Conheça as 20 mais valiosas empresas de tecnologia do mundo e o que elas têm em comum
O que as 20 mais valiosas empresas de tecnologia do mundo têm em comum? São todas americanas e chinesas. Confira abaixo:

Fonte: Ricardo Amorim – LinkedIn
O que as 20 mais valiosas empresas de tecnologia do mundo têm em comum? São todas americanas e chinesas. Confira abaixo:

A fábrica da Caoa Chery em Jacareí(SP), no Vale do Paraíba, vai ganhar uma nova linha de montagem para a chegada de um novo modelo, o sedã Arrizo 5, apresentado em abril deste ano pela marca chinesa no Salão do Automóvel de Pequim. Na ocasião, a montadora confirmou sua produção na fábrica brasileira. O modelo, que está bem próximo em dimensões ao Corolla, se encontra em fase de estudo pela montadora e começa a ser produzido em outubro. Ele também deve ser uma das atrações da marca durante o Salão do Automóvel de São Paulo, entre 8 e 18 de novembro.
“É um produto de alto nível, de qualidade e tecnologia. Se tudo caminhar como planejado, já no final de outubro a gente deve estar com ele em produção. Além disso, em Anápolis, nós vamos levar mais dois produtos. A marca tem um projeto bem ambicioso para o país e estamos caminhando bem”, afirmou o diretor-presidente da Caoa Chery, Márcio Alfonso, à reportagem do G1.
Para a fábrica de Anápolis (GO), onde são produzidos os modelos Hyundai pela Caoa, estão previstos os SUVs Chery T4 e T7. Para a unidade de Jacareí, a empresa confirma que além da área de produção, também vai ampliar seu quadro de funcionários: serão contratadas mais 120 pessoas para atuação na nova linha de montagem. Segundo Alfonso, as contratações começam a ser feitas no início deste segundo semestre, enquanto a nova estrutura da fábrica começa a ser montada em setembro.
“Agora no segundo semestre a gente começa contratação e treinamento, para deixar nosso pessoal preparado para produzir esse carro novo”, acrescenta o executivo.
Atualmente, a fábrica da Chery emprega cerca de 570 funcionários. A unidade, que recebeu US$ 530 milhões em investimentos para a construção da planta de automóveis e de motores, começou a operar em agosto de 2014 com o lançamento industrial do modelo Celer, nas versões hatch e sedã. A planta tem capacidade para montar 150 mil veículos por ano e também é responsável pela produção do compacto QQ e mais recentemente do Tiggo 2, sendo este último o primeiro veículo a entrar em linha após a compra de metade da Chery brasileira pela Caoa.
A Huawei firmou mais uma parceira, dessa vez para o desenvolvimento de veículos inteligentes e conectados: a companhia assinou um memorando de entendimento com a fabricante alemã de automóveis Audi, que prevê a colaboração para o avanço de tecnologias de condução remota e serviços conectados.
O acordo ainda prevê que as duas companhias trabalhem em programas de capacitação de profissionais que sejam capazes de desenvolver tecnologias automotivas.
“A indústria automotiva está entrando na era dos veículos inteligentes, o que abre portas para novas oportunidades de inovação”, disse Veni Shone, presidente da área de soluções LTE da Huawei. “Carros conectados permitem que as duas indústrias trabalhem em sinergia para transformar a experiência de dirigir”.
Para que veículos conectados possam trocar informações com o ambiente ao seu redor, é necessária uma conexão de dados estável e de alta qualidade. Para isso, as duas empresas iniciaram a organização 5GAA, que realiza testes e demonstrações em vários países, incluindo Alemanha e China, para garantir o crescimento da indústria.
“A Audi conta com a Huawei como parceira em suas pesquisas sobre veículos inteligentes. O nosso objetivo é otimizar o fluxo de dados para criar um ambiente propício para a comunicação entre veículos e cidades inteligentes”, explica Saad Metz, vice-presidente executivo da Audi China.
No ano passado, com o auxílio da Huawei, a Audi tornou-se a primeira fabricante de automóveis estrangeira a implantar a tecnologia “LTE-V” em vias públicas na China. A “LTE-V” é um padrão de conectividade para carros que permite aos motoristas receber informações do trânsito em tempo real via conexões com sistemas de semáforos e monitoramento de vídeo nos cruzamentos.
Brasil precisa investir R$ 25 bilhões em portos até 2040, informa estudo da CAF. O Brasil terá que investir US$ 6,5 bilhões (R$ 25 bilhões) até 2040 se quiser ficar dotado de infraestrutura portuária adequada às mudanças tecnológicas que virão nos próximos anos, e poder concorrer com nossos vizinhos da América Latina.
É o que conclui recente estudo da CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina) Análise de investimentos portuários na América Latina e no Caribe para o horizonte de 2040, que analisou as restrições atuais e as necessidades de aportes de capitais na próximas duas décadas em toda a região, para ampliar a capacidade portuária. Para toda a região, os recursos necessários seriam da ordem de US$ 55 bilhões (R$ 210 bilhões).
Os investimentos no Brasil representam 13% do total previsto para a região, o que é um percentual abaixo de sua participação no setor de contêineres. De acordo com o estudo, com 9,3 milhões de TEUs movimentados, o país tem 20% da carga da América Latina. Não foi medida a participação em outras cargas. México (24%), o Panamá (16%) precisam das maiores aplicações. Os maiores problemas do país, segundo o estudo, são na área de granéis e na falta de dragagem dos portos.
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