto de Santos: “conhecer questões portuárias e propor soluções”

O presidente em exercício da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, visitou o Porto de Santos (FOTO), na cidade de mesmo nome, nesta quarta-feira (22/08). Roriz foi acompanhado por uma delegação das entidades e o objetivo do encontro era fortalecer ainda mais a relação entre as instituições.

Desse modo, a comitiva da Fiesp reuniu-se com a diretoria executiva da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), na sede da Autoridade Portuária, realizando, a seguir, visita técnica às instalações portuárias a bordo de embarcação.

O diretor-presidente a Codesp, José Alex Oliva, destacou que “resolver as questões de interesse comum, conjuntamente, é muito mais eficaz e produtivo. A Fiesp é um elemento de ligação com a indústria paulista de fundamental importância para o Porto de Santos e esta aproximação é essencial para encontrarmos soluções inovadoras que atendam às necessidades de desenvolvimento tanto do segmento industrial como do portuário”.

Já o presidente em exercício da Fiesp afirmou que “a visita é importante para conhecermos mais profundamente as questões portuárias e ajudarmos nas soluções, visto que por aqui chegam nossos insumos e sai nossa produção. Queremos que o Porto de Santos seja, cada vez mais, uma alavanca para o desenvolvimento do Estado de São Paulo e do Brasil e um forte instrumento para a competitividade da nossa indústria”.

A visita precede o seminário “Porto de Santos: os impactos diretos na competitividade da Indústria”, que a Fiesp realizará no próximo dia 30 de agosto em sua sede, na Avenida Paulista, em São Paulo. O evento terá como finalidade promover um debate sobre os desafios, oportunidades e melhorias do Porto de Santos e como os temas relacionados impactam a competitividade da indústria.

SINDASP participa de mapeamento de processos na ANVISA já com a visão da implantação da DU-Imp

SINDASP divide com seus Associados os temas debatidos na Agência, após participar de reunião em Brasília (DF)

O SINDASP, com outros operadores do comércio exterior da iniciativa privada, participou na última segunda-feira(20) de uma reunião, em Brasília (DF), na ANVISA – Agência de Vigilância Sanitária. Pelo SINDASP e esteve presente o Despachante Aduaneiro Antonio Carlos Costa Ferreira, integrante do grupo de trabalho desenvolvido pelo SINDASP. que trata de assuntos ANVISA. “Foi um encontro bastante produtivo, mas acendeu um alerta, pois ficou constatado que a ANVISA tem sérios problemas de sistemas e que não serão resolvidos em curto prazo”, assegurou Ferreira.

No debate sobre os gargalos e soluções de processos com a anuência da ANVISA foi levado em consideração a visão da implantação da DU-Imp, que terá início em 2018. Segundo ainda o representante do SINDASP no evento, Antonio Ferreira, desde 2012 o SINDASP vem trabalhando nesses processos através de um grupo de trabalho, levantando problemas e apontando soluções.

De acordo com as comunicações anteriores, o SIDNASP reforça a convocação de que os associados colaborem sempre com problemas e potenciais soluções para melhoria dos processos, a fim de que se busque, com a participação de todos, a construção de um sistema ágil, transparente, consistente e previsível.

Confira abaixo cada um dos temas debatidos, após detalhamento apresentado por Antonio Ferreira:

 

  • Ampliar as finalidades de destinação da PEI, trazendo uma melhor harmonização com os códigos da GRU, que também devem ser revistos;
  • Geração da GRU direto (puxando os dados) pelo PEI e não pelo Vicomex, com isto ganharíamos tempos e não haveria a possibilidade de conflitos entre os códigos, por erro no preenchimento;
  • Falou-se em o pagamento da taxa pela autorização de importação ser realizada no fim do processo, pois hoje com a demora na confirmação do crédito, impacta no início do processo.
  • Foi proposto que a AUTORIZAÇÃO DE USO POR TERCEIROS (DDR), fosse concedida, sem a menção do número da L.I., de forma extensiva, quando a empresa assim procedesse de forma rotineira, com empresas terceirizadas (Trading).
  • Foi reclamado de campos no PEI, que não abrem para serem preenchidos, foi informado que eles já estão trabalhando nisto;
  • Mais uma vez, foi solicitado que os processos tenham o encaminhamento por conhecimento de embarque e não por L.I., o que sem sombra de dúvida traria benefício a todos. Mesmo porque com a DU-Imp, não mais existirá adições, para agrupar vários itens e sim diversos itens por LPCO, e que ninguém sabe como será cobrada a taxa;
  • Que o recolhimento da GRU seja realizado pelo sistema Centralizado, o que todos concordaram;
  • Que o sistema de protocolo é ruim, que as vezes o sistema, mesmo com o pagamento, , não da andamento no processo;
  • Que passando o prazo, constante no sistema analítico, http://portalanalitico.anvisa.gov.br/portos-aeroportos-e-fronteira , os importadores/despachantes devem reclamar junto a Ouvidoria ou pelo sistema SAT de atendimento, pois por diversas vezes o processo esta parado em um sistema, e eles somente vão procurar se forem acionados.
  • Que 8% das L.I.s. sob analise são de produtos, marcados para analise, não são sujeitos a anuência, que estão trabalhando para excluir estes produtos de sua alçada é pediu a colaboração de todos, informando os NCM.s que estamos tendo que enviar para anuência sem necessidade;
  • As demoras nas análises estão tentando melhorar, com analise sistêmicas e implantação de canais de parametrização;
  • Foram apresentadas diversas reclamações sobre exigências feitas em várias etapas e solicitados que melhor a existência de somente uma única exigência;
  • Os problemas oriundos de inspeção física de mercadorias, estão sendo acompanhados pela Gerencia, orientando os fiscais a pedirem a comprovação da presença de carga, antes de agendar a conferencia, para evitar o indeferimento de L.I.
  • Foi reclamado que algumas unidades estão exigindo anexação do conhecimento de transporte original e assinado, sendo que na RDC não é exigido desta forma (original e assinado);
  • Foi pedida a redução de prazo, para solução de recurso apresentado, em decorrência do indeferimento de L.I., na estância superior, que hoje é de 90 dias, prorrogáveis por mais 90 dias. O problema é que se a ANVISA demora 20 dias, para analisar o pedido, o recurso demorar 10 dias, para a primeira análise do recurso e mantido o indeferimento, é o superior demorar mais 90 dias, teremos no mínimo 120 dias corridos, tempo este superior ao prazo para perdimento.

Combustível de aviação alcança valor recorde no País

Preço pago pelas empresas aéreas chega a R$ 3,30 por litro e é maior valor cobrado desde 2002.

As companhias aéreas pagaram, nesta semana, o maior valor já desembolsado pelo QAV (Querosene de Aviação). O preço alcançou média de R$ 3,30 por litro, incluindo impostos. Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), trata-se do valor mais alto desembolsado desde 2002. ​​

De acordo com a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), só nos dois últimos anos, o QAV acumulou alta de 82%. A associação considera que a disparada do preço do combustível é mais uma ameaça à competitividade do setor. Além disso, defende a fixação de um teto para o ICMS incidente sobre o QAV. “O teto para o ICMS sobre o combustível dos aviões, imposto que só é cobrado no Brasil, não foi aprovado pelo Senado no ano passado. Além disso, temos uma política de precificação da Petrobras que não é discutida e penaliza não só a aviação, mas diversas outras atividades de extrema importância para o país”, afirma Eduardo Sanovicz, presidente da Abear.

Ana Helena Mandelli, diretora de Aviação da Plural (Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência), a cadeia e a logística de produção do QAV são demasiadamente oneradas pelo ICMS, prejudicando ainda mais o seu custo final. “Para que haja um mercado de fato mais competitivo precisamos de mais infraestrutura para importação e ter efetivamente outra fonte de fornecimento do querosene de aviação que permita uma real competição com a Petrobras como fornecedora. Só assim, a gente talvez consiga capturar todos os ganhos dessa competição”, diz.

Brasil é produtor de QAV – Segundo a Abear, no passado, a maior parte do combustível usado pela aviação no Brasil era importada. Ou seja, envolvia, obrigatoriamente, a compra no exterior, com valores em moeda estrangeira, o transporte por navios, dutos e o pagamento de taxas. Atualmente, entretanto, o país produz mais de 80% do que é consumido, mas a fórmula de precificação não mudou. Com isso, o preço final continua sujeito ao câmbio e às variações do dólar, chegando a ser, em alguns casos, 50% mais caro em alguns aeroportos.

Além da política de precificação, as empresas aéreas também estão sujeitas ao ICMS incidente sobre o combustível usado em voos domésticos. O local de abastecimento também influencia, já que a alíquota varia entre 12% e 25%, dependendo do estado. São Paulo, por exemplo, maior centro da aviação nacional, cobra 25%. Para fugir das altas taxas, as empresas buscam abastecer onde é mais barato, mas nem sempre é possível. Essa política, além de elevar custos, direciona a malha aérea para os mesmos pontos de abastecimento, gera ineficiências e impacto ambiental. Na conta final, sozinho, o ICMS representa, na média, 8% dos custos das companhias do Brasil e cerca de um terço do preço do bilhete aéreo.

 

Com informações da Abear

Multilog inaugura CD para atuar com produtos inflamáveis no Paraná

Para atender a demanda de serviços relacionados à armazenagem de produtos inflamáveis de uma das gigantes mundiais do segmento, a Multilog adequou um centro de distribuição com mecanismos e estrutura que seguem padrões nacionais e internacionais. “Construímos um armazém com normas e requisitos específicos. Todos os processos que fizemos seguiram as mais rigorosas exigências do setor, além de ser desenhado e customizado para atender as necessidades da operação”, detalha o Gerente de Desenvolvimento de Negócios no Paraná, Pietro Paroni. Com este movimento, a empresa passa a ter capacidade para atender outros players do setor químico.

500 mi de faturamento – Um dos maiores operadores logísticos do Brasil, a Multilog tem estrutura e inteligência para atender os grandes negócios do mercado de comércio exterior. São soluções para operações alfandegadas, centros de distribuição e transportes, armazenagem para produtos controlados pela Anvisa e MAPA, além de ser especializada no segmento químico, de saúde, automotivo e industrial. A Multilog possui mais de 1,5 mil colaboradores e premiações como Top Of Mind SC 2018, Prêmio Inbrasc 2018 – Melhor Operador Logístico, finalista do Prêmio Sindusfarma de Qualidade 2018, ISO 9001, Certificação OEA em Itajaí, Great Place to Work (de melhor empresa para trabalhar) RS/SC/PR, entre outros. Atualmente, conta com 18 unidades de negócio, em quatro diferentes estados (São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), e 1,5 milhão de metros quadrados de área alfandegada. “A Multilog deve encerrar 2018 com R$ 500 milhões de faturamento. A empresa estabeleceu seus objetivos estratégicos para 5 anos com a meta de dobrar este faturamento até 2022”, segundo Djalma Vilela, presidente da Multilog.